<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-2450445771080054942</id><updated>2012-01-22T18:20:36.649-08:00</updated><title type='text'>ESTUDOS TEOLÓGICOS</title><subtitle type='html'>A SERVIÇO DO REINO DE DEUS  -

 
  Pr. Carlos R. Cavalcanti.

IGREJA EVANGÉLICA MISSIONÁRIA</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://prbeto-estudosteologicos.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2450445771080054942/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://prbeto-estudosteologicos.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>prbeto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04991251078209387116</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://bp0.blogger.com/_uJ4EWNH9RAI/R4lGQbvo-_I/AAAAAAAAAAg/aHenbx90Xng/S220/Imagens++(Imagens+variadas+17)dsafGHEHGRAHTHAETHGRgW+025.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>51</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2450445771080054942.post-1858219022036009200</id><published>2012-01-22T17:57:00.000-08:00</published><updated>2012-01-22T18:20:36.668-08:00</updated><title type='text'>PREDESTINAÇÃO, LIVRE-ARBÍTRIO E JUDAÍSMO-MESSIÂNICO.</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-R3wEZxaL1GU/TxzD7BopmfI/AAAAAAAAAtg/ZFnxGhslZ6M/s1600/PQAAAGeqQrGs8Nz864tOqoPUy-FELbBGviyuxoC_tGt3DV2xOR6xlmGYhq1jbtf5JhmMAzL9u28tCbI9AIloFrPhHRUAm1T1UB_HxFsVmH6kPm1y9UiLRS8sSvyP.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 240px; height: 320px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-R3wEZxaL1GU/TxzD7BopmfI/AAAAAAAAAtg/ZFnxGhslZ6M/s320/PQAAAGeqQrGs8Nz864tOqoPUy-FELbBGviyuxoC_tGt3DV2xOR6xlmGYhq1jbtf5JhmMAzL9u28tCbI9AIloFrPhHRUAm1T1UB_HxFsVmH6kPm1y9UiLRS8sSvyP.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5700646647162837490" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rev. Carlos R. Cavalcanti&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;PREDESTINAÇÃO, LIVRE-ARBÍTRIO E JUDAISMO-MESSIÂNICO&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Teólogo, Antropólogo, Historiador, Especialista em Arte, Religião e Cultura Judaica.&lt;br /&gt;2011&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ROBERTO, Cavalcanti R. Predestinação, Livre-arbítrio e Judaismo-Messiânico. Recife. Editora CRC , 2011. 44p.&lt;br /&gt;Conteúdo: Apologético-Doutrinário. Todos os direitos reservados. Proibido a reprodução por quaisquer meios, salvo em breves citações com indicação da fonte. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Introdução&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;        O Judaismo-Messiânico é uma antiga heresia, porém apresenta-se, atualmente, com uma nova roupagem, para esconder seus verdadeiros objetivos doutrinários os quais foram condenados pelos apóstolos. Tais seitas estão em grande crescimento e levando muitos a seguir suas novas e estranhas crenças que vão de encontro a Palavra de Deus: “Mas o Espírito expressamente diz que nos últimos tempos apostatarão alguns da fé, dando ouvidos a espíritos enganadores, e a doutrinas de demônios...” (1 Timóteo 4:1).&lt;br /&gt;        O pseudo-judaismo-messiânico, com todo seu orgulho, afirmam que são especiais porque são judeus; pregam que não há salvação sem a guarda da Lei. Eles usam, como tática, para iludir, alguns símbolos do judaísmo, bem como uma linguagem com muito hebraísmo que serve para chamar a atenção e mostrar que são conhecedores dos mistérios de Deus, donos de um favor especial de Javé por serem, em sua maioria, filhos de Abraão segundo a carne.&lt;br /&gt;        Quanto a doutrina, eles negam a “Trindade”, a “Divindade de Jesus Cristo”, e não aceitam a “salvação pela fé somente”. Detestam todos os Pais da Igreja e os Reformadores, em suma, eles são “contrário a todos os homens”  e de uma forma geral aos cristãos, principalmente aqueles que são fiéis a Palavra de Deus. Só eles serão salvos, só eles sabem fazer uma interpretação correta das Escrituras por serem judeus. Portanto, esse texto visa denunciar a heresia e hipocrisia dos Judeus-Messânicos e trazer a luz da verdade a todos os que desejam viver de acordo com a vontade de Deus revelada nas Sagradas Escrituras. Essas são as recomendações do apóstolo Paulo: “Retendo firme a fiel palavra, que é conforme a doutrina, para que seja poderoso, tanto para admoestar com a sã doutrina, como para convencer os contradizentes” (Tito 1:9).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;     Esse pequeno artigo foi uma resposta às heresias dos judeus messiânicos no saite: www.ubeblog.ning.com onde pude defender as doutrinas ensinadas pelos apóstolos de Jesus Cristo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Para que não sejamos mais meninos inconstantes, levados em roda por todo o vento de doutrina, pelo engano dos homens que com astúcia enganam fraudulosamente” (Efésios 4:14).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Índice&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. Os Judeus-Messiânicos e a Predestinação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. Deus quer que todos os homens se salvem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3. Vamos raciocinar por todos os que negam a soberania de Deus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4. Todos cheguem ao arrependimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5. Alguém pode ter seu nome riscado do livro da vida?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Para que não sejamos mais meninos inconstantes, levados em roda por todo o vento de doutrina, pelo engano dos homens que com astúcia enganam fraudulosamente” (Efésios 4:14).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. Os Judeus-Messiânicos e a Predestinação.&lt;br /&gt;“D'us predestinou todos os homens a salvação, mas só os que usarem de suas faculdades de livre-arbítrio e crerem, arrependerem-se e guardarem os mandamentos herdarão a Vida Eterna” (Judeus-Messiânicos, 2011).&lt;br /&gt; Resposta: &lt;br /&gt;       Como descobrir um falso profeta? Não é muito difícil para quem estuda e conhece a verdade (bíblica). Muitos crentes estão na ignorância por falta de doutrina, porque seus mestres e pastores não estão comprometidos com a verdade. Porém, a Bíblia fala a respeito desses insubordinados: &lt;br /&gt;“Esses homens são rochas submersas nas festas de fraternidade que vocês fazem, comendo com vocês de maneira desonrosa. São pastores que só cuidam de si mesmos. São nuvens sem água, impelidas pelo vento; árvores de outono, sem frutos, duas vezes mortas, arrancadas pela raiz. São ondas bravias do mar, espumando seus próprios atos vergonhosos; estrelas errantes, para as quais estão reservadas para sempre as mais densas trevas” (Jd.12, 13).&lt;br /&gt;      A insubordinação chega ao ponto de negar a própria palavra de Deus. Atualmente quando pregamos a palavra verdadeira há uma rejeição porque muitos crentes só acreditam naquilo que desejam. “Todavia, amados, lembrem-se do que foi predito pelos apóstolos de nosso Senhor Jesus Cristo. Eles diziam a vocês: "Nos últimos tempos haverá zombadores que seguirão os seus próprios desejos ímpios". Estes são os que causam divisões entre vocês, os quais seguem a tendência da sua própria alma e não têm o Espírito” (Jd.17,18, 19). Os zombadores, insubordinados que seguem os seus próprios desejos ímpios, ainda hoje, acediam à igreja. Eles detestam doutrina, não aceitam a correção, não admitem que estejam errados, as experiências místicas são suas regras de fé e prática. Porém, tais experiências podem não condizer com a verdade, o que é totalmente diferente da “palavra de Deus”, que podemos confiar de todo o coração, pois é a palavra de Deus.&lt;br /&gt;“D'us predestinou todos os homens a salvação” (Judeus-Messiânicos, 2011)&lt;br /&gt;       Será que Deus predestinou todos os homens a salvação? Vamos ver se isso é verdade ou se não é mais uma mentira de satanás.&lt;br /&gt;1) Se Deus tivesse “predestinado todo mundo a salvação,” com certeza todos seriam salvos, principalmente porque Deus é soberano e o Seu sangue nos purifica de todo o pecado. É insanidade espiritual pensar que Deus predestinou alguém para a salvação e ele vir a perecer eternamente no inferno. Já pensou, a parábola do rico e Lázaro? Ele ardendo nas chamas do inferno e clamando ao “Pai Abraão”: “Pai Abraão”, eu era predestinado à salvação e estou nesse lugar de tormento e dor por que resisti a salvação de Jesus Cristo pelo meu livre-arbítrio. Abraão com certeza diria: Mas como foi isso? Porque a palavra de Deus diz expressamente: “Dir-me-ás então. Por que se queixa ele ainda? Pois, quem resiste à sua vontade?” (Rm.9:19). “Assim, pois, isto não depende do que quer, nem do que corre, mas de Deus que usa de misericórdia” (Rm.9:16). “Ou não tem o oleiro poder sobre o barro, para da mesma massa fazer um vaso para uso honroso e outro para uso desonroso?” (Rm.9:21). Os que estão no inferno estão por que merecem, a Bíblia diz que todos pecaram e o salário do pecado é a morte,  e não foi do Seu propósito salvá-los; “Portanto, tem misericórdia de quem quer, e a quem quer endurece” (Rm.9:18). Quem nega a palavra de Deus, nega o próprio Filho de Deus.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Bíblia nega essa idéia de que Deus predestinou todos a salvação. Vejamos: “E aos que predestinou, também chamou; aos que chamou, também justificou; aos que justificou, também glorificou” (Rm.8:30). &lt;br /&gt;       A salvação tem começo e fim. Ele predestina, chama, justifica e glorifica. A glorificação é o estado final da salvação, ou seja, é quando ressuscitaremos com um corpo incorruptível, glorioso para herdarmos um novo céu e uma nova terra. Portanto, todos os que foram predestinados, sem sombra de dúvidas, alcançarão a salvação. Há um elo, ninguém pode ser predestinado e não ser chamado eficazmente, e só os que foram chamados serão justificados, e os que foram justificados com toda certeza serão glorificados . Os judeus-messiâncos dizem que Deus predestinou todos os homens a salvação, porém, sabemos que nem todos irão ser salvos, mas apenas um remanescente segundo a eleição da graça . Se foi escolhido pela graça, foi predestinado, e se foi predestinado será salvo.&lt;br /&gt;2) A predestinação é uma escolha de Deus para á salvação. Não depende do falso livre-arbítrio porque nossa eleição foi realizada na eternidade: “Mas nós, devemos sempre dar graças a Deus por vocês, irmãos amados pelo Senhor, porque desde o princípio Deus os escolheu para serem salvos mediante a obra santificadora do Espírito e a fé na verdade” (2Ts.2:13).&lt;br /&gt;       Deus nos escolheu ou predestinou para a salvação. O texto é bastante específico. Isso significa que só os predestinados ou os escolhidos serão salvos. Portanto, não foram todos que Deus predestinou para a salvação, porque se fosse, todos, literalmente, seriam salvos, e todos não irão ser salvos.  &lt;br /&gt;3) Deus nos predestinou para sermos adotado como filhos: “Em amor nos predestinou para sermos adotados como filhos por meio de Jesus Cristo, conforme o bom propósito da sua vontade, para o louvor da sua gloriosa graça, a qual nos deu gratuitamente no Amado” (Ef.1:5, 6). A predestinação, como diz o texto de Ef.6:5 é “...conforme o bom propósito da sua vontade...”, da vontade de Deus que opera em vós tanto o querer quanto o efetuar segundo a sua boa vontade , e não do nosso livre-arbítrio como querem os arminianos, judeus-messiânicos e católicos romanos. Como a salvação poderia depender da nossa vontade? Se Ef.1:6 diz que Deus “...deu gratuitamente no Amado”? Qualquer argumento contrário não subsiste, é lutar contra verdades estabelecidas ensinadas pelos apóstolos. &lt;br /&gt;       Todo mundo foi predestinado? Não. Se fosse, então, cada pessoa no mundo seria adotada como filho. Se todo mundo não irá ser adotado como filho de Deus, então todo mundo não foi predestinado. Dessa forma está confirmado que os judeus-messiânicos não entendem nada de Bíblia, são ignorantes que deturpam a palavra para sua própria condenação (cf. 2Pe.3) . &lt;br /&gt;“...mas só os que usarem de suas faculdades de livre-arbítrio e crerem, arrependerem-se e guardarem os mandamentos herdarão a Vida Eterna” (Judeus-Messiânicos, 2011).&lt;br /&gt;       Não tenho, sinceramente, palavras para descrever uma pessoa com um pensamento tão atrofiado como esse. Como se pode afirmar que Deus predestina, mas que essa predestinação depende do nosso livre-arbítrio? Ou Ele predestina ou não. A escolha soberana de Deus não depende da nossa vontade, depende único e exclusivamente da Sua. Se não dependesse só da vontade de Deus, seria obras, e a graça deixaria de ser graça . Vejamos: &lt;br /&gt;“Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isto não vem de vós, é dom de Deus. Não vem das obras, para que ninguém se glorie; Porque somos feitura sua, criados em Cristo Jesus para as boas obras, as quais Deus preparou para que andássemos nelas” (Ef.2:8, 9, 10).&lt;br /&gt;       Se a predestinação dependesse do nosso livre-arbítrio (que não existe), é claro, a salvação seria pelas obras. A palavra de Deus diz expressamente: “Não vem das obras”. Para os judeus-messiânicos a salvação depende da sua vontade de crer e de guardar os mandamentos. Isso é falso, não existe tal desejo no homem natural de crer. Pois, ele está morto em seus delitos e pecados (cf. Ef.2:1); só Deus pode abrir os corações  dos que estão destinados a salvação . Vejamos o que diz a Bíblia. &lt;br /&gt;1) “Porque desde criança você conhece as sagradas letras, que são capazes de torná-lo sábio para a salvação mediante a fé em Cristo Jesus” (2 Timóteo 3:15).&lt;br /&gt;       Efésios 2:8: A salvação, a graça, a fé que é um só aspecto da redenção, diz: “...isto não vem de vós, é dom de Deus”. Portanto, a salvação pela fé em Cristo Jesus não depende do livre-arbítrio de ninguém, principalmente porque só quem tem livre-arbítrio é Deus. “Não vem das obras...”, ou para um melhor entendimento, daquilo que realizamos. &lt;br /&gt;      2Tm. 3:15: “...as sagradas letras, que são capazes de torná-lo sábio para a salvação mediante a fé em Cristo Jesus”. Quem o torna sábio? É seu livre-arbítrio ou o poder de Deus que opera em nós?  A capacidade de buscar a Deus e guardar os Seus mandamentos é de todos os verdadeiros cristãos, porque somos predestinados para sermos transformados na imagem do filho de Deus . Se existe algo que nos torna sábios para a salvação pela fé em Cristo Jesus, são as sagradas letras, ou seja, a palavra de Deus, e não as experiências místicas: tremor nas pernas, frio na espinha, sensações agradáveis, cair na unção e etc. Não é falar em línguas, nem fazer milagres, nem tão pouco guardar os rudimentos da Lei ou até mesmo viver como um eremita. Mas, é conhecer a Deus: “Respondeu ele: A vós é dado conhecer os mistérios do reino de Deus; mas aos outros se fala por parábolas; para que vendo, não vejam, e ouvindo, não entendam” (Lc.8:10).&lt;br /&gt;2) Não temos livre-arbítrio para decidirmos se queremos ser salvos ou não: Primeiro, a salvação é um dom de Deus e Ele dá a quem quer . Segundo, não vem das obras, então o livre-arbítrio é um mito. Terceiro, a salvação nos é imputada e não podemos decidir se queremos ou não, vejamos: “E a esperança não nos decepciona, porque Deus derramou seu amor em nossos corações, por meio do Espírito Santo que ele nos concedeu” (Rm.5:5), (“...concedeu...”; no original, “imputado ou outorgado” que significa dado sem que se possa questionar se deseja ou não).&lt;br /&gt;3) A graça é um presente de Deus, é de graça, ou seja, não depende das obras, do que você realize, do seu falso livre-arbítrio: “Reconhecendo a graça que me fora concedida, Tiago, Pedro e João, tidos como colunas, estenderam a mão direita a mim e a Barnabé em sinal de comunhão. Eles concordaram em que devíamos nos dirigir aos gentios, e eles, aos circuncisos” (Gálatas 2:9).&lt;br /&gt;4) Paulo é o que é, pela graça de Deus que foi dada a ele: “Mas, pela graça de Deus, sou o que sou, e sua graça para comigo não foi em vão; antes, trabalhei mais do que todos eles; contudo, não eu, mas a graça de Deus comigo” (1 Coríntios 15:10). Porém, ninguém pode dizer que a graça foi dada e só foi aceita pelo livre-arbítrio. Porque não podemos pensar dessa forma completamente errônea? Vejamos: Se você tivesse livre-arbítrio para aceitar ou rejeitar a graça de Deus, ela era algo devido, ou seja, algo que você fez por merecer, isso, em última análise, seria obras, e pelas obras nunca houve salvação: “Pois o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus, nosso Senhor” (Romanos 6:23). “O salário do pecado é a morte”. O salário é algo devido, é algo que se faz por merecer. Mas, o dom de Deus é gratuito, você não faz nada por merecer, seu livre-arbítrio é falso, é mentira de Satanás. Você está sego ou mal doutrinado.&lt;br /&gt;João. 3.16  &lt;br /&gt;“Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna”.&lt;br /&gt;      “Porque Deus amou o mundo...”. Mundo nesse contexto não significa cada pessoa literalmente. Qual o significado correto? Vejamos: O mundo era divido entre judeus e gentios. Estes acreditavam que a salvação não alcançaria os gentios, portanto, o apóstolo João declara que Deus não amou apenas Israel, Ele amou os gentios também, ou seja, o mundo inteiro: Judeus e gentios, pessoas de toda raça, tribos e nações, e não cada indivíduo, literalmente, no mundo ou apenas Israel. Por quê? Vejamos alguns exemplos: &lt;br /&gt;1. Se Deus tivesse amado cada pessoa no mundo, Ele rogaria pelo mundo, mas Jesus Cristo roga apenas por aqueles que são do Pai: “Eu rogo por eles. Não estou rogando pelo mundo, mas por aqueles que me deste, pois são teus” (Jo.17:9).“Eles não são do mundo, como eu também não sou” (Jo.17:16). Jesus só roga pelos eleitos, por todos aqueles que o Pai lhe deu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. Se Deus amou cada pessoa do mundo para a salvação, porque Ele só dará vida eterna aqueles que o Pai deu ao Filho para serem salvos?: “Pois desci do céu, não para fazer a minha vontade, mas para fazer a vontade daquele que me enviou. E esta é a vontade daquele que me enviou: que eu não perca nenhum dos que ele me deu, mas os ressuscite no último dia” (Jo.6:38, 39). Todos os que Deus predestinou para a salvação foram dados ao Filho e Ele não perderá nenhum. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3.  Se Deus amou cada pessoa para salvação, porque irão ser lançados no lago de fogo os que não forem encontrado seus nomes no livro da vida?: “Se o nome de alguém não foi encontrado no livro da vida, este foi lançado no lago de fogo” (Ap. 20:15).&lt;br /&gt;      O que ficou esclarecido é que Deus não amou cada pessoa mo mundo para a salvação, na verdade, Ele provou o Seu amor para com os que foram eleitos na eternidade. Principalmente porque nenhum dos que o Pai deu ao Filho irá perecer, todos os que foram predestinados, e só a esses, Jesus dá garantia de vida eterna: “Pois desci do céu, não para fazer a minha vontade, mas para fazer a vontade daquele que me enviou. E esta é a vontade daquele que me enviou: que eu não perca nenhum dos que ele me deu, mas os ressuscite no último dia” (Jo.6:38, 39).&lt;br /&gt;      É impossível que Deus diga que provou o Seu amor para com alguém e esse alguém venha a perecer: “Todo o que o Pai me der virá a mim, e quem vier a mim eu jamais rejeitarei” (Jo.6:37). Contudo, ninguém vem ao Pai pela sua própria vontade: “Ninguém pode vir a mim, se o Pai, que me enviou, não o atrair; e eu o ressuscitarei no último dia” (Jo.6:44)&lt;br /&gt;      Jo.3:16 - encontra-se dessa forma na mente dos arminianos-judeus-messiânicos: “Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todos aqueles que (quiserem), nele crer, (pelo seu livre arbítrio) tenha vida eterna”. Isso realmente é corromper o texto para sua própria condenação. &lt;br /&gt;Deus quer que todos os homens se salvem.&lt;br /&gt;"que quer que todos os homens se salvem e venham ao conhecimento da verdade." (I Tim.2.4).&lt;br /&gt;      É claro que Deus quer que todos os homens se salvem. Mas, quem são todos esses homens a qual a Bíblia se refere? Vamos ver, em primeiro lugar, o que têm na mente dessas pessoas que corrompem a palavra: Elas acreditam que o desejo de Deus é que cada pessoa no mundo se salve. Primeiro, já vimos que o desejo do Pai é que Jesus ressuscite todos os que foram dados a Ele, isso com certeza irá acontecer (Jo.6 e 17). Se Deus quisesse que cada homem se salvasse o que Ele iria fazer com os que já estavam no inferno antes da Sua “Primeira Vinda”? Mas quando afirmamos que nem todos irão ser salvos, eles afirmam desesperadamente: “Temos o livre-arbítrio, e só irão ser salvos os que quiserem”. Se isso fosse verdade, a salvação, como já foi discutido nesse artigo, seria pelas obras, mas não é pelas obras, e sim, pela graça. A Bíblia de Estudo de Genebra traz uma explicação muito importante: &lt;br /&gt;“Isso não significa que Deus deseja soberanamente que todos ser humano seja salvo (isto é, que Deus salva a cada um). Mas pode referir-se à benevolência geral de Deus de não ter prazer na morte do ímpio. ou pode referir-se ao desejo de Deus que todos os tipos de pessoas (v.1, nota) sejam salvos (isto é, Deus não escolheu seus eleitos de um único grupo apenas)” p.1443. &lt;br /&gt;Vamos raciocinar por todos os que negam a soberania de Deus.&lt;br /&gt;      Existem várias teorias, sem futuro, para explicar por que uns irão para o céu e muitos para o inferno sem que Deus tenha nada a ver com isso. Porém, todas elas tentam limitar a soberania de Deus, isso não era para acontecer com quem afirma ser cristão, pois, toda a Bíblia declara de Gênese a Apocalipse que Deus é soberano e faz todas as coisas de acordo com o Seu propósito (todas as coisas da menor a maior).  &lt;br /&gt;Todos cheguem ao arrependimento&lt;br /&gt;“Não retarda o Senhor a sua promessa, como alguns a julgam demorada; pelo contrário, ele é longânimo para convosco, não querendo que nenhum pereça, senão que todos cheguem ao arrependimento” (2 Pedro 3.9).&lt;br /&gt;      Já comentamos o bastante a respeito desses textos. Novamente, os judeus-messiânicos pensam que a expressão “todos” está apontando para cada pessoa no mundo. O texto, na verdade, fala da promessa, Ele “...é longânimo...” para os filhos da promessa e nenhum desses perecerão. Essa expressão “que todos cheguem ao arrependimento”, não é para cada pessoa literalmente no mundo. O que diz a palavra de Deus?: “Isto é, estes filhos de Deus não são propriamente os da carne, mas devem ser considerados como descendência os filhos da promessa” (Rm.9:8). Portanto, “todos” refere-se apenas aqueles que a promessa foi feita, e ela foi feita para os que Deus predestinou antes dos tempos eternos: “Noutras palavras, não são os filhos naturais que são filhos de Deus, mas os filhos da promessa é que são considerados descendência de Abrão” (Rm.9:8). Portanto, sem sombra de dúvidas, todos (os eleitos antes da fundação do mundo) irão chegar ao arrependimento, porque essa é a vontade de Deus. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;2. Alguém pode ter seu nome riscado do livro da vida?&lt;br /&gt;Mensagem aos Judeus-Messiânicos&lt;br /&gt;      Realmente, concordo com Marcos Andrade Abrão (judeu-messiânico) de que existem falsas doutrinas que conduz a perdição, bem como uma bastante conhecida atualmente chamada de “Judeus Messiânicos”. Portanto, todos os verdadeiros crentes devem tomar cuidados porque a Bíblia fala sobre esses falsos rabinos que deturpam a Palavra de Deus para sua própria condenação. Vejamos os textos bíblicos que ele deturpa no vídeo: “Mensagens aos Evangélicos”. Darei uma resposta, com fundamentos bíblicos, aos Judeus-Messiânicos com o título: MENSAGENS AOS JUDEUS-MESSIÂNICOS.&lt;br /&gt;Ap. 3:5 – “O que vencer será vestido de vestes brancas, e de maneira nenhuma riscarei o seu nome do livro da vida; e confessarei o seu nome diante de meu Pai e diante dos seus anjos”.&lt;br /&gt;       Os judeus-messiânicos afirmam que o nome de um verdadeiro crente, de alguém que nasceu do Espírito de Deus , pode ser riscado do Livro da Vida. E isso é uma mensagem para os Evangélicos! Tem pessoas que não conhece a Palavra de Deus e dá crédito a essas heresias. Irei provar, através das Escrituras Sagradas, que a falsa e herética idéia de que o nome de alguém pode ser riscado do Livro da Vida não tem base bíblica. Vejamos: &lt;br /&gt;“O que vencer será vestido de vestes brancas...”. &lt;br /&gt;       Na verdade, se fomos salvos, se o Espírito Santo habita no crente, ele pode dizer com plena convicção de que é muito mais que vencedor em Cristo Jesus (cf. Rm.8:37) , vencedor é o que já venceu e não o que vai vencer, portanto, os que são de Cristo são muito mais que vencedores porque Cristo venceu por nós, Sua vitória é nossa vitória, Ele mesmo disse que venceu o mundo.  E ainda não tinha chegado Sua hora, mas foi pela fé a qual é um dom de Deus. Essa mesma fé foi imputada nos corações dos eleitos, pois João diz: “O que é nascido de Deus vence o mundo; e esta é a vitória que vence o mundo: a nossa fé” (1Jo.5:4). Quem são, portanto, os vencedores que serão vestidos de vestes brancas, símbolo da vitória de Cristo. Vejamos:   &lt;br /&gt;1) Só vencerão aqueles que o Pai escolheu.&lt;br /&gt;“Vocês não me escolheram, mas eu os escolhi para irem e darem fruto, fruto que permaneça, a fim de que o Pai lhes conceda o que pedirem em meu nome” (Rm.15:16).&lt;br /&gt;Só vencerão os escolhidos. Não existe a possibilidade dos escolhidos, dos que são nascidos de Deus não vencerem. Jesus disse que os frutos do Espírito permanecerão na vida daqueles que Ele escolheu. Nesse versículo, fica também entendido que a idéia de livre-arbítrio é falsa, Deus é quem escolhe aqueles que Ele deseja salvar de acordo com Sua vontade: “Em amor nos predestinou para sermos adotados como filhos por meio de Jesus Cristo, conforme o bom propósito da sua vontade...” (Ef.1:5). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2) Só vencerão os que foram selados com o Espírito Santo da promessa. &lt;br /&gt;“Nele, quando vocês ouviram e creram na palavra da verdade, o evangelho que os salvou, vocês foram selados com o Espírito Santo da promessa, que é a garantia da nossa herança até a redenção daqueles que pertencem a Deus, para o louvor da sua glória” (Ef.1:13-14).&lt;br /&gt;          A verdadeira importância do selo é jurídica: o dono aplica sua marca às suas posses, aos seus animais, aos seus escravos e assim resguarda seus bens contra o furto. Até este ponto, podemos chamá-lo de sinal protetor ou garantia. As coisas seladas estavam à disposição do possuidor do selo, fato este que se aplicava não somente às pessoas individualmente, mas também especialmente às autoridades de uma cidade e aos reis. O selo simbolizava a sua autoridade. &lt;br /&gt;          A selagem dos crentes em Ap.7:2  refere-se ao “selo do Deus vivo” que é carimbo nas frontes dos crentes antes de os quatro anjos de julgamento terem licença de começarem sua obra. Os selos são para proteger os crentes dos castigos que hão de vir sobre o mundo (Ap.9:4; cf. Ez.9:4) . O selo aqui é um sinal de possessão e, portanto, dAquele que protege; Deus preserva os Seus do juízo. Os 12.000 de cada tribo, 12x12000 = 144.000, recebem o selo de que serão preservados.  Os 144.000 simbolizam todo o povo de Deus, judeus e gentios que são poupados do juízo. A impressão do selo que contém o nome de Deus (cf. Ap 14:12; 22:4)  distinguirá os crentes daqueles que levam a “marca da besta” nas suas mãos e testa (13:16-17; 14:9, 11) . &lt;br /&gt;          O selo, portanto, é a garantia de que venceremos. Não existe a possibilidade dos que foram selados terem seus nomes riscados do Livro da Vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3) Só vencerão aqueles que foram dados ao Filho pelo Pai.&lt;br /&gt;“Todo o que o Pai me der virá a mim, e quem vier a mim eu jamais rejeitarei. Pois desci do céu, não para fazer a minha vontade, mas para fazer a vontade daquele que me enviou. E esta é a vontade daquele que me enviou: que eu não perca nenhum dos que ele me deu, mas os ressuscite no último dia” (Jo.6:37-38).&lt;br /&gt;        Nem todos irão vencer. Simplesmente porque não foram dados ao Filho pelo Pai. Só os que foram eleitos, predestinados, é que virão a Cristo. O restante será deixado na sua própria condenação e miséria. &lt;br /&gt;Diz o texto de João 6: “...eu jamais rejeitarei”, ou seja, jamais riscarei seu nome do Livro da Vida. Quando Ele diz: “...de maneira nenhuma riscarei o seu nome do livro da vida...” não significa que haja a possibilidade de que isso aconteça, principalmente porque nosso nome foi escrito antes da fundação do mundo , na eternidade, e a vontade de Deus é de que nenhum desses pereçam, e Jesus diz, Eu os ressuscitarei no último dia .&lt;br /&gt;        Os que estão arrolados no “Livro da Vida” estão ali antes da fundação do mundo para alcançar a salvação mediante o Evangelho  e serem fortalecidos a perseverança mediante a interseção de Cristo Jesus . Podemos ter confiança na promessa que diz: “...de maneira nenhuma riscarei o seu nome do livro da vida...”. Portanto, todos que estão escrito no Livro da Vida foram dados ao Filho pelo Pai, e a vontade do Pai é essa, diz Jesus: “...que eu não perca nenhum dos que ele me deu, mas os ressuscite no último dia”. Está claro que todos que foram escrito no Livro da Vida antes da fundação do mundo foram dados pelo Pai ao Filho e Ele promete: “...de maneira nenhuma riscarei o seu nome do livro da vida...”. “...os ressuscite no último dia”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“...de maneira nenhuma riscarei o seu nome do livro da vida...”.&lt;br /&gt;         A promessa de Jesus é clara, Ele diz: “...de maneira nenhuma riscarei o seu nome do livro da vida...”. Depois de todas as evidências, muitos ainda insistem em usar Êxodo 32:33 que diz: “Respondeu o Senhor a Moisés: "Riscarei do meu livro todo aquele que pecar contra mim”. Esse livro não é o Livro da Vida de Filipeses 4:3, nem o de Apocalipse 3:5 ou o de Apocalipse 13:8; 17:8; 20:12,15; 21:27. A ameaça em Êxodo 32:33 não é a condenação eterna , mas a morte física conforme lemos no Salmo 69:28: “Sejam riscados do livro dos vivos, e não sejam inscritos com os justos . (As melhores traduções dizem “livros dos vivos”). Havia um registro da comunidade de Israel no deserto, se alguém pecasse era riscado desse livro. O pecador era levado para fora do Arraial e apedrejado até a morte, e seu nome era riscado do livro, ou seja, passava a não fazer mais parte daquela comunidade. Vejamos o salmo 87:6 que confirma a existência desse livro: “O Senhor inscreverá então no registro dos povos: Aquele também nasceu em Sião”. &lt;br /&gt;        Todos os que não tiveram seus nomes escritos no Livro da Vida antes da fundação do mundo irão adorar a besta e ser lançados no lago de fogo. Esses nunca tiveram seus nomes nesse livro:&lt;br /&gt;“...e hão de adorá-la todos os habitantes da terra, cujos nomes não estão escritos desde a origem do mundo no livro da vida do Cordeiro imolado” (Ap.13:8). “A Fera que tu viste era, mas já não é; ela deve subir do abismo, mas irá à perdição. Admirar-se-ão os habitantes da terra, cujos nomes não estão escritos no livro da vida, desde o começo do mundo, vendo reaparecer a Fera que era e já não é mais” (Ap. 17:8). “Todo o que não foi encontrado inscrito no livro da vida foi lançado ao fogo” (Ap.20:15).&lt;br /&gt;Conclusão&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;       Devemos ser fiéis a Palavra de Deus, custe o que custar! O apóstolo Paulo foi decapitado, João foi exilado na Ilha de Pátimos, Estevão foi apedrejado, Pedro, segundo afirma a tradição foi crucificado de cabeça para baixo, os outros discípulos sofreram e foram martirizados. Todavia, foram fiéis até o fim, não negaram a fé no Cristo que morreu e ressuscitou ao terceiro dia para que nós tivéssemos vida e vida em abundância. “Eu, João, que também sou vosso irmão, e companheiro na aflição, e no reino, e paciência de Jesus Cristo, estava na ilha chamada Patmos, por causa da palavra de Deus, e pelo testemunho de Jesus Cristo” Ap.1:9. Não tenha dúvida, os que são fiéis a Palavra irão sofrer perseguição. Todavia, o importante é ser fiel até a morte e receber a coroa da vitória.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Como já dissemos, agora repito: Se alguém lhes anuncia um evangelho diferente daquele que já receberam, que seja amaldiçoado!”  Gálatas 1:9&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS&lt;br /&gt;***********************************************************************&lt;br /&gt;BÍBLIA DE ESTUDO DE GENEBRA, 1999.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;BERKHOF, Louis. Teologia Sistemática. São Paulo. Editora Cultura Cristã, 2001. 720p.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CALVINO, João. Romanos. São Paulo. Editora Parakletos, 2001. 534p.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;GREGOR, Wright. R. K. Mc. A Soberania Banida: Redenção para a cultura pós-moderna. São Paulo. Editora Cultura Cristã, 1998. 263p. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;HENDRIKSEN, William. Romanos: Comentário do Novo Testamento. São Paulo. Editora Cultura Cristã, 2001. 704p.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;HOEKEMA, Anthony. Salvos Pela Graça: A Doutrina Bíblica da Salvação. São Paulo. Editora Cultura Cristã, 2002. 285p.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;JAMES, Kennedy D. Verdades que Transformam: doutrinas cristãs para sua vida de hoje. São Paulo. Editora Fiel, 2005. 296p.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;LLOYD-JONES, Martyn. Salvos Desde a Eternidade. São Paulo. Editora PES, 2005. p.89. 208p.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;OWEN, John. Por Quem Cristo Morreu. São Paulo. Editora PES, 1996.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;OS CÂNONES DE DORTE São Paulo. Editora Cultura Cristã. 64p.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;WILBUR, Gingrich F. / DANKER, Frederick W. LÉXICO do Novo Testamento: grego / português. São Paulo. Editora Vida Nova, 2007. 228p.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;WESTMINSTER, Confissão de fé. Comentada por A. A. Hodge. Editora os Puritanos, 1999. 596p.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2450445771080054942-1858219022036009200?l=prbeto-estudosteologicos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://prbeto-estudosteologicos.blogspot.com/feeds/1858219022036009200/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2450445771080054942&amp;postID=1858219022036009200' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2450445771080054942/posts/default/1858219022036009200'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2450445771080054942/posts/default/1858219022036009200'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://prbeto-estudosteologicos.blogspot.com/2012/01/predestinacao-livre-arbitrio-e-judaismo.html' title='PREDESTINAÇÃO, LIVRE-ARBÍTRIO E JUDAÍSMO-MESSIÂNICO.'/><author><name>prbeto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04991251078209387116</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://bp0.blogger.com/_uJ4EWNH9RAI/R4lGQbvo-_I/AAAAAAAAAAg/aHenbx90Xng/S220/Imagens++(Imagens+variadas+17)dsafGHEHGRAHTHAETHGRgW+025.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-R3wEZxaL1GU/TxzD7BopmfI/AAAAAAAAAtg/ZFnxGhslZ6M/s72-c/PQAAAGeqQrGs8Nz864tOqoPUy-FELbBGviyuxoC_tGt3DV2xOR6xlmGYhq1jbtf5JhmMAzL9u28tCbI9AIloFrPhHRUAm1T1UB_HxFsVmH6kPm1y9UiLRS8sSvyP.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2450445771080054942.post-7480973715594440057</id><published>2012-01-22T17:44:00.000-08:00</published><updated>2012-01-22T17:51:54.291-08:00</updated><title type='text'>ERROS TEOLÓGICOS DA DOUTRINA ARMÍNIO-WESLEYANA</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-I4OAkkLxFsM/Txy9L9I9CqI/AAAAAAAAAtU/HcTC1HbcC68/s1600/calvino-12.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 282px; height: 292px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-I4OAkkLxFsM/Txy9L9I9CqI/AAAAAAAAAtU/HcTC1HbcC68/s320/calvino-12.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5700639241432533666" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;ERROS TEOLÓGICOS DA DOUTRINA ARMÍNIO-WESLEYANA&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Por&lt;br /&gt;Rev. Carlos R. Cavalcanti&lt;br /&gt;Teólogo, Historiador, Antropólogo, Especialista em Arte, Religião e Cultura Judaica.&lt;br /&gt;18/08/2010&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CAVALCANTI, Carlos R. &lt;br /&gt;          Erros Teológicos da Doutrina Armínio-Wesleyana. Recife. Editora C R C, 2010. 84p. &lt;br /&gt;Conteúdo: Apologético-Doutrinário. Todos os direitos reservados. Proibida a reprodução por quaisquer meios, salvo em breves citações com indicação da fonte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;INTRODUÇÃO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;     João Wesley foi o fundador do metodismo. Teologicamente ele esta situado, nos contextos da teologia anglicana, do puritanismo inglês, do pietismo alemão-moravo, os quais tiveram significativa importância nas suas concepções teológicas. &lt;br /&gt;     O avivamento metodista é de essência arminiana, mesmo estando em um contexto calvinista, Wesley pregava a universalidade da graça de Deus e a inteira santificação. A Teologia Arminiana-Wesleyana divergiu do calvinismo, argumentando que os benefícios da graça são oferecidos a todos, em oposição ao princípio calvinista de que Deus predestinou para a salvação alguns dentre a humanidade caída e deixou o restante na sua merecida condenação. Foi isso que levou Wesley a ter divergências com os calvinistas extremados (como ele chamava alguns). A pesar de ter sido um crente fervoroso e influenciado a Inglaterra com suas pregações, encontramos em sua teologia alguns erros doutrinários que merecem ser revistos.&lt;br /&gt;      João Wesley não escrevera nenhuma teologia sistemática; é qualificado como um teólogo prático. A Igreja evangélica brasileira foi influenciada profundamente pelo pensamento wesleyano, principalmente no que diz respeito ao arminianismo, mesmo que de forma inconsciente, muitas igrejas professam premissas dessa teologia, dentre elas podemos citar o movimento pentecostal moderno que na sua teologia tem em Wesley algumas referências.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;                                    ÍNDICE&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;01. LIVRE-ARBÍTRIO......................................06&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;02. FÉ SALVADOURA......................................16 &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;03. JUSTIFICAÇÃO PELA FÉ.........................24&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;04. EXPIAÇÃO: Universal ou Limitada............31&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;05. ELEIÇÃO E PREDESTINAÇÃO..............52&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;06. A GRAÇA PREVENIENTE.......................73&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;07. SANTIFICAÇÃO.........................................79&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. O LIVRE-ARBÍTRIO&lt;br /&gt;       Os arminianos-wesleyanos não compreendem o significado de arbítrio nem de liberdade. O que realmente isso significa? O arbítrio é a faculdade de decidir, de escolher, de determinar. Para que ele seja livre não pode haver nem uma força agindo internamente ou externamente influenciando-o em suas decisões. Como o livre-arbítrio está ligado a soberania, o único ser que é totalmente livre de quaisquer influências é Deus. Ele é Livre em suas ações, quando decidiu criar, Ele poderia não ter criado, isso não O afetaria em nada. Segundo esse princípio, não poderemos afirmar que o homem natural tem livre-arbítrio. Por quê? Um escravo tem liberdade? (Jo.8:34)  Não. Como uma pessoa pode dizer que tem livre-arbítrio quando ela é incapaz de poder compreender a palavra de Deus?  A liberdade dela é de acordo com a sua natureza corrupta, ou seja, de fazer a vontade do Diabo  e não a de Deus. Se ela não pode fazer a vontade do SENHOR porque está morta espiritualmente, como pode alguns falsos pastores e mestres ensinar que o homem possui tal liberdade? &lt;br /&gt;         Analisemos o texto de Efésios 2:1b-3 que diz: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Ele vos deu vida, estando vós mortos nos vossos delitos e pecados nos quais andastes outrora, segundo o curso deste mundo, segundo o príncipe da potestade do ar, do espírito que agora atua nos filhos da desobediência; entre os quais também todos nós andamos outrora, segundo as inclinações da nossa carne, fazendo a vontade da carne e dos pensamentos; e éramos, por natureza, filhos da ira, como também os demais” (itálico e negrito meu).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;       Essas palavras foram para a igreja dos efésios e continua ecoando para todas as igrejas de Cristo Jesus, ainda hoje. Antes de recebermos a vida que há em Cristo, nós andávamos em nossos delitos e pecados segundo o curso deste mundo e não segundo o curso do Espírito Santo. Nesse estado a onde está o livre-arbítrio? A capacidade de buscar a Deus em espírito e em verdade? Os espíritos malignos são os guias dos que não estão em Cristo Jesus, dos filhos da desobediência. O texto é claro, “andávamos segundo as inclinações da carne e dos pensamentos e éramos por natureza filhos da ira”. A liberdade que o homem pensa ter é de acordo com sua natureza, e essa natureza é inclinada para o mal. O livre-arbítrio é, portanto, um escravo. Encontrava-nos nessa situação e não tínhamos o mínimo de desejo de buscar a Deus, devido a nossa natureza depravada, mas, fomos objetos da Sua graça e de Seu amor e Ele nos deu vida sem que merecêssemos: “Mas Deus, sendo rico em misericórdia, por causa do grande amor com que nos amou e estando nós mortos em nossos delitos, nos deu vida juntamente com Cristo, - pela graça sois salvos...” (Ef.2:4-5 – itálico e negrito meu). A graça é um dom gratuito de Deus, e não necessita de obras .&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Pois somos feitura dele, criados em Cristo Jesus para as boas obras, as quais Deus de antemão preparou para que andássemos nelas” (Ef.2:10 – itálico meu).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;       Agora pertencemos a Cristo, somos seus servos, guiados pelo Espírito Santo . E o apostolo Paulo disse, “não mais vivo eu, mas Cristo vive em mim”. Como podemos pensar que temos a liberdade de fazer o que bem entendermos? Libertos do pecado , temos paz com Deus, e o desejo do nosso coração é fazer Sua vontade, pois fomos predestinados para sermos transformados na imagem do Filho de Deus (cf. Rm.8:29) .&lt;br /&gt;       O salmista, inspirado pelo Espírito, descreve quem é inteiramente livre em todo seu ser: “Os teus olhos me viram a substância ainda informe, e no teu livro foram escritos todos os meus dias cada um deles escrito e determinado quando nem um deles havia ainda” (Sl.139:16). Se todos os seus dias foram escrito no livro de Deus antes que viéssemos a existência, não temos a liberdade que pensamos ter. Deus sabia o dia que iríamos nascer e nós não sabíamos. Todos os nossos dias estão escrito nesse livro, inclusive o dia que iríamos nascer do Espírito. Nós não podíamos determinar esse dia, mas já estava escrito no livro de Deus. Ninguém sabe o dia que irá morrer, mas já está determinado por Ele. Você tem livre-arbítrio? Podemos mudar o rumo da nossa vida? Mesmo já estando escrito e determinado por Deus? Aos anjos que não guardaram seu domicílio, e estão sob trevas e algemas eternas aguardando o juízo do grande Dia (cf. Jd.6), eles podem fazer alguma coisa pra mudar essa realidade que foi determinada por Deus antes da fundação do mundo? Não. Assim diz o SENHOR pelo profeta Isaías 46:10, “farei toda a minha vontade”. A vontade é dEle e não nossa.&lt;br /&gt;       Os arminianos gostam muito desse versículo para defender o livre-arbítrio, (Dt.30:15-16) , que propõe a vida e a morte para Israel escolher. Eles chamam isso de livre-arbítrio; só que Israel em toda sua história nunca escolheu a vida. A onde está o livre-arbítrio? Por que eles nunca escolheram a vida? Vejamos o motivo: “Que diremos, pois? O que Israel busca, isso não conseguiu; mas a eleição o alcançou; e os mais foram endurecidos, como está escrito: Deus lhes deu espírito de entorpecimento, olhos para não ver e ouvidos para não ouvir até ao dia de hoje” (Rm.11:7-8 – itálico e negrito meu).&lt;br /&gt;Alguns versículos mostram que o livre-arbítrio é um mito:&lt;br /&gt;     A Bíblia ensina que a vontade de Deus determina todas as coisas. Nada existe ou acontece sem que Ele tenha permitindo: &lt;br /&gt;Eu anuncio o fim desde o princípio, e desde a antiguidade as coisas que ainda não sucederam; Eu digo: O meu conselho será firme, e farei toda a minha vontade (Isaías 46:10). &lt;br /&gt;Não se vendem dois passarinhos por um ceitil? e nenhum deles cairá em terra sem a vontade de vosso Pai (Mateus 10:29).&lt;br /&gt;        Deus controla não somente os eventos naturais, mas Ele controla também todos os assuntos e decisões humanas:&lt;br /&gt;Bem-aventurado aquele a quem tu escolhes, e fazes chegar a ti, para que habite em teus átrios; nós seremos fartos da bondade da tua casa e do teu santo templo (Salmos 65:4). &lt;br /&gt;O SENHOR fez tudo para seus próprios fins; sim, até o ímpio para o dia do mal (Provérbios 16:4). &lt;br /&gt;O coração do homem planeja o seu caminho, mas o SENHOR determina os seus passos (Provérbios 16:9)&lt;br /&gt;Os passos do homem são dirigidos pelo SENHOR; como, pois, entenderá o homem o seu caminho? (Provérbios 20:24).&lt;br /&gt;Como ribeiros de águas assim é o coração do rei na mão do SENHOR; Ele o inclina a todo o seu querer (Provérbios 21:1)&lt;br /&gt;Visto que os seus dias estão determinados; tu tens decretado o número dos seus meses; e tu lhe puseste limites, e não passará além deles (Jó 14:5). &lt;br /&gt;E todos os moradores da terra são reputados em nada, e segundo a sua vontade ele opera com o exército do céu e os moradores da terra; não há quem possa estorvar a sua mão, e lhe diga: Que fazes? (Daniel 4:35).&lt;br /&gt;Antes se despediu deles, e prometeu: Se Deus quiser, outra vez voltarei a vós. E navegou de Éfeso (Atos 18:21)&lt;br /&gt;Porque Deus é o que opera em vós tanto o querer como o efetuar, segundo a sua boa vontade (Filipenses 2:13). &lt;br /&gt;Eia agora vós, que dizeis: Hoje, ou amanhã, iremos a tal cidade, e lá passaremos um ano, e contrataremos, e ganharemos; Digo-vos que não sabeis o que acontecerá amanhã. Porque, que é a vossa vida? É um vapor que aparece por um pouco, e depois se desvanece. Em lugar do que devíeis dizer: Se o Senhor quiser, e se vivermos, faremos isto ou aquilo (Tiago 4:13-15)&lt;br /&gt;Digno és, Senhor, de receber glória, e honra, e poder; porque tu criaste todas as coisas, e por tua vontade são e foram criadas (Apocalipse 4:11)&lt;br /&gt;        Se Deus realmente determina todos os eventos naturais e assuntos humanos, então, segue-se que Ele também decretou a existência do mal. Isto é o que a Bíblia explicitamente ensina: &lt;br /&gt;E disse-lhe o SENHOR: Quem fez a boca do homem? ou quem fez o mudo, ou o surdo, ou o que vê, ou o cego? Não sou eu, o SENHOR? (Êxodo 4:11).&lt;br /&gt;Quem é aquele que diz, e assim acontece, quando o Senhor o não mande? Porventura da boca do Altíssimo não sai tanto o mal como o bem? (Lamentações 3:37-38).&lt;br /&gt;Eu formo a luz, e crio as trevas; eu faço a paz, e crio o mal; eu, o SENHOR, faço todas estas coisas (Isaías 45:7).&lt;br /&gt;Tocar-se-á a trombeta na cidade, e o povo não estremecerá? Sucederá algum mal na cidade, sem que o SENHOR o tenha feito? (Amós 3:6).&lt;br /&gt;        Todo mal que possa acontecer a alguém está dentro da vontade Divina:&lt;br /&gt;Todavia, foi da vontade do SENHOR esmagá-lo, fazendo-o enfermar; quando a sua alma se puser por expiação do pecado, verá a sua posteridade, prolongará os seus dias; e a vontade do SENHOR prosperará na sua mão (Isaías 53:10)&lt;br /&gt;       Portanto, como vimos, a liberdade que o homem pensa ter é escrava, ou de Deus ou do Diabo. Ser escravo (servo) do Deus altíssimo implica em verdadeira liverdade e vida eterna, mas, ser escravo do Diabo significa morte e perdição eterna.  &lt;br /&gt;2. A FÉ SALVADOURA&lt;br /&gt;“ Pois pela graça de Deus vocês são salvos por meio da fé. Isso não vem de vocês, mas é um presente dado por Deus. A salvação não é o resultado dos esforços de vocês; portanto, ninguém pode se orgulhar de tê-la. Pois foi Deus quem nos fez o que somos agora; em nossa união com Cristo Jesus, ele nos criou para que fizéssemos as boas obras que ele já havia preparado para nós” (Ef.2:8-9 – itálico e negrito meu).&lt;br /&gt;        A salvação é um dom de Deus, o homem não faz nada, entra com as mãos vazias. O versículo é bastante claro: “...isto não vem de vós..”;  isto o que? A salvação, a graça, a fé. A graça é um favor imerecido, um “...dom de Deus”. Diz a Bíblia que todos pecaram e destituídos foram da glória de Deus (cf. Rm.3:23). Estão afastados, são Seus inimigos , portanto, merecem a justa condenação. Ele não tem obrigação de salvar ninguém, visto que a condenação do pecador é algo que ele fez por merecer: “...porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus, nosso Senhor” ( Rm.6:23 – negrito e itálico meu). O salário é algo que se faz por merecer, porém, o dom gratuito de Deus é algo que não merecíamos. Mas, Deus prova o Seu amor para conosco tendo Cristo morrido na cruz sendo nós ainda pecadores (cf. Rm.5:8). Como vimos, o homem não faz nada para contribuir com a graça soberana de Deus. Para alcançar a salvação, ele crê porque a incredulidade foi removida pela graça, a resistência que nos impedia de lhE buscar e adorar foi vencida pelo Seu poder que opera em nós (cf. Ef.1:19). Como está escrito em Rm.3:24: “Sendo justificados gratuitamente pela sua graça, pela redenção que há em Cristo Jesus”. Ser justificado gratuitamente pela fé significa que não podemos fazer nada para contribuir com a salvação, simplesmente por que essa dádiva é suficiente: &lt;br /&gt;“...isto não depende do que quer, nem do que corre, mas de Deus, que se compadece” (Rm.9:16). “Mas, ó homem, quem és tu, que a Deus replicas? Porventura a coisa formada dirá ao que a formou: Por que me fizeste assim? Ou não tem o oleiro poder sobre o barro, para da mesma massa fazer um vaso para honra e outro para desonra?” (Rm.9:20-21 – itálico meu). &lt;br /&gt;       Os arminianos-wesleyanos não crêem dessa forma, eles acreditam que o homem pelo seu livre-arbítrio tem a capacidade de contribuir com a graça salvadora. Vejamos: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“A fé salvadora consiste de um elemento divino e outro humano” (Casa Nazarena de Publicações. Introdução a Teologia Cristã, 1990: pg.308 – negrito e itálico meu). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;       Citarei apenas dois versículos que confirmará que a posição arminio-wesleyana é incompatível com a doutrina bíblica: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Ora, a esperança não confunde, porque o amor de Deus é derramado em nosso coração pelo Espírito Santo, que nos foi outorgado” (Rm.5:5 – itálico e negrito  meu). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;      “Outorgado” significa dado sem que se possa questionar, se quer ou não. No grego e em outras versões: “imputado”, “dado”. Por que não podemos dizer que contribuímos com a fé salvadora e que nos voltamos para Deus com o objetivo de sermos regenerados posteriormente? Em primeiro lugar, o dom do Espírito é uma promessa (cf. Jl.2:28; At.2:17) , e uma promessa é algo que acontecerá, ininterruptamente, no tempo determinado com os eleitos de Deus através da pregação do Evangelho . Em segundo lugar, a escolha dos que irão ser salvos, conforme a eleição da graça aconteceu na eternidade, antes de todas as coisas virem a existência. Escolhidos “para” a salvação ou predestinados é algo que acontecerá no seu tempo pela pregação do Evangelho. Esses que Deus predestinou são amados pelo Senhor: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Entretanto, devemos sempre dar graças a Deus por vós, irmãos amados pelo Senhor, porque Deus vos escolheu desde o princípio para a salvação, pela santificação do Espírito e fé na verdade...” (2Ts.2:13 – negrito e itálico meu).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;        A teologia arminio-wesleyana da graça “preveniente” é de que o homem contribui para sua salvação. Esses ensinos a luz das Escrituras, cai por terra. Vejamos: 1) A escolha foi Deus quem fez segundo o beneplácito de Sua vontade: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“...assim como nos escolheu, nele, antes da fundação do mundo, para sermos santos e irrepreensíveis perante ele; e em amor nos predestinou para ele, para a adoção de filhos, por meio de Jesus Cristo, segundo o beneplácito de sua vontade...” (Ef.1:4-5 – negrito e itálico meu). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;        Não podemos afirmar que existe a possibilidade de contribuirmos com a graça salvadora porque nossa salvação foi uma “escolha eterna”, de Deus, conforme a Sua vontade e não segundo a nossa. Principalmente, porque nossa condição é de corrupção e morte, estamos legalmente mortos e separados de Deus, a sentença já foi decretada: “és pós e ao pó tornarás”. Não havia possibilidade do homem sem ser pela fé somente, que é um dom de Deus, sair do estado em que se encontra , “morto em seus delitos e pecados”. 2) Não existiria, também, a possibilidade dEle ter nos escolhido antes da fundação do mundo porque previu que iríamos crer. Não, não foi isso. Nenhum de nós poderia desenvolver essa capacidade, principalmente porque estamos mortos espiritualmente: “Mas vocês não querem vir para mim a fim de ter vida” (Jo.5:40 – NTLH). Alguns pensam que existe a capacidade dos que estão mortos espiritualmente fazerem escolhas para vida. Eu até poderia entender essa insistência se os arminianos pudessem dizer: “se quiser posso não pecar mais”. Não existe o desejo dos que estão mortos buscarem as coisas espirituais! Eles não querem vir, não porque exista a capacidade de escolher se quer vir ou não, mas, porque estão espiritualmente incapacitados até mesmo de “tentar” voltar-se para Deus. Todavia, segundo a Sua vontade, “Ele vos deu vida, estando vós mortos nos vossos delitos e pecados” (Ef.2:1). “Não fostes vós que me escolhestes a mim; pelo contrário, eu vos escolhi a vós outros...” (Jo.15:16a). É assim que Deus age, a iniciativa é dEle, a vontade é dEle, por isso a fé não é de todos , mas, apenas daqueles que foram escolhidos, eternamente, segundo a eleição da graça . &lt;br /&gt;       Como vimos a fé é um “dom” gratuito de Deus para o arrependimento. Os que não conhecem a Deus negam tais verdades afirmando que eles produzem essa fé pelo livre-arbítrio, portanto, a capacidade de render-se a Ele, aceitando-O como salvador depende dessa vontade de escolha. Todavia, a Bíblia não dá espaço para essas heresias.    &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3. JUSTIFICAÇÃO PELA FÉ &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Concluímos, pois, que o homem é justificado pela fé, independentemente das obras da lei" (Rm.3:28). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;        Essa doutrina é o ápice da teologia do apóstolo Paulo; é a doutrina evangélica do Nosso Senhor Jesus Cristo. Foi através dela, da "justificação pela fé somente," que Lutero rompeu com a falsa doutrina romanista da salvação pelas obras. Ela quem acendeu o pavio para que a Reforma explodisse. A glória de Deus é exaltada soberanamente nessa doutrina que coloca o machado na raiz do orgulho humano, quando afirma que não é por obras da Lei ou quaisquer tipos de justiça própria praticado por nós. &lt;br /&gt;         Ainda hoje, muita gente continua sem compreender como funciona a justificação unicamente pela fé. A teologia armínio-wesleyana corrompe essa doutrina no ponto mais importante. Ela afirma corretamente que “a justificação é um ato judicial em que o pecador é declarado justo pela fé em Cristo Jesus”. Porém, é herético fazer a afirmação que os de teologia armínio-wesleyanos fazem: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“É um ato pessoal no sentido de que é experimentado apenas pelos que o buscam pela oração e pela fé e que o obtêm. É inclusivo no sentido de que é a remissão de todos os pecados do passado em razão da tolerância de Deus” (Casa Nazarena de Publicações, Introdução a Teologia Cristã, 1990. pg.319 – negrito e itálico meu). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;      “é experimentado apenas pelos que o buscam pela oração e pela fé” . A justificação é pela fé somente, porém, o correto seria afirmar: “é experimentado pelos que não buscam”. Os pecadores que não buscam a Deus, que estão afastados da Sua glória, são justificados pela fé. Se alguém busca é porque já foi justificado. Deus prova o Seu amor pelos que não buscam, pelos que estão mortos nos delitos e pecados: “Mas Deus prova o seu próprio amor para conosco pelo fato de ter Cristo morrido por nós, sendo nós ainda pecadores” (Rm.5:8). A justificação é a prova do amor de Deus para conosco , e a fé, como dom gratuito de Deus, é o meio pelo qual temos acesso a graça . Quando os de teologia arminio-wesleyana afirmam que a justificação é para os que buscam pela oração e pela fé, eles estão afirmando que produzem fé salvadora antes da justificação, ou seja, o homem tem que buscar a justificação pela fé que produziu. A justificação, no entanto, não é algo que o homem possa desejar alcançar: “Mas vocês não querem vir para mim a fim de ter vida” (Jo.5:40 – NTLH). Pois, o dom de Deus é algo que acontece na vida dos eleitos, sem que eles busquem: “Ora, a esperança não confunde, porque o amor de Deus é derramado em nosso coração pelo Espírito Santo, que nos foi outorgado . Porque Cristo, quando nós ainda éramos fracos, morreu a seu tempo pelos ímpios” (Rm.5:5-6). Cristo morreu quando “ainda éramos fracos”, ou seja, quando ainda estávamos mortos em nossos delitos e pecados, quando não desejávamos nem se quer um pouco, nos voltar para o estado de santidade que possuíamos antes da queda.&lt;br /&gt;       Como vimos, a justificação é um “dom” Divino e Ele dá a quem quer: “O vento sopra onde quer, ouves a sua voz, mas não sabes donde vem, nem para onde vai; assim é todo o que é nascido do Espírito” (Jo.3:8 – itálico meu); “Assim, pois, não depende de quem quer ou de quem corre, mas de usar Deus a sua misericórdia” (Rm.9:16 – itálico meu).&lt;br /&gt;       A maioria das pessoas que se dizem cristãs, lêem esse versículo e diz: “Eu não aceito que Deus tenha agido dessa forma; porque se isso é verdade então Ele não está sendo justo para com os que perecem, sem que tenham oportunidade”. Ele, no entanto, tem uma resposta para essas pessoas: “Quem és tu, ó homem, para discutires com Deus?! Porventura, pode o objeto perguntar a quem o fez por que me fizeste assim? Ou não tem o oleiro direito sobre a massa, para do mesmo barro fazer um vaso para honra e outro, para desonra” (Rm.9:20-21 – itálico meu).&lt;br /&gt;“...todos os pecados do passado ...”. Na verdade, Ele perdoou todos os pecados, não só do passado, mas, também do presente e do futuro. “Agora, porém, libertados do pecado, transformados em servos de Deus, tendes o vosso fruto para a santificação e, por fim, a vida eterna” (Rm. 6:22). Somos declarados justos porque a justiça de Cristo Jesus é imputada em nós. Dessa forma estamos mortos para o pecado, mas vivos para Deus. Portanto, como o sangue de Jesus Cristo é suficiente para nossa salvação, não podemos pensar que ele foi derramado apenas pelos pecados do passado, se fosse assim, a vida eterna não seria uma garantia: “Declarou-lhes, pois, Jesus: Eu sou o pão da vida; o que vem a mim jamais terá fome; e o que crê em mim jamais terá sede” (Jo. 6:35). Será que cairão da fé os que foram justificados, os que provaram do pão da vida? Jamais terão fome. Os que beberem da água da vida, jamais terão sede. Não existe a possibilidade dos que provaram desse pão e beberam da água da vida voltar a ter fome ou sede novamente. Ele é poderoso para guardar nosso depósito até o dia final. Aquele que começou a boa obra em nossas vidas concluirá até o dia de Cristo Jesus.&lt;br /&gt;       O “fruto para a santificação ” é o Espírito Santo que habita em vós. É o selo, a garantia para a “vida eterna”. Se temos a garantia não podemos pensar jamais que perderemos a salvação ou que só os pecados do passado foram perdoados como se pudéssemos cair da graça, uma vez tendo nascido de Deus. Os que verdadeiramente nascem de Deus, têm a Sua natureza, e nada pode mudar essa realidade. Mesmo que um pai não reconheça a paternidade do seu filho ele continuará sendo seu filho, continuará com todas as características hereditárias, é algo que não se pode mudar. A Bíblia diz claramente que não há mais condenação para os que estão em Cristo Jesus. Fomos justificados por Ele e libertos da lei do pecado e da morte: “Agora, pois, já nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus. Porque a lei do Espírito da vida, em Cristo Jesus, te livrou da lei do pecado e da morte”  (Rm.8:1-2).&lt;br /&gt;     Os que afirmam que se pode cair da graça não conhece verdadeiramente o Deus da salvação: “Disse-lhe Tomé: Senhor, não sabemos para onde vais; como saber o caminho? Respondeu-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida; ninguém vem ao Pai senão por mim. Se vós me tivésseis conhecido, conhecereis também a meu Pai” (Jo.14:5-7).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4. EXPIAÇÃO : UNIVERSAL OU LIMITADA?&lt;br /&gt;       Outro grande erro da teologia-arminio-wesleyana, é referente a expiação. Eles acreditam, erroneamente, que Cristo morreu na cruz por todos os seres humanos, e colocou Sua obra expiatória a disposição deles. E, só os que aceitam esse sacrifício, pela sua livre e espontânea vontade, serão salvos: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“A expiação é universal. Isto não quer dizer que toda a humanidade se salvará incondicionalmente, mas apenas que a oferta sacrificial de Cristo satisfez as pretensões da lei divina, de maneira que tornou a salvação possível para todos. A redenção, portanto, é universal ou geral no sentido de provisão, mas especial ou condicional na sua aplicação ao indivíduo” (Casa Nazarena de Publicações. Introdução a Teologia Cristã, 1990. pg.270 – negrito e itálico meu). &lt;br /&gt;. &lt;br /&gt;       Porém, a Teologia Bíblica afirma que a expiação é incondicional, e a morte de Cristo Jesus foi por todos os seus eleitos, ou seja, todos aqueles que o Pai escolheu na eternidade. Vejamos o que diz a Bíblia: “Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.” (Jo.3:16). Mundo tem vários significados, depende do contexto. Não podemos entender “mundo” como se Ele tivesse enviado Seu Filho para morrer por cada pessoa da raça humana. Vejamos o que Jesus diz: “Se vocês fossem do mundo, o mundo os amaria por vocês serem dele. Mas eu os escolhi entre as pessoas do mundo , e vocês não são mais dele. Por isso o mundo odeia vocês.” (Jo. 15:19 NTLH – negrito e itálico meu). Se Ele nos escolheu entre as pessoas do mundo, isso significa que a “expiação é incondicional” e limitada, depende unicamente da vontade de Deus e de Seu poder que opera em nós. Ele diz mais: “Não foram vocês que me escolheram; pelo contrário, fui eu que os escolhi para que vão e dêem fruto e que esse fruto não se perca.” (Jo.15:16a NTLH – itálico e negrito meu). O que comprova que a expiação é incondicional é que fomos escolhidos antes da criação do mundo e, foi unicamente pelos eleitos, os que Ele predestinou na eternidade que o Filho morreu na cruz: "Antes da criação do mundo, Deus já nos havia escolhido para sermos dele por meio da nossa união com Cristo, a fim de pertencermos somente a Deus e nos apresentarmos diante dele sem culpa..." (Ef 1:4 NTLH – itálico e negrito meu). Será que Ele nos escolheu antes da fundação do mundo porque previu que alguns de nós iriamos crer? Não. Porque está escrito que a salvação não é pelas obras para que ninguém se glorie. Vocês não podem fazer absolutamente nada para conseguir a salvação: "Deus nos salvou e nos chamou para sermos o seu povo. Não foi por causa do que temos feito, mas porque este era o seu plano e por causa da sua graça. Ele nos deu essa graça por meio de Cristo Jesus, antes da criação do mundo" (2 Tm. 1:9 NTLH – itálico e negrito meu).&lt;br /&gt;        A expiação é limitada. Essa é a prova incontestável, Esaú e Jaco, de que não é preciso fazer nada, nem de que Deus previu que o homem responderia positivamente ao Seu chamado. Vejamos: &lt;br /&gt;"Mas, para que a escolha de um deles fosse completamente de acordo com o plano de Deus, o próprio Deus disse a Rebeca: “O mais velho será dominado pelo mais moço.” Disse isso antes de eles nascerem e antes de fazerem qualquer coisa, boa ou má. Assim ficou confirmado que é de acordo com o seu plano que Deus escolhe aqueles que ele quer chamar, sem levar em conta o que eles tenham feito. Como dizem as Escrituras Sagradas: “Eu escolhi Jacó, mas rejeitei Esaú.” (Rm. 9:11 e 12 NTLH – itálico e negrito meu). &lt;br /&gt;        Deus foi injusto em agir dessa forma, escolhendo um e rejeitanto o outro? Não! Vejamos: "Que diremos, pois? Há injustiça da parte de Deus? De modo nenhum! Pois ele diz a Moisés: Terei misericórdia de quem me aprouver ter misericórdia e compadecer-me-ei de quem me aprouver ter compaixão. Assim, pois, não depende de quem quer ou de quem corre, mas de usar Deus a sua misericórdia." (Rm. 9:14-16 – itálico e negrito meu).&lt;br /&gt;        Deus tem todo o direito de agir assim. Ele é Deus, é Soberano do Universo e pode fazer das suas criaturas o que bem quiser: "Quem és tu, ó homem, para discutires com Deus?! Porventura, pode o objeto perguntar a quem o fez: Por que me fizeste assim? Ou não tem o oleiro direito sobre a massa, para do mesmo barro fazer um vaso para honra e outro, para desonra?" ( Rm. 9:20 e 21 -  negrito e itálico meu).&lt;br /&gt;        Por que Deus escolhe incondicionalmente uns para mostrar sua glória e Seu amor e os outros Ele deixou na sua própria miséria e condenação? Porque quer mostrar o Seu poder sobre os vasos da ira e também mostrar a Sua glória nos vasos de misericórdia: "E que direis se Deus, querendo mostrar a sua ira e dar a conhecer o seu poder, suportou com muita paciência os vasos da ira, preparados para perdição, para que também desse a conhecer as riquezas da sua glória nos vasos de misericórdia, que para glória já dantes preparou, os quais somos nós, a quem também chamou, não só dentre os judeus, mas também dentre os gentios?" (Rm. 9:22-24 – negrito e itálico meu).&lt;br /&gt;       Em várias passagens das Escrituras, Ele mostra que a escolha para salvação é dEle. Vejamos um bom exemplo: "Entretanto, devemos sempre dar graças a Deus por vós, irmãos amados pelo Senhor, porque Deus vos escolheu desde o princípio para a salvação, pela santificação do Espírito e fé na verdade, para o que também vos chamou mediante o nosso evangelho, para alcançardes a glória de nosso Senhor Jesus Cristo" (2 Tss. 2:13 e 14 RA – itálico e negrito meu).&lt;br /&gt;       Se a expiação fosse realmente universal, todos seriam salvos porque o sacrifício de Jesus Cristo foi eficaz. Se Seu sacrifício estivesse a disposição de quem desejasse, como querem os teólogos arminio-wesleyanos, ninguém conseguiria alcançar tal salvação visto que o homem na corrupção que se encontra não tem disposição para se voltar às coisas espirituais. Se ele pudesse desejar a vida, aceitanto o sacrifício de Cristo na cruz, essa disponibilidade seria obras de justiça própria, e através das obras ninguém nunca foi justificado. O pecador não se arrepende porque ele desenvolveu essa capacidade, mas é Deus quem dá o arrependimento para salvação . Os que irão se perder, irão porque não foram predestinados a salvação. Se eles fossem, com certeza Deus lhes daria arrependimento :&lt;br /&gt;"E ao servo do Senhor não convém contender, mas, sim, ser manso para com todos, apto para ensinar, sofredor; instruindo com mansidão os que resistem, a ver se, porventura, Deus lhes dará arrependimento para conhecerem a verdade e tornarem a despertar, desprendendo-se dos laços do diabo, em cuja vontade estão presos." (2 Tm.2:24-26 R C – itálico e negrito meu).&lt;br /&gt;       Não podemos aceitar o Evangelho da salvação, se o Pai que está nos céus já não estivesse nos escolhidos antes dos tepos eternos: "Todos aqueles que o Pai me dá virão a mim; e de modo nenhum jogarei fora aqueles que vierem a mim. Pois eu desci do céu para fazer a vontade daquele que me enviou e não para fazer a minha própria vontade. E a vontade de quem me enviou é esta: que nenhum daqueles que o Pai me deu se perca, mas que eu ressuscite todos no último dia" (Jo. 6: 37-39 NTLH). Portanto, a expiação foi realizada para dá vida aos eleitos: "E prosseguiu: Por causa disto, é que vos tenho dito: ninguém poderá vir a mim, se, pelo Pai, não lhe for concedido" (Jo.6:65 RA – itálico e negrito meu).&lt;br /&gt;       Jesus falava por parábolas para os não eleitos permanecerem na perdição. Se Deus quisesse que todos fossem salvos Ele salvaria a todos, mas aprouve a Ele salvar alguns através da loucura da pregação do Evangelho. "Jesus disse a eles: A vocês Deus mostra o segredo do seu Reino. Mas para os que estão fora do Reino tudo é ensinado por meio de parábolas, para que olhem e não enxerguem nada e para que escutem e não entendam; se não, eles voltariam para Deus, e ele os perdoaria" (Mc. 4:11 e 12 NTLH – itálico e negrito meu).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jesus salva aqueles a quem quer&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Pois assim como o Pai ressuscita e vivifica os mortos, assim também o Filho vivifica aqueles a quem quer" (Jo.5:21).&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;       O texto é bastante claro. Jesus dá vida a quem Ele quer, ou seja, Ele salva quem quer, a decisão é dEle, não depende de nossos esforços , mas exclusivamente da Sua “soberana graça” . A salvação é uma obra exclusiva de Deus . O comentário de F.F. Bruce é muito importane. Vejamos como ele afirma a soberania de Deus: "Ele não está somente prometendo a vida eterna aos que crêem nele (veja 3:5, 16, 36); ele exerce a prerrogativa divina de conceder esta vida. Como ele o faz veremos em breve. Mas antes, ele ainda alega ter uma autoridade paralela a esta de dar vida a quem ele quer" (Comentário de João, 2004:120).&lt;br /&gt;J. C. Ryle é mais objetivo. Vejamos o seu comentário a esse respeito: &lt;br /&gt;“Logo a seguir, Jesus declarou o seu divino poder em conceder vida. Ele disse: “O Filho vivifica aqueles a quem quer”. A vida é a maior e mais sublime dádiva que pode ser outorgada, sendo ela mesma aquilo que o homem, com toda a sua habilidade, não pode conceder com suas próprias mãos, nem restaurar quando tirada. Mas, conforme lemos, a vida está nas mãos do Senhor Jesus, que a outorga de acordo com seu critério. Tanto os cadáveres quanto as almas espiritualmente mortas estão sob seu domínio. Ele tem as chaves da morte e do inferno (Ap.1:18); nEle está a vida – Ele é a vida (Jo.1:4)” (Comentário de João, 2000:60).&lt;br /&gt;       Todos os grandes comentaristas têm a mesma opinião, justamente porque o texto não deixa dúvidas. Quem adultera a palavra de Deus está caindo em grave perigo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“...e tende por salvação a longanimidade de nosso Senhor, como igualmente o nosso amado irmão Paulo vos escreveu, segundo a sabedoria que lhe foi dada, ao falar acerca destes assuntos, como, de fato, costuma fazer em todas as suas epístolas, nas quais há certas coisas difíceis de entender, que os ignorantes e instáveis deturpam, como também deturpam as demais Escrituras, para a própria destruição deles. Vós, pois amados, prevenidos como estais de antemão, acautelai-vos; não suceda que, arrastados pelo erro desses insubordinados, descaiais da vossa própria firmeza; antes, crescei na graça e no conhecimento de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo. A ele seja a glória, tanto agora como no dia eterno” (2Pe.3:15-18 – itálico e negrito meu).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Werner de Boor:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;““...a quem quer”. Não pode, nesse contexto todo, ter ainda conotação de arbitrariedade do Filho. Contudo salienta que esses “mortos” não devem sua nova vida de forma alguma a si mesmos e a seu mérito pessoal, mas a recebem unicamente pela ação da livre graça e vontade de Jesus. Não “os que merecem” ou os que são dignos”, são os que Jesus vivifica, mas os que “ele quer”, ainda que seja uma decaída mulher samaritana. Com essa afirmação também está suspensa qualquer prerrogativa da “vida” que o judeu considerava assegurada em sua filiação Abraânica e em sua circuncisão. Cada ser humano, também o israelita, para ser vivificado, é remetido exclusivamente ao “querer” de Jesus” (Comentário João, 2002:134).&lt;br /&gt;        Alguém que afirme ter sido regenerado pode acreditar que decidiu pela sua salvação? Que recebeu vida do Filho de Deus pelo seu livre-arbítrio? Você acredita que Cristo provou Seu amor para com os que se perderão? Os que irão se perder irão porque decidiram rejeitar a graça de Deus? É verdade que o homem decide se quer vir a Cristo ou é Cristo que decide se quer salvá-lo ou não? Quando a vida que há em Jesus Cristo não é imputada no pecador ele não tem desejo nenhum para ir a Cristo. Por isso Jesus diz: “Examinais as Escrituras, porque julgais ter nelas a vida eterna, e são elas mesmas que testificam de mim. Contudo, não quereis vir a mim para terdes vida” (Jo. 5:39-40). Eles só poderiam ir a Cristo se o Pai tivesse confirmado com o Seu selo: “Trabalhai, não pela comida que perece, mas pela que subsiste para a vida eterna, a qual o Filho do Homem vos dará; porque Deus, o Pai, o confirmou com o seu selo” (Jo.6:27). Só os que receberam o selo de Deus. Por isso Jesus disse que era o pão da vida e quem vinha a Ele jamais teria fome e quem cresse nEle jamais teria sede, portanto, os que irão a Ele são apenas aqueles que o Pai lhE deu: “Todo aquele que o a pai me dá, esse vira a mim; e o que vem a mim, de modo nenhum o lançarei fora” (Jo.6:37). Portanto, o cristão consciente, sério, que tem responsabilidade com a Palavra de Deus entenderá com bastante facilidade que Cristo morreu não por cada pessoa no mundo, mas apenas por aquelas que o Pai deu a Ele. “Porque eu desci do céu, não para fazer a minha própria vontade, e sim a vontade daquele que me enviou. E a vontade daquele que me enviou é esta: que nenhum eu perca de todos os que me deu; pelo contrário, eu o ressuscitarei no último dia” (Jo.6:38-39). Se Jesus veio fazer a vontade do Pai e a vontade dEle é que nenhum Jesus perca de todos os que foram dados a Ele, pode esperar confiando que Ele é fiél para guardar nosso depósito até o dia final. Será que os que irão para o inferno irão porque houve negligência de Jesus em salvar aos réprobos? Não. Serão salvos só aqueles que estavam destinados a vida (cf. At. 13:48).&lt;br /&gt;Vejamos outros versículos que fala da expiação limitada:&lt;br /&gt;"A mesma coisa também acontece agora, isto é, por causa da graça de Deus, ainda existe um pequeno número daqueles que ele escolheu. Essa escolha se baseia na graça de Deus e não no que eles fizeram. Porque, se a escolha de Deus se baseasse no que as pessoas fazem, então a sua graça não seria a verdadeira graça. E isso quer dizer que não foi o povo de Israel que encontrou o que estava procurando. Quem encontrou foi apenas um pequeno grupo que Deus escolheu; os outros não quiseram ouvir o chamado de Deus. Como dizem as Escrituras Sagradas: 'Deus endureceu o coração e a mente deles; deu-lhes olhos que não podem ver e ouvidos que não podem ouvir até o dia de hoje' " (R. 11:5-8 NTLH – itálico e negrito meu)..&lt;br /&gt;       Se Deus quisesse salvar literalmente todos, teria endurecido o coração do Faraó? Não. Deus quando endurece o coração de alguém não podemos pensar que esse coração era bom, mas devemos entender que Deus é soberano e nada acontece fora da Sua vontade.&lt;br /&gt;"Cegou-lhes os olhos e endureceu-lhes o coração, para que não vejam com os olhos, nem entendam com o coração, e se convertam, e sejam por mim curados." (Jo.12:40 RA).&lt;br /&gt;"Porém o SENHOR endureceu o coração de Faraó, e não os ouviu, como o SENHOR tinha dito a Moisés." (Êx.9:12 RC).&lt;br /&gt;"Porque, como está escrito nas Escrituras Sagradas, Deus disse a Faraó: “Foi para isto mesmo que eu pus você como rei, para mostrar o meu poder e fazer com que o meu nome seja conhecido no mundo inteiro.” Portanto, Deus tem misericórdia de quem ele quer e endurece o coração de quem ele quer." (Rm.9:17 e 18 NTLH – negrito e itálico meu).&lt;br /&gt;       Todos que foram escolhidos para salvação foram salvos, exceto Judas, pois, era filho da perdição. &lt;br /&gt;"Eu afirmo a vocês que isto é verdade: o empregado não é mais importante do que o patrão, e o mensageiro não é mais importante do que aquele que o enviou. Já que vocês conhecem esta verdade, serão felizes se a praticarem. —Não estou falando de vocês todos; eu conheço aqueles que escolhi. Pois tem de se cumprir o que as Escrituras Sagradas dizem: 'Aquele que toma refeições comigo se virou contra mim'. Digo isso a vocês agora, antes que aconteça, para que, quando acontecer, vocês creiam que 'EU SOU QUEM SOU'" (Jo.13:16-19 NTLH – itálico e negrito meu).&lt;br /&gt;        Judas se desviou, isso não significa que houvesse a possibilidade dele não ter agido dessa forma, traíndo Jesus.&lt;br /&gt;“E, orando, disseram: Tu, Senhor, conhecedor do coração de todos, mostra qual destes dois tens escolhido, para que tome parte neste ministério e apostolado, de que Judas se desviou, para ir para o seu próprio lugar” (At.1:24 e 25 RC – itálico e negrito meu).&lt;br /&gt;       Judas era filho da perdição, ou seja, havia nascido para esse propósito:&lt;br /&gt;“Quando eu estava com eles, guardava-os no teu nome, que me deste, e protegi-os, e nenhum deles se perdeu, exceto o filho da perdição, para que se cumprisse as Escrituras” (Jo.17:12 – itálico e negrito meu).&lt;br /&gt;        Se a “expiação” fosse universal, no sentido de todos terem sido alcançados por essa dádiva, não haveria pessoas destinadas a perdição:&lt;br /&gt;“Porque se introduziram furtivamente certos homens, que já desde há muito estavam destinados para este juízo, homens ímpios, que convertem em dissolução a graça de nosso Deus, e negam o nosso único Soberano e Senhor, Jesus Cristo.” (Jd.4 RC – itálico e negrito meu).&lt;br /&gt;       Muitos crentes não acredita nessas palavras, eles dizem, “Deus é amor e não agiria dessa forma. Se isso fosse verdade, Ele estaria sendo injusto”. Mas, Ele age dessa forma porque é Deus. Todas as coisas foram ordenadas para que acontecesse segundo o beneplácito de Sua soberana vontade. Vejamos: “O Senhor fez tudo para um fim; sim, até o ímpio para o dia do mal” (Pv. 16:4 RC). &lt;br /&gt;       Se a salvação estivesse a disposição do mundo, esse versículo não estaria dessa forma: "Porque muitos são chamados, mas poucos, escolhidos" (Mt. 22:14 RC), estaria assim: “Porque muitos quiseram vir, mas poucos decidiram ficar”. Do ponto de vista da teologia-arminio-wesleyana deveria ser dessa forma. Então, poderiamos dizer que esses perderam a salvação porque quiseram.  &lt;br /&gt;        Desejo concluir esse assunto com um versículo que coloca definitivamente por terra a idéia herética de que a “expiação” é universal e condicional.&lt;br /&gt;“Porque eu desci do céu, não para fazer a minha própria vontade, e sim a vontade daquele  que me enviou. E a vontade de quem me enviou é esta: que nenhum eu perca de todos os que me deu; pelo contrário, eu os ressuscitarei no último dia” (Jo.6:38-39 – itálico e negrito meu).&lt;br /&gt;       Será que Jesus fracassou em realizar a vontade do Pai? A expiação pelos pecados do mundo foi eficaz? A vontade do Pai é, que nenhum pereça e tenham a vida eterna. E os que irão perecer, é porque Jesus falhou? Ou é porque não são dos que o Pai deu ao Filho? A condição para a salvação, segundo a doutrina arminio-wesleyana, é o livre-arbítrio, mas, conforme a Bíblia, é a eleição. &lt;br /&gt;Alguns versículos&lt;br /&gt;"Sabendo, amados irmãos, que a vossa eleição é de Deus; porque o nosso evangelho não foi a vós somente em palavras, mas também em poder ... e vós fostes feitos nossos imitadores ..." (1Tss.1:4-6).&lt;br /&gt;"... vencerão os que estão com Ele, chamados, e eleitos, e fiéis" (Ap. 17:14).&lt;br /&gt;"Sabemos que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito. Porquanto aos que de antemão conheceu, também os predestinou para serem conformes à imagem de seu Filho, a fim de que ele seja o primogênito entre muitos irmãos. E aos que predestinou, a esses também chamou; e aos que chamou, a esses também justificou; e aos que justificou, a esses também glorificou" (Rm.8:28-30).&lt;br /&gt;"Ouvindo isto, os discípulos ficaram grandemente maravilhados e disseram: Sendo assim, quem pode ser salvo? Jesus, fitando neles o olhar, disse-lhes: Isto é impossível aos homens, mas para Deus tudo é possível" (Mt.19:25 e 26).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5. ELEIÇÃO E PREDESTINAÇÃO&lt;br /&gt;       Outra grande heresia da teologia arminio-wesleyana, é negar a soberana graça de Deus de que Ele Predestinou alguns para a salvação e os outros deixou em sua própria destruição e miséria. Vejamos a falta de entendimento deles, sobre esta tão importante doutrina: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Em contraste com o Calvinismo, o Arminianismo sustenta que a predestinação é o propósito gracioso de Deus de salvar da ruína completa toda a humanidade” (Casa Nazarena de Publicações, Introdução a Teologia Cristã, 1990, pg.294 – negrito e itálico meu). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;       Se Ele decidiu “salvar da ruína completa toda humanidade” qual a situação dos que já estavam no inferno antes da primeira Vinda de Cristo? Eles irão poder sair de lá? Nesse caso conforme o pensamento arminiano-wesleyano os que estão no inferno ainda têm a oportunidade de sair daquele lugar para o seio de Abraão pelo seu livre-arbítrio. &lt;br /&gt;      E se eles afirmarem que é impossível haver salvação depois da morte, então, Deus falhou. Pois, se o propósito é “salvar da ruína completa toda a humanidade”, e não consegue, está, portanto, revelada a Sua incapacidade. Se Ele não consegue salvar todos que gostaria, que garantia teriam os que dizem confiar nEle? Esse é o Deus dos arminianos-wesleyanos. &lt;br /&gt;        Outro pensamento sem lógica: “os que irão perecer, vão porque escolheram pelo seu livre-arbítrio, pois a oportunidade foi dada a todos”. Esse ponto de vista é de alguém que não conhece a Deus nem a Jesus Cristo a quem Ele enviou. Se o propósito gracioso de Deus fosse salvar da ruína completa toda humanidade e não conseguisse devido a vontade do homem, do seu livre-arbítrio, isso significaria que a vontade de Deus não prevaleceu, foi inferior a vontade corrupta do homem. Esse pensamento coloca a soberania de Deus embaixo do tapete, exaltando a criatura a cima do Onipotente SENHOR do Universo.&lt;br /&gt;       O que está sendo pregado na maioria dos púlpitos, atualmente, é outro evangelho. Porém, o Deus da Bíblia, o que Ele diz, cumpre: “Eu anuncio o fim desde o princípio, e desde a antiguidade as coisas que ainda não sucederam; Eu digo: O meu conselho será firme, e farei toda a minha vontade (Isaías 46:10 – itálico e negrito  meu). &lt;br /&gt;       O propósito de Deus é de salvar da ruína completa todos (eleitos) que o Pai deu ao Filho, e não toda humanidade como querem os arminianos-wesleyanos. Vejamos outros versículos: &lt;br /&gt;"Todos aqueles que o Pai me dá virão a mim; e de modo nenhum jogarei fora aqueles que vierem a mim. Pois eu desci do céu para fazer a vontade daquele que me enviou e não para fazer a minha própria vontade. E a vontade de quem me enviou é esta: que nenhum daqueles que o Pai me deu se perca, mas que eu ressuscite todos no último dia" (Jo. 6: 37-39 NTLH – itálico e negrito meu). Só os eleitos serão salvos: "E prosseguiu: Por causa disto, é que vos tenho dito: ninguém poderá vir a mim, se, pelo Pai, não lhe for concedido" (Jo.6:65 RA – itálico e negrito meu).&lt;br /&gt;        Esses versículos derrubam de vez o erro arminio-wesleyano: &lt;br /&gt;"A mesma coisa também acontece agora, isto é, por causa da graça de Deus, ainda existe um pequeno número daqueles que ele escolheu. Essa escolha se baseia na graça de Deus e não no que eles fizeram . Porque, se a escolha de Deus se baseasse no que as pessoas fazem, então a sua graça não seria a verdadeira graça. E isso quer dizer que não foi o povo de Israel que encontrou o que estava procurando. Quem encontrou foi apenas um pequeno grupo que Deus escolheu; os outros não quiseram ouvir o chamado de Deus. Como dizem as Escrituras Sagradas: 'Deus endureceu o coração e a mente deles; deu-lhes olhos que não podem ver e ouvidos que não podem ouvir até o dia de hoje' " (Rm. 11:5-8 NTLH – itálico e negrito meu).&lt;br /&gt;Será que a Bíblia fala de Predestinação? Fala. Porém, os falsos profetas negam,  e denigrem essa “doutrina acusando-a de antibíblica para sua própria condenação”. Se está na Bíblia é de Deus e devemos estudá-la: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Provérbios 16.4 - O SENHOR fez todas as coisas para determinados fins e até o perverso, para o dia da calamidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;João 13.18 - Não falo a respeito de todos vós, pois eu conheço aqueles que escolhi; é, antes, para que se cumpra a Escritura: Aquele que come do meu pão levantou contra mim seu calcanhar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Romanos 8.30 - E aos que predestinou, a esses também chamou; e aos que chamou, a esses também justificou; e aos que justificou, a esses também glorificou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Efésios 1.4-5 - assim como nos escolheu nele antes da fundação do mundo, para sermos santos e irrepreensíveis perante ele; e em amor nos predestinou para ele, para a adoção de filhos, por meio de Jesus Cristo, segundo o beneplácito de sua vontade,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2 Tessalonicenses 2.13-14 - Entretanto, devemos sempre dar graças a Deus por vós, irmãos amados pelo Senhor, porque Deus vos escolheu desde o princípio para a salvação, pela santificação do Espírito e fé na verdade, para o que também vos chamou mediante o nosso evangelho, para alcançardes a glória de nosso Senhor Jesus Cristo.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Predestinação, quem nega está negando a Palavra de Deus.&lt;br /&gt;     Na verdade, a forma que os arminianos acreditam na  predestinação é totalmente adulterada. Deturpam essa doutrina ao ponto de negarem a soberania de Deus.&lt;br /&gt;     Não é uma doutrina de fácil compreenção, e nem bem vista, porque coloca por terra o orgulho humano. Eu também não compreedia, mas cria pela fé. Comecei, portanto, a estudar a Bíblia e alguns livros sérios, para entender melhor, e essa doutrina se tornou transparente. Tudo o que os de teologia arminio-wesleyana haviam me ensinado erroneamenrte ficou pra traz. Vejamos por que isso aconteceu: &lt;br /&gt;1) Em primeiro lugar, é preciso entender que a salvação é um dom de Deus, e Ele concede gratuitamente aos Seus eleitos, pois a fé não é de todos. Assim diz Efésios 2:8: “Porque pela graça sois salvos, mediante a fé; e isto não vem de vós; é dom de Deus; não de obras, para que ninguém se glorie”. “...isto não ven de vós; é dom de Deus...” isto o que? A fé, a salvação. O dom de Deus é algo imerecido, por isso o apóstolo Paulo diz: “...porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus, o Senhor” (Rm.6:23 – itálico e negrito meu). O salário é algo devido, que você fez por merecer, mas o dom gratuito de Deus, já está dizendo: “é um dom”. E “dom” é algo dado sem que o sujeito que recebe mereça: “...não de obras...”, ou seja, não pelo que possamos fazer, porque o homem só será salvo se esse “dom” for derramdo sobre ele, que depende unicamente de Deus: “Assim, pois, não depende de quem quer ou de quem corre, mas de usar Deus a sua misericórdia” (Rm.9:16). &lt;br /&gt;2) Se Deus nos predestinou para sermos transformados na imagem do Seu Filho , significa que essa predestinação é “...para a salvação, pela santificação do Espírito e fé na verdade” (2Tss.2:13). É isso que diz as Sagradas Escrituras. Negar tais verdades é cair em uma situação de risco, pois está negando a santa e imaculada palavra de Deus. Digam-me, será que nós “...fomos também feito herança, predestinados segundo o propósito daquele que faz todas as coisas conforme o conselho da sua vontade...” (Ef.1:11)? Sim ou não? A sua heresia reside nessa resposta.&lt;br /&gt;3) Analizemos agora a resposta de alguns arminianos sobre esse assunto. Inclusive muitas ovelhinhas pensam dessa forma porque foram doutrinadas erroneamente. Pastores e líderes, às veses, sabem que estão errados, mas permanecem no erro por medo de perder o salário. Alguns são ignorantes a respeito do conhecimento bíblico, essa doutrina, no entanto, não irá entrar em seus coraçãos porque não nasceram de Deus. O verdadeiro crente, quando se depara com essas verdades se espanta, mas o Espírito Santo que habita nele traz a tranquilidade e seguranaça que só os filhos de Deus possuem. Os arminianos e wesleyanos dizem: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Deus nos predestinou para a salvação porque previu que iriamos crer e produziriamos fé”?&lt;br /&gt;      Isso é a mais pura bobagem. Por quê? Porque a palavra de Deus é taxativa quando afirma que a salvação não é pelas obras: “Isso não vem de vocês, mas é um presente dado por Deus. A salvação não é o resultado dos esforços de vocês; portanto, ninguém pode se orgulhar de tê-la. Pois foi Deus quem nos fez o que somos agora...” (Ef.2:8-10 - NTLH). Se foi Deus “...quem nos fez o que somos agora...” e o que somos agora “...não é o resultado dos esforços de vocês...” então se fosse pelo que Ele previsse que fariamos,  isso seria obras, e palas obras todos sabem, niguém se salvaria.  É preciso mais algum comentário? Eu acho que é o suficiente para os que não foram doutrinados corretamente e que realmente nasceram de Deus mudarem de atitude. Procure uma igreja séria, que pregue a verdade! Muitos deixam de grorificar a Deus porque preferem obedecer a homens que ameaçam suas ovelhas com o fogo do inferno, é dessa forma que eles predem os irmãos pelo legalismo, serimonialismo e ameaças diversas. Quem está em Cristo não tem o que temer. Conheça a verdade, e a verdade vos libertará. Se Lutero tivesse medo da escomunhão e temesse denunciar a corrupção na igreja, nós ainda estariamos nas trevas do romanismo. Abram os olhos! Ainda tem igrejas que tratam do pecado como alogo abominável e que não tem medo de proclamar todo o conselho de Deus. Não devemos ficar temerosos diante da situação porque Deus conhece os que lhE pertencem, Ele tem um remanecente segundo a eleição da graça que mesmo em tempos de grave crise espiritual eles permanecem fiéis “...porque Deus é quem efetua em vós tanto o querer como o realizar, segundo a sua boa vontade” :&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Senhor, matarem os teus profetas, arrasaram os teus altares, e só eu fiquei, e procuram tirar-me a vida. Que lhe disse porém a resposta divina? Reservei para mim sete mil homens, que não dobraram os joelhos diante de Baal. Asim, pois, também agora, no tempo de hoje, sobrevive um remanescente segunto a eleição da graça. E, se é pela graça, já não é pelas obras; do contrário, a graça já não é graça” (Rm.11:3-5).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Outros, dizem assim: ‘“Eu creio na predestinação da segunte forma: Deus nos predestinou, mas podemos resistir a graça pelo nosso livre-arbítrio”’.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;       Pois creia, muitos arminianos, wesleyanos e pentecostais pensam dessa forma. Esse é o pensamento mais tolo que já vi. Se Deus nos predestinou para salvação em Cristo Jesus através da pregação do Evangelho, então Ele irá concluir a boa obra que começo em nossas vidas . E quanto resistir a graça salvadoura, vejam o que a Bíblia diz: “Tu, porém, me dirás: De que se queixa ele ainda? Pois quem jamais resistiu à sua vontade? (Rm.9:19). Os que Deus predestinou para salvação não irão resistir a graça soberberana porque a salvação é algo que Deus faz por nós, e quando Ele faz, não podemos questionar, porque estamos mortos espiritualmente:   “Isso não vem de vocês, mas é um presente dado por Deus. A salvação não é o resultado dos esforços de vocês; portanto, ninguém pode se orgulhar de tê-la. Pois foi Deus quem nos fez o que somos agora...” (Ef.2:8-10 – NTLH). O  que somos agora foi Deus quem fez, e não a nossa vontade (livre-arbítrio). “...A salvação não é o resultado dos esforços de vocês...”. Se você for um predestinado, um dia, através da pregação do Evangelho, toda a resistência e inimizade que existe será vencida, as escamas da cegueira espíritual cairão por terra e o morto espiritual ressuscitará para a vida. Da mesma forma de Lázaro, que estava morto a quatro dias, nas, quando ouviu a voz do Mestre: “Lázaro, sai! Diante da ordem do Filho de Deus ele tornou a viver. Assim mesmo, todo aquele que está espiritualmente morto e ouve a Sua voz passam a ter vida e vida em abundância. "Pois assim como o Pai ressuscita e vivifica os mortos, assim também o Filho vivifica aqueles a quem quer" (Jo.5:21).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Os eleitos são escolhidos, não por decreto absoluto, mas por aceitação das condições da chamada” (Introduçãoi a Teologia Cristã. Caza Nazareno de Publicações, 295)&lt;br /&gt;      Aqui é onde desmascaramos, de vez, os falsos mestres. Eles dizem que o verdadeiro crente não foi predestinado ou escolhido pelo “decreto absoluto” de Deus. Vamos ver se isso é verdade: “...nos presdestinou para ele, para a adoção de filhos, por meio de Jesus Cristo, segundo o beneplácito de sua vontade” (Ef.1:5). Beneplácito. Significa aprovação (Dicionário de Língua Portuguesa). “...nele, digo, no qual fomos também feitos herança, predestinados segundo o propósito daquele que faz todas as coisas conforme o conselho da sua vontade” (Ef.1:11). O conselho de Deus é a Sua vontade, é tudo o que foi decretado na eternidade. Paulo diz: “predestinados segundo o propósito daquele que faz todas as coisas conforme o conselho da sua vontade”. A vontade é dEle, o propósito de fazer as coisas dessa forma, predestinando alguns para a salvação e deixando o resto em sua própria condenação está dentro dos Seus decretos eternos: “...que desde o princípio anuncio o que há de acontecer e desde a antiguidade, as coisas que ainda não sucederam; que digo; o meu conselho permanecerá de pé, farei toda a minha vontade...” (Is.46:10). “Proclamarei o decreto do SENHOR; Ele me disse: Tu és meu Filho, eu, hoje, te gerei” (Sl.2:7). As condições da chamda é a vontade de Deus. Se você não foi predestinado para a salvação em Cristo Jesus antes da fundação do mundo, você pode andar como crente, falar como crente, ser batizado nas águas, participar da “Santoa Ceia”, cantar e levantar as mãos para o céu, mas se você não tiver nascido de Deus, irá para o inferno. Só os eleitos, aqueles que foram chamados com santa vocação, os que amam a Deus e buscam aprender em Sua casa, nasceram do Espírito Santo de Deus. Não adianta dizer que é santo, nem que você está em uma igreja que tem como lema: “Santidade ao Senhor, sem a qual veremos a Deus”. Se você não for eleito (predestinado) para a salvação estará correndo em vão. &lt;br /&gt;      Existe dois tipos de santidade: 1) a que é operada pelo Espírito Santo para o nosso crescimento espiritual, 2) e o que é imposto pelos lideres, que exige uma santificação sem o conhecimento de Deus, o que é um absurdo! Eles exclamam com tonalidade e emoção, com o objetivo de sencibilizar: “vocês têm que ser santos! Sejam santos! Vocês podem viver sem nunca pecar! Busquem a inteira santificação!” Eles mesmos não conseguem cumprir com o que pedem aos outros. E como essas pessoas sempre se veêm em algum tipo de pecado, há uma frustação muito grande, porque os lideres e pastores não estão ensinando a verdade, nem preocupados com o verdadeiro crescimento espiritual, e muitos disturbios psicosomáticos tem aflingido esses crentes, que acreditam poderem alcançar a inteira santificação ainda nesta vida. Eu mesmo passei cinco anos em uma igreja de teologia armínio-wesleyana, não vou citar o nome por questões éticas, mas todo esse tempo, teologicamente, não aprendi o que realmente deveria ter aprendido. O que aprendi foi não ser, nem praticar o que os pastores e lideres daquelas igrejas faziam muito bem: a falcidade, a soberba, o orgulho e a falta de amor. Tudo que a maioria demosntrava ser não era de fato. Inclusive fui para o seminário daquela igreja para fazer um curso de “santidade”. Tinha que demonstrar de qualquer forma uma santidade que não havia, ou não estaria ápito para desempenhar a função de pastor. Pensei, na época, que as pessoas ali fossem realmente santas. E os professores! que não tinham nem o curso completo de teologia; e a santidade que tanto se falava era só fachada. Uma vez fui questionar a respeito de um assunto que eu tinha certeza que estavam ensinando de forma descontextualizada, o professor deixou bem claro: “Eu estava em uma igreja me sentindo encomodado, procurei outra”. Falou dessa forma referindo-se a mim. Às vezes, o superidendente local quando dava um discurso diante da liderança dos Estados Unidos, charava pelas almas perdidas. Porém, eu sabia que era um falso choro, pois ele nunca se preocupou com as ovelhas ao seu redor, antes queria ver algumas muito distante dali, eu mesmo era uma ameaça devido ao meu conhecimeto, e tinha personalidade, ou seja, não abria mão da verdade. Inclusive, o principal lider nunca falou comigo, era só, às vezes, “a paz do Senhor”! acredito porque eu era calvinista e tinha várias graduações e pós-graduações. Isso pertubava alguns líderes, porque geralmente eles sofrem de um mal mundano, conhecido como “patologia dos tiranos”, e eu nunca gostei de bajular ninguém. Nem ia negar a Cristo, apostatando da fé para seguir suas falsas doutrinas heréticas-arminianas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Porque surgirão falsos cristos, e falsos profetas operando grandes sinais e prodígios para enganar, se possível, os próprios eleitos” (Mt.24:24). Esses procurarão corromper as doutrinas da graça.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A eleição arminiana&lt;br /&gt;“...a eleição de indivíduos para a execução de algum serviço particular” (Casa Nazarena de Publicações, Introdução a Teologia Cristã, 1990, pg.294).&lt;br /&gt;       A intenção dessa teologia, que foi condenada como herética no Sínodo de Dort, é passar a idéia errônia de que a eleição não é para salvação, mas para algum tipo de serviço especial. Cita alguns nomes como: Moisés, que foi escolhido para tirar o povo do Egito; Arão para ser sacerdote; Cristo escolheu os doze; e Paulo foi chamado para ser apóstolo dos gentios. &lt;br /&gt;  Se os pastores arminianos-wesleyanos tivessem responsabilidade com a palavra de Deus entenderiam que somos chamados dos ídolos para servir ao Deus vivo e verdadeiro (cf. 1Tss.1:9). Somos salvos para as boas obras as quais estavam guardadas de antemão para que andássemos nela. Somos eleitos, separados para o uso exclusivo de Deus. Tentam esconder essa verdade, de que Deus escolhe ou elege pessoas para a salvação. Vejamos o que significa “eleição”: &lt;br /&gt;“Qualquer pessoa escolhida por eleição: os eleitos por sufrágio universal. Que usufrui a beatitude eterna: o reino dos eleitos” (www.dicionarioweb.com.br).&lt;br /&gt;“...devemos sempre dar graças a Deus por vós, irmãos amados pelo Senhor, porque Deus vos escolheu desde o princípio para a salvação pela santificação do Espírito e fé na verdade” (2Tss.2:13 itálico e negrito meu). &lt;br /&gt;       Deus escolhe pessoas para salvação, como estamos vendo. Essa salvação não é isenta de operosidade. Somos servos, temos uma missão , e o apóstolo reconhece que os crentes tessalonicenses estavam dando testemunho da fé através do amor de Deus que foi derramado nos seus corações. A fé sem obras é morta. O apóstolo Paulo foi chamado; ele mesmo disse que foi eleito no ventre materno para ser apóstolo dos gentios. Seu testemunho no Novo Testamento é de que o homem sempre foi salvo pela fé somente, independente das obras. Porém, a salvação arminiana é pelas obras de justiça própria. Essas pessoas estão corrompendo as Escrituras para sua própria condenação (cf. 2Pe.3). Outras, em uma tentativa inútil e desesperada, tentando conciliar a doutrina da predestinação com sua visão humanista, afirmam que Deus não predestina pessoas, e sim, nações, como foi no caso de Israel e da Igreja. Só que as nações e a igreja são compostas de pessoas e cada uma delas foi antecipadamente predestinada para a salvação antes da fundação do mundo (cf. Ef.1:4). É claro que o apóstolo fala pra igreja, mas cada uma daquelas pessoas foi alvo da “graça soberana de Deus”. Cada um judeu, segundo a eleição da graça, foi chamado e preservado por Deus para alcançar a salvação. O apóstolo Paulo foi predestinado para a salvação dentre muitos judeus: “Ele diz: “Desde o ventre de minha mãe, Deus me escolheu para ser apóstolo dos gentios”. Também afirma: “Ele é poderoso para guardar o meu depósito até o dia final”.&lt;br /&gt;      Dessa forma podemos concluir que negar a predestinação ou eleição (que é uma doutrina bíblica) é o mesmo que negar a graça do nosso Deus e salvalor Jesus Cristo afirmando que ela não é suficiente. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6. A GRAÇA  PREVENIENTE                                                                                  &lt;br /&gt;      Para os arminianos e wesleyanos, a graça preveniente “precede, prepara a alma para a sua entrada no estado inicial da salvação ”. “É aquela manifestação da influência divina que precede a vida de regeneração completa” . Os arminianos-wesleyanos corromperam a doutrina da graça preveniente; essa corrupção aconteceu porque eles procuram adequá-la ao livre-arbítrio, o que é outra grande heresia destruidora. Acreditam que todos os seres humanos são objetos da graça preveniente e, portanto, podem se voltar para Deus através de seus próprios esforços: “A vontade do homem decide em última análise se a graça divina que lhe foi oferecida é aceita ou rejeitada” . A graça preveniente tem a função, segundo a visão corrompida arminio-wesleyana, de destruir gradativamente a corrupção em que o homem se meteu, fazendo com que ele não seja tão corrupto assim, e posa exercer sua liberdade .   &lt;br /&gt;      Agora passaremos a refutar os erros sobre a graça preveniente divulga por “João Wesley” fundador do Metodismo. &lt;br /&gt;     Se o estado do homem é de corrupção total , ele não tem o desejo de se voltar para as coisas espirituais sem que aja uma atuação Divina removendo a incredulidade, o que a teologia bíblica chama de fé salvadora. Dessa forma, não há lugar para a vanglória humana, ou seja, o livri-arbítrio. Por isso Wesley criou uma teologia que não tem base bíblica para sustentar que mesmo no estado de corrupção total a graça preveniente opere em todos os homens, e os que desejarem podem ser salvos, pelo seu livre-arbítrio. Todavia, essa falsa doutrina deve ser rejeitada pelos verdadeiros cristãos. Vejamos o que realmente significa a graça preveniente:  &lt;br /&gt;"Entretanto, devemos sempre dar graças a Deus por vós, irmãos amados pelo Senhor, porque Deus vos escolheu desde o princípio para a salvação, pela santificação do Espírito e fé na verdade, para o que também vos chamou mediante o nosso evangelho, para alcançardes a glória de nosso Senhor Jesus Cristo" (2 Tss. 2:13 e 14 RA – itálico e negrito meu).&lt;br /&gt;Ef. 1:4 diz: “...assim como nos escolheu, nele, antes da fundação do mundo, para sermos santos...” (negrito e itálico meu).&lt;br /&gt;       A graça preveniente, biblicamente falando, é o amor de Deus, exclusivamente, para com os “eleitos”. Acontece na eternidade, desde o princípio. Essa doutrina humilha, e assim é detestada pela natureza carnal do homem. Os eleitos se regozijam pelos seus nomes estarem escritos, dede o princípio, no livro da vida  para a salvação. Esse é um verdadeiro privilégio para os que foram objetos da graça preveniente de Deus. Só esses, serão alcançados pela graça salvadora, no tempo oportuno, determinado por Deus, através do Evangelho da salvação. O apóstolo Paulo declara em 2Timótio 1:8b-9: &lt;br /&gt;“...segundo o poder de Deus, que nos salvou e nos chamou com santa vocação; não segundo as nossas obras, mas conforme a sua própria determinação e graça que nos foi dada em Cristo Jesus, antes dos tempos etenos e manifestada, agora, pelo aparecimento de nosso Salvador Cristo Jesus, o qual não só destruiu a morte, como trouxe à luz a vida e a imortalidade, mediante o evangelho...” (itálico e negrito meu).&lt;br /&gt;       Como vemos a salvação não é “...segundo as nossas obras...”, “...mas conforme a sua própria determinação e graça...”. Fomos agraciados na eternidade porque fomos eleitos para a salvação conforme o eterno propósito de Deus, e essa salvação acontece através da graça salvadora no tempo presente “...mediante o evangelho...”. Como estamos vendo, é um erro gravíssimo e intencional dos arminianos-wesleyanos sustentarem esse tipo de doutrina pervertida, principalmente porque a salvação, como eles entendem, é pelas obras: “A vontade do homem decide em última análise se a graça divina que lhe foi oferecida é aceita ou rejeitada” , porém, a Bíblia não deixa dúvidas sobre isso: “...segundo o poder de Deus, que nos salvou e nos chamou com santa vocação; não segundo as nossas obras, mas conforme a sua própria determinação e graça...”.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;7. SANTIFICAÇÃO  &lt;br /&gt;“Segui a paz com todos e a santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor...” (Hb.12:14).&lt;br /&gt;       A santificação é uma obra do Espírito Santo no coração dos regenerados. O Novo Testamento afirma que todos os que estão em Cristo Jesus são potencialmente santos pelo sacrifício de Cristo: “Nessa vontade é que temos sido santificados, mediante a oferta do corpo de Jesus Cristo, uma vez por todas” (Hb.10:10). Cristo é a nossa santificação (cf. 1Co.1:30) , pois Ele satisfez plenamente a justiça de Deus por todos os nossos pecados. Não podemos, portanto, pensar erroneamente como alguns de doutrina arminio-wesleyana que já alcançamos a perfeição cristã. O apóstolo Paulo pede para que Deus santifique os crentes de Tessalônica em tudo (cf. 1Tss.5:23), se eles já estissem inteiramente santificados, se fossem crentes perfeitos não seria necessário pedir para que os mesmos procurassem ser santificados em tudo. Ser santificado em tudo, é o desejo de todo o verdadeiro crente (cf. Hb.12:14). O Espírito Santo nos revela a necessidade de santidade, nos revelando a santidade de Deus; diante da santidade e grandiosidade do soberano Deus do universo enxergamos o quanto somos pecadores e enquanto mais nos aproximamos dEle, passamos a enxergamos essa pecaminosidade. O conhecimento dessa natureza corrupta, que ainda milita contra o espírito, reivindicando um direito que não lhe pertence mais, se dá através do conhecimento das Escrituras. Portanto, o Espírito Santo aplica as verdades bíblicas em nossos corações para o crescimento espiritual. “Quando Deus declara um homem justo, Ele imediatamente começa a santificá-lo” (A. W. Tozer). Ou seja, o justificado começa a ser transformado na imagem do Filho de Deus . Porém, enquanto estiver aqui nesse mundo, o crente nunca alcançará a perfeição cristã como afirma os de doutrinas arminio-wesleyanas:&lt;br /&gt;“Cremos que a inteira santificação é aquele acto de Deus, subsedquente à regeneração, pelo qual os crentes são libertados do pecado original, ou depravação, e levados a uma estado de inteira devoção a Deus e à santa obediência do amor tornado perfeito” (Introdução a Teologia Cristã. Casa Nazareno de Publicações, 1990: 355).&lt;br /&gt;       Concluo o assunto sobre santificação, citando a confissão de fé Westminster (1647) por ela definir com a maior clareza esse assunto de tão grande relevância, o qual devemos ensinar e enfatizar, constantimente, como fizeram os puritanos e os metodistas. &lt;br /&gt;Confissão de fé Westminster - Capítulo XIII&lt;br /&gt;Da santificação&lt;br /&gt;I. Os que são eficazmente chamados e regenerados, tendo criado em si um novo coração e um novo espírito, são, além disso, santificados real e pessoalmente, pela virtude da morte e ressurreição de Cristo, pela sua palavra e pelo seu Espírito, que neles habita; o domínio do corpo do pecado é neles todo destruído, as suas várias concupiscências são mais e mais enfraquecidas e mortificadas, e eles são mais e mais vivificados e fortalecidos em todas as graças salvadoras, para a prática da verdadeira santidade, sem a qual ninguém verá a Deus.&lt;br /&gt;I Co.1:30; At.20:32; Fp.3:10; Rm.6:5-6; Jo.17:17,19; Ef.5-26; II Ts.2:13; Rm.6:6,14; Gl.5:24; Cl.1:10-11; Ef.3:16-19; II Co.7:1; Cl.1:28; Cl.4:12; Hb.12:14.&lt;br /&gt;II. Esta santificação é no homem todo, porém imperfeita nesta vida; ainda persistem em todas as partes dele restos da corrupção, e daí nasce uma guerra contínua e irreconciliável - a carne lutando contra o espírito e o espírito contra a carne.&lt;br /&gt;I Ts.5:23; I Jo.1:10; Fp.3:12; Gl.5:17; I Pe.2:11.&lt;br /&gt;III. Nesta guerra, embora prevaleçam por algum tempo as corrupções que ficam, contudo, pelo contínuo socorro da eficácia do santificador Espírito de Cristo, a parte regenerada do homem novo vence, e assim os santos crescem em graça, aperfeiçoando a santidade no temor de Deus.&lt;br /&gt;Rm.7:23; Rm.6:14; I Jo.5:4; Ef.4:15-16; II Pe.3:18; II Co.3:18-7:1.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conclusão&lt;br /&gt;       Foi muito importante confrontar os erros da doutrina armínio-wesleyana com as sagradas Escrituras. Importante porque a verdade prevaleceu e muitos que são sinceros poderão ser usados por Deus na divulgação de Sua palavra de forma que as “boas novas” sejam realmente boas e Deus seja glorificado.     &lt;br /&gt;       Wesley foi um homem notável, um grande pregador da palavra de Deus, mas sua teologia tem, infelizmente, graves erros que, sem sombra de dúvidas, devem ser corrigidos. Não podemos pensar porque ele foi uma pessoa usada por Deus, e que dessa forma, em parte, contribuiu com suas pregações, por um avivamento bastante significativo na Inglaterra, que ele não pudesse cair em erros teológicos, como por exemplo: sua teologia (que no princípio era calvinista) agregou aspectos da heresia arminiana. A grande corrupção começa a partir daí. Os seus seguidores, com o tempo, agravam mais a situação com seus ensinamentos que em muitos pontos vão pendendo ao arminianismo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bibliografia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;BÍBLIA DE ESTUDO DE GENEBRA, 1999.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;BERKHOF, Louis. Teologia Sistemática. São Paulo. Editora Cultura Cristã, 2001. 720p.&lt;br /&gt;Casa Nazarena de Publicações. Introdução a Teologia Cristã, 1990.&lt;br /&gt;CALVINO, João. Romanos. São Paulo. Editora Parakletos, 2001. 534p.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;GREGOR, Wright. R. K. Mc. A Soberania Banida: Redenção para a cultura pós-moderna. São Paulo. Editora Cultura Cristã, 1998. 263p. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;HENDRIKSEN, William. Romanos: Comentário do Novo Testamento. São Paulo. Editora Cultura Cristã, 2001. 704p.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;HOEKEMA, Anthony. Salvos Pela Graça: A Doutrina Bíblica da Salvação. São Paulo. Editora Cultura Cristã, 2002. 285p.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;JAMES, Kennedy D. Verdades que Transformam: doutrinas cristãs para sua vida de hoje. São Paulo. Editora Fiel, 2005. 296p.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;LLOYD-JONES, Martyn. Salvos Desde a Eternidade. São Paulo. Editora PES, 2005. p.89. 208p.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;OWEN, John. Por Quem Cristo Morreu. São Paulo. Editora PES, 1996.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;OS CÂNONES DE DORTE. São Paulo. Editora Cultura Cristã. 64p.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;STOTT, John. A Verdade do Evangelho: Um apelo à verdade. São Paulo. Editora A B U, 2000. 141p. &lt;br /&gt;WILBUR, Gingrich F. / DANKER, Frederick W. LÉXICO do Novo Testamento: grego / português. São Paulo. Editora Vida Nova, 2007. 228p.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;WESTMINSTER, Confissão de fé. Comentada por A. A. Hodge. Editora os Puritanos, 1999. 596p.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Amém! Que Deus seja louvado.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2450445771080054942-7480973715594440057?l=prbeto-estudosteologicos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://prbeto-estudosteologicos.blogspot.com/feeds/7480973715594440057/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2450445771080054942&amp;postID=7480973715594440057' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2450445771080054942/posts/default/7480973715594440057'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2450445771080054942/posts/default/7480973715594440057'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://prbeto-estudosteologicos.blogspot.com/2012/01/erros-teologicos-da-doutrina-arminio.html' title='ERROS TEOLÓGICOS DA DOUTRINA ARMÍNIO-WESLEYANA'/><author><name>prbeto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04991251078209387116</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://bp0.blogger.com/_uJ4EWNH9RAI/R4lGQbvo-_I/AAAAAAAAAAg/aHenbx90Xng/S220/Imagens++(Imagens+variadas+17)dsafGHEHGRAHTHAETHGRgW+025.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-I4OAkkLxFsM/Txy9L9I9CqI/AAAAAAAAAtU/HcTC1HbcC68/s72-c/calvino-12.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2450445771080054942.post-5913863721611864650</id><published>2012-01-22T17:34:00.000-08:00</published><updated>2012-01-22T17:43:37.656-08:00</updated><title type='text'>A BÍBLIA CONTINUA A MESMA: E os judeus-messiânicos foram desmascarados.</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-tOdF55MpRng/Txy68nORi9I/AAAAAAAAAtI/nxsNUvA_ops/s1600/lendo-a-biblia1.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 240px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-tOdF55MpRng/Txy68nORi9I/AAAAAAAAAtI/nxsNUvA_ops/s320/lendo-a-biblia1.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5700636778827975634" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;A BÍBLIA CONTINUA A MESMA.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os vários manuscritos atestam a fidelidade das Escrituras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pelo Rev.&lt;br /&gt;Carlos R. Cavalcanti&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;OS JUDEUS-MESSIÂNICOS DETURPAM A PALAVRA DE DEUS PARA SUA PRÓPRIA CONDENAÇÃO.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Recife, 2010&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ÍNDICE&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As Línguas Originais do Novo Testamento.........................05&lt;br /&gt;A Divindade de Jesus Cristo....................................................11&lt;br /&gt;O Deus Triúno...........................................................................23&lt;br /&gt;Textos Adulterados...................................................................33&lt;br /&gt;Versículos Adulterados no Novo Testamento Judaico.....41 &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1 Timóteo 4:9&lt;br /&gt;“Esta palavra é fiel e digna de toda a aceitação”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;INTRODUÇÃO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;         A Bíblia é o livro mais lido do mundo, atualmente temos mais de seis mil cópias de manuscritos em grego do NOVO TESTAMENTO ou de fragmentos dele. As pequenas diferenças que aconteceram durante todo esse tempo não alteram a doutrina de salvação. “Sir Frederic Kenyon, renomado paleógrafo e crítico textual, ratificou essa afirmação, quando escreveu: O cristão pode pegar a Bíblia inteira em suas mãos e afirmar, sem temor ou hesitação, que está segurando a verdadeira Palavra de Deus, transmitida ao longo dos séculos, de geração em geração, sem nenhuma perda essencial” .&lt;br /&gt;         Existem muitas pessoas que trabalham arduamente no sentido de macular o texto grego do Novo Testamento, uma dessas é conhecida como Judeus-Messiânicos que se auto intitulam como os verdadeiros seguidores de Jesus Cristo. Portanto, nesse pequeno artigo iremos provar que o Novo Testamento grego merece confiança e que os Judeus-Messiânicos são um grupo herético sem o conhecimento da Palavra de Deus tentando afastar da verdade, se possível, até os eleitos de Deus. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As Línguas Originais do Novo Testamento&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;          Deus preparou o mundo para a vinda de Seu Filho na plenitude dos tempos (Kairós): “...vindo, porém, a plenitude do tempo, Deus enviou seu Filho, nascido de mulher, nascido sob a lei, para resgatar os que estava sob a lei, a fim de que recebêssemos a adoção de filhos...” (Gl.4:4, 5).&lt;br /&gt;          O Kairós é um tempo especial determinado por Deus em que toda história converge para ele. Judeus, gregos e romanos contribuíram para a plenitude do tempo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os Judeus. Por mais importante que as outras contribuições tenham sido, a dos judeus foram a herança do cristianismo. Eles foram a massa da qual Deus se utilizou para trazer ao mundo, no tempo oportuno, Jesus Cristo, o salvador do mundo. Outro aspecto importante para esse Kairós foi a Sinagoga judaica, espalhadas pela Ásia Menor, que facilitou a propagação do Evangelho, pois o apóstolo Paulo pregava primeiro aos judeus, nas Sinagogas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os Gregos. O ambiente intelectual grego foi propício a propagação do Evangelho. O grego koenê era a língua universal, espalhada pelo Mediterrâneo por Alexandre e seus soldados, entre (338 e 146 a.C.). Era a língua falada pelo povo, e foi usada para escrever o “Novo Testamento”, provavelmente antes dos anos 70 d.C.. &lt;br /&gt;         A filosofia contribuiu no sentido de ter levado a destruição as antigas religiões.  Ela falhou em proporcionar o conforto espiritual que tanto pregava, e essa deficiência levou muitos a procurar conforto nas religiões de mistérios como o “Mitraísmo”, pois, os gregos estavam preocupados com as questões da eternidade, do bem e do mal, da moral e de um relacionamento mais pessoal com Deus etc. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os Romanos. A lei romana, que assegurava o direito dos indivíduos, jamais vista antes, possibilitava segurança aos que circulavam pelo Império. A pirataria foi banida do Mediterrâneo e as várias estradas que ligava Roma a todo Império facilitou a comunicação para a propagação do Evangelho. O Exercito romano que circulava pelas estradas dava certa segurança aos viajantes e aos comerciantes.  Foi, portanto, nesse ambiente que o Evangelho na língua grega se espalhou pelo mundo (Império Romano). Mesmo com todas as evidências de que as línguas originais é o grego, os judeus-messiânicos e alguns estudiosos teimam em afirmar que os Evangelhos foram escritos no “hebraico”, outros entendem que foram escritos originalmente no aramaico. A primeira teoria é a mais fraca, tendo em vista que a língua falada na Palestina na época de Jesus era o “aramaico”: “Por volta do período persa, o aramaico tinha se tornado a língua do comércio internacional. Durante o seu cativeiro, os judeus provavelmente o adotaram por conveniência – certamente para fins comerciais -, enquanto o hebraico era confinado aos doutos e líderes religiosos. Pouco a pouco, sobretudo depois do exílio babilônico, a influência do aramaico foi permeando a Palestina. Neemias lamentou que os filhos de casamentos mistos não soubessem falar hebraico” (Ne.13:24)” .&lt;br /&gt;         Não é preciso ir muito longe para perceber que o hebraico não foi a língua original dos Evangelhos, ou do Evangelho de Mateus individualmente. Mateus  não iria escrever em uma língua que era usada apenas na liturgia nas Sinagogas, uma língua que o povo não conhecia. Deus não preparou o mundo com o “grego koenê”  para depois escrever em uma língua desconhecida pelo mundo. Os evangelhos poderiam ter sido escrito primitivamente em aramaico , essa teoria é bastante aceita por alguns críticos. É verdade que temos nos Evangelhos um ambiente teológico hebreu e no Evangelho de Mateus, a atmosfera semítica, é muito forte principalmente porque Mateus é judeu e como cobrador de impostos deveria falar o aramaico, o hebraico e o grego . Provavelmente era um grande conhecedor do grego, pois ele cobrava impostos na Galileia dos gentios. &lt;br /&gt;        Mesmo com as evidências de alguns pais da igreja, de terem afirmado em seus escritos que o “Evangelho de Mateus” foi escrito em aramaico, não há evidência que comprove tais declarações. Já no grego, existe mais de 5000 fragmentos de manuscritos. Se pelo menos um Evangelho fosse escrito no aramaico, teríamos alguns fragmentos desses manuscritos.&lt;br /&gt;        Passaremos a analisar alguns textos adulterados pelos Juderus-Messiânicos:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Divindade de Jesus Cristo.&lt;br /&gt;          Os Judeus-Messiânicos negam a Divindade de Jesus Cristo. Afirmam que o “Novo Testamento” foi escrito em Aramaico e Hebraico. Por isso, eles tem seu próprio “Novo Testamento Judaico” que deturpa muitos textos, afirmando que no Aramaico deveria ser da forma que eles interpretam. Iremos analisar e mostrar que eles estão errados:&lt;br /&gt;  "Aos Israelitas foi confiada a revelação da Palavra de D'us (Rm 3.2) e não às nações. Aos Israelitas PERTENCE (presente e não passado) "as ALIANÇAS, a Torá (Lei), o culto e as promessas. Deles SÃO os patriarcas, e deles descende o Messias segundo a carne, o qual é sobre todos; D'us seja bendito" (Rm 9.4,5 – Novo Testamento Judaico). Os judeus são os guardiões das Escrituras, não os gentios" (Judeus-Messiânicos, 2010 – Postado em www.ubeblog.ning.com).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;          Não é preciso ser um profundo estudioso das Escrituras para ver que os Judeus-Messiânicos deturpam a palavra de Deus. Vejamos o texto correto em várias versões, inclusive no grego coenê, que afirma ser Jesus Cristo “Deus bendito” para todo sempre. Amém! Vejamos: "...o qual é sobre todos, Deus bendito para todo o sempre. Amém! (Rm.9:5).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“ό ών έπί παντων θεός εύλογητός είς τους αίώνας, άμήν”.&lt;br /&gt;“O qual é sobre todos Deus bendito para sempre amém” (NOVO TESTAMENTO Interlinear Grego/Português. Sociedade Bíblica do Brasil, 2004) – O NTI Grego-Português (Tho Greek New Testament) é um valioso instrumento para o estudo e a meditação pessoal do Novo Testamento no original grego.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;          Essa é a forma correta: Jesus Cristo é Deus bendito. Como os judeus messiânicos não crêem nessa verdade, eles deturpam a palavra de Deus para sua própria condenação. Analisemos outras versões: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todas elas dizem a mesma coisa, Jesus Cristo é Deus Bendito. Amém!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“...o qual é sobre todos, Deus bendito para todo o sempre. Amém!” (Almeida RA) - A Bíblia de Estudo Almeida e Atualizada (RA), conforme revisão de 1993 vem sendo uma das mais populares no Brasil, destacando-se pela fidelidade aos textos originais – hebraico, aramaico e grego. &lt;br /&gt;NTLH&lt;br /&gt;          Em 1973, a Sociedade Bíblica do Brasil (SBB) lançou a 1ª. Edição do Novo Testamento da Tradução na Linguagem de Hoje (TLH). Quinze anos depois, em 1988, a SBB lançou a Bíblia completa desta tradução com o nome de Bíblia na Linguagem de Hoje (BLH). Até este momento, a SBB só havia trabalhado em revisões de uma tradução já existente, a tradução de João Ferreira de Almeida. A BLH, portanto, foi a primeira tradução completa da Bíblia feita por iniciativa da SBB, a qual submeteu a TLH a uma profunda revisão através de sua Comissão de Tradutores e, agora, depois de 12 anos desde o lançamento da Bíblia completa, lança a Nova tradução na Linguagem de Hoje (NTLH).&lt;br /&gt;“Que Cristo, que é o Deus que governa todos, seja louvado para sempre! Amém!”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bíblia de Jerusalém&lt;br /&gt;          Em 1973, Paulus Editora (então Edições Paulinas) empreendeu a honrosa tarefa de oferecer ao público brasileiro a Bíblia de Jerusalém, considerada em diversos países a melhor edição da Sagrada Escritura. Uma equipe de Teólogos católicos e protestantes e um grupo de revisores literários puderam concluir esse magnífico trabalho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“...o Cristo, segundo a carne, que é, acima de tudo, Deus bendito pelos séculos! Amém!”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A NVI &lt;br /&gt;         A Nova Versão Internacional é a mais recente tradução das Escrituras Sasgradas em língua portuguesa a partir das línguas originais. A realização deste empreendimento tornou-se possível pelos esforços da Sociedade Bíblica Internacional, que em 1990 reuniu uma comissão de estudiosos dedicados a um projeto de quase uma década. Essa Bíblia é de grande importância, pois apresenta uma tradução livre de interpretações particulares e denominacionais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“...e a partir dele se traça a linhagem humana de Cristo, que é Deus acima de todos, bendito para sempre! Amém”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vulgata Latina&lt;br /&gt;          O erudito Jerônimo (c. 340-420) foi incumbido pelo papa Dâmaso a fazer uma tradução dos Evangelhos para o latim. Ele cumpriu sua tarefa em 383, e sua tradução foi baseada no latim antigo e europeu e nos textos gregos alexandrino. Em Belém, onde passou a habitar, percebeu que era necessário fazer uma nova tradução da Bíblia a partir dos originais gregos e hebraicos com a ajuda de alguns judeus eruditos que ficou conhecida como Vulgata Latina. Aos poucos foi suplantando o latim clássico. A partir de então a Bíblia passou a ser escrita em diversas línguas, a exemplo de Martinho Lutero que traduziu a Bíblia do latim para o alemão a partir dos originais gregos e hebraicos.&lt;br /&gt;“quorum patres et ex quibus Christus secundum carnem qui est super omnia Deus benedictus in saecula amen”.&lt;br /&gt;O Codex Vaticanus, &lt;br /&gt;          Também conhecido como Manuscrito 'B' ou 03 (Gregory-Aland), pertence ao século IV. Foi considerado por Westcott e Hort como o melhor manuscrito grego do Novo Testamento. É um dos mais antigos da Bíblia, sendo inclusive ligeiramente mais antigo que o Codex Sinaiticus. Ele é um dos manuscritos unciais, isto é, escritos em letras gregas maiúsculas. O Manuscrito Vaticanus originalmente contém uma cópia completa da Septuaginta, com exceção de 1-4 Macabeus e a Prece de Manassés.&lt;br /&gt;“ό Χρίστός το κατα σάρκα, ό ών έπί παντων θεός εύλογητός είς τους αίώνας, άμήν”.&lt;br /&gt;Textus Receptus &lt;br /&gt;          (Em latim "texto recebido") é o nome subsequentemente dado por Bonaventura Elzevir à série de impressões, em grego, do Novo Testamento que serviu de base para a Bíblia Luther, a Bíblia Rei James e para a maioria das traduções do Novo Testamento da Reforma Protestante, inclusive a tradução portuguesa por João Ferreira de Almeida.&lt;br /&gt;“...ο χριστος το κατα σαρκα ο ων επι παντων θεος ευλογητος εις τους αιωνας αμην”.&lt;br /&gt;Códice Sinaiticus – Denominado Álefe&lt;br /&gt;          Esse manuscrito foi descoberto por Constantino vom Tischendorf no mosteiro de Santa Catarina, situado ao pé do Monte Sinai por volta de 350 d.C., contém todo o Novo Testamento. Seu texto é antigo e altamente confiável. &lt;br /&gt;“...ο ων επι πατων θϲ ευλογητοϲ ειϲ τουϲ αιωναϲ α μην”. &lt;br /&gt;          Como vimos, os mais antigos e importantes manuscritos do Novo Testamento Grego comprovam, sem sombra de dúvida, que Jesus Cristo é Deus bendito para sempre. Todos que ultrapassam essa doutrina e negam a Divindade de Jesus Cristo é o anticristo. O próprio texto judaico confirma que Jesus Cristo é Deus. Vejamos o que ele diz: “Onde está o recém-nascido rei dos judeus? Vimos sua estrela no oriente e viemos adorá-lo” (Mt.2:2 – N.T. Judaico). Adorar no grego (προσκυνησσι), essa palavra é tanto usada para adorar a “Deus Pai” quanto, a “Deus Filho”. Só Deus pode ser adorado, o “Antigo Testamento” diz: “Temam o Senhor, o seu Deus, e só a ele prestem culto, e jurem somente pelo seu nome” (Dt. 6:13); o Novo Testamento: “Então disse-lhe Jesus: Vai-te, Satanás, porque está escrito: Ao Senhor teu Deus adorarás, e só a ele servirás” (Mt.4:10). &lt;br /&gt;       Todo verdadeiro crente crê em Jesus Cristo, como segunda Pessoa da Deidade triuna, é Deus, ontem, hoje e eternamente.&lt;br /&gt;Isaías 9:6: “Porque um menino nos nasceu, um filho nos foi dado, e o governo está sobre os seus ombros. E ele será chamado Maravilhoso Conselheiro, Deus Poderoso, Pai Eterno, Príncipe da Paz”&lt;br /&gt;Mateus 1:23: "A virgem ficará grávida e dará à luz um filho, e lhe chamarão Emanuel" que significa "Deus conosco".&lt;br /&gt;João 1:1: “No princípio era aquele que é a Palavra. Ele estava com Deus, e era Deus”.&lt;br /&gt;João 20:28: “E Jesus disse a Tomé: "Coloque o seu dedo aqui; veja as minhas mãos. Estenda a mão e coloque-a no meu lado. Pare de duvidar e creia. Disse-lhe Tomé: "Senhor meu e Deus meu! ".&lt;br /&gt;Atos 20:28: “Cuidem de vocês mesmos e de todo o rebanho sobre o qual o Espírito Santo os colocou como bispos, para pastorearem a igreja de Deus, que ele comprou com o seu próprio sangue”.&lt;br /&gt;Filipenses 2:5-6: “Seja a atitude de vocês a mesma de Cristo Jesus, que, embora sendo Deus, não considerou que o ser igual a Deus era algo a que devia apegar-se...”.&lt;br /&gt;1Timótio 3:16: “Não há dúvida de que é grande o mistério da piedade: Deus foi manifestado em corpo, justificado no Espírito, visto pelos anjos, pregado entre as nações, crido no mundo, recebido na glória”.&lt;br /&gt;Tito 2:13: “enquanto aguardamos a bendita esperança: a gloriosa manifestação de nosso grande Deus e Salvador, Jesus Cristo”.&lt;br /&gt;Vejamos como Tito 2:13 está corrompido no N.T. Judaico: “...enquanto continuamos a esperar pelo bendito cumprimento de nossa esperança infalível: o aparecimento da Sh’khinah de nosso grande Deus e a aparição de nosso Libertador, Yeshua, o Messias”. &lt;br /&gt;        Eles colocam o texto de forma que transpareça que há duas aparições: “... o aparecimento da Sh’khinah de nosso grande Deus e a aparição de nosso Libertador, Yeshua, o Messias”. O que o texto realmente diz não é isso. O aparecimento é do grande Deus e salvador, Jesus Cristo. E não o aparecimento da Sh’khinah de nosso grande Deus e a aparição de nosso Libertador, Yeshua. Diz o texto no “Original”: “προσδεχόμενοι την μακαρίαν έλπίδα καί έπιφανειαν της δόξης του μεγαλου θεου καί σωτηροςημων Ιησου Χριστου...”. Traduzido literalmente: “aguardando (nós) a bendita esperança e aparição da gloria do grande Deus e Salvador nosso Jesus Cristo...” (Novo Testamento Interlinear Grego Português, 2004). &lt;br /&gt;Hebreus 1:8: “Mas a respeito do Filho, diz: "O teu trono, ó Deus, subsiste para todo o sempre; cetro de eqüidade é o cetro do teu Reino”.&lt;br /&gt;1João 5:20: “Sabemos também que o Filho de Deus veio e nos deu entendimento, para que conheçamos aquele que é o Verdadeiro. E nós estamos naquele que é o Verdadeiro, em seu Filho Jesus Cristo. Este é o verdadeiro Deus e a vida eterna”.&lt;br /&gt;        Os judeus-messiânicos crêem em outro Jesus, e não naquele revelado nas Escrituras Sagradas (Jo 8:23-24; II Cr 11:3-4; Gl 1:6-9; I Jo 4:1-3; II Jo 7-11) . O Jesus no qual eles crêem nunca existiu na história humana, mas é o produto de suas imaginações ímpias e uma invenção de suas mentes e corações depravados. Os religiosos não podem ser considerados cristãos no sentido bíblico da palavra. Os verdadeiros cristãos crêem no Jesus da Bíblia, Crêem que Ele é Deus.&lt;br /&gt;O Deus Triúno&lt;br /&gt;“Ouve, ó Israel, o Senhor, nosso Deus, é o único Senhor!” (Mc.12:29 -  Almeida RA).&lt;br /&gt;        “é o único Senhor” (no grego - κύριος εϊς – o Senhor e um) que pode ser traduzido no português por “único” sem que nesse contexto altere o significado. “Único” (grego – μόνος). Só que no grego, é mantido o texto original (εϊς): “ο δε ιησους απεκριθη αυτω οτι πρωτη πασων των εντολων ακουε ισραηλ κυριος ο θεος ημων κυριος εις εστιν” (Texto Receptus).&lt;br /&gt;         Os judeus-messiânicos, por falta de entendimento da revelação bíblica, e querendo forçar o texto, no sentido de negar a “Trindade”, dizem que as traduções bíblicas que usam “único” ao em vez de “um” são tendenciosas. Eles pensam que o motivo de usarmos “único” (em português) é para apoiar que Deus não é um, e sim, três. Em momento algum, o cristianismo seguiu o pensamento de que haja outros deuses além de Jeová, Deus é um, os outros são falsos. Ao contrário, sempre afirmamos que Deus é um, um único Deus vivo e verdadeiro que existe eternamente em três Pessoas distintas: Deus Pai, Deus Filho e Deus Espírito Santo. Vejamos a Confissão de fé de Westminster:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De Deus e da Santíssima Trindade &lt;br /&gt;I. Há um só (a) Deus vivo e verdadeiro (b), o qual é infinito em seu ser e perfeições (c). Ele é um espírito puríssimo (d), invisível (e), sem corpo, membros (f) ou paixões (g); é imutável (h), imenso (i), eterno (j), incompreensível (k), onipotente (l), onisciente (m), santíssimo (n), completamente livre (o) e absoluto (p), fazendo tudo para a sua própria glória (q) e segundo o conselho da sua própria vontade ®, que é reta e imutável. É cheio de amor (s), é gracioso, misericordioso, longânimo, muito bondoso (t) e verdadeiro remunerador dos que o buscam (u) e, contudo, justíssimo e terrível em seus juizos (v), pois odeia todo o pecado (w); de modo algum terá por inocente o culpado (x).&lt;br /&gt;Referências:&lt;br /&gt;a) Dt 6:4; 1Co 8:4,6. b) 1Ts 1:9; Jr 10:10. c) Jó 11:7-9; Jó 26:14. d) Jo 4:24. e) 1Tm 1:17. f) Dt 4:15,16; Jo 4:24 com Lc 24:39. g) At 14:11,15. h) Tg 1:17; Ml 3:6. i) 1Re 8:27; Jr 23:23,24. j) Sl 90:2; 1Tm 1:17. k) Sl 145:3. l) Gn 17:1; Ap 4:8. m) Rm 16:27. n) Is 6:3; Ap 4:8. o) Sl 115:3. p) Ex 3:14. q) Pv 16:4; Rm 11:36. r) Ef 1:11. s) I Jo 4:8,16. t) Ex 34:6-7 u) Hb 11:6. v) Ne 9:32-33. w) Sl 5:5-6. x) Na 1:2-&lt;br /&gt;       Se analisarmos o contexto, iremos entender que, como sempre, os mestres da Lei judaica estavam querendo testar Jesus a respeito desse mandamento que se apóia no “Shemá”. Jesus já havia afirmado em várias ocasiões que Ele era Deus, um com o Pai, e os fariseus testaram-Lhe nesse sentido, porém, Ele afirma que só há um Deus, o único soberano dos céus e da terra que exige adoração “...de todo o teu coração, de toda a tua alma e de toda a tua força” (Dt.6:5). Todavia, o cerne da questão é: Por que os cristãos não traduziram “um” (εϊς), mas traduziram “único” (μόνος) simplesmente porque na língua portuguesa não tem diferença nesse contexto. Analisemos alguns dicionários:&lt;br /&gt;Único - adj. 1. Só; sem outro da sua espécie ou qualidade. 2. Fig. Muito superior aos outros, excepcional!. 3. Sem precedentes. 4. Singular 5. Excepcional!; exclusivo. (Dicionário Priberam da Língua Portuguesa).&lt;br /&gt;Único - adj (lat unicu). 1 Que é um só; que não tem igual em sua espécie ou gênero; exclusivo, singular. 2 Sozinho, desacompanhado. 3 Excepcional, principal, essencial. 4 Sem par, sem igual, sem semelhante, 6 Superior aos demais; o melhor; a que nada se compara. 7 Sem precedentes. (Michaelis - Moderno Dicionário da Língua Portuguesa).&lt;br /&gt;Único. adj. Que é só no seu gênero, na sua espécie: filho único. Muito superior aos outros de seu gênero ou de sua espécie; incomparável, ímpar: talento único (Aurélio).&lt;br /&gt;Único - adj. Que é só no seu gênero, na sua espécie: filho único. Muito superior aos outros de seu gênero ou de sua espécie; incomparável, ímpar: talento único.&lt;br /&gt;Additional information about "único".&lt;br /&gt;Expand Infomation • Retract Infomation. &lt;br /&gt;Synonymous "único" incomparável• sem par• singular• um• uno• ímpar (Dicionário WEB).&lt;br /&gt;         Portanto, não tem sentido as alegações dos judeus-messiânicos que é feita em um vídeo na Internet. &lt;br /&gt;(http://ubeblog.ning.com/forum/topics/imersao-batismo-em-nome-de). Eles continuam errando como antigamente: “Respondeu-lhes Jesus: Errais, não conhecendo as Escrituras nem o poder de Deus” (Mt.22:29). Ouve, ó judeus-messiânicos, o Senhor, nosso Deus, é um, é o único Deus, não há outro além dEle. Porém, existe três Pessoas na mesma divindade, Pai, Filho e o Espírito Santo e esses três é um. A palavra usada para “único” no hebraico (’ehadh), significa uma unidade composta, e, portanto, apóia a doutrina da Trindade de Pessoas na unidade. &lt;br /&gt;(Mt.28:19) – “Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo...” (ARA, 1997).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;         Os judeus-messiânicos citam o livro “Judaísmo e Origens do Cristianismo” Vol. 1. pg. 156 de David Flüsser para negar a doutrina da Trindade. Eles afirmam que a expressão em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo nunca foi mencionada por Eusébio antes do Concílio de Nicéia (325 d.C.). Acreditam, alguns inimigos da Trindade, que Mateus 28:19 era assim: “Ide e tornai todos os gentios discípulos em meu nome, ensinando-os a observar tudo o que vos ordenei”. Porém, supervisionado pelo Imperador Constantino, líder no Concílio de Nicéia, e pressionando pelo bispo Atanásio a inserir o termo “em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo sob ameaça de exílio, Eusébio sede as pressões e acrescenta a forma: “...em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo”. Todavia, quando se faz uma pesquisa mais acurada, chega-se ao entendimento de que essa expressão sempre existiu e que o David Flüsser está equivocado. Vamos analisar mais profundamente e ver se tem consistência o que ele afirma em seu livro.&lt;br /&gt;O entendimento dos verdadeiros crentes é de que o texto não foi adulterado porque Deus preservou Sua Palavra através dos tempos.&lt;br /&gt;         Os que defendem que o texto de Mateus 28:19 foi acrescentado pela Igreja Católica, dizem que no lugar de “batizando-as em nome do Pai, e do Filho e do Espírito Santo...” deveria ser “...batizando-as em meu (de Jesus) nome...”. Porém, a expressão “batizando-as em nome do Pai, e do Filho e do Espírito Santo...” aparece em todos os manuscritos mais antigos, e não “...batizando-as em meu (de Jesus) nome...”:&lt;br /&gt;Codex Sinaiticus&lt;br /&gt;“πορευθεντεϲ μαθητευϲατε πατα τα εθνη βαπτιζοντεϲ αυτουϲ ειϲ το ονομα του πρϲ και του ϋϊου  και του αγιου πνϲ”.&lt;br /&gt;Texto Recepitus&lt;br /&gt;“πορευθεντες ουν μαθητευσατε παντα τα εθνη βαπτιζοντες αυτους εις το ονομα του πατρος και του υιου και του αγιου πνευματος”.&lt;br /&gt;Codex Vaticanus&lt;br /&gt;“πορευθεντες ουν μαθητευσατε παντα τα εθνη βαπτιζοντες αυτους εις το ονομα του πατρος και του υιου και του αγιου πνευματος”.&lt;br /&gt;Vulgata Latina&lt;br /&gt;“euntes ergo docete omnes gentes baptizantes eos in nomine Patris et Filii et Spiritus Sancti”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;King James&lt;br /&gt;“Go ye therefore, and teach all nations, baptizing them in the name of the Father, and of the Son, and of the Holy Ghost”.&lt;br /&gt;Jerusalém&lt;br /&gt;“Ide, portanto, e fazei que todas as nações se tornem discípulos, batizando-as em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo”.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;CR – João Ferreira de Almeida&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Portanto ide, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;         Os inimigos da Trindade dizem que foi a Igreja Católica Romana que adulterou o texto de Mateus 28:19, porém, os cristãos sírios e coptas que possuíam sua própria versão, e que não estavam ligados a Igreja Católica mantém o texto original:  “...batizando-as em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo”. É interessante também salientar que os defensores de que Mt.28:19 foi acrescentado, afirmam que antes de Nisseia a forma “...nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo” não era citado pelos pais apostólicos. Porém, quando analisamos os textos mais antigos descobrimos que isso não era verdade porque os pais da igreja citavam a forma “...nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo”. Vejamos:  &lt;br /&gt;O Didaquê: Um manual doutrinário de candidato ao batismo escrito entre 70 e 100.&lt;br /&gt;Inácio de Antioquia (50 – 110 d.C.)&lt;br /&gt;Justino Mártir (100 – 165 d.C.).&lt;br /&gt;Taciano, o Sírio (120 – 180 d.C.)&lt;br /&gt;Irineu de Lyon (130 – 200 d.C.).&lt;br /&gt;Tertuliano de Cartago (150 – 220 d.C.).&lt;br /&gt;Hipólito de Roma (170 – 235 d.C.).&lt;br /&gt;Orígenes (185 – 253 d.C.).&lt;br /&gt;Cipriano (morreu em 258 d.C.).&lt;br /&gt;Dionísio de Alexandria  (morreu em 265 d.C.).&lt;br /&gt;Vitorino de Pettau (morreu em 332 d.C.) e os autores do Tratado Contra o Herege Novaciano e do Tratado Sobre o Rebatismo. Todos esses Escreveram Mt.28:19 usando a espressão “...batizando-as em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo”.&lt;br /&gt;        “A formulação doutrinal para a Trindade é que Deus é “um em essência, e três em pessoa”. Isto não confere uma contradição, visto que não estamos dizendo que Deus é “um em essência, e três em essência”, ou que Deus é “um em pessoa, e três em pessoa”. Isto é, não estamos dizendo que Deus é um e três no mesmo sentido, mas que Ele é um num sentido, e três em outro sentido. Portanto, não há contradição na doutrina da Trindade” O Deus Triúno  por Vincent Cheung – Monergismo.&lt;br /&gt;Os Judeus-Messiânicos afirmam que muitos textos bíblicos foram adulterados. Vejamos alguns desses textos:&lt;br /&gt;         Muitas heresias têm surgido no seio da igreja. Apesar de serem combatidas pelos apóstolos e pais da igreja, elas ainda continuam vivas com uma nova camuflagem, é claro, porém, com o mesmo objetivo, de serem a detentora da verdade quando na realidade não são. Uma dessas grandes heresias foi a dos judaizantes que, atualmente são conhecidos como “Judeus-Messiânicos” e se apresentam como os únicos e verdadeiros seguidores de Jesus Cristo. No seu “Novo Testamento Judaico” eles deturpam alguns textos principalmente os que afirmam que Jesus Cristo é Deus, e os que apontam claramente para “Trindade”. Não aceitam o batismo em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo e etc. Iremos analizar alguns versículos que eles afirmam que foram adulterados:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mateus (27:9), para os Judeus-Messiânicos, o nome do profeta está errado, ao invés de Jeremias deveria ser Zacarias (Zc.11:12, 13), portanto, também para eles, é um caso de texto adulterado. Vamos analisar se tais afirmações procedem:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mateus (27:9): &lt;br /&gt;“Então, se cumpriu o que foi dito por intermédio do profeta Jeremias: Tomaram as trinta moedas de prata, preço em que foi estimado aquele a quem alguns dos filhos de Israel avaliaram; e as deram pelo campo do oleiro, assim como me ordenou o Senhor”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Zacarias (11:12, 13):&lt;br /&gt;“Eu lhes disse: se vos parece bem, daí-me o meu salário; e, se não, deixai-o. Pesaram, pois, por meu salário trinta moedas de prata. Então, o SENHOR me disse: Arroja isso ao oleiro, esse magnifico preço em que fui avaliado por eles. Tomei as trinta moedas de prata e as arrojei ao oleiro, na Casa do SENHOR”. &lt;br /&gt;      &lt;br /&gt;         Mateus 27:9 está relacionado estreitamente em conteúdo com Jr.19.1-13, que é uma profecia de julgamento pelo derramento de sangue inocente Jr.19:4 e Jr.32: 6-15. Ele fala duas vezes do oleiro Jr.19:1, 11 e o “Campo de Sangue”, em Mateus, relembra sua designação de Tofete como o “vale de Matança” Jr.19:6, que se torna também um cemitério Jr.19:11. Mateus encontra, nas ações de Judas e dos sacerdotes, o cumprimento das profecias de juízo feitas por Zacarias e Jeremias.    &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Romanos (10:4)&lt;br /&gt;“a palavra fim e não finalidade, objetivo, alvo, de acordo com o contexto, foi colocada para induzir o leitor ao erro, de achar que a Lei acabou com a vinda do Messias. I Pedro 1:9 é usada a mesma palavra, e nem por isso Pedro (Kefa) quiz dizer que a fé ia acabar” (Judeus-Messiânicos, 2010).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;          “Declaro de novo a todo homem que se faz circuncidar...” O texto é bastante enfático: todo homem (judeu ou gentio) que se faz circuncidar tem que cumprir toda Lei, e como só Cristo cumpriu cabalmente toda Lei, essas pessoas que agirem dessa forma estarão debaixo de maldição, e não é só a circuncisão, mas quaisquer outros aspectos dos rudimentos da Lei a condenação é a mesma. Cristo cumpriu toda Lei: “Não penseis que vim revogar a Lei ou os Profetas; não vim para revogar, vim para cumprir” (Mt.5:17). Cristo cumpriu (plerossai), encheu, completou a Lei. Ele não veio revogar ou destruir nenhuma palavra que foi ensinada no Antigo Testamento, ao contrário, Ele deu o que faltava, o Espírito Santo. Se Ele cumpriu a Lei, por que alguns procuram cumprir o que já foi cumprido? Porque tais pessoas não têm, ainda, a Lei escrita nos seus corações. Essa é a resposta. Quem está em Cristo foi resgatado  da maldição da Lei e recebeu a adoção de Filho e cumpre toda Lei: “Porque toda a Lei está contida em uma só palavra: Amarás o teu próximo como a ti mesmo” (Gl.5;14).&lt;br /&gt;         Cristo Jesus nos resgatou da escravidão da Lei, por que deveríamos voltar pra lá, se o fim da Lei é Cristo?: “Porque o fim da lei é Cristo, para a justiça de todo aquele que crê” (Rm.10:4).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O fim da lei&lt;br /&gt;“A palavra “fim” (gr. Telos) tem duplo sentido: por um lado é “alvo” ou “finalidade”: e por outro, “término” ou “fim”. Cristo corresponde a ambos, pois Ele é o alvo da lei (Gl.4:1-7) e também o fim da lei como meio de ganhar o favor de Deus” (Bíblia Shedd, p.1596).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;       A Lei findou em Cristo, terminou, alcançou seu objetivo, era sombra todo o cerimonialismo.&lt;br /&gt;       Quando você vê uma igreja dizendo-se cristã e praticando os rudimentos da Lei, não dê credibilidade porque ela está sob maldição (cf. Gl.3:10).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apoclipse (22:14) &lt;br /&gt;“Algumas traduções trazem: “Bem-Aventurado os que guardam os Mandamentos..." outras dizem: “Bem-Aventurados os que lavam as vestes..." adulteração escandalosa, isso não está nos Manuscritos, nem em grego, nem aramaico, nem hebraico” (Judeus-Messiânicos, 2010). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;         Os Judeus-Messiânicos acreditam que o texto correto é, “guardam os mandamentos” e não os que dizem, “lavar as vestes”. Eles entendem dessa forma porque não tem conhecimento da Palavra de Deus. Entendem erroneamente e dizem que os cristãos querem negar os mandamentos de Deus. Também querem algum tipo de apoio para praticar os rudimentos da Antiga Aliança. Mas, qual a forma correta? Tanto “lavar as vestes” quanto “guardar os mandamentos” estão contextualizados. As Escrituras afirmam corretamente que só os que guardam os mandamentos de Deus são os que tiveram suas vestis lavadas com o sangue do Cordeiro de Deus. Portanto, nenhuma das formas usadas altera o sentido do que o texto está dizendo. Tenha certeza de uma coisa, só entrarão na cidade pelas portas e terão direito à árvore da vida os que guardam os Seus mandamentos, e quem são esses? São os que tiveram suas vestes lavadas como sangue do Cordeiro de Deus. Os judeus-messiânicos afirmam sem entendimento que “lavar as vestes” não se encontra nos manuscritos mais antigos (gregos), veremos que essa afirmação é falsa porque ela se encontra nos manuscritos mais antigos gregos: &lt;br /&gt;(Ap. 22:14) – “Bem-aventurados aqueles que lavam as suas vestiduras (no sangue do Cordeiro), e entrem na cidade pelas portas” (RA – João Ferreira de Almeida, 1999).&lt;br /&gt;(Ap. 22:14) – “Bem-aventurados aqueles que lavam as suas vestiduras (no sangue do Cordeiro), e entrem na cidade pelas portas” (RAR. Atualizada – João Ferreira de Almeida, 1997).&lt;br /&gt;(Ap. 22:14) – “Feliz os que lavam suas vestes...” (Bíblia de Jerusalém, 2002).&lt;br /&gt;(Ap. 22:14) – “Felizes as pessoas que lavam as suas roupas...” (NTLH).&lt;br /&gt;(Ap. 22:14) – Bem-aventuados todos os que lavam suas roupas...” (King James).&lt;br /&gt;(Ap. 22:14) - “Feliz os que lavam suas vestes...” (NVI, 2003)&lt;br /&gt;(Ap. 22:14) – “Мακαριοι οί πλύνοντες τάς στολάς...” - “Bem-aventurados os que lavam as vestes deles...” (Novo Testamento Interlinear Grego / Português, 2004).&lt;br /&gt;(Ap. 22:14) – “beati qui lavant stolas suas ut sit potestas eorum in ligno vitæ et portis intrent in civitatem” (Vulgata Latina).&lt;br /&gt;(Ap.22:14)“μακαριοι οι πλυνοντεϲ ταϲ ϲτολαϲ…” (Códex Sinaiticus).&lt;br /&gt;(Ap.22:14) “μακαριοι οι ποιουντες τας εντολας αυτου ινα εσται η εξουσια αυτων επι το ξυλον της ζωης και τοις πυλωσιν εισελθωσιν εις την πολιν” (Texto Receptus).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Versículos adulterados no N.T. Judaico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mateus 10:38: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“E quem não toma sua estaca de execução e não me segue, não é digno de mim” (Novo Testamento Judaico, 2007).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;        A Bíblia diz que é maldito todo que é pendurado em um madeiro. É chamado madeiro porque o instrumento de tortura é de madeira em forma de cruz, só por isso. “Não deixem o corpo no madeiro durante a noite. Enterrem-no naquele mesmo dia, porque qualquer que for pendurado num madeiro está debaixo da maldição de Deus. Não contaminem a terra que o Senhor, o seu Deus, lhes dá por herança” (Dt. 21:23). “Σταυρόν” (como estaca) é tudo que é feito de madeira, bem como cercas, as pontes e as estacas usadas em construções de casas. Jesus carregou uma viga nos ombros  (“Σταυρόν”), no local da execução havia outra viga maior (“Σταυρόν”), portanto Ele morreu em um “Σταυρόν” em forma de cruz.  &lt;br /&gt;       Jesus Cristo não morreu em uma estaca e sim em uma cruz, diz a NVI: “...e quem não toma a sua cruz e não me segue, não é digno de mim” (Mt. 10:38). Vejamos o texto grego: “...λαμβανει τόν σταυρόν αυτου καί ακολουθει...” tradução literal: “...toma a cruz dele e segue...” (Novo Testamento Interlinear Grego / Português, 2004).&lt;br /&gt;Eles gritavam, crucifica-o: “Mas eles continuaram gritando: "Crucifica-o! Crucifica-o!" (Lc 23:21). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais corrupção no Novo Testamento Judaico.&lt;br /&gt;        A Lei foi dada ao homem para combater o avanço do pecado. Portanto, ela foi feita para os transgressores e pecadores e não para os que foram justificados. Analise o texto do Novo Testamento Judaico, comparando com outras versões, iremos encontrar muitos casos de corrupção; o primeiro texto que iremos analisar o autor faz um arrumadinho com o objetivo de mostrar que nem todos negligenciam a Torah com a intenção de passar que alguns judeus eram o suficiente bons. Porem, o texto correto diz que a Torah foi feita para: “...injustos e obstinados, para os ímpios e pecadores, para os profanos e irreligiosos, para os parricidas e matricidas, para os homicidas, para os devassos, para os sodomitas, para os roubadores de homens, para os mentirosos, para os perjuros, e para o que for contrário à sã doutrina...”. Todo ser humano é dessa natureza, corrupto. Se todos são corruptos e injustos, então negligenciam a torah. Dessa forma o texto correto não seria o do Novo Testamento Judaico em que se tenta minimizar a corrupção dos judeus. A Lei diz que não se deve matar, mas o homem tem sede de sangue, diz que não devemos cobiçar a mulher do próximo, mas o homem cobiça. Vejamos como é diferente o Novo Testamento Judaico:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1Tm.1:9-10 – “Temos consciência de que a Torah não tem por objetivo a pessoa justa, mas quem negligencia a Torah: descrentes, ímpios e pecadores, quem mata pai e mãe, assassinos, pessoas sexualmente imorais – quer heterossexuais quer homossexuais – vendedores de escravos, mentirosos e perjuros, e quem age de forma contrária a sã doutrina...” (Movo Testamento Judaico, 2008). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os judeus estavam sob o regime da Lei até a vinda do Messias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;      Estavam sob a tutela da Lei (Gl.3:23) guardados para o amor de Deus que seria derramados em seus corações pelo Espírito Santo (Rm.5:5). A Lei mostra a corrupção do homem e sua incapacidade de cumprir seus preceitos. &lt;br /&gt;     &lt;br /&gt;Vejamos outras versões:&lt;br /&gt;“Sabendo isto, que a lei não é feita para o justo, mas para os injustos e obstinados, para os ímpios e pecadores, para os profanos e irreligiosos, para os parricidas e matricidas, para os homicidas, para os devassos, para os sodomitas, para os roubadores de homens, para os mentirosos, para os perjuros, e para o que for contrário à sã doutrina...” (1 Timóteo 1:9-10 - ACRF).&lt;br /&gt;      Se a Lei foi feita para os pecadores e transgressores, os que tiveram seus pecados e transgressões lavados pelo sangue do Cordeiro estão mortos para a Lei, e sem Lei não há pecado.&lt;br /&gt;“Knowing this, that the law is not made for a righteous man, but for the lawless and disobedient, for the ungodly and for sinners, for unholy and profane, for murderers of fathers and murderers of mothers, for manslayers, for whoremongers, for them that defile themselves with mankind, for menstealers, for liars, for perjured persons, and if there be any other thing that is contrary to sound doctrine…” (1Tm.1;9-10 - King Jame)&lt;br /&gt;“ειδως τουτο οτι δικαιω νομος ου κειται ανομοις δε και ανυποτακτοις ασεβεσιν και αμαρτωλοις ανοσιοις και βεβηλοις πατραλωαις και μητραλωαις ανδροφονοις, πορνοις αρσενοκοιταις ανδραποδισταις ψευσταις επιορκοις και ει τι ετερον τη υγιαινουση διδασκαλια αντικειται...” (1Tm.1:9-10 – Texto Receptus).&lt;br /&gt;Outro versículo adulterado pelos judeus-messiânicos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rm.9:31 – “Entretanto, Yisra’el, mesmo mantendo a guarda da Torah, que oferece justiça, não alcançou o que a Torah oferece” (Novo Testamento Judaico, 2008).&lt;br /&gt;       O texto está totalmente diferente, Israel nunca manteve a guarda da Torah, nem ela oferece justiça. Porém, o homem, tanto judeu quanto grego eram justificado pela fé somente, sem a guarda da Lei ou através de quaisquer atos de justiça própria como também pensam os arminianos e Católicos Romanos. &lt;br /&gt;“Mas Israel, que buscava a lei da justiça, não chegou à lei da justiça” (Rm.9:31).&lt;br /&gt;      Israel buscava a justificação através da guarda da Lei . Todavia, o objetivo da Lei foi para que os judeus conhecessem a transgressão . Paulo deixa claro que ninguém é justificado pelas obras da Torah, mas pela fé em Jesus Cristo . Todavia, a fé é um dom de Deus, e Ele dá a quem quer, ou seja, só os que foram predestinados para a salvação  receberão esse dom para crê.   &lt;br /&gt;“...mas Israel, que buscava uma lei que trouxesse justiça, não a alcançou” (Rm.9:31 – NVI).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“But Israel, which followed after the law of righteousness, hath not attained to the law of righteousness” (Rm.9:31 – King Jame).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“…ισραηλ δε διωκων νομον δικαιοσυνης εις νομον δικαιοσυνης ουκ εφθασεν” (Rm.9:31 – Texto Receptus).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Israel não obedecia a Lei de Deus: “Sim, todo o Israel transgrediu a tua lei, desviando-se para não obedecer à tua voz; por isso a maldição e o juramento, que estão escritos na lei de Moisés, servo de Deus, se derramaram sobre nós; porque pecamos contra ele” (Daniel 9.11).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Como as nações que o SENHOR destruiu diante de vós, assim vós perecereis, porquanto não queríeis obedecer à voz do SENHOR vosso Deus”  (Deuteronômio 8.20).&lt;br /&gt;“Ao qual nossos pais não quiseram obedecer, antes o rejeitaram e em seu coração se tornaram ao Egito...” ( Atos dos Apóstolos 7.39).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Desviaram-se todos e juntamente se fizeram imundos: não há quem faça o bem, não há sequer um” ( Salmos 14.3).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;      Qual a justiça que a Torah oferece? Nenhuma! A promessa foi feita a Abraão que os gentios seriam justificado pela fé: “Não foi mediante a lei que Abraão e a sua descendência receberam a promessa de que ele seria o herdeiro do mundo, mas mediante a justiça que vem da fé. Pois se os que vivem pela lei são herdeiros, a fé não tem valor, e a promessa é inútil; porque a lei produz a ira. E onde não há lei, não há transgressão . Portanto, a promessa vem pela fé, para que seja de acordo com a graça e seja assim garantida a toda a descendência de Abraão; não apenas aos que estão sob o regime da lei, mas também aos que têm a fé que Abraão teve. Ele é o pai de todos nós” (Romanos 4:13-16).&lt;br /&gt;Outro erro cometido no Novo Testamento Judaico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Foi também em Antioquia que os talmidim (discípulos) foram chamados “messiânicos” (cristão) pela primeira vez” (Atos.11:26b – Novo Testamento Judaico – Negrito e parêntese meu).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;       Na verdade, não tem importância se os discípulos são chamados de messiânicos ou cristãos. O que desejo salientar é o fato dos judeus-messiânicos pensarem erroneamente que o Novo Testamento foi escrito em hebraico. Há provas suficientes de que os originais foram escrito no grego koenê. A maioria dos cristãos de Antioquia eram gregos , e os discípulos eram conhecidos como os nazarenos . Não foram os discípulos que se auto intitularam cristãos, mas, eles foram chamados de cristãos (gr. χριστιανους) pelos membros daquela comunidade e não de messiânicos como afirmam os heréticos e contradizentes. A palavra correta que encontramos em todos os manuscristos é χριστιανους e não messiânicos. Vejamos a expressão correta em várias traduções:&lt;br /&gt;“...e, quando o encontrou, levou-o para Antioquia. Assim, durante um ano inteiro Barnabé e Saulo se reuniram com a igreja e ensinaram a muitos. Em Antioquia, os discípulos foram pela primeira vez chamados cristãos” (Atos 11:26 - NVI).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“...quem cum invenisset, perduxit Antiochiam. Factum est autem eis, ut annum totum conversarentur in ecclesia et docerent turbam multam, et cognominarentur primum Antiochiae discipuli Christiani” (Atos 11:26 – Vulgata Latina)&lt;br /&gt;“And when he had found him, he brought him unto Antioch. And it came to pass, that a whole year they assembled themselves with the church, and taught much people. And the disciples were called Christians first in Antioch” (Atos 11:26 – King Jame).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“και ευρων αυτον ηγαγεν αυτον εις αντιοχειαν εγενετο δε αυτους ενιαυτον ολον συναχθηναι εν τη εκκλησια και διδαξαι οχλον ικανον χρηματισαι τε πρωτον εν αντιοχεια τους μαθητας χριστιανους” (Atos 11:26 – Texto Receptus).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Pois há muitos insubordinados, que não passam de faladores e enganadores, especialmente os do grupo da circuncisão” &lt;br /&gt;(Tito 1:10).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conclusão&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;       Como vimos, o Novo Testamento, escrito em grego, merece toda confiança. Muito embora os inimigos da fé tentem incessantemente perverter a verdade, Deus preserva um povo que não dobra os joelhos a Baal e que continuará a resistir contra todo vento de falsa doutrina como no caso dos judeus-messiânicos. Amém!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“αντεχομενον του κατα την διδαχην πιστου λογου ινα δυνατος η και παρακαλειν εν τη διδασκαλια τη υγιαινουση και τους αντιλεγοντας ελεγχειν” (Tito 1:9).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“e apegue-se firmemente à mensagem fiel, da maneira como foi ensinada, para que seja capaz de encorajar outros pela sã doutrina e de refutar os que se opõem a ela” (Tito 1:9).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“μη προσεχοντες ιουδαικοις μυθοις και εντολαις ανθρωπων αποστρεφομενων την αληθειαν παντα μεν καθαρα τοις καθαροις τοις δε μεμιασμενοις και απιστοις ουδεν καθαρον αλλα μεμιανται αυτων και ο νους και η συνειδησις θεον ο&lt;br /&gt;μολογουσιν ειδεναι τοις δε εργοις αρνουνται βδελυκτοι οντες και απειθεις και προς παν εργον αγαθον αδοκιμοι” Tito 1:14-16&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“e não dêem atenção a lendas judaicas nem a mandamentos de homens que rejeitam a verdade. Para os puros, todas as coisas são puras; mas para os impuros e descrentes, nada é puro. De fato, tanto a mente como a consciência deles estão corrompidas. Eles afirmam que conhecem a Deus, mas por seus atos o negam; são detestáveis, desobedientes e desqualificados para qualquer boa obra” Tito 1:14-16&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Referências Bibliográficas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;BORNKAMM, Günther. Bíblia. Novo Testamento. São Paulo. Editora Paulus,2003.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;C.C.Torrey, The Four Gospels, a New Translation; Nova York, 1933. Our Translated Gospels, Nova York, 1936&lt;br /&gt;COMFORT, W. Philip. A Origem da Bíblia: Textos e Manuscritos do Novo Testamento. São Paulo. CPAD, 1998. Pg.256.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;LÉXICO DO NOVO TESTAMENTO GREGO / PORTUGUÊS F. Wilbur Gingrich Revisado por Frederick W. Danker Tradução de Júlio Ρ. Τ. Zabatiero - 1984&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;NOVO TESTAMENTO Interlinear Grego/Português. Sociedade Bíblica do Brasil, 2004 - O NTI Grego-Português (Tho Greek New Testament). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;NOVO TESTAMENTO JUDAICO, 2008.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;HENDRIKSEN, William. Mateus. São Paulo. Editora Cultura Cristã, 2001&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2450445771080054942-5913863721611864650?l=prbeto-estudosteologicos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://prbeto-estudosteologicos.blogspot.com/feeds/5913863721611864650/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2450445771080054942&amp;postID=5913863721611864650' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2450445771080054942/posts/default/5913863721611864650'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2450445771080054942/posts/default/5913863721611864650'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://prbeto-estudosteologicos.blogspot.com/2012/01/biblia-continua-mesma-e-os-judeus.html' title='A BÍBLIA CONTINUA A MESMA: E os judeus-messiânicos foram desmascarados.'/><author><name>prbeto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04991251078209387116</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://bp0.blogger.com/_uJ4EWNH9RAI/R4lGQbvo-_I/AAAAAAAAAAg/aHenbx90Xng/S220/Imagens++(Imagens+variadas+17)dsafGHEHGRAHTHAETHGRgW+025.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-tOdF55MpRng/Txy68nORi9I/AAAAAAAAAtI/nxsNUvA_ops/s72-c/lendo-a-biblia1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2450445771080054942.post-6268184853899081601</id><published>2010-12-09T20:59:00.000-08:00</published><updated>2010-12-09T21:11:44.816-08:00</updated><title type='text'>ERROS DA TEOLOGIA  ARMÍNIO-WESLEYANA</title><content type='html'>&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;ERROS TEOLÓGICOS NA DOUTRINA ARMÍNIO-WESLEYANA&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por&lt;br /&gt;Pr. Carlos R. Cavalcanti&lt;br /&gt;Teólogo, Historiador, Antropólogo, Especialista em Arte, Religião e Cultura Judaica.&lt;br /&gt;18/08/2010&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CAVALCANTI, Carlos R. &lt;br /&gt;          Erros Teológicos na Doutrina Armínio-Wesleyana. Recife. Editora C R C, 2010. 84p. &lt;br /&gt;Conteúdo: Apologético-Doutrinário. Todos os direitos reservados. Proibida a reprodução por quaisquer meios, salvo em breves citações com indicação da fonte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;INTRODUÇÃO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;     João Wesley foi o fundador do metodismo. Teologicamente ele esta situado, nos contextos da teologia anglicana, do puritanismo inglês, do pietismo alemão-moravo, os quais tiveram significativa importância nas suas concepções teológicas. &lt;br /&gt;     O avivamento metodista é de essência arminiana, mesmo estando em um contexto calvinista, Wesley pregava a universalidade da graça de Deus e a inteira santificação. A Teologia Arminiana-Wesleyana divergiu do calvinismo, argumentando que os benefícios da graça são oferecidos a todos, em oposição ao princípio calvinista de que Deus predestinou para a salvação alguns dentre a humanidade caída e deixou o restante na sua merecida condenação. Foi isso que levou Wesley a ter divergências com os calvinistas extremados (como ele chamava alguns). A pesar de ter sido um crente fervoroso e influenciado a Inglaterra com suas pregações, encontramos em sua teologia alguns erros doutrinários que merecem ser revistos.&lt;br /&gt;      João Wesley não escrevera nenhuma teologia sistemática; é qualificado como um teólogo prático.&lt;br /&gt;      A Igreja evangélica brasileira foi influenciada profundamente pela teologia wesleyana, principalmente no que diz respeito ao arminianismo, mesmo que de forma inconsciente, muitas igrejas professam premissas dessa teologia, dentre elas podemos citar o movimento pentecostal moderno que na sua teologia tem em Wesley algumas referências.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;                                    ÍNDICE&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;01. LIVRE-ARBÍTRIO......................................06&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;02. FÉ.................................................................16 &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;03. JUSTIFICAÇÃO PELA FÉ.........................24&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;04. EXPIAÇÃO: Universal ou Limitada............31&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;05. ELEIÇÃO E PREDESTINAÇÃO..............52&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;06. A GRAÇA PREVENIENTE.......................73&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;07. SANTIFICAÇÃO.........................................79&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;1. O LIVRE-ARBÍTRIO&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;       Os arminianos-wesleyanos não compreendem o significado de arbítrio nem de liberdade. O que realmente isso significa? O arbítrio é a faculdade de decidir, de escolher, de determinar. Para que ele seja livre não pode haver nem uma força agindo internamente ou externamente influenciando-o em suas decisões. Como o livre-arbítrio está ligado a soberania, o único ser que é totalmente livre de quaisquer influências é Deus. Ele é Livre em suas ações, quando decidiu criar, Ele poderia não ter criado, isso não O afetaria em nada. Segundo esse princípio, não poderemos afirmar que o homem natural tem livre-arbítrio. Por quê? Um escravo tem liberdade? (Jo.8:34)  Não. Como uma pessoa pode dizer que tem livre-arbítrio quando ela é incapaz de poder compreender a palavra de Deus?  A liberdade dela é de acordo com a sua natureza corrupta, ou seja, de fazer a vontade do Diabo  e não a de Deus. Se ela não pode fazer a vontade do SENHOR porque está morta espiritualmente, como pode alguns falsos pastores e mestres ensinar que o homem possui tal liberdade? &lt;br /&gt;         Analisemos o texto de Efésios 2:1b-3 que diz: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Ele vos deu vida, estando vós mortos nos vossos delitos e pecados nos quais andastes outrora, segundo o curso deste mundo, segundo o príncipe da potestade do ar, do espírito que agora atua nos filhos da desobediência; entre os quais também todos nós andamos outrora, segundo as inclinações da nossa carne, fazendo a vontade da carne e dos pensamentos; e éramos, por natureza, filhos da ira, como também os demais” (itálico e negrito meu).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;       Essas palavras foram para a igreja dos efésios e continua ecoando para todas as igrejas de Cristo Jesus, ainda hoje. Antes de recebermos a vida que há em Cristo, nós andávamos em nossos delitos e pecados segundo o curso deste mundo e não segundo o curso do Espírito Santo. Nesse estado a onde está o livre-arbítrio? A capacidade de buscar a Deus em espírito e em verdade? Os espíritos malignos são os guias dos que não estão em Cristo Jesus, dos filhos da desobediência. O texto é claro, “andávamos segundo as inclinações da carne e dos pensamentos e éramos por natureza filhos da ira”. A liberdade que o homem pensa ter é de acordo com sua natureza, e essa natureza é inclinada para o mal. O livre-arbítrio é, portanto, um escravo. Encontrava-mos nessa situação e não tínhamos o mínimo de desejo de buscar a Deus, devido a nossa natureza depravada, mas, fomos objetos da Sua graça e de Seu amor e Ele nos deu vida sem que merecêssemos: “Mas Deus, sendo rico em misericórdia, por causa do grande amor com que nos amou e estando nós mortos em nossos delitos, nos deu vida juntamente com Cristo, - pela graça sois salvos...” (Ef.2:4-5 – itálico e negrito meu). A graça é um dom gratuito de Deus, e não necessita de obras .&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Pois somos feitura dele, criados em Cristo Jesus para as boas obras, as quais Deus de antemão preparou para que andássemos nelas” (Ef.2:10 – itálico meu).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;       Agora pertencemos a Cristo, somos seus servos, guiados pelo Espírito Santo . E o apostolo Paulo disse, “não mais vivo eu, mas Cristo vive em mim”. Como podemos pensar que temos a liberdade de fazer o que bem entendermos? Libertos do pecado, temos paz com Deus, e o desejo do nosso coração é fazer Sua vontade, pois fomos predestinados para sermos transformados na imagem do Filho de Deus (cf. Rm.8:29) .&lt;br /&gt;       O salmista, inspirado pelo Espírito, descreve quem é inteiramente livre em todo seu ser: “Os teus olhos me viram a substância ainda informe, e no teu livro foram escritos todos os meus dias cada um deles escrito e determinado quando nem um deles havia ainda” (Sl.139:16). Se todos os seus dias foram escrito no livro de Deus antes que viéssemos a existência, não temos a liberdade que pensamos ter. Deus sabia o dia que iríamos nascer e nós não sabíamos. Todos os nossos dias estão escrito nesse livro, inclusive o dia que iríamos nascer do Espírito. Nós não podíamos determinar esse dia, mas já estava escrito no livro de Deus. Ninguém sabe o dia que irá morrer, mas já está determinado por ele. Você tem livre-arbítrio? Podemos mudar o rumo da nossa vida? Mesmo já estando escrito e determinado por Deus? Aos anjos que não guardaram seu domicílio, e estão sob trevas e algemas eternas aguardando o juízo do grande Dia (cf. Jd.6). Eles podem fazer alguma coisa pra mudar essa realidade que foi determinada por Deus? Não. Assim diz o SENHOR pelo profeta Isaías 46:10, “farei toda a minha vontade”. A vontade é dEle e não nossa.&lt;br /&gt;       Os arminianos gostam muito desse versículo, (Dt.30:15-16) , que propõe a vida e a morte para Israel escolher. Eles chamam isso de livre-arbítrio; só que Israel em toda sua história nunca escolheu a vida. A onde está o livre-arbítrio? Por que eles nunca escolheram a vida? Vejamos o motivo: “Que diremos, pois? O que Israel busca, isso não conseguiu; mas a eleição o alcançou; e os mais foram endurecidos, como está escrito: Deus lhes deu espírito de entorpecimento, olhos para não ver e ouvidos para não ouvir até ao dia de hoje” (Rm.11:7-8 – itálico e negrito meu).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alguns versículos mostram que o livre-arbítrio é um mito:&lt;br /&gt;     A Bíblia ensina que a vontade de Deus determina todas as coisas. Nada existe ou acontece sem que Ele tenha permitindo: &lt;br /&gt;Eu anuncio o fim desde o princípio, e desde a antiguidade as coisas que ainda não sucederam; Eu digo: O meu conselho será firme, e farei toda a minha vontade (Isaías 46:10). &lt;br /&gt;Não se vendem dois passarinhos por um ceitil? e nenhum deles cairá em terra sem a vontade de vosso Pai (Mateus 10:29).&lt;br /&gt;Deus controla não somente os eventos naturais, mas Ele controla também todos os assuntos e decisões humanas:&lt;br /&gt;Bem-aventurado aquele a quem tu escolhes, e fazes chegar a ti, para que habite em teus átrios; nós seremos fartos da bondade da tua casa e do teu santo templo (Salmos 65:4). &lt;br /&gt;O SENHOR fez tudo para seus próprios fins; sim, até o ímpio para o dia do mal (Provérbios 16:4). &lt;br /&gt;O coração do homem planeja o seu caminho, mas o SENHOR determina os seus passos (Provérbios 16:9)&lt;br /&gt;Os passos do homem são dirigidos pelo SENHOR; como, pois, entenderá o homem o seu caminho? (Provérbios 20:24).&lt;br /&gt;Como ribeiros de águas assim é o coração do rei na mão do SENHOR; Ele o inclina a todo o seu querer (Provérbios 21:1)&lt;br /&gt;Visto que os seus dias estão determinados; tu tens decretado o número dos seus meses; e tu lhe puseste limites, e não passará além deles (Jó 14:5). &lt;br /&gt;E todos os moradores da terra são reputados em nada, e segundo a sua vontade ele opera com o exército do céu e os moradores da terra; não há quem possa estorvar a sua mão, e lhe diga: Que fazes? (Daniel 4:35).&lt;br /&gt;Antes se despediu deles, e prometeu: Se Deus quiser, outra vez voltarei a vós. E navegou de Éfeso (Atos 18:21)&lt;br /&gt;Porque Deus é o que opera em vós tanto o querer como o efetuar, segundo a sua boa vontade (Filipenses 2:13). &lt;br /&gt;Eia agora vós, que dizeis: Hoje, ou amanhã, iremos a tal cidade, e lá passaremos um ano, e contrataremos, e ganharemos; Digo-vos que não sabeis o que acontecerá amanhã. Porque, que é a vossa vida? É um vapor que aparece por um pouco, e depois se desvanece. Em lugar do que devíeis dizer: Se o Senhor quiser, e se vivermos, faremos isto ou aquilo (Tiago 4:13-15)&lt;br /&gt;Digno és, Senhor, de receber glória, e honra, e poder; porque tu criaste todas as coisas, e por tua vontade são e foram criadas (Apocalipse 4:11)&lt;br /&gt;Se Deus realmente determina todos os eventos naturais e assuntos humanos, então, segue-se que Ele também decretou a existência do mal. Isto é o que a Bíblia explicitamente ensina: &lt;br /&gt;E disse-lhe o SENHOR: Quem fez a boca do homem? ou quem fez o mudo, ou o surdo, ou o que vê, ou o cego? Não sou eu, o SENHOR? (Êxodo 4:11).&lt;br /&gt;Quem é aquele que diz, e assim acontece, quando o Senhor o não mande? Porventura da boca do Altíssimo não sai tanto o mal como o bem? (Lamentações 3:37-38).&lt;br /&gt;Eu formo a luz, e crio as trevas; eu faço a paz, e crio o mal; eu, o SENHOR, faço todas estas coisas (Isaías 45:7).&lt;br /&gt;Tocar-se-á a trombeta na cidade, e o povo não estremecerá? Sucederá algum mal na cidade, sem que o SENHOR o tenha feito? (Amós 3:6).&lt;br /&gt;Todo mal que possa acontecer a alguém está dentro da vontade Divina:&lt;br /&gt;Todavia, foi da vontade do SENHOR esmagá-lo, fazendo-o enfermar; quando a sua alma se puser por expiação do pecado, verá a sua posteridade, prolongará os seus dias; e a vontade do SENHOR prosperará na sua mão (Isaías 53:10)&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;2. A FÉ&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isto não vem de vós; é dom de Deus. Não vem das obras, para que ninguém se glorie” (Ef.2:8-9 – itálico e negrito meu).&lt;br /&gt;        A salvação é um dom de Deus, o homem não faz nada, entra com as mãos vazias. O versículo é bastante claro: “...isto não vem de vós..”;  isto o que? A salvação, a graça, a fé. A graça é um favor imerecido, um “...dom de Deus”. Diz a Bíblia que todos pecaram e destituídos foram da glória de Deus (cf. Rm.3:23). Estão afastados, são Seus inimigos , portanto, merecem a justa condenação. Ele não tem obrigação de salvar ninguém, visto que a condenação do pecador é algo que ele fez por merecer: “...porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus, nosso Senhor” ( Rm.6:23 – negrito e itálico meu). O salário é algo que se faz por merecer, porém, o dom gratuito de Deus é algo que não merecíamos. Mas, Deus prova o Seu amor para conosco tendo Cristo morrido na cruz sendo nós ainda pecadores (cf. Rm.5:8). Como vimos, o homem não faz nada para contribuir com a graça soberana de Deus. Para alcançar a salvação, ele crê porque a incredulidade foi removida pela graça, a resistência que nos impedia de lhE buscar e adorar foi vencida pelo Seu poder que opera em nós (cf. Ef.1:19). Como está escrito em Rm.3:24: “Sendo justificados gratuitamente pela sua graça, pela redenção que há em Cristo Jesus”. Ser justificado gratuitamente pela fé significa que não podemos fazer nada para contribuir com a salvação, simplesmente por que essa dádiva é suficiente: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“...isto não depende do que quer, nem do que corre, mas de Deus, que se compadece” (Rm.9:16). “Mas, ó homem, quem és tu, que a Deus replicas? Porventura a coisa formada dirá ao que a formou: Por que me fizeste assim? Ou não tem o oleiro poder sobre o barro, para da mesma massa fazer um vaso para honra e outro para desonra?” (Rm.9:20-21 – itálico meu). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;       Os arminianos-wesleyanos não crêem dessa forma, eles acreditam que o homem pelo seu livre-arbítrio tem a capacidade de contribuir com a graça salvadora. Vejamos: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“A fé salvadora consiste de um elemento divino e outro humano” (Casa Nazarena de Publicações. Introdução a Teologia Cristã, 1990: pg.308 – negrito e itálico meu). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;       Citarei apenas dois versículos que confirmará que a posição arminio-wesleyana é incompatível com a doutrina bíblica: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Ora, a esperança não confunde, porque o amor de Deus é derramado em nosso coração pelo Espírito Santo, que nos foi outorgado” (Rm.5:5 – itálico e negrito  meu). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;      “Outorgado” significa dado sem que se possa questionar, se quer ou não. No grego e em outras versões: “imputado”, “dado”. Por que não podemos dizer que contribuímos com a fé salvadora e que nos voltamos para Deus com o objetivo de sermos regenerados posteriormente? Em primeiro lugar, o dom do Espírito é uma promessa (cf. Jl.2:28; At.2:17) , e uma promessa é algo que acontecerá, ininterruptamente, no tempo determinado com os eleitos de Deus através da pregação do Evangelho . Em segundo lugar, a escolha dos que irão ser salvos, conforme a eleição da graça aconteceu na eternidade, antes de todas as coisas virem a existência. Escolhidos “para” a salvação ou predestinados é algo que acontecerá no seu tempo pela pregação do Evangelho. Esses que Deus predestinou são amados pelo Senhor: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Entretanto, devemos sempre dar graças a Deus por vós, irmãos amados pelo Senhor, porque Deus vos escolheu desde o princípio para a salvação, pela santificação do Espírito e fé na verdade...” (2Ts.2:13 – negrito e itálico meu).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;       A teologia arminio-wesleyana da graça “preveniente” é de que o homem contribui para sua salvação. Esses ensinos a luz das Escrituras, cai por terra. Vejamos: 1) A escolha foi Deus quem fez segundo o beneplácito de Sua vontade: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“...assim como nos escolheu, nele, antes da fundação do mundo, para sermos santos e irrepreensíveis perante ele; e em amor nos predestinou para ele, para a adoção de filhos, por meio de Jesus Cristo, segundo o beneplácito de sua vontade...” (Ef.1:4-5 – negrito e itálico meu). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;        Não podemos afirmar que existe a possibilidade de contribuirmos com a graça salvadora porque nossa salvação foi uma “escolha eterna”, de Deus, conforme a Sua vontade e não segundo a nossa. Principalmente, porque nossa condição é de corrupção e morte, estamos legalmente mortos e separados de Deus, a sentença já foi decretada: “és pós e ao pó tornarás”. Não havia possibilidade do homem sem ser pela fé somente, que é um dom de Deus, sair do estado em que se encontra , “morto em seus delitos e pecados”. 2) Não existiria, também, a possibilidade dEle ter nos escolhido antes da fundação do mundo porque previu que iríamos crer. Não, não foi isso. Nenhum de nós poderia desenvolver essa capacidade, principalmente porque estamos mortos espiritualmente: “Mas vocês não querem vir para mim a fim de ter vida” (Jo.5:40 – NTLH). Alguns pensam que existe a capacidade dos que estão mortos espiritualmente fazerem escolhas para vida. Eu até poderia entender essa insistência se os arminianos pudessem dizer: “se quiser posso não pecar mais”. Não existe o desejo dos que estão mortos buscarem as coisas espirituais! Eles não querem vir, não porque exista a capacidade de escolher se quer vir ou não, mas, porque estão espiritualmente incapacitados até mesmo de “tentar” voltar-se para Deus. Todavia, segundo a Sua vontade, “Ele vos deu vida, estando vós mortos nos vossos delitos e pecados” (Ef.2:1). “Não fostes vós que me escolhestes a mim; pelo contrário, eu vos escolhi a vós outros...” (Jo.15:16a). É assim que Deus age, a iniciativa é dEle, a vontade é dEle, por isso a fé não é de todos , mas, apenas daqueles que foram escolhidos, eternamente, segundo a eleição da graça . &lt;br /&gt;       Como vimos a fé é um “dom” gratuito de Deus para o arrependimento. Os que não conhecem a Deus negam tais verdades afirmando que eles produzem essa fé pelo livre-arbítrio, portanto, a capacidade de render-se a Ele, aceitando-O como salvador depende dessa vontade de escolha. Todavia, a Bíblia não dá espaço para tais heresias.  &lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;3. JUSTIFICAÇÃO PELA FÉ &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Concluímos, pois, que o homem é justificado pela fé, independentemente das obras da lei" (Rm.3:28). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;        Essa doutrina é o ápice da teologia do apóstolo Paulo; é a doutrina evangélica do Nosso Senhor Jesus Cristo. Foi através dela, da "justificação pela fé somente," que Lutero rompeu com a falsa doutrina romanista da salvação pelas obras. Ela quem acendeu o pavio para que a Reforma explodisse. A glória de Deus é exaltada soberanamente nessa doutrina que coloca o machado na raiz do orgulho humano, quando afirma que não é por obras da Lei ou quaisquer tipos de justiça própria praticado por nós. &lt;br /&gt;         Ainda hoje, muita gente continua sem compreender como funciona a justificação unicamente pela fé. A teologia armínio-wesleyana corrompe essa doutrina no ponto mais importante. Ela afirma corretamente que a justificação é um ato judicial em que o pecador é declarado justo pela fé em Cristo Jesus. Porém, é herético fazer essa afirmação: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“É um ato pessoal no sentido de que é experimentado apenas pelos que o buscam pela oração e pela fé e que o obtêm. É inclusivo no sentido de que é a remissão de todos os pecados do passado em razão da tolerância de Deus” (Casa Nazarena de Publicações, Introdução a Teologia Cristã, 1990. pg.319 – negrito e itálico meu). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;      “é experimentado apenas pelos que o buscam pela oração e pela fé” . A justificação é pela fé somente, porém, o correto seria afirmar: “é experimentado pelos que não buscam”. Os pecadores que não buscam a Deus, que estão afastados da Sua glória, são justificados pela fé. Se alguém busca é porque já foi justificado. Deus prova o Seu amor pelos que não buscam, pelos que estão mortos nos delitos e pecados: “Mas Deus prova o seu próprio amor para conosco pelo fato de ter Cristo morrido por nós, sendo nós ainda pecadores” (Rm.5:8). A justificação é a prova do amor de Deus para conosco , e a fé, como dom gratuito de Deus, é o meio pelo qual temos acesso a graça . Quando os de teologia arminio-wesleyana afirmam que a justificação é para os que buscam pela oração e pela fé, eles estão afirmando que produzem fé salvadora antes da justificação, ou seja, o homem tem que buscar a justificação pela fé que produziu. A justificação, no entanto, não é algo que o homem possa desejar alcançar: “Mas vocês não querem vir para mim a fim de ter vida” (Jo.5:40 – NTLH). Pois, o dom de Deus é algo que acontece na vida dos eleitos, sem que eles busquem: “Ora, a esperança não confunde, porque o amor de Deus é derramado em nosso coração pelo Espírito Santo, que nos foi outorgado . Porque Cristo, quando nós ainda éramos fracos, morreu a seu tempo pelos ímpios” (Rm.5:5-6). Cristo morreu quando “ainda éramos fracos”, ou seja, quando ainda estávamos mortos em nossos delitos e pecados, quando não desejávamos nem se quer um pouco, nos voltar para o estado de santidade que possuíamos antes da queda.&lt;br /&gt;       Como vimos, a justificação é um “dom” Divino e Ele dá a quem quer: “O vento sopra onde quer, ouves a sua voz, mas não sabes donde vem, nem para onde vai; assim é todo o que é nascido do Espírito” (Jo.3:8 – itálico meu); “Assim, pois, não depende de quem quer ou de quem corre, mas de usar Deus a sua misericórdia” (Rm.9:16 – itálico meu).&lt;br /&gt;       A maioria das pessoas que se dizem cristãs, lêem esse versículo e diz: “Eu não aceito que Deus tenha agido dessa forma; porque se isso é verdade então Ele não está sendo justo para com os que perecem, sem que tenham oportunidade”. Ele, no entanto, tem uma resposta para essas pessoas: “Quem és tu, ó homem, para discutires com Deus?! Porventura, pode o objeto perguntar a quem o fez por que me fizeste assim? Ou não tem o oleiro direito sobre a massa, para do mesmo barro fazer um vaso para honra e outro, para desonra” (Rm.9:20-21 – itálico meu).&lt;br /&gt;“...todos os pecados do passado ...”. Na verdade, Ele perdoou todos os pecados, não só do passado, mas, também do presente e do futuro. “Agora, porém, libertados do pecado, transformados em servos de Deus, tendes o vosso fruto para a santificação e, por fim, a vida eterna” (Rm. 6:22). Somos declarados justos porque a justiça de Cristo Jesus é imputada em nós. Dessa forma estamos mortos para o pecado, mas vivos para Deus. Portanto, como o sangue de Jesus Cristo é suficiente para nossa salvação, não podemos pensar que ele foi derramado apenas pelos pecados do passado, se fosse assim, a vida eterna não seria uma garantia: “Declarou-lhes, pois, Jesus: Eu sou o pão da vida; o que vem a mim jamais terá fome; e o que crê em mim jamais terá sede” (Jo. 6:35). Será que cairão da fé os que foram justificados, os que provaram do pão da vida? Jamais terão fome. Os que beberem da água da vida, jamais terão sede. Não existe a possibilidade dos que provaram desse pão e beberam da água da vida voltar a ter fome ou sede novamente. Ele é poderoso para guardar nosso depósito até o dia final. Aquele que começou a boa obra em nossas vidas concluirá até o dia de Cristo Jesus.&lt;br /&gt;       O “fruto para a santificação ” é o Espírito Santo que habita em vós. É o selo, a garantia para a “vida eterna”. Se temos a garantia não podemos pensar jamais que perderemos a salvação ou que só os pecados do passado foram perdoados como se pudéssemos cair da graça, uma vez tendo nascido de Deus. Os que verdadeiramente nascem de Deus, têm a Sua natureza, e nada pode mudar essa realidade. Mesmo que um pai não reconheça a paternidade do seu filho ele continuará sendo seu filho, continuará com todas as características hereditárias, é algo que não se pode mudar. A Bíblia diz claramente que não há mais condenação para os que estão em Cristo Jesus. Fomos justificados por Ele e libertos da lei do pecado e da morte: “Agora, pois, já nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus. Porque a lei do Espírito da vida, em Cristo Jesus, te livrou da lei do pecado e da morte”  (Rm.8:1-2).&lt;br /&gt;     Os que afirmam que se pode cair da graça não conhece verdadeiramente o Deus da salvação: “Disse-lhe Tomé: Senhor, não sabemos para onde vais; como saber o caminho? Respondeu-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida; ninguém vem ao Pai senão por mim. Se vós me tivésseis conhecido, conhecereis também a meu Pai” (Jo.14:5-7).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;4. EXPIAÇÃO : UNIVERSAL OU LIMITADA?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;       Outro grande erro da teologia-arminio-wesleyana, é referente a expiação. Eles acreditam, erroneamente, que Cristo morreu na cruz por todos os seres humanos, e colocou Sua obra expiatória a disposição deles. E, só os que aceitam esse sacrifício, pela sua livre e espontânea vontade, serão salvos: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“A expiação é universal. Isto não quer dizer que toda a humanidade se salvará incondicionalmente, mas apenas que a oferta sacrificial de Cristo satisfez as pretensões da lei divina, de maneira que tornou a salvação possível para todos. A redenção, portanto, é universal ou geral no sentido de provisão, mas especial ou condicional na sua aplicação ao indivíduo” (Casa Nazarena de Publicações. Introdução a Teologia Cristã, 1990. pg.270 – negrito e itálico meu). &lt;br /&gt;. &lt;br /&gt;       Porém, a Teologia Bíblica afirma que a expiação é incondicional, e a morte de Cristo Jesus foi por todos os seus eleitos, ou seja, todos aqueles que o Pai escolheu na eternidade. Vejamos o que diz a Bíblia: “Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.” (Jo.3:16). Mundo tem vários significados, depende do contexto. Não podemos entender “mundo” como se Ele tivesse enviado Seu Filho para morrer por cada pessoa da raça humana. Vejamos o que Jesus diz: “Se vocês fossem do mundo, o mundo os amaria por vocês serem dele. Mas eu os escolhi entre as pessoas do mundo , e vocês não são mais dele. Por isso o mundo odeia vocês.” (Jo. 15:19 NTLH – negrito e itálico meu). Se Ele nos escolheu entre as pessoas do mundo, isso significa que a “expiação é incondicional”, depende unicamente da vontade de Deus e de Seu poder que opera em nós. Ele diz mais: “Não foram vocês que me escolheram; pelo contrário, fui eu que os escolhi para que vão e dêem fruto e que esse fruto não se perca.” (Jo.15:16a NTLH – itálico e negrito meu). O que comprova que a expiação é incondicional é que fomos escolhidos antes da criação do mundo e, foi unicamente pelos eleitos, os que Ele predestinou na eternidade que o Filho morreu na cruz: "Antes da criação do mundo, Deus já nos havia escolhido para sermos dele por meio da nossa união com Cristo, a fim de pertencermos somente a Deus e nos apresentarmos diante dele sem culpa..." (Ef 1:4 NTLH – itálico e negrito meu). Será que Ele nos escolheu antes da fundação do mundo porque previu que alguns de nós iriamos crer? Não. Porque está escrito que a salvação não é pelas obras para que ninguém se glorie. Vocês não podem fazer absolutamente nada para conseguir a salvação: "Deus nos salvou e nos chamou para sermos o seu povo. Não foi por causa do que temos feito, mas porque este era o seu plano e por causa da sua graça. Ele nos deu essa graça por meio de Cristo Jesus, antes da criação do mundo" (2 Tm. 1:9 NTLH – itálico e negrito meu).&lt;br /&gt;        A expiação é incondicional. Essa é a prova inconstetável, Esaú e Jaco, de que não é preciso fazer nada, nem de que Deus previu que o homem responderia positivamente ao Seu chamado. Vejamos: &lt;br /&gt;"Mas, para que a escolha de um deles fosse completamente de acordo com o plano de Deus, o próprio Deus disse a Rebeca: “O mais velho será dominado pelo mais moço.” Disse isso antes de eles nascerem e antes de fazerem qualquer coisa, boa ou má. Assim ficou confirmado que é de acordo com o seu plano que Deus escolhe aqueles que ele quer chamar, sem levar em conta o que eles tenham feito. Como dizem as Escrituras Sagradas: “Eu escolhi Jacó, mas rejeitei Esaú.” (Rm. 9:11 e 12 NTLH – itálico e negrito meu). &lt;br /&gt;        Deus foi injusto em agir dessa forma, escolhendo um e rejeitanto o outro? Não! Vejamos: "Que diremos, pois? Há injustiça da parte de Deus? De modo nenhum! Pois ele diz a Moisés: Terei misericórdia de quem me aprouver ter misericórdia e compadecer-me-ei de quem me aprouver ter compaixão. Assim, pois, não depende de quem quer ou de quem corre, mas de usar Deus a sua misericórdia." (Rm. 9:14-16 – itálico e negrito meu).&lt;br /&gt;        Deus tem todo o direito de agir assim. Ele é Deus, é Soberano do Universo e pode fazer das suas criaturas o que bem quiser: "Quem és tu, ó homem, para discutires com Deus?! Porventura, pode o objeto perguntar a quem o fez: Por que me fizeste assim? Ou não tem o oleiro direito sobre a massa, para do mesmo barro fazer um vaso para honra e outro, para desonra?" ( Rm. 9:20 e 21 -  negrito e itálico meu).&lt;br /&gt;        Por que Deus escolhe incondicionalmente uns para mostrar sua glória e Seu amor e os outros Ele deixou na sua própria miséria e condenação? Porque quer mostrar o seu poder sobre os vasos da ira e também mostrar a sua glória nos vasos de misericórdia: "E que direis se Deus, querendo mostrar a sua ira e dar a conhecer o seu poder, suportou com muita paciência os vasos da ira, preparados para perdição, para que também desse a conhecer as riquezas da sua glória nos vasos de misericórdia, que para glória já dantes preparou, os quais somos nós, a quem também chamou, não só dentre os judeus, mas também dentre os gentios?" (Rm. 9:22-24 – negrito e itálico meu).&lt;br /&gt;       Em várias passagens das Escrituras, Ele mostra que a escolha para salvação é dEle. Vejamos um bom exemplo: "Entretanto, devemos sempre dar graças a Deus por vós, irmãos amados pelo Senhor, porque Deus vos escolheu desde o princípio para a salvação, pela santificação do Espírito e fé na verdade, para o que também vos chamou mediante o nosso evangelho, para alcançardes a glória de nosso Senhor Jesus Cristo" (2 Tss. 2:13 e 14 RA – itálico e negrito meu).&lt;br /&gt;       Se a expiação fosse realmente universal, todos seriam salvos porque o sacrifício de Jesus Cristo foi eficaz. Se Seu sacrifício estivesse a disposição de quem desejasse, como querem os teólogos arminio-wesleyanos, ninguém conseguiria alcançar tal salvação visto que o homem na corrupção que se encontra não tem disposição para se voltar às coisas espirituais. Se ele podesse desejar a vida, aceitanto o sacrifício de Cristo na cruz, essa disponibilidade seria obras de justiça própria, e através das obras ninguém nunca foi justificado. O pecador não se arrepende porque ele desenvolveu essa capacidade, mas é Deus quem dá o arrependimento para salvação . Os que irão se perder, irão porque não foram predestinados a salvação. Se eles fossem, com certeza Deus lhes daria arrependimento :&lt;br /&gt;"E ao servo do Senhor não convém contender, mas, sim, ser manso para com todos, apto para ensinar, sofredor; instruindo com mansidão os que resistem, a ver se, porventura, Deus lhes dará arrependimento para conhecerem a verdade e tornarem a despertar, desprendendo-se dos laços do diabo, em cuja vontade estão presos." (2 Tm.2:24-26 R C – itálico e negrito meu).&lt;br /&gt;       Não podemos aceitar o Evangelho da salvação, se o Pai que está nos céus já não tiver nos escolhidos antes dos tepos eternos: "Todos aqueles que o Pai me dá virão a mim; e de modo nenhum jogarei fora aqueles que vierem a mim. Pois eu desci do céu para fazer a vontade daquele que me enviou e não para fazer a minha própria vontade. E a vontade de quem me enviou é esta: que nenhum daqueles que o Pai me deu se perca, mas que eu ressuscite todos no último dia" (Jo. 6: 37-39 NTLH). Portanto, a expiação foi realizada para dá vida aos eleitos: "E prosseguiu: Por causa disto, é que vos tenho dito: ninguém poderá vir a mim, se, pelo Pai, não lhe for concedido" (Jo.6:65 RA – itálico e negrito meu).&lt;br /&gt;       Jesus falava por parábolas para os não eleitos permanecerem na perdição. Se Deus quisesse que todos fossem salvos Ele salvaria a todos, mas aprouve a Ele salvar alguns através da loucura da pregação do Evangelho. "Jesus disse a eles: A vocês Deus mostra o segredo do seu Reino. Mas para os que estão fora do Reino tudo é ensinado por meio de parábolas, para que olhem e não enxerguem nada e para que escutem e não entendam; se não, eles voltariam para Deus, e ele os perdoaria" (Mc. 4:11 e 12 NTLH – itálico e negrito meu).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;JESUS SALVA AQUELES A QUEM QUER&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Pois assim como o Pai ressuscita e vivifica os mortos, assim também o Filho vivifica aqueles a quem quer" (Jo.5:21).&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;       O texto é bastante claro. Jesus dá vida a quem Ele quer, ou seja, Ele salva quem quer, a decisão é dEle, não depende de nossos esforços, mas exclusivamente da Sua “soberana graça”. A salvação é uma obra exclusiva de Deus. O comentário de F.F. Bruce é muito importane. Vejamos como ele afirma a soberania de Deus: "Ele não está somente prometendo a vida eterna aos que crêem nele (veja 3:5, 16, 36); ele exerce a prerrogativa divina de conceder esta vida. Como ele o faz veremos em breve. Mas antes, ele ainda alega ter uma autoridade paralela a esta de dar vida a quem ele quer" (Comentário de João, 2004:120).&lt;br /&gt;J. C. Ryle é mais objetivo. Vejamos o seu comentário a esse respeito: &lt;br /&gt;“Logo a seguir, Jesus declarou o seu divino poder em conceder vida. Ele disse: “O Filho vivifica aqueles a quem quer”. A vida é a maior e mais sublime dádiva que pode ser outorgada, sendo ela mesma aquilo que o homem, com toda a sua habilidade, não pode conceder com suas próprias mãos, nem restaurar quando tirada. Mas, conforme lemos, a vida está nas mãos do Senhor Jesus, que a outorga de acordo com seu critério. Tanto os cadáveres quanto as almas espiritualmente mortas estão sob seu domínio. Ele tem as chaves da morte e do inferno (Ap.1:18); nEle está a vida – Ele é a vida (Jo.1:4)” (Comentário de João, 2000:60).&lt;br /&gt;       Todos os grandes comentaristas têm a mesma opinião, justamente porque o texto não deixa dúvidas. Quem adultera a palavra de Deus está caindo em grave perigo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“...e tende por salvação a longanimidade de nosso Senhor, como igualmente o nosso amado irmão Paulo vos escreveu, segundo a sabedoria que lhe foi dada, ao falar acerca destes assuntos, como, de fato, costuma fazer em todas as suas epístolas, nas quais há certas coisas difíceis de entender, que os ignorantes e instáveis deturpam, como também deturpam as demais Escrituras, para a própria destruição deles. Vós, pois amados, prevenidos como estais de antemão, acautelai-vos; não suceda que, arrastados pelo erro desses insubordinados, descaiais da vossa própria firmeza; antes, crescei na graça e no conhecimento de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo. A ele seja a glória, tanto agora como no dia eterno” (2Pe.3:15-18 – itálico e negrito meu).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Werner de Boor:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;““...a quem quer”. Não pode, nesse contexto todo, ter ainda conotação de arbitrariedade do Filho. Contudo salienta que esses “mortos” não devem sua nova vida de forma alguma a si mesmos e a seu mérito pessoal, mas a recebem unicamente pela ação da livre graça e vontade de Jesus. Não “os que merecem” ou os que são dignos”, são os que Jesus vivifica, mas os que “ele quer”, ainda que seja uma decaída mulher samaritana. Com essa afirmação também está suspensa qualquer prerrogativa da “vida” que o judeu considerava assegurada em sua filiação Abraânica e em sua circuncisão. Cada ser humano, também o israelita, para ser vivificado, é remetido exclusivamente ao “querer” de Jesus” (Comentário João, 2002:134).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;        Alguém que afirme ter sido regenerado pode acreditar que decidiu pela sua salvação? Que recebeu vida do Filho de Deus pelo seu livre-arbítrio? Você acredita que Cristo provou Seu amor para com os que se perderão? Os que irão se perder irão porque decidiram rejeitar a graça de Deus? É verdade que o homem decide se quer vir a Cristo ou é Cristo que decide se quer salvá-lo ou não? Quando a vida que há em Jesus Cristo não é imputada no pecador ele não tem desejo nenhum para ir a Cristo. Por isso Jesus diz: “Examinais as Escrituras, porque julgais ter nelas a vida eterna, e são elas mesmas que testificam de mim. Contudo, não quereis vir a mim para terdes vida” (Jo. 5:39-40). Eles só poderiam ir a Cristo se o Pai tivesse confirmado com o Seu selo: “Trabalhai, não pela comida que perece, mas pela que subsiste para a vida eterna, a qual o Filho do Homem vos dará; porque Deus, o Pai, o confirmou com o seu selo” (Jo.6:27). Só os que receberam o selo de Deus. Por isso Jesus disse que era o pão da vida e quem vinha a Ele jamais teria fome e quem cresse nEle jamais teria sede, portanto, os que irão a Ele são apenas aqueles que o Pai lhE deu: “Todo aquele que o a pai me dá, esse vira a mim; e o que vem a mim, de modo nenhum o lançarei fora” (Jo.6:37). Portanto, o cristão consciente, sério, que tem responsabilidade com a Palavra de Deus entenderá com bastante facilidade que Cristo morreu não por cada pessoa no mundo, mas apenas por aqueles que o Pai deu a Ele. “Porque eu desci do céu, não para fazer a minha própria vontade, e sim a vontade daquele que me enviou. E a vontade daquele que me enviou é esta: que nenhum eu perca de todos os que me deu; pelo contrário, eu o ressuscitarei no último dia” (Jo.6:38-39). Se Jesus veio fazer a vontade do Pai e a vontade dEle é que nenhum Jesus perca de todos os que foram dados a Ele, pode esperar confiando que Ele é fiél para guardar nosso depósito até o dia final. Será que os que irão para o inferno irão porque houve negligência de Jesus em salvar aos réprobos? Não. Serão salvos aqueles que estavam destinados a vida (cf. At. 13:48).&lt;br /&gt;Vejamos outros versículos que fala da expiação limitada:&lt;br /&gt;"A mesma coisa também acontece agora, isto é, por causa da graça de Deus, ainda existe um pequeno número daqueles que ele escolheu. Essa escolha se baseia na graça de Deus e não no que eles fizeram. Porque, se a escolha de Deus se baseasse no que as pessoas fazem, então a sua graça não seria a verdadeira graça. E isso quer dizer que não foi o povo de Israel que encontrou o que estava procurando. Quem encontrou foi apenas um pequeno grupo que Deus escolheu; os outros não quiseram ouvir o chamado de Deus. Como dizem as Escrituras Sagradas: 'Deus endureceu o coração e a mente deles; deu-lhes olhos que não podem ver e ouvidos que não podem ouvir até o dia de hoje' " (R. 11:5-8 NTLH – itálico e negrito meu)..&lt;br /&gt;       Se Deus quisesse salvar literalmente todos, teria endurecido o coração do Faraó? Não. Deus quando endurece o coração de alguém não podemos pensar que esse coração era bom, mas devemos entender que Deus é soberano e nada acontece fora da Sua vontade.&lt;br /&gt;"Cegou-lhes os olhos e endureceu-lhes o coração, para que não vejam com os olhos, nem entendam com o coração, e se convertam, e sejam por mim curados." (Jo.12:40 RA).&lt;br /&gt;"Porém o SENHOR endureceu o coração de Faraó, e não os ouviu, como o SENHOR tinha dito a Moisés." (Êx.9:12 RC).&lt;br /&gt;"Porque, como está escrito nas Escrituras Sagradas, Deus disse a Faraó: “Foi para isto mesmo que eu pus você como rei, para mostrar o meu poder e fazer com que o meu nome seja conhecido no mundo inteiro.” Portanto, Deus tem misericórdia de quem ele quer e endurece o coração de quem ele quer." (Rm.9:17 e 18 NTLH – negrito e itálico meu).&lt;br /&gt;       Todos que foram escolhidos para salvação foram salvos, exceto Judas, pois, era filho da perdição. &lt;br /&gt;"Eu afirmo a vocês que isto é verdade: o empregado não é mais importante do que o patrão, e o mensageiro não é mais importante do que aquele que o enviou. Já que vocês conhecem esta verdade, serão felizes se a praticarem. —Não estou falando de vocês todos; eu conheço aqueles que escolhi. Pois tem de se cumprir o que as Escrituras Sagradas dizem: 'Aquele que toma refeições comigo se virou contra mim'. Digo isso a vocês agora, antes que aconteça, para que, quando acontecer, vocês creiam que 'EU SOU QUEM SOU'" (Jo.13:16-19 NTLH – itálico e negrito meu).&lt;br /&gt;        Judas se desviou, isso não significa que houvesse a possibilidade dele não ter agido dessa forma, traíndo Jesus.&lt;br /&gt;“E, orando, disseram: Tu, Senhor, conhecedor do coração de todos, mostra qual destes dois tens escolhido, para que tome parte neste ministério e apostolado, de que Judas se desviou, para ir para o seu próprio lugar” (At.1:24 e 25 RC – itálico e negrito meu).&lt;br /&gt;       Judas era filho da perdição, ou seja, havia nascido para esse propósito:&lt;br /&gt;“Quando eu estava com eles, guardava-os no teu nome, que me deste, e protegi-os, e nenhum deles se perdeu, exceto o filho da perdição, para que se cumprisse as Escrituras” (Jo.17:12 – itálico e negrito meu).&lt;br /&gt;        Se a “expiação” fosse universal, no sentido de todos terem sido alcançados por essa dádiva, não haveria pessoas destinadas a perdição:&lt;br /&gt;“Porque se introduziram furtivamente certos homens, que já desde há muito estavam destinados para este juízo, homens ímpios, que convertem em dissolução a graça de nosso Deus, e negam o nosso único Soberano e Senhor, Jesus Cristo.” (Jd.4 RC – itálico e negrito meu).&lt;br /&gt;       Muitos crentes não acredita nessas palavras, eles dizem, “Deus é amor e não agiria dessa forma. Se isso fosse verdade, Ele estaria sendo injusto”. Mas, Ele age dessa forma porque é Deus. Todas as coisas foram ordenadas para que acontecesse segundo o beneplácito de Sua soberana vontade. Vejamos: “O Senhor fez tudo para um fim; sim, até o ímpio para o dia do mal” (Pv. 16:4 RC). &lt;br /&gt;       Se a salvação estivesse a disposição do mundo, esse versículo não estaria dessa forma: "Porque muitos são chamados, mas poucos, escolhidos" (Mt. 22:14 RC), estaria assim: “Porque muitos quiseram vir, mas poucos decidiram ficar”. Do ponto de vista da teologia-arminio-wesleyana deveria ser dessa forma. Então, poderiamos dizer que esses perderam a salvação porque quiseram.  &lt;br /&gt;        Desejo concluir esse assunto com um versículo que coloca definitivamente por terra a idéia herética de que a “expiação” é universal e condicional.&lt;br /&gt;“Porque eu desci do céu, não para fazer a minha própria vontade, e sim a vontade daquele  que me enviou. E a vontade de quem me enviou é esta: que nenhum eu perca de todos os que me deu; pelo contrário, eu os ressuscitarei no último dia” (Jo.6:38-39 – itálico e negrito meu).&lt;br /&gt;       Será que Jesus fracassou em realizar a vontade do Pai? A expiação pelos pecados do mundo foi eficaz? A vontade do Pai é, que nenhum pereça e tenham a vida eterna. E os que irão perecer, é porque Jesus falhou? Ou é porque não são dos que o Pai deu ao Filho? A condição para a salvação, segundo a doutrina arminio-wesleyana, é o livre-arbítrio, mas, conforme a Bíblia, é a eleição. &lt;br /&gt;Alguns versículos&lt;br /&gt;"Sabendo, amados irmãos, que a vossa eleição é de Deus; porque o nosso evangelho não foi a vós somente em palavras, mas também em poder ... e vós fostes feitos nossos imitadores ..." (1Tss.1:4-6).&lt;br /&gt;"... vencerão os que estão com Ele, chamados, e eleitos, e fiéis" (Ap. 17:14).&lt;br /&gt;"Sabemos que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito. Porquanto aos que de antemão conheceu, também os predestinou para serem conformes à imagem de seu Filho, a fim de que ele seja o primogênito entre muitos irmãos. E aos que predestinou, a esses também chamou; e aos que chamou, a esses também justificou; e aos que justificou, a esses também glorificou" (Rm.8:28-30).&lt;br /&gt;"Ouvindo isto, os discípulos ficaram grandemente maravilhados e disseram: Sendo assim, quem pode ser salvo? Jesus, fitando neles o olhar, disse-lhes: Isto é impossível aos homens, mas para Deus tudo é possível" (Mt.19:25 e 26).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;&lt;br /&gt;5. ELEIÇÃO E PREDESTINAÇÃO&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;       Outra grande heresia da teologia arminio-wesleyana, é por negar a soberana graça de Deus de que Ele Predestinou alguns para a salvação e os outros deixou em sua própria destruição e miséria. Vejamos a falta de entendimento deles, sobre esta tão importante doutrina: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Em contraste com o Calvinismo, o Arminianismo sustenta que a predestinação é o propósito gracioso de Deus de salvar da ruína completa toda a humanidade” (Casa Nazarena de Publicações, Introdução a Teologia Cristã, 1990, pg.294 – negrito e itálico meu). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;     Se Ele decidiu “salvar da ruína completa toda humanidade” qual a situação dos que já estavam no inferno antes da primeira Vinda de Cristo? Eles irão poder sair de lá? Nesse caso conforme o pensamento arminiano-wesleyano os que estão no inferno ainda têm a oportunidade de sair de lá para o seio de Abraão pelo seu livre-arbítrio. &lt;br /&gt;      E se eles afirmarem que é impossível haver salvação depois da morte, então, Deus falhou. Pois, se o propósito é “salvar da ruína completa toda a humanidade”, e não consegue, está, portanto, revelada a Sua incapacidade. Se Ele não consegue salvar todos que gostaria, que garantia teriam os que dizem confiar nEle? Esse é o Deus dos arminianos-wesleyanos. &lt;br /&gt;     Outro pensamento sem lógica: “os que irão perecer, vão porque escolheram pelo seu livre-arbítrio, pois a oportunidade foi dada a todos”. Esse ponto de vista é de alguém que não conhece a Deus nem a Jesus Cristo a quem Ele enviou. Se o propósito gracioso de Deus fosse salvar da ruína completa toda humanidade e não conseguisse devido a vontade do homem, do seu livre-arbítrio, isso significaria que a vontade de Deus não prevaleceu, foi inferior a vontade corrupta do homem. Esse pensamento coloca a soberania de Deus embaixo do tapete, exaltando a criatura a cima do Onipotente SENHOR do Universo.&lt;br /&gt;       O que está sendo pregado na maioria dos púlpitos, atualmente, é outro evangelho. Porém, o Deus da Bíblia, o que Ele diz, cumpre: “Eu anuncio o fim desde o princípio, e desde a antiguidade as coisas que ainda não sucederam; Eu digo: O meu conselho será firme, e farei toda a minha vontade (Isaías 46:10 – itálico e negrito  meu). &lt;br /&gt;       O propósito de Deus é de salvar da ruína completa todos (eleitos) que o Pai deu ao Filho, e não toda humanidade como querem os arminianos-wesleyanos. Vejamos outros versículos: &lt;br /&gt;"Todos aqueles que o Pai me dá virão a mim; e de modo nenhum jogarei fora aqueles que vierem a mim. Pois eu desci do céu para fazer a vontade daquele que me enviou e não para fazer a minha própria vontade. E a vontade de quem me enviou é esta: que nenhum daqueles que o Pai me deu se perca, mas que eu ressuscite todos no último dia" (Jo. 6: 37-39 NTLH – itálico e negrito meu). Só os eleitos serão salvos: "E prosseguiu: Por causa disto, é que vos tenho dito: ninguém poderá vir a mim, se, pelo Pai, não lhe for concedido" (Jo.6:65 RA – itálico e negrito meu).&lt;br /&gt;        Esses versículos derrubam de vez o erro arminio-wesleyano: &lt;br /&gt;"A mesma coisa também acontece agora, isto é, por causa da graça de Deus, ainda existe um pequeno número daqueles que ele escolheu. Essa escolha se baseia na graça de Deus e não no que eles fizeram. Porque, se a escolha de Deus se baseasse no que as pessoas fazem, então a sua graça não seria a verdadeira graça. E isso quer dizer que não foi o povo de Israel que encontrou o que estava procurando. Quem encontrou foi apenas um pequeno grupo que Deus escolheu; os outros não quiseram ouvir o chamado de Deus. Como dizem as Escrituras Sagradas: 'Deus endureceu o coração e a mente deles; deu-lhes olhos que não podem ver e ouvidos que não podem ouvir até o dia de hoje' " (R. 11:5-8 NTLH – itálico e negrito meu).&lt;br /&gt;Será que a Bíblia fala de Predestinação? Fala. Porém, os falsos profetas negam,  e denigrem essa “doutrina acusando-a de antibíblica para sua própria condenação”. Se está na Bíblia é de Deus e devemos estudá-la: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Provérbios 16.4&lt;/span&gt; - O SENHOR fez todas as coisas para determinados fins e até o perverso, para o dia da calamidade.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;&lt;br /&gt;João 13.18&lt;/span&gt; - Não falo a respeito de todos vós, pois eu conheço aqueles que escolhi; é, antes, para que se cumpra a Escritura: Aquele que come do meu pão levantou contra mim seu calcanhar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Romanos 8.30&lt;/span&gt; - E aos que predestinou, a esses também chamou; e aos que chamou, a esses também justificou; e aos que justificou, a esses também glorificou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Efésios 1.4-5&lt;/span&gt; - assim como nos escolheu nele antes da fundação do mundo, para sermos santos e irrepreensíveis perante ele; e em amor nos predestinou para ele, para a adoção de filhos, por meio de Jesus Cristo, segundo o beneplácito de sua vontade,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;2 Tessalonicenses 2.13-14&lt;/span&gt; - Entretanto, devemos sempre dar graças a Deus por vós, irmãos amados pelo Senhor, porque Deus vos escolheu desde o princípio para a salvação, pela santificação do Espírito e fé na verdade, para o que também vos chamou mediante o nosso evangelho, para alcançardes a glória de nosso Senhor Jesus Cristo.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Predestinação, quem nega está negando a Palavra de Deus.&lt;br /&gt;     Na verdade, a forma que os arminianos acreditam na  predestinação é totalmente adulterada. Deturpam essa doutrina ao ponto de negarem a soberania de Deus.&lt;br /&gt;     Não é uma doutrina de fácil compreenção, e nem bem vista, porque coloca por terra o orgulho humano. Eu também não compreedia, mas cria pela fé. Comecei, portanto, a estudar a Bíblia e alguns livros sérios, para entender melhor, e essa doutrina se tornou transparente. Tudo o que os de teologia arminio-wesleyana haviam me ensinado erroneamenrte ficou pra traz. Vejamos por que isso aconteceu: &lt;br /&gt;1) Em primeiro lugar é preciso entender que a salvação é um dom de Deus, e Ele concede gratuitamente aos Seus eleitos, pois a fé não é de todos. Assim diz Efésios 2:8: “Porque pela graça sois salvos, mediante a fé; e isto não vem de vós; é dom de Deus; não de obras, para que ninguém se glorie”. “...isto não ven de vós; é dom de Deus...” isto o que? A fé, a salvação. O dom de Deus é algo imerecido, por isso o apóstolo Paulo diz: “...porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus, nos Senhor” (Rm.6:23 – itálico e negrito meu). O salário é algo devido, que você fez por merecer, mas o dom gratuito de Deus, já está dizendo: “é um dom”. E “dom” é algo dado sem que o sujeito que recebe mereça: “...não de obras...”, ou seja, não pelo que possamos fazer, porque o homem só será salvo se esse “dom” for derramdo sobre ele, que depende unicamente de Deus: “Assim, pois, não depende de quem quer ou de quem corre, mas de usar Deus a sua misericórdia” (Rm.9:16). &lt;br /&gt;2) Se Deus nos predestinou para sermos transformados na imagem do Seu Filho , significa que essa predestinação é “...para a salvação, pela santificação do Espírito e fé na verdade” (2Tss.2:13). É isso que diz as Sagradas Escrituras. Negar tais verdades é cair em uma situação de risco, pois está negando a santa e imaculada palavra de Deus. Digam-me, será que nós “...fomos também feito herança, predestinados segundo o propósito daquele que faz todas as coisas conforme o conselho da sua vontade...” (Ef.1:11)? Sim ou não? A sua heresia reside nessa resposta.&lt;br /&gt;3) Analizemos agora a resposta de alguns arminianos sobre esse assunto. Inclusive muitas ovelhinhas pensam dessa forma porque foram doutrinadas erroneamente. Pastores e líderes, às veses, sabem que estão errados, mas permanecem no erro por medo de perder o salário. Alguns são ignorantes a respeito do conhecimento bíblico, essa doutrina não irá entrar em seu coração porque não nasceram de Deus. O verdadeiro crente, quando se depara com essas verdades se espanta, mas o Espírito Santo que habita nele traz a tranquilidade e seguranaça que só os filhos de Deus possuem. Os arminianos e wesleyanos dizem: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Deus nos predestinou para a salvação porque previu que iriamos crer, que produziriamos fé”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;      Isso é a mais pura bobagem. Por quê? Porque a palavra de Deus é taxativa quando afirma que a salvação não é pelas obras: “Isso não vem de vocês, mas é um presente dado por Deus. A salvação não é o resultado dos esforços de vocês; portanto, ninguém pode se orgulhar de tê-la. Pois foi Deus quem nos fez o que somos agora...” (Ef.2:8-10 - NTLH). Se foi Deus “...quem nos fez o que somos agora...” e o que somos agora “...não é o resultado dos esforços de vocês...” então se fosse pelo que Ele previsse que fariamos,  isso seria obras, e palas obras todos sabem, niguém se salvaria.  É preciso mais algum comentário? Eu acho que é o suficiente para os que não foram doutrinados corretamente e que realmente nasceram de Deus mudarem de atitude. Procure uma igreja séria, que pregue a verdade! Muitos deixam de grorificar a Deus porque preferem obedecer a homens que ameaçam sua ovelhas com o fogo do inferno, é dessa forma que eles predem os irmãos pelo legalismo, serimonialismo e ameaças diversas. Quem está em Cristo não tem o que temer. Conheça a verdade, e a verdade vos libertará. Se Lutero tivesse medo da escomunhão e temesse denunciar a corrupção na igreja, nós ainda estariamos nas trevas do romanismo. Abram os olhos! Ainda tem igrejas que tratam do pecado como alogo abominável e que não tem medo de proclamar todo o conselho de Deus. Não devemos ficar temerosos diante da situação porque Deus conhece os que lhE pertencem, Ele tem um remanecente segundo a eleição da graça que mesmo em tempos de grave crise espiritual eles permanecem fiéis “...porque Deus é quem efetua em vós tanto o querer como o realizar, segundo a sua boa vontade” :&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Senhor, matarem os teus profetas, arrasaram os teus altares, e só eu fiquei, e procuram tirar-me a vida. Que lhe disse porém a resposta divina? Reservei para mim sete mil homens, que não dobraram os joelhos diante de Baal. Asim, pois, também agora, no tempo de hoje, sobrevive um remanescente segunto a eleição da graça. E, se é pela graça, já não é pelas obras; do contrário, a graça já não é graça” (Rm.11:3-5).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Otros, dizem assim: ‘“Eu creio na predestinação da segunte forma: Deus nos predestinou, mas podemos resistir a graça pelo nosso livre-arbítrio”’.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;      Pois creia, muitos arminianos, wesleyanos e pentecostais pensam dessa forma. Esse é o pensamento mais tolo que já vi. Se Deus nos predestinou para salvação em Cristo Jesus através da pregação do Evangelho, então Ele irá concluir a boa obra que começo em nossas vidas . E quanto resistir a graça salvadoura, vejam o que a Bíblia diz: “Tu, porém, me dirás: De que se queixa ele ainda? Pois quem jamais resistiu à sua vontade? (Rm.9:19). Os que Deus predestinou para salvação não irão resistir a graça soberberana porque a salvação é algo que Deus faz por nós, e quando Ele faz, não podemos questionar, porque estamos mortos espiritualmente:   “Isso não vem de vocês, mas é um presente dado por Deus. A salvação não é o resultado dos esforços de vocês; portanto, ninguém pode se orgulhar de tê-la. Pois foi Deus quem nos fez o que somos agora...” (Ef.2:8-10 – NTLH). O  que somos agora foi Deus quem fez, e não a nossa vontade (livre-arbítrio). “...A salvação não é o resultado dos esforços de vocês...”. Se você for um predestinado, um dia, através da pregação do Evangelho, toda a resistência e inimizade que existe será vencida, as escamas da cegueira espíritual cairão por terra e o morto espiritual ressuscitará para a vida. Da mesma forma de Lázaro, que estava morto a quatro dias, nas, quando ouviu a voz do Mestre: “Lázaro, sai! Diante da ordem do Filho de Deus ele tornou a viver. Assim mesmo, todo aquele que está espiritualmente morto e ouve a Sua voz passam a ter vida e vida em abundância. "Pois assim como o Pai ressuscita e vivifica os mortos, assim também o Filho vivifica aqueles a quem quer" (Jo.5:21).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Os eleitos são escolhidos, não por decreto absoluto, mas por aceitação das condições da chamada” (Introduçãoi a Teologia Cristã. Caza Nazareno de Publicações, 295)&lt;br /&gt;     A qui é onde desmascaramos, de vez, os falsos mestres. Eles dizem que o verdadeiro crente não foi predestinado ou escolhido pelo “decreto absoluto” de Deus. Vamos ver se isso é verdade: “...nos presdestinou para ele, para a adoção de filhos, por meio de Jesus Cristo, segundo o beneplácito de sua vontade” (Ef.1:5). Beneplácito. Significa aprovação (Dicionário de Língua Portuguesa). “...nele, digo, no qual fomos também feitos herança, predestinados segundo o propósito daquele que faz todas as coisas conforme o conselho da sua vontade” (Ef.1:11). O conselho de Deus é a Sua vontade, é tudo o que foi decretado na eternidade. Paulo diz: “predestinados segundo o propósito daquele que faz todas as coisas conforme o conselho da sua vontade”. A vontade é dEle, o propósito de fazer as coisas dessa forma, predestinando alguns para a salvação e deixando o resto em sua própria condenação está dentro dos Seus decretos eternos: “...que desde o princípio anuncio o que há de acontecer e desde a antiguidade, as coisas que ainda não sucederam; que digo; o meu conselho permanecerá de pé, farei toda a minha vontade...” (Is.46:10). “Proclamarei o decreto do SENHOR; Ele me disse: Tu és meu Filho, eu, hoje, te gerei” (Sl.2:7). As condições da chamda é a vontade de Deus. Se você não foi predestinado para a salvação em Cristo Jesus antes da fundação do mundo, você pode andar como crente, falar como crente, ser batizado nas águas, participar da “Santoa Ceia”, cantar e levantar as mãos para o céu, mas se você não tiver nascido de Deus, irá para o inferno. Só os eleitos, aqueles que foram chamados com santa vocação, os que amam a Deus e buscam aprender em Sua casa. Não adianta dizer que é santo, nem que você está em uma igreja que tem como lema: “Santidade ao Senhor, sem a qual veremos a Deus”. Se você não for eleito (predestinado) para a salvação estará correndo em vão. &lt;br /&gt;     Existe dois tipos de santidade: 1) a que é operada pelo Espírito Santo para o nosso crescimento espiritual, 2) e o que é imposto pelos lideres, que exige uma santificação sem o conhecimento de Deus, o que é um absurdo! Eles exclama com uma tonalidade emocionada com o objetivo de sencibilizar: “vocês têm que ser santos! Sejam santos! Vocês podem viver sem nunca pecar! Busquem a inteira santificação!” E como essas pessoas sempre se veêm em algum tipo de pecado, há uma frustação muito grande, porque os lideres e pastores não estão ensinando a verdade, nem preocupados com o verdadeiro crescimento espiritual, e muitos disturbios psicosomáticos tem aflingido esses crentes, que acreditam poderem alcançar a inteira santificação ainda nesta vida. Eu mesmo passei cinco anos em uma igreja de teologia armínio-wesleyana, não vou citar o nome por questões éticas, mas todo esse tempo teologicamente não aprendi nada. O que realmente aprendi foi não ser, nem praticar o que os pastores e lideres daquelas igrejas faziam muito bem: a falcidade, a soberba, o orgulho e a falta de amor. Tudo que a maioria demosntrava ser não era verdade. Inclusive fui para o seminário daquela igreja para fazer um curso de “santidade”. Tinha que demonstrar de qualquer forma uma santidade que não havia, ou não estaria ápito para desempenhar a função de pastor. Pensei, na época, que as pessoas ali fossem realmente santas. E os professores não tinham nem o curso completo de teologia; e a santidade que tanto se falava era só fachada. Uma vez fui questionar a respeito de um assunto que eu tinha certeza que estavam ensinando de forma descontextualizada, e o professor deixou bem claro: “Eu estava em uma igreja me sentindo encomodado, procurei outra”. Disso isso referindo-se a mim. Às vezes, o superidendente local quando dava um discurso diante da liderança dos Estados Unidos, charava pelas almas perdidas. Porém, eu sabia que era um falso choro, pois ele nunca se preocupou com as ovelhas, antes queria ver algumas muito distante dali, eu mesmo era uma ameaça devido ao meu conhecimeto, e tinha personalidade, ou seja, não abria mão da verdade. Inclusive, o principal lider nunca falou comigo, acredito porque eu era calvinista e tinha várias graduações e pós-graduações. Isso pertubava alguns líderes, porque geralmente eles sofrem de um mal mundano, conhecido como “patologia dos tiranos”, e eu nunca gostei de bajular ninguém. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Porque surgirão falsos cristos, e falsos profetas operando grandes sinais e prodígios para enganar, se possível, os próprios eleitos” (Mt.24:24). Esses procurarão corromper as doutrinas da graça.&lt;br /&gt;A eleição arminiana&lt;br /&gt;“...a eleição de indivíduos para a execução de algum serviço particular” (Casa Nazarena de Publicações, Introdução a Teologia Cristã, 1990, pg.294).&lt;br /&gt;       A intenção dessa teologia, que foi condenada como herética no Sínodo de Dort, é passar a idéia errônia de que a eleição não é para salvação, mas para algum tipo de serviço especial. Cita alguns nomes como: Moisés, que foi escolhido para tirar o povo do Egito; Arão para ser sacerdote; Cristo escolheu os doze; e Paulo foi chamado para ser apóstolo dos gentios. &lt;br /&gt; Se os pastores arminianos-wesleyanos tivessem responsabilidade com a palavra de Deus entenderiam que somos chamados dos ídolos para servir ao Deus vivo e verdadeiro (cf. 1Tss.1:9). Somos salvos para as boas obras as quais estavam guardadas de antemão para que andássemos nela. Somos eleitos, separados para o uso exclusivo de Deus. Tentam esconder essa verdade, de que Deus escolhe ou elege pessoas para a salvação. Vejamos o que significa “eleição”: &lt;br /&gt;“Qualquer pessoa escolhida por eleição: os eleitos por sufrágio universal. Que usufrui a beatitude eterna: o reino dos eleitos” (www.dicionarioweb.com.br).&lt;br /&gt;“...devemos sempre dar graças a Deus por vós, irmãos amados pelo Senhor, porque Deus vos escolheu desde o princípio para a salvação pela santificação do Espírito e fé na verdade” (2Tss.2:13 itálico e negrito meu). &lt;br /&gt;       Deus escolhe pessoas para salvação, como estamos vendo. Essa salvação não é isenta de operosidade. Somos servos, temos uma missão , e o apóstolo reconhece que os crentes tessalonicenses estavam dando testemunho da fé através do amor de Deus que foi derramado nos seus corações. A fé sem obras é morta. O apóstolo Paulo foi chamado; ele mesmo disse que foi eleito no ventre materno para ser apóstolo dos gentios. Seu testemunho no Novo Testamento é de que o homem sempre foi salvo pela fé somente, independente das obras. Porém, a salvação arminiana é pelas obras de justiça própria. Essas pessoas estão corrompendo as Escrituras para sua própria condenação (cf. 2Pe.3). Outras, em uma tentativa inútil e desesperada, tentando conciliar a doutrina da predestinação com sua visão humanista, afirmam que Deus não predestina pessoas, e sim, nações, como foi no caso de Israel e da Igreja. Só que as nações e a igreja são compostas de pessoas e cada uma delas foi antecipadamente predestinada para a salvação antes da fundação do mundo (cf. Ef.1:4). É claro que o apóstolo fala pra igreja, mas cada uma daquelas pessoas foi alvo da “graça soberana de Deus”. Cada um judeu, segundo a eleição da graça, foi chamado e preservado por Deus para alcançar a salvação. O apóstolo Paulo foi predestinado para a salvação dentre muitos judeus: “Ele diz: “Desde o ventre de minha mãe, Deus me escolheu para ser apóstolo dos gentios”. Também afirma: “Ele é poderoso para guardar o meu depósito até o dia final”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;6. A GRAÇA PREVENIENTE   &lt;/span&gt;                                                                               &lt;br /&gt;       Para os arminianos e wesleyanos, a graça preveniente “precede, prepara a alma para a sua entrada no estado inicial da salvação ”. “É aquela manifestação da influência divina que precede a vida de regeneração completa” . Os arminianos-wesleyanos corromperam a doutrina da graça preveniente; essa corrupção aconteceu porque eles procuram adequá-la ao livre-arbítrio, o que é outra grande heresia destruidora. Acreditam que todos os seres humanos são objetos da graça preveniente e, portanto, podem se voltar para Deus através de seus próprios esforços: “A vontade do homem decide em última análise se a graça divina que lhe foi oferecida é aceita ou rejeitada” . A graça preveniente tem a função, segundo a visão corrompida arminio-wesleyana, de destruir gradativamente a corrupção em que o homem se meteu, fazendo com que ele não seja tão corrupto assim, e posa exercer sua liberdade .   &lt;br /&gt;      Agora passaremos a refutar os erros sobre a graça preveniente divulga por “João Wesley” fundador do Metodismo. &lt;br /&gt;     Se o estado do homem é de corrupção total , ele não tem o desejo de se voltar para as coisas espirituais sem que aja uma atuação divina removendo a incredulidade, o que a teologia bíblica chama de fé salvadora. Dessa forma, não há lugar para a vanglória humana, ou seja, o livri-arbítrio. Por isso Wesley criou uma teologia que não tem base bíblica para sustentar que mesmo no estado de corrupção total a graça preveniente age em todos os homens e os que desejarem podem ser salvos pelo seu livre-arbítrio. Todavia, essa falsa doutrina deve ser rejeitada pelos verdadeiros cristãos. Vejamos o que realmente significa a graça preveniente:  &lt;br /&gt;"Entretanto, devemos sempre dar graças a Deus por vós, irmãos amados pelo Senhor, porque Deus vos escolheu desde o princípio para a salvação, pela santificação do Espírito e fé na verdade, para o que também vos chamou mediante o nosso evangelho, para alcançardes a glória de nosso Senhor Jesus Cristo" (2 Tss. 2:13 e 14 RA – itálico e negrito meu).&lt;br /&gt;Ef. 1:4 diz: “...assim como nos escolheu, nele, antes da fundação do mundo, para sermos santos...” (negrito e itálico meu).&lt;br /&gt;       A graça preveniente, biblicamente falando, é o amor de Deus, exclusivamente, para com os “eleitos”. Acontece na eternidade, desde o princípio. Essa doutrina humilha, e assim é detestada pela natureza carnal do homem. Os eleitos se regozijam pelos seus nomes estarem escritos dede o princípio, no livro da vida  para a salvação. Esse é um verdadeiro privilégio para os que foram objetos da graça preveniente de Deus. Só esses, serão alcançados pela graça salvadora, no tempo oportuno, determinado por Deus, através do Evangelho da salvação. O apóstolo Paulo declara em 2Timótio 1:8b-9: &lt;br /&gt;“...segundo o poder de Deus, que nos salvou e nos chamou com santa vocação; não segundo as nossas obras, mas conforme a sua própria determinação e graça que nos foi dada em Cristo Jesus, antes dos tempos etenos e manifestada, agora, pelo aparecimento de nosso Salvador Cristo Jesus, o qual não só destruiu a morte, como trouxe à luz a vida e a imortalidade, mediante o evangelho...” (itálico e negrito meu).&lt;br /&gt;       Como vemos a salvação não é “...segundo as nossas obras...”, “...mas conforme a sua própria determinação e graça...”. Fomos agraciados na eternidade porque fomos eleitos para a salvação conforme o eterno propósito de Deus, e essa salvação acontece através da graça salvadora no tempo presente “...mediante o evangelho...”. Como estamos vendo, é um erro gravíssimo e intencional dos arminianos-wesleyanos sustentarem esse tipo de doutrina pervertida, principalmente porque a salvação, como eles entendem, é pelas obras: “A vontade do homem decide em última análise se a graça divina que lhe foi oferecida é aceita ou rejeitada” , porém, a Bíblia não deixa dúvidas sobre isso: “...segundo o poder de Deus, que nos salvou e nos chamou com santa vocação; não segundo as nossas obras, mas conforme a sua própria determinação e graça...”.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;7. SANTIFICAÇÃO  &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Segui a paz com todos e a santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor...” (Hb.12:14).&lt;br /&gt;     A santificação é uma obra do Espírito Santo no coração dos regenerados. O Novo Testamento afirma que todos os que estão em Cristo Jesus são potencialmente santos pelo sacrifício de Cristo: “Nessa vontade é que temos sido santificados, mediante a oferta do corpo de Jesus Cristo, uma vez por todas” (Hb.10:10). Cristo é a nossa santificação (cf. 1Co.1:30) , pois Ele satisfez plenamente a justiça de Deus por todos os nossos pecados. Não podemos, portanto, pensar erroneamente como alguns de doutrina arminio-wesleyana que já alcançamos a perfeição cristã. O apóstolo Paulo pede para que Deus santifique os crentes de Tessalônica em tudo (cf. 1Tss.5:23), se eles já estissem inteiramente santificados, se fossem crentes perfeitos não seria necessário pedir para que os mesmos procurassem ser santificados em tudo. Ser santificado em tudo é o desejo de todo o verdadeiro crente (cf. Hb.12:14). O Espírito Santo nos revela a necessidade de santidade, nos revelando a santidade de Deus; diante da santidade e grandiosidade do soberano Deus do universo enxergamos o quanto somos pecadores e enquanto mais nos aproximamos dEle, passamos a enxergamos essa pecaminosidade. O conhecimento dessa natureza corrupta, que ainda milita contra o espírito, reivindicando um direito que não lhe pertence mais, se dá através do conhecimento das Escrituras. Portanto, o Espírito Santo aplica as verdades bíblicas em nossos corações para o crescimento espiritual. “Quando Deus declara um homem justo, Ele imediatamente começa a santificá-lo” (A. W. Tozer). Ou seja, o justificado começa a ser transformado na imagem do Filho de Deus . Porém, enquanto estiver aqui nesse mundo o crente nunca alcançará a perfeição cristã como afirma os de doutrinas arminio-wesleyanas:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Cremos que a inteira santificação é aquele acto de Deus, subsedquente à regeneração, pelo qual os crentes são libertados do pecado original, ou depravação, e levados a uma estado de inteira devoção a Deus e à santa obediência do amor tornado perfeito” (Introdução a Teologia Cristã. Casa Nazareno de Publicações, 1990: 355).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;     Concluo o assunto sobre santificação, citando a confissão de fé Westminster (1647) por ela definir com a maior clareza esse assunto de tão grande relevância, o qual devemos ensinar e enfatizar como fizeram os puritanos e os metodistas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Confissão de fé Westminster - Capítulo XIII&lt;br /&gt;Da santificação&lt;br /&gt;I. Os que são eficazmente chamados e regenerados, tendo criado em si um novo coração e um novo espírito, são além disso santificados real e pessoalmente, pela virtude da morte e ressurreição de Cristo, pela sua palavra e pelo seu Espírito, que neles habita; o domínio do corpo do pecado é neles todo destruído, as suas várias concupiscências são mais e mais enfraquecidas e mortificadas, e eles são mais e mais vivificados e fortalecidos em todas as graças salvadoras, para a prática da verdadeira santidade, sem a qual ninguém verá a Deus.&lt;br /&gt;I Co.1:30; At.20:32; Fp.3:10; Rm.6:5-6; Jo.17:17,19; Ef.5-26; II Ts.2:13; Rm.6:6,14; Gl.5:24; Cl.1:10-11; Ef.3:16-19; II Co.7:1; Cl.1:28; Cl.4:12; Hb.12:14.&lt;br /&gt;II. Esta santificação é no homem todo, porém imperfeita nesta vida; ainda persistem em todas as partes dele restos da corrupção, e daí nasce uma guerra contínua e irreconciliável - a carne lutando contra o espírito e o espírito contra a carne.&lt;br /&gt;I Ts.5:23; I Jo.1:10; Fp.3:12; Gl.5:17; I Pe.2:11.&lt;br /&gt;III. Nesta guerra, embora prevaleçam por algum tempo as corrupções que ficam, contudo, pelo contínuo socorro da eficácia do santificador Espírito de Cristo, a parte regenerada do homem novo vence, e assim os santos crescem em graça, aperfeiçoando a santidade no temor de Deus.&lt;br /&gt;Rm.7:23; Rm.6:14; I Jo.5:4; Ef.4:15-16; II Pe.3:18; II Co.3:18-7:1.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Amém! Que Deus seja louvado.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2450445771080054942-6268184853899081601?l=prbeto-estudosteologicos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://prbeto-estudosteologicos.blogspot.com/feeds/6268184853899081601/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2450445771080054942&amp;postID=6268184853899081601' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2450445771080054942/posts/default/6268184853899081601'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2450445771080054942/posts/default/6268184853899081601'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://prbeto-estudosteologicos.blogspot.com/2010/12/erros-da-teologia-arminio-wesleyana.html' title='ERROS DA TEOLOGIA  ARMÍNIO-WESLEYANA'/><author><name>prbeto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04991251078209387116</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://bp0.blogger.com/_uJ4EWNH9RAI/R4lGQbvo-_I/AAAAAAAAAAg/aHenbx90Xng/S220/Imagens++(Imagens+variadas+17)dsafGHEHGRAHTHAETHGRgW+025.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2450445771080054942.post-2030945786088008567</id><published>2010-06-15T16:35:00.000-07:00</published><updated>2010-06-15T16:51:04.906-07:00</updated><title type='text'>JUDEUS-MESSIÂNICOS: Visão teológica deformada.</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_uJ4EWNH9RAI/TBgRvjxPoUI/AAAAAAAAAsk/yX7hlaY9obg/s1600/suffrin-roee-2.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 238px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_uJ4EWNH9RAI/TBgRvjxPoUI/AAAAAAAAAsk/yX7hlaY9obg/s320/suffrin-roee-2.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5483152055076888898" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Carlos R. Cavalcanti&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;JUDEUS-MESSIÂNICOS&lt;br /&gt;VISÃO TEOLÓGICA DEFORMADA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;          Estarei refutando os 16 itens que os judeus-messiânicos abordam a respeito de Israel (terra e povo) de uma forma teologicamente incorreta. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2010&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Porque o pecado não terá domínio sobre vós; pois não estais debaixo da lei, e sim da graça” (Rm.6:14)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Visão dos Judeus-Messiânicos a respeito de Israel&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. O termo bíblico “Israel” e correlatos, tanto no AT quanto no NT, é literal, referindo-se ao Israel étnico, descendência física de Abraão, através de seu filho Isaque (Gn 12.2; Rm 9.3,4; Fp 3.5).&lt;br /&gt;Respostas de:  &lt;br /&gt;Carlos R. Cavalcanti: &lt;br /&gt;Teólogo, Antropólogo, Historiador, Especialista em Arte, Religião, Cultura Judaica e Simbologia Judaica.&lt;br /&gt;Temos muitas passagens, no AT e no NT, que se refere ao Israel étnico. Também temos passagens que mostram categoricamente que os verdadeiros judeus são os que estão na igreja (corpo de Cristo), ou seja, os que nasceram do Espírito (cf. Gl.6:15-16) .  &lt;br /&gt;Provas Concretas de que a Igreja é o Verdadeiro Israel de Deus.&lt;br /&gt;Somos filhos de Abraão pela fé. Porque não é judeu quem o é apenas exteriormente, nem é circuncisão a que é somente na carne. “Porém, judeu é aquele que é interiormente, e circuncisão, a que é do coração, no espírito, não segundo a letra, e cujo louvor não procede dos homens, mas de Deus” (Rm.2:28-29 – negrito e itálico meu).&lt;br /&gt;Os que nasceram de Deus, foram regenerados pelo Espírito da promessa. Pertencem a Deus, é povo santo, de propriedade exclusiva do Senhor, tiveram suas vestes lavadas com o sangue do Cordeiro de Deus. A obra do Espírito Santo nos gentios pecadores, que não buscavam a Deus, os tornavam membros do povo em aliança com Deus. A explanação de Paulo sobre esse assunto chocava os judeus a quem ele se dirigia, e continua chocando muitos crentes sem conhecimento da Palavra de Deus. Porém, seus ensinamentos estavam alicerçados sobre o ensino do Antigo Testamento.&lt;br /&gt;“Conheço a blasfêmia  dos que se dizem judeus mas não são” (Ap.2:9 – negrito e grifo meu).&lt;br /&gt;Ser judeu significa ainda pertencer ao povo da Aliança?&lt;br /&gt;Em Esmirna, como havia acontecido em “Antioquia”, “Icônio”, “Listra” e “Tessalônica” (At.13:50; 14:2,5,19; 17:5), os judeus foram os instigadores da perseguição, e havia muitos judeus em Esmirna. Referindo-se as palavras da santa ceia, eles acusavam os crentes:&lt;br /&gt;• De serem antropófagos (comendo a carne e bebendo o sangue);&lt;br /&gt;• De serem libertinos com sua festa de amor (o ágape);&lt;br /&gt;• De destruir as famílias;&lt;br /&gt;• De serem ateus e revolucionários.&lt;br /&gt;Não que eles não pertencessem a raça judaica. Mas, a verdade é que o autêntico judeu, o povo escolhido, o verdadeiro Israel é aquele que aceita o Messias pela fé. Nem todos de Israel são de fato israelitas, isso, por que ficaram fora da Aliança da Graça: “E não pensemos que a palavra de Deus haja falhado, porque nem todos os de Israel são, de fato, israelitas” (Rm.9:6). O verdadeiro judeu é aquele que é transformado pelo Espírito Santo de Deus:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porque não é judeu quem o é apenas exteriormente, nem é circuncisão a que é somente na carne. Porém judeu é aquele que o é interiormente, e circuncisão, a que é do coração, no espírito, não segundo a letra, e cujo louvor não procede dos homens, mas de Deus (Rm.2:28, 29).&lt;br /&gt;A igreja de Cristo é o Israel de Deus: “E, a todos quantos andarem de conformidade com esta regra, paz e misericórdia seja, sobre eles e sobre o Israel de Deus” (Gl. 6:16). A interpretação deve ser feita sobre todo contexto do livro: sobre o Israel de Deus (judeus e gentios) que desfruta das bênçãos da Nova Aliança e anda de conformidade com essa regra. Os judeus segundo a carne não andavam segundo essa regra por serem Sinagoga de Satanás. Eles eram e continua sendo os instigadores das grandes perseguições aos os cristãos. Veja o que o apóstolo Paulo passou nas mãos deles: “Sobrevieram, porém, judeus de Antioquia e Icônio, instigando as multidões e apedrejando a Paulo, arrastaram-no para fora da cidade, dando-o por morto” (At.14:19).&lt;br /&gt;• Sinagoga de Satanás&lt;br /&gt;Os judeus incrédulos tomaram o partido de Satanás, no conflito entre a igreja cristã e o pagão Império Romano. Alegremente ajudaram às autoridades romanas a esmagarem a igreja. Satanás dominava ao paganismo. Aqueles que se oporem ao Reino de Deus estão sob a influência de Satanás que era visto como quem exercia influência sobre certos lugares onde havia também a igreja cristã (cf. Ap.2:13, 24) . Com relação a influência de Satanás, no ano 29 a.C., a cidade de Ppérgamo erigiu um santuário para a implantação do culto ao Imperador romano. Pérgamo também se tornara centro da religião pagã. &lt;br /&gt;A GARANTIA DE JESUS: a coroa da vida&lt;br /&gt;Não tenha medo do que você está prestes a sofrer. O Diabo lançará alguns de vocês na prisão para prová-los, e vocês sofrerão perseguição durante dez dias, seja fiel até a morte e eu lhe darei a coroa da vida (v.10 – grifo nosso).&lt;br /&gt;Cristo ama a Igreja que é o verdadeiro Israel de Deus. “Eis farei que alguns dos que são da sinagoga de Satanás, desses que a si mesmos se declaram judeus e não são, mas mentem, eis que os farei vir e prostrar-se aos teus pés e conhecer que eu te amei” (Ap.3:9).&lt;br /&gt;Veja esse comentário de Simom, um dos maiores teólogos da atualidade:&lt;br /&gt;“Jesus denominou a assembléia judaica “a sinagoga de Satanás”. Como os judeus se orgulhavam de ser o povo eleito de Deus, com quem ele fizera uma Aliança, Jesus, implicitamente diz que eles tinham perdido o direito de serem chamados seu povo. Tornaram-se instrumentos nas mãos de Satanás que, como seu governante, usava-os para solapar e, se possível, destruir a Igreja. Rejeitaram não só a Jesus, mas também a todos os seus seguidores e, assim, indiretamente, reconheceram Satanás como senhor. Portanto, Jesus os caracterizou como mentirosos, porque não mais podiam reivindicar ser o povo de Deus” (KISTEMAKER, Simon. Apocalipse. Editora Cultura Cristã, 2004. p.215).&lt;br /&gt;Os filhos de Deus não são necessariamente os filhos naturais de Abraão, mas, os da promessa. Esses são os verdadeiros israelitas juntamente com os gentios que são maioria nessa aliança, tendo em vista que os judeus rejeitaram o Messias e O mataram. Na verdade, a maioria dos judeus foi rejeitada, mas o remanescente segundo a eleição da graça (Rm.9:11; 11:7)  foram justificados pela fé somente e, por incrível que pareça, os gentios que não buscavam a Deus foram incluídos nessa Aliança pela fé (Rm.9:30-33) . Portanto, a Igreja de Cristo Jesus, que é o remanescente de Deus (Rm.9:27) , os eleitos segundo a vontade de Deus (Rm.9:11) é o verdadeiro Israel segundo a promessa.&lt;br /&gt;Comentário de Hendriksen.&lt;br /&gt;“O que Paulo está dizendo, pois, nos versículos 9:6-13 de Romanos é: Em última análise, a razão por que algumas pessoas são aceita e outras rejeitadas é que Deus assim o quis. Vontade divina e soberana é a fonte tanto da eleição quanto da reprovação. A responsabilidade humana não é cancelada, porém não existe tal coisa como mérito humano. O eterno propósito de Deus, em ultima análise, não tem por base as obras humanas”. (HENDRIKSEN, William. Romanos. São Paulo. Editora Cultura Cristã, 2001. p422).&lt;br /&gt;O Reino foi tirado dos judeus porque não produziam frutos de vida.&lt;br /&gt;“Perguntou-lhes Jesus: Nunca lestes nas Escrituras: A pedra que os construtores rejeitaram, essa veio a ser a principal pedra, angular; isto procede do Senhor e é maravilhoso aos nossos olhos? Portanto, vos digo que o reino de Deus vos será tirado e será entregue a um povo que lhes produza os respectivos frutos. Todo o que cair sobre esta pedra ficará em pedaços; e aquele sobre quem ela cair ficará reduzido a pó” (Mt.21:42-44).&lt;br /&gt;Jesus é a pedra angular para os que confessam Seu nome e edificam suas vidas nEle. Porém, os judeus que eram filhos do Reino perderam esse direito, tornaram-se sinagoga de Satanás. Dessa forma, não podem reivindicar a Terra como possessão perpétua por serem filhos carnais de Abraão.&lt;br /&gt;2. A aliança de Deus com Abraão no que se refere à sua descendência é incondicional e, portanto, Israel não pode deixar de existir (Gn 17.7; Dt 7.6-8; Jr 31.35-40; 33.25,26; Sl 89.28-34; Rm 11.28,29)&lt;br /&gt;Resposta:&lt;br /&gt;Com toda certeza, Israel nunca deixará de existir, simplesmente porque ele é a igreja. Deus não trata com dois povos, posto dos dois ter feito um. “...justiça de Deus mediante a fé em Jesus Cristo, para todos (e sobre todos) os que crêem; porque não há distinção pois todos pecaram e carecem da glória de Deus” (Rm.3:22-23). Tanto judeus quanto gentios estão debaixo do pecado e serão justificados todos os &lt;br /&gt;A “Antiga Aliança” deve ser vista como “sombra profética”, e não como algo permanente. Vejamos um exemplo: “Assim como Moisés, no deserto, levantou a cobra de bronze numa estaca, assim também o Filho do Homem tem de ser levantado, para que todos os que crerem nele tenham a vida eterna” (Jo.3:14-15); &lt;br /&gt;“Eu sou o pão vivo que desceu do céu. Se alguém comer desse pão, viverá para sempre. E o  que eu darei para que o mundo tenha vida é a minha carne”(Jo.6:51). O pão que os israelitas comeram no Deserto era sombra do verdadeiro pão que desceu do céu (Jesus Cristo) e dá vida aos homens (cf. Jo.6). A promessa de uma terra eterna também se originou de uma realidade celestial. Abraão e os patriarcas esperavam uma pátria celestial: “Porque Abraão esperava a cidade que Deus planejou e construiu, a cidade que tem alicerces que não podem ser destruídos” (Hb.11:10). &lt;br /&gt;Assim escreveu sabiamente um dos maiores teólogos contemporâneo: “O progresso rumo à consumação na nova aliança não pode permitir um retrocesso às antigas formas de sombra” . &lt;br /&gt;3. Não houve nenhuma rejeição definitiva por parte de Deus com relação ao povo de Israel (Rm 11.11).&lt;br /&gt;Resposta:     &lt;br /&gt;Claro que não houve! Paulo era judeu e havia sido alcançado pela graça de Deus. O Senhor trata com o remanescente e, até hoje, continua salvando judeus. Todavia, a maioria foi endurecido: “Deus endureceu o coração e a mente deles; deu-lhes olhos que não podem ver e ouvidos que não podem ouvir até o dia de hoje” (Rm.11:8).&lt;br /&gt;4. A terra de Israel é possessão perpétua da descendência de Abraão conforme a aliança incondicional firmada (Gn 15.18-21; 17.7,8; Dt 9.4-6; Rm 11.29).&lt;br /&gt;A terra de Israel é possessão perpétua no sentido da Aliança de Deus com Abraão ser de caráter eterno (cf. Gn.17:2). A Aliança de Deus dura para sempre e Jesus cumpre cada condição dela cabalmente (2Co.1:20; Ef.2:12-13). &lt;br /&gt;Se os judeus e os judeus-messiânicos pensam que irão habitar na terra de Canaã eternamente, estão redondamente enganados, não sabem interpretar as profecias, são meninos, têm zelo por Deus, mas, sem entendimento. Como os judeus irão herdar a terra? A Bíblia diz que tudo isso terá um fim, haverá um novo céu e uma nova terra. Vejamos o que diz as Escrituras a esse respeito: No sermão profético de Jesus, narrado por Marcos 13:25; Lucas 21:25-27; Mateus 24:29 diz: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Logo em seguida à tribulação daqueles dias, o sol escurecerá, a lua não dará a sua claridade, as estrelas (gr.  asteras - asteróides) cairão do firmamento, e os poderes dos céus (energia gravitacional que equilibra os corpos no espaço, eletromagnéticas, nucleares fraca e forte que atuam nos céus)  serão abalados. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;           “Todo o exército dos céus se dissolverá, e os céus se enrolarão como um pergaminho; todo o seu exercito cairá, como cai a folha da vide e a folha da figueira” (Is. 34:4).&lt;br /&gt;           “Esperando e apressando a vinda do Dia de Deus, por causa do qual os céus, incendiados, “serão desfeitos, e os elementos abrasados se derreterão’’ (2 Pe. 3:12). A linguagem escatológica é usada em toda Bíblia para falar do fim que acontecerá em breve. O dia e a hora, ninguém sabe. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vi quando o Cordeiro abriu o sexto selo, e sobreveio grande terremoto. O sol se tornou negro como saco de crina, a lua toda, como sangue, as estrelas do céu caíram pela terra, como a figueira, quando abalada por vento forte, deixa cair os seus figos verdes, e o céu recolheu-se como um pergaminho quando se enrola (Ap. 6:12-14).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;          Assim como o Senhor estendeu o universo através da Sua palavra criadora (bereshith bará), no fim Ele recolherá, precipitará os acontecimentos por ocasião do Seu juízo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vi um grande trono branco e aquele que nele se assenta, de cuja presença fugiram a terra e o céu, e não se achou lugar para eles. Vi também os mortos, os grandes e os pequenos, postos em pé diante do trono (Ap. 20:11 e 12). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;          Todos serão julgados e o mal será para sempre vencido e lançado para dentro do lago de fogo justamente com aqueles cujos nomes não foram encontrados no “Livro da Vida” (cf. Ap. 20:15). Todavia, isso é o começo de uma nova existência, a visão final de João é que Deus fará tudo novo, para o povo redimido: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vi novo céu e nova terra, pois o primeiro céu e a primeira terra passaram, e o mar já não existe. Vi também a cidade santa, a Nova Jerusalém, que descia do céu, da parte de Deus, ataviada como noiva adornada para seu esposo (Ap. 21:1-2). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;           Como a Bíblia diz, e a ciência prova, o mundo teve um começo e terá um fim, não o fim da matéria existente, mas uma transformação radical para uma nova ordem. O planeta está caminhando como um bêbado para seu destino final. A linguagem usada é profética, aponta para esse momento que acontecerá por ocasião da “Segunda Vinda de Cristo”:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Terror, cova e laço vêm sobre ti, ó morador da terra. E será que aquele que fugir da voz do terror cairá na cova, e, se sair da cova, o laço o prenderá; porque as represas do alto se abrem, e tremem os fundamentos da terra. A terra será de todo quebrantada, ela totalmente se romperá, a terra violentamente se moverá. A terra cambaleará como um bêbado e balanceará como rede de dormir; a sua transgressão pesa sobre ela, ela cairá e jamais se levantará. Naquele dia, o SENHOR castigará, no céu, as hostes celestes , e os reis da terra, na terra” (Is. 24:17-21).  &lt;br /&gt;          “Passará o céu e a terra, porém as minhas palavras não passarão’’ (Lc. 21:33). &lt;br /&gt;          Os salvos, os que aceitaram Jesus como seu Senhor e Salvador, herdarão um novo céu e uma nova terra, onde gozarão as bem aventuranças :&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[...] ali não haverá luto, nem pranto, nem dor, porque as primeiras coisas passaram. E aquele que está assentado no trono disse: Eis que faço novas todas as coisas. E acrescentou: escreve, porque estas palavras são verdadeiras. Disse-me ainda: Tudo está feito. Eu sou o Alfa e o Ômega, o Princípio e o Fim. Eu, a quem tem sede, darei de graça da fonte da água da vida (Ap. 21:4b-6 – grifo nosso).&lt;br /&gt;Quanto, porém, aos covardes, aos incrédulos, aos abomináveis, aos assassinos, aos impuros, aos feiticeiros, aos idólatras e a todos os mentirosos, a parte que lhe cabe será no lago que arde com fogo e enxofre, a saber, a segunda morte (Ap. 21:8).&lt;br /&gt;Como esses falsos mestres podem afirmar que Israel irá habitar a terra (Palestina) eternamente? &lt;br /&gt;5. A conservação dos judeus através dos séculos de dispersão e perseguição foi conseqüência da fidelidade divina (Is 43.1-4)&lt;br /&gt;Resposta:&lt;br /&gt;O povo de Deus é exaltado pela eleição (Is.49:5; Ex.19:5; Dt.7:6-8). Esses eleitos são todos os que não dobravam os joelhos a baal. &lt;br /&gt;A conservação dos judeus segundo a carne é conseqüência da soberania de Deus, e todas essas perseguições estão relacionadas com o sangue dos profetas que estão sobre eles: “A ira, porém, sobreveio contra eles, definitivamente” (1Tss.2:14-16). O correto seria afirmar que essa “conservação” está relacionada com a soberania de Deus, ou seja, está dentro dos Seus decretos permissivos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6. O retorno dos judeus à sua terra é o cumprimento das profecias do AT (Is 43.5,6; 37.24)&lt;br /&gt;Resposta:&lt;br /&gt;“Não temas, pois, porque sou contigo; trarei a tua descendência desde o Oriente e a ajuntarei desde o Ocidente. Direi ao Norte: entrega! E ao Sul: não retenhas! Trazei meus filhos de longe e minhas filhas, das extremidades da terra...” (Is.43:5, 6). &lt;br /&gt;Todos sabem que há muitas profecias a respeito da restauração de Israel, ou seja, sobre o retorno dos judeus para sua terra. Vejamos: (Dt.30:1-10; 1Rs.8:46-52; Jr.18:5-10; 29:12-14; Ez.36:33; Os.11:10). Porém, elas se cumpriram quando os judeus voltaram do cativeiro babilônico no ano (538 a.C./537 a.C.) . Como vemos, o estabelecimento do Estado de Israel depois da segunda guerra mundial não tem nada a ver com essas profecias. &lt;br /&gt;7. A atual nação de Israel não é resultado de meras convergências históricas, mas parte do plano divino para a descendência de Israel e para o mundo (Is 66.8; Am 9.13,14).&lt;br /&gt;Resposta:&lt;br /&gt;Os judeus incrédulos no Messias reivindicam a terra como sua possessão. Se a terra pertencia ao povo da Antiga Aliança, na Nova Aliança pertence a todos os que são filhos espirituais de Abraão (judeus e gentios) que crêem no Messias (Jesus) como seu único e suficiente salvador. Dessa forma Israel (étnico) deve reconhecer os palestinos como nação e respeitar sua soberania. Os judeus incrédulos que estão na Palestina e espalhados no mundo conspirando contra a Igreja de Cristo Jesus são na verdade Sinagoga de Satanás , filhos do diabo . O verdadeiro judeu são os que entrarem na Aliança da Graça pela fé somente , sem as obras da lei  ou quaisquer outras coisas que fazermos para obter justiça própria. &lt;br /&gt;8. Israel é um povo singular entre as demais nações (Dt 33.29; 26.18)&lt;br /&gt;Resposta:&lt;br /&gt;Isso não é verdade. Tudo com relação a Israel já se cumpriu. Os judeus ímpios e todos os que se esqueceu de Deus, restam-lhes a ira que é o contrário do Seu amor. &lt;br /&gt;O Israel étnico não é mais esse povo singular (cf. Rm.9: 26-28; 10:20-21) . Isso era para o povo da Antiga Aliança. Atualmente todas as bênçãos estão sobre a Nova Aliança (Jr.31:31; 32:40) . &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;9. Ainda existem muitas profecias a serem cumpridas com respeito às promessas de Deus à nação de Israel (Ez 37 – 40; Mt 5.17; At 1.6,7)&lt;br /&gt;Resposta:&lt;br /&gt; (Ez 37 – 40) Essa profecia já se cumpriu e revelava a situação de Israel no cativeiro. É uma profecia de esperança para os judeus. &lt;br /&gt;(Mt 5.17) Jesus não veio acabar com a lei, mas dá o verdadeiro sentido, ou seja, cumprir a lei e os profetas. A Bíblia ensina que todas as profecias se cumpriram em Cristo Jesus: “Não penseis que vim revogar a Lei ou os Profetas; não vim para revogar, vim para cumprir” (Mt.5:17). Se Ele cumpriu, significa que não é preciso querer tentar fazer o que já foi feito. &lt;br /&gt;(At 1.6,7) Os discípulos pensavam que Jesus iria restaurar o reino físico expulsando os romanos de Israel, mas Jesus falava do Reino Eterno que acontecerá por ocasião da Segunda Vinda.&lt;br /&gt;10. O endurecimento dos judeus com relação a Jesus é parcial temporário (Mt 23.39; Rm 11.25)&lt;br /&gt;Resposta:&lt;br /&gt;“Porque não quero, irmão, que ignoreis este mistério (para que não sejais presumidos em vós mesmos): que veio endurecimento em parte a Israel, até que haja entrado a plenitude dos gentios. E, assim, todo o Israel será salvo...” (Rm.11:25-26).&lt;br /&gt;A pesar de termos alguns defensores, como Dr. Martyn Lloyd-Jones, de que no final, antes de Cristo Retornar para consumar todas as coisas haverá uma conversão em massa dos judeus étnicos. Todavia, a maioria dos comentaristas acredita que essa interpretação foge de todo contexto. &lt;br /&gt;Essa visão é a que melhor se enquadra na soteriologia: Quando entrar a plenitude dos gentios na aliança da graça todo o Israel será salvo. A plenitude dos gentios + os judeus eleitos = a todo o Israel. Vejamos esse importante comentário da Bíblia de Estudo de Genebra: &lt;br /&gt;“O raciocínio de Paulo, neste passo, tem sido compreendido de três maneiras principais: a) ele está mostrando como Deus salva todo o seu povo eleito (todo o Israel, no v.26, deve ser tomado como basicamente sinônimo de Igreja, ou seja, o Israel espiritual); b) ele está mostrando como Deus salva a todos os eleitos de Israel, que deverão ser salvos; c) ele está mostrando como Deus trará, no futuro, a salvação ao povo judeu, tão amplamente divulgada que, num sentido geral óbvio, pode-se dizer que “todo o Israel será salvo” (v.26). Apesar das dificuldades, algumas forma deste último ponto de vista parece ser o mais provável, e isso pelas seguintes razões. Em primeiro lugar, indícios disso parecem ter aparecido  nos vs.11-12, 15-16, 24. Em segundo lugar, o v.25 sugere que o fim do endurecimento interpretado como se fosse uma entidade diferente do Israel em mira nos vs. 1-24 e nos vs.28-31, onde está em foco o Israel nacional (e não o Israel espiritual). Em quarto lugar, “mistério”, no v.25, pareceria impróprio e exagerado se o ensino de Paulo fosse simplesmente que todos os judeus eleitos seriam salvos. Finalmente, esse ponto de vista concorda bem com as citações nos vs. 26-27, de Is. 59: 20-21; 27:9; Jr.31:33-34, que parecem falar de um banimento compreensivo daquele  pecado que tem sido a causa da alienação entre Israel e Deus” (p.1337).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;11. Atitudes positivas com relação a Israel resultam em bênção também para a Igreja (Gn 12.3)&lt;br /&gt;Resposta:&lt;br /&gt;Atualmente é o contrário: Atitudes positivas com relação à igreja resultam em bênção para o mundo. Sabendo, pois, que o Israel que está fora da igreja está sob a maldição da Lei. Cada judeu que Cristo salva, também é bênção para a igreja e para o mundo.&lt;br /&gt;12. É dever de todo cristão orar pela salvação dos judeus (Rm 10.1; )&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resposta:&lt;br /&gt;Concordo plenamente, não só dos judeus, mas de todos os que ainda irão crer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;13. É dever dos cristãos ajudar os judeus em suas necessidades (Rm 15.25-27)&lt;br /&gt;Resposta:&lt;br /&gt;Na época de Paulo, os judeus-cristãos estavam passando por grande necessidade e era dever dos crentes gentios ajudar uns aos outros, principalmente os judeus dos quais eles eram participante dos valores espirituais. A referência é sobre os judeus que foram eleitos para a salvação, não sobre os judeus incrédulos, filho da perdição. Quais os valores espirituais dos que não nasceram de Deus? Eles são filhos do diabo (cf. Jo.8;44); “...não agradam a Deus...” (1Tss.2:15); estão sempre enchendo a medida de seus pecados (cf. 1Tss.2:16); “A ira, porém, sobreveio contra eles, definitivamente” (1Tss.2:16). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;14. Haverá uma conversão nacional de Israel, isto é, todo o Israel será salvo (Zc 12.10; Rm 11.25,26)&lt;br /&gt;Resposta:&lt;br /&gt;Já respondi esse assunto no décimo ponto. Mas, conforme declara Palmer Robertson  Deus nunca se obrigou a salvar cada individuo de qualquer grupo de pessoas. Ele sempre teve um remanescente, se esse padrão for mudado no futuro, seria um princípio estranho a toda atividade redentora, tanto na Antiga quanto na Nova Aliança. Todavia, Deus é poderoso, livre para agir conforme o conselho de Sua vontade “Pois ele diz a Moisés: Terei misericórdia de quem me aprouver ter misericórdia e compadecer-me-ei de quem me aprouver ter compaixão” (Rm.9:15). Nosso desejo e oração é para que todos os eleitos de Deus sejam chamados o mais rápido possível. O próprio apóstolo Paulo declara em Rm.9:2-3: “...tenho grande tristeza e incessante dor no coração; porque eu mesmo desejaria ser anátema, separado de Cristo, por amor de meus irmão, meus compatriotas, segundo a carne”. Nós os crentes em Cristo, verdadeiros judeus segundo a promessa de Abraão, devemos sentir grande pesar não só pelos judeus que estão fora da igreja, mas por todos quantos estão na mesma situação. &lt;br /&gt;15. O judaísmo-messiânico é uma expressão verdadeira e válida da fé evangélica e não um tipo de legalismo evangélico (Gl 2.7-9; At 21.20)&lt;br /&gt;Resposta:&lt;br /&gt;Isso não é verdade. O judaísmo-messiânico é uma expressão falsa da fé evangélica. Por vários motivos: Não crêem nas doutrinas bíblicas, Trindade e Divindade de Jesus, vivem nos rudimentos da Lei e acreditam na salvação pelas obras etc. O Cristo que eles acreditam não é suficiente para sua salvação, é preciso que se faça algo cooperando dessa forma com a graça salvadora. Essa grande heresia é condenada pela Palavra: “Porque pela graça sois salvos, mediante a fé; e isto não vem de vós; é dom de Deus; não de obras, para que ninguém se glorie” (Ef.2:8-9). A fé é um dom de Deus, não é algo desenvolvido pelo homem. &lt;br /&gt;16. Israel terá um papel preponderante entre as nações no futuro (Zc 8.23; Rm 11.12,15,24; Ap 7.1-8)&lt;br /&gt; Resposta:&lt;br /&gt;Preponderante em que sentido? Como povo rebelde e contradizente, despertará o homem da iniqüidade, o anticristo. O cenário já está pronto, Israel domina o mundo completamente, as medidas já estão sendo tomadas, quando o “messias” de Israel segundo a carne for lançado exercerá domínio absoluto sobre as nações de forma clara (é o poder da besta em ação).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;HENDRIKSEN, William. Romanos. São Paulo. Editora Cultura Cristã, 2001.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;HENDRIKSEN, William. Gálatas. São Paulo. Editora Cultura Cristã, 1999.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;KISTEMAKER, Simon. Apocalipse. Editora Cultura Cristã, 2004.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ROBERTSON, Palmer O. O Israel de Deus: passado, presente e futuro. São Paulo. Editora Vida, 2005.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2450445771080054942-2030945786088008567?l=prbeto-estudosteologicos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://prbeto-estudosteologicos.blogspot.com/feeds/2030945786088008567/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2450445771080054942&amp;postID=2030945786088008567' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2450445771080054942/posts/default/2030945786088008567'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2450445771080054942/posts/default/2030945786088008567'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://prbeto-estudosteologicos.blogspot.com/2010/06/judeus-messianicos-visao-teologica.html' title='JUDEUS-MESSIÂNICOS: Visão teológica deformada.'/><author><name>prbeto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04991251078209387116</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://bp0.blogger.com/_uJ4EWNH9RAI/R4lGQbvo-_I/AAAAAAAAAAg/aHenbx90Xng/S220/Imagens++(Imagens+variadas+17)dsafGHEHGRAHTHAETHGRgW+025.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_uJ4EWNH9RAI/TBgRvjxPoUI/AAAAAAAAAsk/yX7hlaY9obg/s72-c/suffrin-roee-2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2450445771080054942.post-1571557714910842523</id><published>2010-02-28T16:25:00.000-08:00</published><updated>2010-02-28T16:34:52.527-08:00</updated><title type='text'>Judeus-Messiânicos: Uma antiga heresia.</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_uJ4EWNH9RAI/S4sK22tdgoI/AAAAAAAAAsc/3SWmmRwEovo/s1600-h/imagem3.bmp"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 228px; height: 320px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_uJ4EWNH9RAI/S4sK22tdgoI/AAAAAAAAAsc/3SWmmRwEovo/s320/imagem3.bmp" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5443456512122782338" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Primeira Parte&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;                     Defendendo a fé Reformada                                                                                                                              &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DEBATES TEOLÓGICOS EM UBE (União dos Blogueiros Evangélicos) Carlos R. Cavalcanti&lt;br /&gt;Teólogo, Antropólogo, Historiador, Especialista em Arte, Cultura Judaica e Religiões.&lt;br /&gt;OS JUDEUS-MESSIÂNICOS: Uma Antiga Heresia&lt;br /&gt;          Enquanto a Igreja de Jesus Cristo estiver nesse mundo, continuará a surgir falsos profetas; sempre foi assim. A Bíblia nos alerta a termos cuidado, porque eles vêm em pele de ovelha, mas são lobos devoradores. Sua doutrina é compatível com as necessidades superficiais dos homens, seu discurso é muito bonito, eles mostram aversão a tudo o que está relacionado com a disciplina e a sã doutrina. Não suportam os que estudam para que eles não descubram a verdade, como aconteceu com Martinho Lutero. O objetivo é manter a comunidade na escravidão intelectual, sem permitir que os irmãos “pensem”. A maioria é exclusivista, acreditam que só eles estão salvos. Cuidado esses enganarão se possível até mesmo os eleitos de Deus. Vejamos o que diz as Sagradas Escrituras:&lt;br /&gt;“Então, se alguém vos disser: Eis aqui o Cristo! Ou: Ei-lo ali! Não acrediteis; porque surgirão falsos cristos e falsos profetas operando grandes sinais e prodígios para enganar, se possível, os próprios eleitos” (Mt.24:23-24).&lt;br /&gt;          A forma camuflada que os judeus-messiânicos encontram para dizer, “eis aqui o Cristo, foi através da teologia, “do retorno as raízes da igreja do primeiro século”, que eles criaram, como se isso fosse uma novidade para a igreja de Jesus Cristo. Camuflada porque à volta as raízes judaicas da igreja, é um engano, porque o verdadeiro objetivo é levar a igreja aos rudimentos da lei. É claro que a lei é boa e santa, mas para quem dela faz bom uso. Cristo cumpriu a lei, se alguém procura cumprir é como se dissessem que Ele não a cumpriu, e quem assim procede está sob maldição: “Todos quantos, pois, são das obras da lei estão debaixo de maldição...” (Gl.3:10).&lt;br /&gt;• Os falsos mestres corrompem a sã doutrina&lt;br /&gt;“Então, entenderam que não lhes dissera que se acautelassem do fermento de pães, mas da doutrina dos fariseus e dos saduceus” (Mt.16:12 – negrito meu).&lt;br /&gt;          Um pouquinho de fermento leveda toda a massa, o falso ensino doutrinário com toda sutileza corrompe todo corpo. A doutrina dos fariseus era desprovida do que é mais essencial, o amor. Sem ele o ensino torna-se legalista e um fardo insuportável. &lt;br /&gt;          No cristianismo através dos séculos, podemos notar que elementos do paganismo do judaísmo têm sido incorporados a igreja trazendo grande prejuízo a mesma. Na Reforma, tudo o que não era bíblico foi cortado, não interessa ao povo escolhido de Deus o que não está nas Escrituras, porém, não podemos afirmar que tudo que é da “Igreja Católica” é errôneo ou pagão. Pensar dessa forma, é falta de sabedoria. Principalmente quando se trata de questões importantes como a “Trindade”, “Divindade de Cristo” ou “Batismo em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo”. O sincretismo religioso aconteceu com Israel e houve apostasia e com a igreja não está sendo diferente. Todavia, não devemos nos desesperar, pois Deus está no controle, o apóstolo João em sua visão, na Ilha de Pátimos, vê alguém sentado em um alto e sublime Trono. Essa visão mostra quem realmente está no controle da história. Na época de João, pesava-se que era o imperador romano que se intitulava de “senhor e benfeitor” utilizando-se de uma falsa paz que era conseguida através da espada. Vê também a igreja triunfante e vencedora (cf. Ap.14:1-5).&lt;br /&gt;         Por isso que Mateus 16:12 nos ensina que devemos ter cuidado com o que é transmitido atualmente nas igrejas, principalmente naquelas que se afastaram da fé Reformada. Quanto ao judaísmo-messiânico além de serem arminianos são judaizantes, dupla apostasia. O perigo que esses que se dizem cristãos, mas não são, antes são sinagogas de Satanás, pelos seguintes fatos: &lt;br /&gt;1. Negam a Cristo.&lt;br /&gt;      Colocar Jesus Cristo ao nível de um ser criado é uma das maiores heresias que os apóstolos enfrentaram. Apoiar ou permanecer calado diante de tais blasfêmias é ser participante da mesma condenação. &lt;br /&gt;     O problema das pessoas que argumentam contra a doutrina da Divindade de Cristo é que elas não conhecem a Bíblia, lêem, mas sem entendimento. Esse&lt;br /&gt;“Ao dizer que Yeshua é YAWH – estamos colocando essa Criação Divina ao mesmo nível que o seu Criador, e dando passo a essa idolatria que hoje vemos na inmensa maioria das igrejas, que adoram a Yeshua e não a Ha Shem. NÃO NEGO O ELEMENTO DA DIVINDADE DE YESHUA – sim digo que essa Divindade, essa Essência Divina, está implicita e é parte integral dele, como consequencia dos seguintes pontos:&lt;br /&gt;Yeshua foi engendrado e criado (no sentido de Criação) de forma sobrenatural, diretamente pela intervenção de Ha Shem, e não como um mortal comúm. Yeshua possuia o poder de realizar atos que estavam fora da capacidade de um ser humano comúm (chamemos de "milagres", se assim o desejam). &lt;br /&gt;Yeshua foi Criado especificamente por Ha Shem para renovar o Pacto de Ha Shem e trazer a redenção da Humanidade inteira, através do povo judeu. &lt;br /&gt;Tudo isso não faz de Yeshua o equivalente a YAWH. Do mesmo jeito, o aparecimento de Ha Schechiná no Tabernáculo ou no Templo não era considerado como o aparecimento de uma entidade separada, mas sim uma Manifestação Especial da Presença de Ha Shem” (Judeus-Messiânicos – Hadérech – www.ubeblog.ning.com).&lt;br /&gt;1. Negam a Trindade: &lt;br /&gt;“Judaísmo Messiânico não é uma Heresia. Heresia é a Teologia da Substituição, da prosperidade, do uso de símbolos de Israel como amuletos, de esquecer ou não perceber, que o Eterno é um, e que a trindade foi inventada pela Apostasia Católica Romana e que Protestantes e evangélicos insistem em perpetuar” (Elijah Ben Gomes, 2009). &lt;br /&gt;2. Negam a justificação pela fé somente, ou seja, acreditam como os “católicos romanos” na salvação pelas obras também:&lt;br /&gt;“A GRAÇA SEM A LEI NAO TEM GRAÇA. Muito bem dito pelo Rabino Marcelo Miranda. Enquanto alguns procuram no Tanach desculpas para perpetuar Teologias Romanas” (Elijah Ben Gomes, 2009). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Somos salvos para obedecer de coração a sã doutrina&lt;br /&gt;“Mas graças a Deus porque, outrora, escravos do pecado, contudo, viestes a obedecer de coração à forma de doutrina a que fortes entregues” (Rm.6:17 – negrito meu).&lt;br /&gt;Que forma de doutrina era essa? &lt;br /&gt;• Os falsos mestres levam o povo ao erro, e o erro conduz a morte&lt;br /&gt;“...para que não mais sejamos como meninos, agitados de um lado para outro e levados ao redor por todo vento de doutrina, pela artimanha dos homens, pela astúcia com que induzem ao erro” (Ef.4:14 – negrito meu).&lt;br /&gt;         Os judeus-messiânicos induzem o povo ao erro com suas doutrinas falsas. Negam as principais doutrinas bíblicas, como por exemplo: a Santíssima Trindade, a Divindade de Cristo e etc. São heréticos, estão no caminho da perdição, é sabido, portanto, que os que assim procedem é para sua própria condenação, homens ímpios que denigrem a graça do nosso soberano Deus (cf. 2Pe.3:14-18). &lt;br /&gt;• Devemos ter cuidado com a verdade para que ninguém nos engane&lt;br /&gt;“Quando eu estava de viagem, rumo da Macedônia, te roguei permanecesses ainda em Éfeso para admoestares a certas pessoas, a fim de que não ensinem outra doutrina” (1Tm.1:3 – negrito meu).&lt;br /&gt;          E o que os judeus-messiânicos estão ensinando é outra doutrina? Sim, com certeza. Vejamos que da mesma forma que os judaisantes agiam desviando os fiés, assim procedem os judeus-messiânicos fascinando os crentes com sua doutrina antiblica: “Ó gálatas insensatos! Quem vos fascinou a vós outros, ante cujos olhos foi Jesus Cristo exposto como crucificado? Quero apenas saber isto de vós: recebestes o Espírito pelas obras da lei ou pela pregação da fé? Sois assim insensatos que, tendo começado no Espírito, estejais, agora, vos aperfeiçoando na carne?” (Gl.3:1-3 – itálico e negrito meu).&lt;br /&gt;           Foi através da escravidão do cerimonialismo da lei ou pela fé somente quando ouviste a mensagem do evangelho da salvação? Os gálatas haviam começado no Espírito e estavam agora sendo levado pelos judeus-messiânicos à apostasia: Começando no Espírito e se aperfeiçoando na carne. Provavelmente Paulo tenha em mente a circuncisão em que os judeus-messiânicos tentavam obter o favor de Deus. William Hendriksen traz uma excelente contribuição sobre esse assunto: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Os gálatas estavam começando a renunciar a Cristo como seu único e todo-suficiente Salvador. Tendo começado pelo Espírito, eles, agora, estavam tentando pôr sua confiança nos meios carnais – tais como confiar nos conselhos dos judaizantes (ou judeus-messiânicos), e, portanto, também nas obras da lei, na rigorosa observância de cerimônias, da circuncisão, etc. -, com o fim de, por esses meios, poderem chegar à perfeição” (199: 166 – 167). É justamente isso que está acontecendo atualmente. &lt;br /&gt;• O grande perigo de ultrapassar a doutrina de Cristo.&lt;br /&gt;“Todo aquele que ultrapassa a doutrina de Cristo e nela não permanece não tem Deus; o que permanece na doutrina, esse tem tanto o Pai como o Filho. Se alguém vem ter convosco e não traz esta doutrina, não o recebais em casa, nem lhe deis as boas – vindas. Porquanto aquele que lhe dá boas-vindas faz-se cúmplice das suas obras más” (2Jo.9-11 – negrito meu).&lt;br /&gt;          Todavia, atualmente, mesmo diante de tantas falsas doutrinas que afirmam ser verdadeiras não devemos nos entristecer, Deus está no controle e conhece os que lhe pertencem. A Sua Igreja é pura santa e imaculada. Ele disse que somos propriedade exclusiva e que nunca nos deixaria. Temos a garantia, o selo de Deus . Os que o Pai deu ao Filho para salvação jamais perecerão, tem a garantia da vida eterna: “Todo aquele que o Pai me dá, esse vira a mim; e o que vem a mim, de modo nenhum o lançarei fora. Porque eu desci do céu, não para fazer a minha própria vontade, e sim a vontade daquele que me enviou. E a vontade de quem me enviou é esta: que nenhum eu perca de todos os que me deu; pelo contrário, eu o ressuscitarei no último dia” (Jo.6:37-39 – negrito meu). Essa igreja, formada por todos aqueles que o Pai deu ao Filho (cf. Jo.6:37-39) jamais perecerão (cf. Jo.10:28), estão duplamente seguros: “Eu lhes dou a vida eterna; jamais perecerão, e ninguém as arrebatará da minha mão. Aquilo que meu Pai me deu é maior do que tudo; e da mão do Pai ninguém pode arrebatar. Eu e o Pai somos um” (Jo.10:28-30). &lt;br /&gt;          Qual é a função da verdadeira igreja? Pregar o Evangelho a toda criatura os que crerem serão salvos, os que não crerem já estão condenados. Só responderão positivamente ao chamado de Cristo os que foram dados a Ele pelo Pai. A igreja pode passar pela maior crise de sua existência, mas isso é mister que aconteça, todavia, de uma coisa podemos ter certeza, estamos seguros em Cristo Jesus, nada nos afastará desse amor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;QUEM SÃO OS JUDEUS-MESSIÂNICOS?&lt;br /&gt;          O objetivo dos Judeus-Messiânicos pode até ter a aparência de algo bom, vindo de Deus, mas não é. A Bíblia condena tais práticas, e eles procuram alcançar os seguintes propósitos:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Nosso Ministério deseja levar aos cristãos em suas variadas denominações a visão da sua reconexão com o povo judeu e com a nação de Israel, bem como a restauração das raízes judaicas da fé cristã” (www.ensinandodesiao.org.br).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;          A visão dos Judeus-Messiânicos é desviar o povo de Deus da verdadeira fé! Não temos que nos unir ao povo judeu, somos unidos a Cristo que é o Cabeça da Igreja. Por que deveríamos nos unir aos judeus? Qual seria a vantagem? Nem uma. Vejamos o que diz a Palavra de Deus: “Que se conclui? Temos nós qualquer vantagem? Não, de forma nenhuma; pois já temos demonstrado que todos, tanto judeus como gregos, estão debaixo do pecado...” (Rm.3:9). Portanto, a proposta dos Judeus-Messiânicos é antibíblica e deve ser rejeitada por todos os que professam serem seguidores de Jesus. A Bíblia diz justamente o contrário a respeito da “restauração das raízes judaicas da fé cristã”, porque essa restauração nada mais é do que uma volta aos rudimentos da Lei, a qual Cristo Jesus cumpriu por mós, e se Ele cumpriu qual a necessidade de manter aquilo que era sombra? Nenhuma. “...não há distinção, pois todos pecaram e carecem da glória de Deus, sendo justificado gratuitamente, por sua graça, mediante a redenção que há em Cristo Jesus...” (Rm.3:22b, 23, 24). Se todos pecaram e a Lei não aperfeiçoou nada, Por que todo o interesse em querer que as Igrejas voltem ao judaísmo-messiânico? A jactância! “É, porventura, Deus somente dos judeus? Não o é também dos gentios? Sim, também dos gentios, visto que Deus é um só, o qual justificará, por fé, o circunciso e, mediante a fé, o incircunciso” (Rm.3:28-30). Portanto, qual a vantagem da reconecxão com o povo judeu? Nem uma!  O verdadeiro Israel  de Deus tem o objetivo de alertar o povo contra os falsos ensinos que a cada dia vem se propagando de uma forma alarmante. O que é mais perigoso ainda, é que esses ensinamentos vêm mascarados de verdade. O falso se confunde com o verdadeiro e muitos aceitam sem uma avaliação prévia. Devemos ser como os crentes de Beréia, analisar se o que estão passando para nós é realmente o que afirma a Bíblia. &lt;br /&gt;          O objetivo dos Judeus-Messiânicos é completamente contrário ao objetivo de Deus para Sua Igreja. Eles dizem que desejam, “...levar aos cristãos em suas variadas denominações a visão da sua reconexão com o povo judeu e com a nação de Israel, bem como a restauração das raízes judaicas da fé cristã”. Como vimos, a Bíblia diz justamente o contrário. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Para a Liberdade foi que Cristo nos libertou. Permanecei, pois, firmes e não vos submetais, de novo, a jugo de escravidão. Eu, Paulo, vos digo que, se vos deixardes circuncidar, Cristo de nada vos aproveitará. De novo, testifico a todo homem que se deixa circuncidar que está obrigado a guardar toda a lei. De Cristo vos desligastes, vós que procurais justificar-vos na lei; da graça decaístes. Porque nós, pelo Espírito, aguardamos a esperança da justiça que provém da fé. Porque, em Cristo Jesus, nem a circuncisão, nem a incircuncisão têm valor algum, mas a fé que atua pelo amor” (Gl.5:1-6 – itálico e negrito meu).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Para a liberdade foi que Cristo nos libertou” (v.1)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;           O apóstolo Paulo compara a Lei a um jugo (“jugo de escravidão”) e não quer que a Lei tome o lugar de Cristo na vida dos crentes da Galácia e os exorta a manter a liberdade em Cristo Jesus. Nos capítulos 13-26 deixa claro que o objetivo principal é a liberdade. A liberdade implica, em última análise, no livramento de algo que prende, amordaça, impede de alguma coisa, algo que incomoda e acusa: o pecado (Rm.6:18), consciência acusadora (Hb.10:22), da ira de Deus (Rm.5:1), da influência de satanás (2Tm.2:26; Hb.2:14). Na verdade, nesse texto Paulo está pensando em ser liberto da Lei, ou seja, da maldição que a Lei pronunciou contra o pecado e que muitos judeus procuravam inutilmente ser justificado por ela (Gl.3:23; 22-26, 4:1-7). Para os que foram predestinados, significa ser liberto da incapacidade da Lei em dar vida ao que está morto em seus delitos e pecados, primeiramente aos judeus e também aos gentios; do medo, da falsa idéia, de que se não guardar estritamente a Lei cerimonial e moral não seriam salvos. O que a Lei não conseguiu realizar, Deus conseguiu através de Jesus Cristo (Rm.8: 3, 4) E essa libertação salvadora em Cristo Jesus não depende de nada que possamos fazer ou que deixemos de realizar, somos livres não porque somos perfeitos, mas porque fomos perdoados. O verdadeiro crente aquele que nasceu verdadeiramente do alto, recebe essas verdades porque o Espírito Santo de Deus habita nele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Permanecei, pois, firmes” (v.1)&lt;br /&gt;          É uma advertência contra os perigos que estavam assolando a igreja. Não podemos, no entanto, pensar que o homem tem a capacidade de permanecer firme sem ser pelo Espírito Santo de Deus. Muitos, na igreja, estavam sendo induzidos pelos judaizantes as práticas da Lei. Todavia, os que eram transformados pelo Espírito Santo receberam e obedeceram a essas palavras de exortação. Atualmente devemos permanecer firmes, com a mesma força e vigor, contra os opositores dessas verdades porque muitos falsos profetas se introduziram dentro da igreja, como por exemplo: hoje, surge uma antiga heresia conhecida como Judeus-Messiânicos que estão levando os crentes a correrem na direção oposta, dessa forma estão deixando de lado a graça de Deus por não mais colocar sua inteira confiança nela. Nesse caso da graça decaístes.&lt;br /&gt;“Eu, Paulo, vos digo que, se vos deixardes circuncidar, Cristo de nada vos aproveitará” (v.2).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;         Nossa fé ou está fundamentada totalmente em Cristo ou não está, não existe a mínima possibilidade de complementar essa suficiência. Se isso acontecer “Cristo de nada vos aproveitará”, e, portanto, uma questão que já havia sido debatida várias vezes, mas os judaizantes sempre tentavam afastar os crentes da fé com as questões da Lei. As principais coisas que eles exigiam e pregavam calorosamente, é sobre a questão da circuncisa, a guarda do sábado e a alimentação. Se esse era o caminho, diz Paulo, então deveriam eles cumprir toda a Lei e não apenas essas, porque ninguém conseguiu cumprir a Lei, senão Cristo Jesus, o qual cumpriu por todos nós. Se alguém que recebeu a Cristo como único e suficiente salvador e depois é induzido pelos judaizantes a circuncidarem-se, devem, portanto, cumprir toda Lei, como isso é impossível, os que assim procedem estão debaixo de maldição: “De modo que os da fé são abençoados com o crente Abraão. Todos quantos, pois, são das obras da lei estão debaixo de maldição; porque está escrito: Maldito todo aquele que não permanece em todas as coisas escritas no Livro da lei, para praticá-las” (Gl.3:9-10). Como ninguém nunca conseguiu cumprir a Lei e os que tentam ser justo diante de Deus, irão, no final, perceber que correram para o lado errado. “E, é evidente que, pela lei, ninguém é justificado diante de Deus, porque o justo viverá pela fé” (Gl.3:11).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“De Cristo vos desligastes, vós que procurais justificar-vos na lei, da graça decaístes” (v.4)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;          Todos os que persistissem nesse erro, voltando aos rudimentos da lei, ou os gentios sendo influenciados por tais conceitos que caducaram e não aperfeiçoou nada, seriam desligados de Cristo. Na verdade, os que foram verdadeiramente transformados pelo Espírito Santo irão resistir e voltar para o caminho que é Cristo e não a Lei. Os que permaneceram irredutíveis cairão da graça. Todavia, não devemos pensar a respeito dos que caíram da graça pela sua incredulidade, que tivessem sido verdadeiramente regenerados. Não, não foram. A experiência que eles tiveram com o Espírito Santo foi superficial, pois logo vindo os rudimentos da Lei voltaram a escravidão (cf. Mc.4:1-20). Para uma um melhor entendimento a respeito da queda dos que foram iluminados e caíram da graça, ler o artigo de Moisés C. Bezerril que se encontra na UBE (União dos Blogueiros Evangélicos) www.ubeblog.ning.com&lt;br /&gt;          Iremos entender que os que foram de fato justificados, não cairão de nenhuma forma da fé, mas perseverarão até o fim porque o que está neles é maior do que o que está no mundo, e quem é maior vence, portando os que têm o Espírito Santo de Deus podem dizer com segurança de que são muito mais que vencedores em Cristo Jesus.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma linda proposta, porém sem fundamento bíblico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Pois, pelas Escrituras, os gentios através do Messias Yeshua são enxertados na “Oliveira” que é o Israel de D´us. Nosso Ministério incentiva que gentio deve viver como gentio, não se tornando judeu, mas ele é livre se optar por um estilo de vida judaico, segundo os princípios bíblicos.  Igualmente, reconhecemos a legitimidade cultural e vocacional do judeu, que mesmo crendo em Yeshua (Jesus) como Messias, pode e deve permanecer como judeu, sem perder sua identidade” (www.ensinandodesiao.org.br).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;         “Pois, pelas Escrituras, os gentios através do Messias Yeshua são enxertados na “Oliveira” que é o Israel de D´us”. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;          É a mais pura verdade! Os gentios que são enxertados na Oliveira, juto com a minoria dos judeus, são o Israel de Deus.         &lt;br /&gt;          Somos filhos de Abraão pela fé. “Porque não é judeu quem o é apenas exteriormente, nem é circuncisão a que é somente na carne. Porém, judeu é aquele que o é interiormente, e circuncisão, a que é do coração, no espírito, não segundo a letra, e cujo louvor não procede dos homens, mas de Deus” (Rm.2:28-29 – negrito e itálico meu).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;          Os que nasceram de Deus foram regenerados pelo Espírito da promessa. Pertencem a Deus, é povo santo, de propriedade exclusiva do Senhor, tiveram suas vestes lavadas com o sangue do Cordeiro de Deus. A obra do Espírito Santo nos gentios pecadores que não buscavam a Deus os tornava membro do povo em aliança com Deus. A explanação de Paulo sobre esse assunto chocava os judeus a quem ele se dirigia, e continua chocando muitos crentes sem conhecimento da Sua Palavra. Porém, seus ensinamentos estavam alicerçados sobre o Antigo Testamento. Ao apóstolo João que estava exilado na Ilha de Pátimos, foi revelada a falsidade dos judeus que perseguiam os crentes, e diziam que eram o povo eleito de Deus, mas a verdade veio a tona:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Conheço a blasfêmia dos que se dizem judeus, mas não são” (Ap.2:9 – negrito e grifo meu)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em Esmirna, como havia acontecido em “Antioquia”, “Icônio”, “Listra” e “Tessalônica” (At.13:50; 14:2,5,19; 17:5), os judeus foram os instigadores da perseguição, e havia muitos judeus em Esmirna. Referindo-se as palavras da santa ceia, eles acusavam os crentes:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• De serem antropófagos (comendo a carne e bebendo o sangue);&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• De serem libertinos com sua festa de amor (o ágape);&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• De destruir as famílias;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• De serem ateus e revolucionários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;          Não que eles não pertencessem a raça judaica. Mas a verdade é que o verdadeiro judeu, o povo escolhido, o verdadeiro Israel é aquele que aceita o Messias pela fé. Nem todos de Israel são de fato israelitas, isso, por que ficaram fora da Aliança da Graça: “E não pensemos que a palavra de Deus haja falhado, porque nem todos os de Israel são, de fato, israelitas” (Rm.9:6). O verdadeiro judeu é aquele que é transformado pelo Espírito Santo de Deus:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porque não é judeu quem o é apenas exteriormente, nem é circuncisão a que é somente na carne. Porém judeu é aquele que o é interiormente, e circuncisão, a que é do coração, no espírito, não segundo a letra, e cujo louvor não procede dos homens, mas de Deus (Rm.2:28, 29).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;         A igreja de Cristo é o Israel de Deus: “E, a todos quantos andarem de conformidade com esta regra, paz e misericórdia seja, sobre eles e sobre o Israel de Deus” (Gl. 6:16). A interpretação deve ser feita sobre todo contexto do livro: sobre o Israel de Deus judeus e gentios que desfrutam das bênçãos da Nova Aliança e andam de conformidade com essa regra. Os judeus segundo a carne não andavam conforme a vontade de Deus por serem Sinagoga de Satanás.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Sinagoga de Satanás&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;          Os judeus incrédulos tomaram o partido de Satanás, no conflito entre a igreja cristã e o pagão Império Romano. Alegremente ajudaram às autoridades romanas a esmagarem a igreja. Satanás dominava ao paganismo. Aqueles que se oporem ao Reino de Deus estão sob a influência de Satanás que era visto como quem exercia influência sobre certos lugares onde havia também a igreja cristã. (cf. 2:13, 24).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A GARANTIA DE JESUS: a coroa da vida&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;          A igreja estava sendo perseguida, mas uma palavra de incentivo da pare de Deus não falta: Não tenha medo do que você está prestes a sofrer. O Diabo lançará alguns de vocês na prisão para prová-los, e vocês sofrerão perseguição durante dez dias, seja fiel até a morte e eu lhe darei a coroa da vida (v.10 – grifo nosso).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;          Cristo ama a Igreja que é o verdadeiro Israel de Deus. “Eis farei que alguns dos que são da sinagoga de Satanás, desses que a si mesmos se declaram judeus e não são, mas mentem, eis que os farei vir e prostrar-se aos teus pés e conhecer que eu te amei” (Ap.3:9).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;          Veja o comentário de Simom um dos maiores teólogos da atualidade a respeito dos judeus que se intitulavam povo escolhido de Deus:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Jesus denominou a assembléia judaica “a sinagoga de Satanás”. Como os judeus se orgulhavam de ser o povo eleito de Deus, com quem ele fizera uma aliança, Jesus Implicitamente diz que eles tinham perdido o direito de serem chamados seu povo. Tornaram-se instrumentos nas mãos de Satanás que, como seu governante, usava-os para solapar e, se possível, destruir a Igreja. Rejeitaram não só a Jesus, mas também a todos os seus seguidores e, assim, indiretamente, reconheceram Satanás como senhor. Portanto, Jesus os caracterizou como mentirosos, porque não mais podiam reivindicar ser o povo de Deus” (KISTEMAKER, Simon. Apocalipse. Editora Cultura Cristã, 2004. p.215).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;          Os filhos de Deus não são necessariamente os filhos naturais de Abraão. Mas, os da promessa, esses são os verdadeiros israelitas juntamente com os gentios que são maioria nessa aliança, tendo em vista que os judeus rejeitaram o Messias e O mataram. Na verdade, a maioria dos judeus foi rejeitada, mas o remanescente segundo a eleição da graça (Rm.9:11; 11:7) foram justificados pela fé somente, e por incrível que pareça os gentios que não buscavam a Deus foram incluídos nessa Aliança pela fé (Rm.9:30-33). Portanto, a Igreja de Cristo Jesus, que é o remanescente de Deus (Rm.9:27), os eleitos segundo a vontade de Deus (Rm.9:11) é o verdadeiro Israel segundo a promessa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Comentário de Hendriksen.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“O que Paulo está dizendo, pois, nos versículos 9:6-13 de Romanos é: Em última análise, a razão por que algumas pessoas são aceita e outras rejeitadas é que Deus assim o quis. Vontade divina e soberana é a fonte tanto da eleição quanto da reprovação. A responsabilidade humana não é cancelada, porém não existe tal coisa como mérito humano. O eterno propósito de Deus, em ultima análise, não tem por base as obras humanas”. (HENDRIKSEN, William. Romanos. São Paulo. Editora Cultura Cristã, 2001. p422)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Justino Mártir (Dial. xv. 11; xlvii. 15 e xcvi.5) acusou que os judeus, nas suas sinagogas, amaldiçoavam em público a todos quantos confiassem em Cristo. Tertuliano (Scorpo. 10, Synagogas Judaeorum, fontes persecutionum) mostra-nos como os judeus instigaram ativamente a perseguição” (Champlin, Ph. D. O Novo Testamento: Versículo Por Versículo. Editora Candeia. 1991. p396).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;OS JUDEUS-MESSIÂNICOS DIZEM QUE NÃO SÃO JUDAIZANTES.&lt;br /&gt;“Judaizar é IMPOR práticas judaicas a não-judeus.  Temos clareza das orientações dos primeiros apóstolos do Messias e das decisões já tomadas no I Concílio de Jerusalém (descrito em Atos 15).  Não se deve impor um jugo desnecessário a não-judeus que foram salvos pela graça de Yeshua (Jesus)” (Judeus-messiânicos, 2009)..&lt;br /&gt;          Na prática, os judeus-messiânicos são judaizantes. Por quê? Judaizar não jê apenas impor práticas judaicas aos não judeus, é muito mais do que isso. Porque se pode impor práticas de uma forma muito mais sutil, induzindo pessoas a agirem da forma que deseja usando, inclusive, a Palavra de Deus para alcançar êxito naquilo desejam.  Mesmo depois do Concilio de Jerusalém os judaizantes continuaram a exigirem que se cumprisse a lei para serem salvos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DIZEM QUE NÃO SÃO PROSELITISTAS.&lt;br /&gt;“Constantemente somos confundidos por irmãos judeus, como se fossemos uma organização missionária.  Por isso, algumas vezes somos acusados de proselitismo.  Proselitismo é persuadir alguém a mudar ou aderir a uma religião.  Não obstante, entendemos que um judeu pode reconhecer Yeshua como o Messias e continuar vivendo como judeu.  Esclarecemos também que  não temos vínculos institucionais com quaisquer denominações cristãs ou evangélicas.  Também não pertencemos ao movimento denominado “judeus por Jesus” (Jews for Jesus)” (Judeus-Messiânicos, 2009).&lt;br /&gt;          Realmente eles não são proselitistas abertos, no sentido de forçar que os ouvintes se convertam a força a sua religião judaizante disfarçada de cristianismo.        Se alguém ler os seus textos, notará que há muitas contradições, assim como a de que não são proselitistas. Antes eles afirmam que seu objetivo é levar os cristãos em suas variadas denominações a visão da sua reconecxão com o povo judeu. Portanto, sem proselitismo não se consegue nada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DIZEM QUE NÃO SÃO EXCLUSIVISTAS.&lt;br /&gt;“Lutamos intensamente para criar meios de diálogo com a Igreja e com a comunidade judaica em geral.  Somos abertos ao diálogo, e amamos intensamente ambos os grupos.  Não nos achamos melhores do que outros grupos étnicos, religiosos ou denominacionais.  Tão pouco nos achamos proprietários de alguma verdade.  D’us não está limitado a nenhuma instituição ou ministério” (Judeus-Messiânicos, 2009).&lt;br /&gt;Essa afirmação é falaciosa, porque eles são altamente exclusivistas. Iremos analisar:&lt;br /&gt;1. Por que são exclusivistas e dono da verdade?:&lt;br /&gt;“Yeshua Ben Yosef e não Jesus é JUDEU, NÃO ITALIANO OU PORTUGUES OU AINDA BRASILEIRO. Missa e corais de louvar sem nenhum contextos Hebraico, isso sim é Heresia” (Elijah Ben Gomes, 2009 – Mantenho a escrita original).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;          Jesus é judeu, não é italiano ou português ou de quaisquer outras nacionalidades. Esse pensamento paira na mente dos judaizantes. Portanto, é o suficiente para um judeu-messiânico se jactanciar de sua superioridade religiosa. Assim sendo, ninguém pode fazer uma interpretação tão boa quanto eles afirmam alguns religiosos judeus-messiânicos. Na verdade, quem estuda sabe que os melhores exegetas do N.T. e do A.T. não são judeus, são gentios. Se os judeus fossem bons interpretes da Bíblia eles enxergariam o Messias e a Trindade. Portanto, tanto os judeus quanto os judeus-messiânicos são cegos espirituais e não podem entender a palavra de Deus: “...por isso Deus lhes enviará a operação do erro, para que creiam a mentira; para que sejam julgados todos os que não creram a verdade, antes tiveram prazer na iniqüidade” (2Tss.2:11-12).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. Por que são proselitistas?&lt;br /&gt;          Eles dizem que não são proselitistas, mas são. Veja sua propaganda. Só que eles procuram esconder todo assédio às igrejas Evangélicas. Muitos crentes despreparados caem em suas falácias, devido ao discurso. O discurso de voltar as origens da igreja do primeiro século em Jerusalém é falso. Pergunte aos lideres judeus-messiânicos porque eles ainda não voltaram à pureza da igreja do primeiro século. Continuam vivendo um vida de heresia afastados de Deus e Cristo e levando muitos com eles.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;AFIRMAM NÃO SEREM DOGMÁTICOS.&lt;br /&gt;“Algumas pessoas se incomodam, pois não temos um “manual de doutrinas”, um credo explicitamente elaborado.  Entendemos, que nosso “manual de doutrinas” é as Escrituras.  E, que ela deve ser livremente interpretada, desde que sejam respeitados critérios hermenêuticos para isso” (Judeus-Messiânicos, 2009). &lt;br /&gt;          Eles não têm um manual de doutrinas. Isso já é o suficiente para que ninguém dê crédito a essa antiga heresia que tanto foi combatida pelos apóstolos e pais da igreja e até hoje tem sido de certa forma combatida pelos que zelam pela verdadeira Palavra de Deus. Todas as igrejas Protestantes e Evangélicas sérias têm um manual de doutrinas (confissão de fé). A Confissão mostra que a Bíblia é a única regra de fé e prática . Elas, também, servem para auxiliar os crentes no estudo doutrinário e evitar que os mesmos sejam enganados teologicamente. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;AFIRMA NÃO SEREM INTELECTUAIS D FÉ.&lt;br /&gt;“Procuramos nas Escrituras princípios espirituais que possam mudar profundamente nosso comportamento neste mundo.  Temos o testemunho pessoal do crente em altíssima estima.  Não estamos preocupados com o quanto pessoas sabem sobre as Escrituras, mas como elas a vivem.  A Bíblia é um princípio para a vida e ela sempre confronta nosso comportamento ético.  O foco está na vida prática, em viver a palavra no dia-dia, e não em elucubrações teológicas intermináveis” (Judeus-Messiânicos, 2009).&lt;br /&gt;         “Procuramos nas Escrituras princípios espirituais que possam mudar profundamente nosso comportamento neste mundo..” (Judeus-Messiânicos). Enquanto procuram alguns trechos que os satisfaçam, os verdadeiros crentes em Jesus Cristo sabem que toda a Escritura é inspirada por Deus e útil ao ensino, a repreensão, a correção, a educação na justiça (cf. 2Tm.3:16). Na verdade, não devemos ficar procurando textos isolados como fazem os judeus-messiânicos a fim de se auto justificarem diante de Deus. &lt;br /&gt;          Os verdadeiros salvos crescem em santificação e boas obras porque são habilitados no conhecimento das Escrituras. O Espírito Santo de Deus é quem aplica tais verdades em nosso espírito “...porque Deus é quem efetua em vós tanto o querer como o realizar, segundo a sua boa vontade” (Fl.2:13). &lt;br /&gt;          A idéia de não serem intelectuais da fé é em oposição aos cristãos. “O termo, “...intelectuais da fé...” tem o sentido pejorativo e acusa todos os crentes de mercadejarem a boa fé do povo. Sabemos que sempre houve pessoas que fazem esse tipo de comércio, sabemos, também, que têm pessoa sérias. Todavia, um dos maiores mercadores da fé são os próprios judeus-messiânicos que estão roubando a fé de muitos. &lt;br /&gt;          Outro erro fatal dessa seita herética, bem como de todas as outras, é o desprezo pelo conhecimento. Eles acreditam que sua espiritualidade depende de um conhecimento místico superior e que o importante são alguns textos isolados dos quais fazem uso para se sentirem bem diante de Deus. Em suma, a “Torá” é como se fosse o único livro inspirado. Dizem crer em toda Bíblia, porém, se estudarmos seu comportamento veremos que não são muito afeito ao Novo Testamento nem aos livros proféticos que mostram na íntegra quem são os judeus verdadeiramente. &lt;br /&gt;          “O foco está na vida prática, em viver a palavra no dia-dia”. Vejamos a falta de entendimento dos judeus-messiânicos: Como podemos viver na prática a Palavra de Deus se não a conhecemos? Não se pode conhecer a Deus através da Cabala, nem do Talmude, mas da Bíblia e das suas doutrinas ensinadas por quem tem compromisso com a verdade. E os judeus-messiânicos não têm compromisso com as verdades reveladas nas Sagradas Escrituras.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2450445771080054942-1571557714910842523?l=prbeto-estudosteologicos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://prbeto-estudosteologicos.blogspot.com/feeds/1571557714910842523/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2450445771080054942&amp;postID=1571557714910842523' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2450445771080054942/posts/default/1571557714910842523'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2450445771080054942/posts/default/1571557714910842523'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://prbeto-estudosteologicos.blogspot.com/2010/02/judeus-messianicos-uma-antiga-heresia.html' title='Judeus-Messiânicos: Uma antiga heresia.'/><author><name>prbeto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04991251078209387116</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://bp0.blogger.com/_uJ4EWNH9RAI/R4lGQbvo-_I/AAAAAAAAAAg/aHenbx90Xng/S220/Imagens++(Imagens+variadas+17)dsafGHEHGRAHTHAETHGRgW+025.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_uJ4EWNH9RAI/S4sK22tdgoI/AAAAAAAAAsc/3SWmmRwEovo/s72-c/imagem3.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2450445771080054942.post-7861023848701271863</id><published>2009-04-27T05:58:00.001-07:00</published><updated>2009-06-26T10:43:04.257-07:00</updated><title type='text'>Pode Alguém Perder a Salvação?</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_uJ4EWNH9RAI/SkUIUziumwI/AAAAAAAAAsM/huxeBnG_0pE/s1600-h/judaismozxc.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 190px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_uJ4EWNH9RAI/SkUIUziumwI/AAAAAAAAAsM/huxeBnG_0pE/s320/judaismozxc.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5351692885725977346" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A Queda Dos Iluminados de Hebreus 6:4-6 Calvino e Matthew Poole* [!supportLineBreakNewLine] &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Moisés C. Bezerril&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este trabalho consiste num estudo bíblico de Hb 6:4-6, baseado no pensamento de João Calvino e Matthew Poole, um teólogo puritano genebrino do século XVII. &lt;br /&gt;Hb 6:4-6 &lt;br /&gt;"É impossível, pois, que aqueles que uma vez foram iluminados e provaram o dom celestial e se tornaram participantes do Espírito Santo, e provaram a boa palavra de Deus e os poderes do mundo vindouro, e caíram, sim, é impossível outra vez renová-los para arrependimento, visto que de novo estão crucificando para si mesmos o Filho de Deus, e expondo-o à ignomínia". &lt;br /&gt;Até que ponto Jesus é suficiente para nossa salvação? Certa vez, sintonizei-me numa emissora de rádio que apresentava um programa considerado evangélico e o pregador dizia estas palavras: "Não troque sua salvação por qualquer ‘ninharia’. Há pessoas que perdem a salvação por coisas bobas; mocinhas, por qualquer vaidade, estão perdendo a salvação; por causa do orgulho perdem a salvação. Meus irmãos não percam sua salvação". Isso nos faz indagar: Até que ponto Jesus é suficiente para a salvação desse pregador? As palavras deste texto, à princípio, são palavras que parecem nos fazer pensar que Jesus não foi suficiente para a salvação daqueles hebreus que caíram. Muitos afirmam crer em Jesus para a salvação, mas para eles só Jesus não é suficiente para salvá-los. &lt;br /&gt;Parece até haver um problema nesta epístola em relação ao ensinamento dos outros livros neo-testamentários, pois o autor parece estar ensinando uma perda de salvação ou uma insuficiência de Cristo. E, na verdade, muitos abandonam este texto e não pregam sermão algum nele. Isso, porque muitos, ao se depararem com o conteúdo, sentem dificuldade por dois sérios problemas encontrados aqui. &lt;br /&gt;O primeiro problema de Hb 6:4-6 é a queda dos iluminados. O segundo problema é a total impossibilidade de uma restauração ou renovação para os que caíram. O texto diz que é "impossível renová-los para arrependimento". A palavra grega ADYNATON , "impossível", dá a idéia, no N.T., de uma total impossibilidade, aplicada à paralisia ou enfermidade que anula qualquer desempenho de força, e é uma expressão comum para fraqueza, (At 14:8; Rm 8:3; Rm 15:1). Isto indica que não há nenhuma possibilidade de que estes que caíram se levantem novamente e sejam restaurados. Parece-me que aqui também não há perdão para os que caíram. São duas dificuldades. A primeira parece ser um problema para os calvinistas, pois, fala da queda dos que outrora foram iluminados; a segunda parece ser um problema para os arminianos, pois se deparam com o problema da impossibilidade da renovação e do perdão. Não é tão fácil tomar uma postura arminiana em afirmar que o texto afirma a possibilidade da queda dos iluminados, sem levar em conta que esses, por si, não podem voltar ao arrependimento. Como resolver a questão? A igreja ocidental sentiu uma dificuldade com este texto porque aparentemente quem cai não tem mais possibilidade de perdão. &lt;br /&gt;A resposta a estas duas questões está na expressão "cair". Há necessidade de um entendimento teológico desta queda. Que tipo de queda é esta? Se não entendermos a que tipo de queda o autor aos Hebreus se refere, não poderemos entender que negação da possibilidade de renovação e perdão é esta. &lt;br /&gt;Se os iluminados caem por causa de pecado, será que há pecado para o qual não há restauração nem perdão? Qual pecado para o qual não há possibilidade de renovação e arrependimento? Apenas o pecado contra o Espírito. Dessa forma, os iluminados só podem cair de maneira que não haja renovação e perdão para eles se puderem cair num tipo de pecado para o qual não há possibilidade nenhuma de restauração. O autor está dizendo que não há perdão, que é impossível que eles sejam restaurados. &lt;br /&gt;Em certo sentido, o crente pode ser acometido de algumas quedas. A queda do estado de cristão comungante nominal; a queda do vigor espiritual; a queda do crescimento espiritual; a queda no pecado que leva o homem a uma letargia espiritual, ao sono profundo de modo que ele vai se desviando da intimidade com o Senhor, da comunhão dos santos e se torna parcialmente privado da graça de Deus. Veja que privado da graça não significa perder a graça. Os que crêem que pode-se perder a salvação e acham que a queda destes iluminados se dá por causa de algum pecado comum, estão caindo num sério problema da afirmação da insuficiência de Cristo para nossa salvação . Jesus, ou é suficiente para minha salvação ou não o é. Se Ele é suficiente, estarei salvo, mas se Jesus não é suficiente para minha salvação, então eu tenho de cooperar com Ele para alcançar esta salvação e não posso ter certeza disso, nem mesmo um segundo sequer, pois não sei a que hora vou pecar. Portanto é muito sério dizer que estes iluminados caíram por causa do pecado. Ou seja, um pecado de roubo, prostituição, assassinato. O autor aos Hebreus não está tratando deste tipo de pecado aqui. A queda é muito mais séria porque a conseqüência é muito mais severa: é impossível a restauração. Na história bíblica, muitos que praticaram certos pecados foram restaurados pelo arrependimento. Um exemplo disto foi Davi. Mas, então, que queda é esta que não há restauração? &lt;br /&gt;A queda não refere-se a qualquer tipo de pecado contra Deus. A palavra grega para "queda" (PARAPTÔMA), pode muito bem referir-se à "ofensas comuns" do dia a dia de um cristão (Mt 6:14; Mc 11:25; Gl 6:1), bem como ao estado de morte espiritual e condenação eterna, no qual se encontram todos aqueles que ainda não foram vivificados e ressuscitados por Deus em Cristo Jesus (Rm 4:25;5:15-18,20; Rm 11:11; II Co 5:19; Ef 1:7; 2:1,5; Cl 2:13). Destes dois significados, o que de fato deve fazer parte do texto de Hebreus 6 é exatamente o segundo, pelo fato do primeiro referir-se à pecados passíveis de restauração, enquanto o texto em estudo refere-se à algo que não tem restauração. O texto nos traz a revelação de um tipo de pecado tão tremendo que não pode ser restaurado em tempo algum. A queda dos hebreus, para os quais não há perdão, os quais são chamados de iluminados, é a mesma queda a que Paulo se refere em Gálatas 5.1-4: &lt;br /&gt;"Para a liberdade foi que Cristo nos libertou. Permanecei, pois, firmes e não vos submetais, de novo, a jugo de escravidão. Eu, Paulo, vos digo que, se vos deixardes circuncidar, Cristo de nada vos aproveitará. De novo, testifico a todo homem que se deixa circuncidar que está obrigado a guardar toda a lei. De Cristo vos desligastes, vós que procurais justificar-vos na lei; da graça decaístes". &lt;br /&gt;Este é o pecado para o qual não há perdão: a insuficiência de Cristo para a salvação. Eles estavam buscando justificação pela lei: "...procurais justificar-vos na lei...". Era o mesmo problema dos iluminados que caíram em Hebreus 6. Estavam negando toda a obra da redenção para sua salvação e agora queriam enfrentar a Lei "de peito aberto", para serem justificados. Paulo diz que se eles fizessem isso, estariam "obrigados a guardar toda a lei" (Gl 3:10). Só existem dois caminhos para a salvação: O caminho da Lei ou Cristo. Ou você escolhe Cristo pela fé para que a justiça dele seja considerada a sua, colocada entre você e Deus, de tal forma que Deus ao olhar para você não vê seu pecado, mas vê a justiça do Seu Filho Jesus Cristo e assim a Sua ira não lhe encontra; ou você busca cumprir a Lei para a salvação. A lei salva também. Como? Quando Deus propôs vida eterna a Adão, deu-lhe uma Lei e disse: "Adão você cumpre minha ordem e será recompensado". Eis a Lei para a vida eterna. Mas há uma problema: a quem quer salvar-se pela Lei hoje, Deus exige que ela seja cumprida totalmente e por alguém sem pecado; nem um ponto sequer pode ser quebrado, nem um simples tropeçar da Lei. Você quer ser salvo assim? Quer ser salvo pela Lei, então terá de cumprir toda a Lei(Gl 3:10). &lt;br /&gt;O que Paulo estava dizendo era: a pessoa que escolhe ser salva pela Lei está perdida! Por que? Porque não há quem cumpra a Lei e vocês têm de, pela fé, reivindicar a justiça de Cristo para serem salvos. Enfrentar a Lei para a salvação é decair da graça. No estado de pecado a Lei não salva mais o homem, mas sim a graça. Quem quiser se aventurar pelo caminho da Lei tem de cumprir toda a Lei, diz Paulo. Mas, ainda assim, fomos salvos por causa do cumprimento da Lei. Como? Não porque nós a cumprimos, mas porque Jesus a cumpriu cabalmente por nós. &lt;br /&gt;Enquanto o problema dos gálatas era a circuncisão, o problema dos hebreus era a volta ao judaísmo e ao sacrifício judaico. Ambos eram considerados por eles como caminhos de justificação. Dessa forma posso entender por quê os hebreus sofreram uma queda. Como se anula o sacrifício de Cristo? No versículo 2, Paulo diz: " Eu, Paulo, vos digo que, se vos deixardes circuncidar, Cristo de nada vos aproveitará" (Gl 1:2) Ainda em Romanos 4:14 ele diz: "Pois, se os da lei é que são os herdeiros, anula-se a fé e cancela-se a promessa". É como se ele dissesse: "Enfrentem a Lei e vocês estarão condenados porque se Cristo de nada aproveita, então, é porque vocês decairam da graça e estão tentando a justificação pela Lei". &lt;br /&gt;Então, o problema dos iluminados, o terem caído da graça, não é um problema de pecado do dia a dia. O termo (ANAKAINIZEIN), "restaurar" é uma famosa palavra rara do N.T, encontrada apenas neste texto de Hb 6:6. Este verbo é um composto de (ANA),preposição que forma 26 compostos em todo o N.T. com o significado de "outra vez", "de volta", "para trás". A idéia desse termo único em Hebreus, primariamente, é de uma re-novação, uma volta ao estado anterior. Esta compreensão é reforçada pelo termo PALIN, "de novo", sintaticamente e imediatamente relacionado à "restaurar". Indicaria isto que o real estado anterior dos iluminados seria um estado de graça salvadora? Creio que não, pois é possível que o autor aos hebreus esteja considerando a congregação visível dos santos como um estado de graça , e que a presença e ausência nesta congregação represente um tipo de queda e restauração(o que neste contexto é impossível por causa do tipo de pecado deles). É muito comum esta visão no Novo Testamento, o que se pode perceber também com relação ao pensamento dos apóstolos em relação ao problema da apostasia. &lt;br /&gt;O problema dos nossos pecados atuais Deus já resolveu, já deu a solução (Rm 8:33-39; I Jo 2:1-2). O problema dos hebreus aqui é a anulação da fé e da promessa (Rm.4:14). Isto acontece sempre com os que buscam a Lei para uma auto-justificação. Neste versículo, Paulo diz que "se os da lei é que são os herdeiros, anula-se a fé e cancela-se a promessa". O que significa isso? Ora, salvação é promessa; somos salvos porque somos herdeiros, porque herdamos e não porque conquistamos por esforço próprio. É herança! Você não pode conquistar porque terá de enfrentar a Lei e ela lhe condena. Por isso, alguém tem de conquistar por você. A justiça de Cristo nos é dada por intermédio da fé que é um dom de Deus (Rm 5:1; Fp 3:9). Paulo diz que salvação é promessa de Deus. Se nós vamos estipular as condições para dar um presente, este não é promessa e sim um salário (Rm. 4:4-5). Quando você promete algo para alguém, e você estipula as condições para ele cumprir, este presente deixa de ser presente e passa a ser salário, porque ele estaria ganhando em decorrência de ter cumprido o estipulado. Mas promessa é graça, pois Paulo contrasta promessa com Lei. Ele diz que, se os da lei é que são os herdeiros, eles não precisam de fé, nem de promessa. Cada um se vira sozinho para conquistar a sua própria salvação. Era como se o apóstolo Paulo estivesse dizendo assim: "Você acha que pode conquistar sua salvação? Então, terá de cumprir a Lei. Vamos retirar a promessa feita a você e vamos retirar a fé". Porque é a fé que chama a justiça de Cristo para nós (fé que Deus nos dá), e a promessa é a garantia da eleição graciosa e incondicional de Deus. Sem fé não temos justiça de fora, mas somente a nossa própria, e sem promessa não temos salvação de maneira graciosa da parte de Deus. Na justificação, convidamos o que está fora, o que não é nosso, a vir para nós. Nossa justiça é, como disse Lutero, "alienígena". Você quer ser salvo sem fé e sem promessa? Vire-se sozinho com a Lei (é isso que Paulo está dizendo aqui); depare-se e enfrente a Lei; tente salvar-se sozinho. Mas há um detalhe que você não deve esquecer: cumpra toda a Lei! Porque se errar num ponto apenas, a Lei o condenará eternamente, porque Deus não se relaciona com pecadores a não ser na base da justiça de Seu próprio Filho. &lt;br /&gt;O apóstolo Paulo diz que a salvação é para pecadores. Nunca devemos pensar que estes iluminados aqui estão caindo (sem perdão) porque pecaram. Não é um problema tão simples de pecado "diário" a que o escritor aos Hebreus se refere, mas um problema muito mais sério porque repousa sobre estes iluminados a ira de Deus e a ausência do perdão. &lt;br /&gt;O apóstolo Paulo diz em Romanos no cap. 7: 14 -25: &lt;br /&gt;"Porque bem sabemos que a lei é espiritual; eu, todavia, sou carnal, vendido à escravidão do pecado. Porque nem mesmo compreendo o meu próprio modo de agir, pois não faço o que prefiro, e sim o que detesto. Ora, se faço o que não quero, consinto com a lei, que é boa. Neste caso, quem faz isto já não sou eu, mas o pecado que habita em mim. Porque eu sei que em mim, isto é, na minha carne, não habita bem nenhum, pois o querer o bem está em mim; não, porém, o efetuá-lo. Porque não faço o bem que prefiro, mas o mal que não quero, esse faço. Mas, se eu faço o que não quero, já não sou eu quem o faz, e sim o pecado que habita em mim. Então, ao querer fazer o bem, encontro a lei de que o mal reside em mim. Porque, no tocante ao homem interior, tenho prazer na lei de Deus; mas vejo, nos meus membros, outra lei que, guerreando contra a lei da minha mente, me faz prisioneiro da lei do pecado que está nos meus membros. Desventurado homem que sou! Quem me livrará do corpo desta morte? Graças a Deus por Jesus Cristo, nosso Senhor. De maneira que eu, de mim mesmo, com a mente, sou escravo da lei de Deus, mas, segundo a carne, da lei do pecado." &lt;br /&gt;Aqui há o que os puritanos chamavam de gemitus sanctorum que é o gemido dos santos, dos regenerados. Há muitas interpretações em cima deste texto. Alguns autores dizem que aqui Paulo está tratando do gemido do não-regenerado. Mas o homem não-regenerado não luta com a Lei de Deus, pois a Lei não faz parte do seu cotidiano, ele está cego e morto, não tem tanta consciência da Lei de Deus a ponto de dizer: "Desventurado homem que sou!". A consciência que ele tem é uma impressão da Lei original no seu coração e mente, mas mesmo assim, afetada pelo pecado (Rm 2:13-16). Um não regenerado não diz isso a não ser que o Espírito o regenere e contraste sua condição de pecador com a Lei de Deus. Isso se dá na regeneração. Se diz também que Paulo estaria se referindo ao farisaísmo de sua época, pois eles eram amantes da Lei. A este argumento respondo que os fariseus eram observadores da Lei de forma exterior. Quanto ao homem interior eles não tinham prazer na Lei de Deus, tendo em vista que eram os maiores transgressores dessa Lei. Jesus afirmou que quanto ao homem interior eles só tinham podridão, eram os "sepulcros caiados", os maiores hipócritas daquela época. &lt;br /&gt;Temos salvação mesmo em estado de pecado porque Jesus disse que Ele veio para os doentes e não para os bons. Mas o pecado ainda é uma realidade na vida do crente. O pecado não tem mais nenhum poder acusador e condenatório sobre os justificados, mas atrapalha a vida espiritual do crente e sua intimidade com Deus(Sl 32; Sl 51). Tanto é que no dia a dia da nossa salvação é necessário que haja um advogado, (I Jo 2:1). Que palavras extraordinárias! Eis a razão de não sermos consumidos por causa dos nossos pecados atuais! &lt;br /&gt;Filhinhos meus, estas coisas vos escrevo para que não pequeis. Se, todavia, alguém pecar, temos Advogado junto ao Pai, Jesus Cristo, o Justo; e ele é a propiciação pelos nossos pecados e não somente pelos nossos próprios, mas ainda pelos do mundo inteiro. &lt;br /&gt;Jesus é o nosso advogado e nossa propiciação; é a solução de Deus para que o pecado não nos condene, pois temos a justiça de Cristo. Por isso, toda vez que Deus olha para nós, mesmo que estejamos em pecado, Ele considera a justiça de Cristo como a nossa. Aqueles que afirmam que o crente perde a salvação por causa de um pecado cometido, estão, em outras palavras, dizendo que não têm um advogado, ou, se o têm, este é muito fraco porque o apóstolo João está dizendo exatamente isto: "Se todavia, alguém pecar, temos Advogado". Você já tentou chegar diante do juiz sem um advogado? A condenação é certa! Mas esta é a razão de não sermos consumidos em vista dos nossos pecados: temos um advogado!! E João ainda enfatiza mais: "Ele é a propiciação pelos nossos pecados...". &lt;br /&gt;O que significa propiciação? Algumas versões famosas como RSV, NEB, NIV NRSV, traduzem erroneamente esta palavra por "expiação", mas esse não é o significado de HILASMOS, "propiciação", nem de HILASTERION, "propiciatório". Estas palavras, tanto no Velho Testamento como Novo Testamento significam o afastar a ira de Deus. Isso se relaciona sempre com o pecador, com a pessoa que praticou o delito, e não com o delito. Jesus é nossa propiciação porque quando pecamos, Ele é nosso advogado diante de Deus Pai. Jesus sempre diz ao Pai: "Este é justificado, não há condenação para ele". Jesus é o nosso Advogado, nossa propiciação porque, mesmo sendo salvos, quando pecamos diante de Deus, Cristo diz assim: "Pai, caia tua ira sobre mim (como já caiu) e não sobre aquele que foi justificado". Propiciação é afastar a ira de Deus de sobre aquele que merece a ira (Jo 3:36; Ef 2:3). Por isso nós permanecemos salvos mesmo pecando atualmente. &lt;br /&gt;Para aqueles que acham que com o pecado do dia a dia perdem a salvação perguntamos: Quanto tempo podemos crêr que passamos salvos? Quanto tempo você passa salvo durante um dia? Cinco minutos? Um minuto? Um segundo? Quem pode garantir que agora mesmo não está pecando? Pode ser que agora mesmo você esteja condenado. Na verdade a coisa é muito mais séria porque a salvação é para pecadores. Seremos glorificados lá, no dia do juízo, mesmo que para Deus já somos considerados neste estado. Mas enquanto estivermos aqui, estamos naquele gemitus sanctorum. Paulo disse: "Desventurado homem que sou. Quem me livrará do corpo desta morte?". Por que? Porque na ressurreição o que é mortal será revestido de imortalidade e o que é corrupto será revestido pela incorruptibilidade (I Co 15:50-58). Por isso que essa glorificação e essa libertação total do poder do pecado será somente na eternidade. Mas o pecado não pode nos separar do amor de Deus que está em Cristo Jesus (Rm 8:33-39). Se o amor de Deus estivesse em nós, esse amor, do dia para a noite se perderia porque fazemos coisas terríveis que entristecem ao Seu coração. Se dependêssemos da nossa integridade para que Deus nos amasse, não haveria um só dia em que não fôssemos odiados e que, consequentemente, estivéssemos perdidos. Mas o amor de Deus está em Cristo Jesus, porque somente Jesus satisfaz à Lei para nossa santificação e salvação. É algo que não está em nós. Observe as várias repetições da expressão "em Cristo Jesus "(Rm 8:39; Ef 1:5,6; 2:6,7,10). &lt;br /&gt;Aqueles que dizem que perdem a salvação com o pecado, terminam se envolvendo em seríssimas implicações teológicas: 1) Eles não crêem na suficiência de Jesus como nossa justiça, nossa propiciação e nosso advogado; 2) Esses também não crêem na perfeição da justiça de Cristo como suficiente para satisfazer a Lei de Deus em tudo o que ela exige do pecador. Segundo o ensinamento do Novo Testamento sobre a expiação e propiciação, se um pecador volta a ser condenado por causa de seus pecados, isso indicará falhas na obra expiatória de Cristo. O que nos levaria, consequentemente, a concluir que a obra vicária de Jesus foi muito fraca para nos salvar da condenação eterna do pecado. Como compreender a perfeição da obra expiatória de Cristo se o pecado ainda tem poder condenatório sobre os quais foi aplicada esta obra? Como entender a qualidade da obra de Cristo se mesmo depois da nossa expiação e propiciação em Jesus, ainda aissim podemos ser acusados de pecado condenador? Tudo isto seria possível se a obra de Cristo fosse defeituosa e não atendesse as exigências da lei de Deus quanto a nossa salvação eterna. &lt;br /&gt;Qual era o estado desses iluminados antes da queda? Quando olhamos para as características da vida daqueles antigos hebreus percebemos aspectos semelhantes da vida espiritual dos crentes nos dias de hoje. Vejamos: &lt;br /&gt;1.Foram iluminados. Saíram de uma cegueira e começaram a enxergar. &lt;br /&gt;2.Provaram o dom celestial das bênçãos oferecidas no evangelho. &lt;br /&gt;3.Foram participantes do Espírito. O Espírito deu conhecimento, entendimento. &lt;br /&gt;4.Provaram da Palavra. Quando lhes foi pregado o evangelho naquele dia eles se maravilharam com a Palavra. Ouviram da vontade de Deus, e até fizeram votos de observá-la. &lt;br /&gt;5.Provaram dos poderes do mundo vindouro. Eles tiveram um claro entendimento do juízo de Deus sobre o mundo, das promessas de Deus, o desvendar do mundo futuro; tiveram uma clara distinção do juízo, bem como provaram dos milagres da era apostólica. &lt;br /&gt;O que se tem argumentado normalmente na exegese deste texto é o seguinte: &lt;br /&gt;1. Que a idéia de iluminação encontrada em FOTISTHENTAS, "iluminados" não se refere de fato à iluminação trazida pela verdadeira regeneração, fazendo o pecador enxergar sua própria perdição e necessidade de um Salvador, mas apenas a uma chispa da luz do evangelho. &lt;br /&gt;2. Que o verbo grego GEYSAMENOS, "provaram", significa apenas "provar", indicando assim que aqueles hebreus apenas tiveram um "gostinho da graça", e não se fartaram da comida celestial. &lt;br /&gt;3. Que DOREAS, "Dom" é contrastado com CHARISMATA, "Dom", ou "graça salvadora", e que significa apenas "dom", como qualquer outra bênção dada por Deus a todos os pecadores. &lt;br /&gt;4. Que o termo METOCHOS, sempre indica "participante", "companheiro", mas nunca de fato quer significar intimidade, ou no caso do Espírito, "habitação". &lt;br /&gt;Essa exegese de tais palavras e consequentemente a teologia extraída desta análise não podem ser sustentadas em todo o Novo Testamento pelas seguintes razões: &lt;br /&gt;1. O termo FOTISTHENTAS, pode muito bem indicar a iluminação salvadora, que como revelação, é trazida à mente e ao coração dos homens sem Cristo para que entendam a verdade de Deus sobre o pecado e sobre a salvação (Jo 1: 9; Ef 1:18). Ainda mais, o termo HAPAX, sintaticamente ligado à FOTISTHENTAS aponta para algo que acontece uma só vez, o que pode ser dito da regeneração. &lt;br /&gt;2. O uso de GEYSAMENOS no Novo Testamento não indica que ele sempre refere-se à um "provar" superficial, ou apenas a um "gostinho" daquilo que se prova. Podemos ver seu uso para um total envolvimento com aquilo que se prova, que é o caso de Mc 9:1 e Jo 8:52 (provar a morte). Este termo também pode ser visto como o verbo "comer"(At 10:10). Nestes dois usos distintos deste termo, não há a idéia simplesmente de "provar", mas de envolver e digerir. &lt;br /&gt;3. DOREAS ,(dom), não é necessariamente um contraste com as verdades salvadoras implícitas no termo CHARISMATA. Podemos encontrar DOREAS sendo usado como sinônimo de CHARISMATA em textos como João 4:10 referindo-se a Jesus; Atos 8:20, referindo-se ao Espírito; Romanos 5:15, 17 referindo-se à vida eterna. O autor da epístola poderia estar usando um destes significados sem problema. &lt;br /&gt;4. A palavra grega METOCHOS também reflete a mesma natureza de abordagem que estamos fazendo. Dizer que o termo alí refere-se apenas a uma "participação" do Espírito em vez de uma" habitação" do Espírito, não é convincente, tendo em vista que este termo também é usado para descrever nossa participação da vocação celestial no mesmo autor (Hb 3:1), e participantes de Cristo (Hb 3:14). O que pesa mais nesse argumento é que as duas ocorrências do termo, que contrastam com a interpretação sugerida, acontecem exatamente no mesmo autor, indicando uma unidade em seu pensamento sobre o termo METOCHOS. &lt;br /&gt;Nosso grande problema com a exegese deste texto é que ela não ajuda a afirmar que o autor aos Hebreus estava falando de uma fé temporal, ou de uma pseudo-regeneração e pseudo-conversão. Calvino refere-se à queda desses hebreus como "fé temporal", mas ele não se baseia na exegese do texto, e sim, como estamos fazendo aqui, no estado posterior deles. Não conseguiremos encontrar pistas para descobrir se eles eram de fato regenerados ou não estudando o estado anterior deles, e sim estudando o estado posterior daqueles hebreus. &lt;br /&gt;Mas, perguntamos: que tão grande queda foi essa que invalidou esse estado de graça e vetou a possibilidade e volta ao antigo estado de graça? Que trágica queda foi essa dos iluminados? A verdade está no versículo 6: "... caíram, sim, é impossível outra vez renová-los para arrependimento, visto que, de novo, estão crucificando para si mesmos o Filho de Deus e expondo-o à ignomínia". Esse pecado é exatamente o problema que Paulo coloca em Gálatas 5:2-5, como já enunciamos anteriormente. Eles decaíram da graça porque procuraram a justificação por outro meio que não Cristo. Para isso não há perdão, não há como o homem ser salvo. Se a fé for anulada e cancelada a promessa, o que sobrará para o homem? A LEI! E sabe o que a Lei faz conosco nesta circunstância? Ela nos condenará friamente e nos levará ao inferno, pois o que ela exige para a nossa justificação não podemos cumprir. Estão condenados, diz o apóstolo Paulo. Você quer ser salvo Pela Lei? Cumpra toda a Lei. E por não podermos, estamos condenados, decaídos da graça, miseravelmente perdidos. &lt;br /&gt;Esses Hebreus, diz o autor, estavam "crucificando para si mesmos o Filho de Deus". O que isso significa? Que esses "irmãos" estavam praticando obras da Lei, que era um caminho totalmente oposto ao caminho da graça. Por isso Paulo diz que os gálatas caíram da graça. Eles voltaram à prática desta Lei para sua justificação. Eles estavam negando o sacerdócio de Cristo, negando a nova aliança, toda a obra vicária do Senhor e voltando ao farisaísmo tão combatido por Jesus e pelo apóstolo Paulo. O uso da expressão "cair da graça" não quer dizer necessariamente "perda de um genuíno estado de salvação anterior", pois, geralmente encontramos essa expressão no Novo Testamento sempre que é feita referência à descristianização de algum membro da igreja ou relacionado à apostasia, e geralmente à pessoas que nunca tiveram salvação. Percebamos que nem Paulo, nem o autor aos Hebreus estão emitindo alguma forma de juízo revelacional, ou trazendo uma revelação sobre o estado espiritual daqueles que decaíram da graça. Não! Não é isto que está em vista aqui. Tanto Paulo quanto o autor aos Hebreus estão se dirigindo à igreja visível de Cristo, de maneira exortativa, e emitindo um parecer inspirado sobre a condição deles a partir de uma visível apostasia da graça. Ora, se alguém abandona o caminho da graça e abraça o caminho das obras, a conclusão inevitável é: ele decaiu da graça; voltou para o caminho das obras, para o caminho da Lei. Nesta condição, quem se salvará? &lt;br /&gt;Quando os apóstolos chegaram em Éfeso (Atos 19), eles fizeram uma pergunta àqueles discípulos de João Batista. Quando lemos esta palavra "discípulos" aplicada a eles, parece que eram crentes, mas vamos saber se são, de fato, crentes, quando continuamos a leitura do texto e vemos o apóstolo perguntando: " Recebestes, porventura, o Espírito Santo quando crestes?". Então eles responderam: "Pelo contrário, nem mesmo ouvimos que existe o Espírito Santo". Para Paulo aquilo era uma anormalidade: "Não receberam quando creram? O que está havendo?" Paulo pergunta ainda para eles: "Em quem vocês foram batizados? ". Eles responderam: "No batismo de João Batista quando estava pregando" . Parece que estou ouvindo Paulo dizer: "Eis aí a causa. Por isso que vocês não conhecem a Jesus". Porque a expressão "batismo em nome de Jesus", em todo Novo Testamento, significa conversão, regeneração. Isso porque, durante muito tempo, na igreja apostólica, batismo era, não apenas um sinal, mas a própria conversão. Era uma evidência clara da conversão pois eles perguntavam logo: "Vocês foram batizados em nome de quem?". Se não fosse em nome de Jesus, eles concluíam logo que não estavam salvos, pois eles tinham credenciais apostólicas para perguntar e concluir que o batismo em nome de Jesus representava a conversão. &lt;br /&gt;Mas, por que a pregação e batismo de João Batista não salvaram aqueles discípulos? A resposta é que eles não haviam crido, tanto é que Paulo afirmou que eles deveriam ter recebido o Espírito quando cressem. Isto era porque João Batista estava pregando a mensagem messiânica e não a mensagem evangélica. Depois da vinda de Jesus, nenhuma mensagem messiânica pode salvar o homem. Bruner diz algo muito importante em seu livro TEOLOGIA DO ESPÍRITO SANTO, pág 161 "Desde a vinda de Jesus, o caso de cristãos crerem no Messias e, porém, serem batizados no batismo de João é naturalmente uma anomalia. E este é o problema por detrás desta passagem. Somente quando a fé no Senhor Jesus Cristo é ligada com o batismo nEle é que o cristão, é lógico, recebeu a iniciação cristã autêntica. O elo que faltava na formação espiritual dos efésios, portanto, não era o ensino sobre como ser batizado no Espírito Santo, era a fé e o batismo em Jesus. E quando foram dados esta fé e este batismo, assim também, gratuitamente, o Espírito também foi dado." Por isso, ninguém da velha dispensação que entrou na nova pode deixar de ser batizado em nome de Jesus. Mas o importante é que a mensagem messiânica não leva o homem, na era do Messias que chegou e está presente, à salvação. Por isso, eles estavam perdidos, sem salvação. Ora, se aquela mensagem messiânica não salvou àqueles, o que dizer daqueles hebreus que voltaram aos sacrifícios do Judaísmo? Estão perdidos tentando a justificação pela Lei. Para eles não existe nenhuma "obra" da Nova Aliança - Cristo - e sim somente a Lei, suas próprias obras e a aventura de buscar a justificação por ela. Por isso que eles decaíram da graça. Por isso que eles ao abandonarem o cristianismo e ao se voltarem para o judaísmo ficaram sacrificando `a Jesus. O autor perguntava: "Será que vocês vão novamente para um sacrifício que já foi consumado? Se é assim, Cristo de nada vale para vocês". A pregação messiânica não serve mais, a pregação deve ser evangélica - as Boas Novas. O que são as Boas Novas? Cristo, Deus Emanuel, Deus presente. &lt;br /&gt;Mas, não estou dizendo com isso, que os crentes fiéis do Velho Testamento foram salvos cumprindo a Lei. Não pensem nunca nisso. O judaísmo e os fariseus de todas as épocas, como o homem natural, pensam que a salvação é uma conquista dele mesmo. O homem natural diz em relação à salvação: "Devo fazer". O homem regenerado pelo evangelho diz: "Está feito". No VT os crentes eram salvos pela fé em Deus. A prova disto é a exigência do sangue no relacionamento entre Deus e o pecador. Esta exigência já era prova de que o caminho a ser trilhado pelo pecador deve ser sempre o da graça, e nunca o das obras. Por isso o sangue já pregava o Evangelho da graça. Mas não era fé no sangue do animal, como queriam os fariseus, mas fé em Deus. O sangue deveria dirigir os olhares dos israelitas para o caminho da graça, para a salvação que era promessa. Mas muitos entendiam erroneamente que era o próprio sacrifício que expiava. Paulo diz destes que eles decaíram da graça porque só conseguiam enxergar o caminho das obras. &lt;br /&gt;Quem são estes do judaísmo que tentam justificação pela Lei? São exatamente aqueles que entenderam erroneamente o caminho da salvação. O próprio Deus havia providenciado sacrifícios que pregariam as Boas Novas, dizendo que o pecado seria expiado e a ira de Deus seria aplacada, mas através do sacrifício de Cristo que viria, mas que já era dado eficazmente como certo - as Boas Novas, Jesus, Deus Emanuel, Deus conosco. Esta é a pregação evangélica. Paulo falou sobre isso: "Bem que eu poderia confiar na carne (como muitos confiam). Se qualquer outro pensa que pode confiar na carne, eu ainda mais; circuncidado ao oitavo dia, da linhagem de Israel, da tribo de Benjamim, hebreu de hebreus; quanto à lei, fariseu, quanto ao zelo, perseguidor da Igreja; quanto à justiça que há na lei, irrepreensível (Fl.3:4-6) . Esta é a expressão máxima: "quanto à justiça que há na lei... ". Este é o pensamento farisaico quanto à salvação. Os homens queriam conquistar a sua salvação cumprindo a Lei por si mesmos. Os fariseus pensavam assim. Paulo era um exemplo disso, pois ele diz que quanto a isso ele era "irrepreensível" . &lt;br /&gt;O texto diz que, se eles abandonaram o verdadeiro caminho para a justificação que é Cristo, se estes iluminados saíram deste caminho e foram para o caminho do judaísmo para buscar esta justificação pelas obras da Lei, então, podemos concluir que não eram justificados. Se estes iluminados foram buscar a justificação através da Lei, concluímos então, que eles não haviam sido verdadeiramente justificados. Anularam a fé, cancelaram a promessa e tornaram Cristo algo inútil. Deus não perdoa este pecado. Deus não perdoa esta anulação da obra redentora. Este é o pecado contra o Espírito. Só os não regenerados são passíveis de um pecado desta gravidade. Isto significa que nos tais nunca houve a regeneração, a obra da regeneração do Espírito, e a prova disso é que seu estado de suposta graça não foi suficiente para mantê-los no caminho da graça - abandonaram a Cristo. Mas que regeneração é esta que os faz abandonar as Boas Novas? Eles sempre estiveram em Adão e não em Cristo (I Co 15:22). Em Adão todos morrem e em Cristo todos são vivificados. Se o estado destes iluminados é estado de morte e sobre eles repousa a ira de Deus, não há propiciação para eles. Estão ainda em Adão naturalmente condenados. Não há perdão para estes iluminados porque eles resolveram caminhar nesta trilha da justiça pelas obras da Lei, pois é sempre esse o caminho da religião natural da humanidade. &lt;br /&gt;É bem verdade que a exegese daqueles termos importantes não apontam para uma falsa fé naqueles hebreus, mas a falsa conversão daqueles "crentes temporários" pode ser facilmente constatada pelo autor da epístola por contemplá-los num caminho de obras. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nada denuncia mais a nossa condenação do que tentarmos nos salvar a nós mesmos. &lt;br /&gt;Como entender a iluminação destes que caíram da graça? A pergunta seria: Pode, então, um não eleito, um não salvo, um não regenerado, participar, de alguma forma, da graça de Deus? Será que o homem natural, pode, em algum sentido, ser iluminado? Será que aqueles que não foram eleitos, que não foram contemplados para a obra da justificação sobre suas vidas, podem participar, em algum sentido, da graça de Deus? Em Marcos 4:14-19 temos esta resposta. O versículo 16 diz que estes "ouvindo a palavra, logo a recebem com alegria". Percebamos o envolvimento da fé temporal com a Palavra de Deus! Mas como "não têm raiz em si mesmos, sendo, antes, de pouca duração, e lhe chegando a angústia ou a perseguição por causa da Palavra, logo se escandalizam. Os outros, os semeados entre espinhos, são os que ouvem a palavra, mas os cuidados do mundo, a fascinação da riqueza e as demais ambições, concorrendo, sufocam a Palavra, ficando ela infrutífera. Os que foram semeados em boa terra são aqueles que ouvem a palavra e a recebem, frutificando a trinta, a sessenta e a cem, por um". Por que a palavra frutificou? Porque a semente caiu em boa terra, criou raiz e essa raiz foi aprofundada. O v. 17 diz que os que se escandalizam ficam assim porque "não têm raiz em si mesmos ". Por isso não duram, são de pouca duração. Nestes não há regeneração. A obra do Espírito na regeneração tem a dimensão de uma raiz que é cravada no interior do homem, num coração preparado por Deus (Ez 36:24-27). Sem esta raiz profunda não há regeneração, nem fé, nem santificação, nem obediência(Ef 1:4,5,13,14). Observem que esses foram os elementos indiscutíveis pelos quais, tanto Paulo quanto o autor aos Hebreus procuraram naqueles crentes, e que naquele momento estavam ausentes na vida daqueles irmãos. Então ele conclui: "Da graça decaístes". Por isso dura tão pouco. Mas há um envolvimento com a Palavra. Há uma duração, mesmo que pequena, há uma caminhada, uma iluminação, há um partilhar desta graça, mesmo sem raiz. Foram iluminados, mas não receberam os olhos da verdadeira visão espiritual, porque não tinham raiz. Entenderam certos princípios da vontade de Deus e até mesmo aguçaram suas consciências com a verdade do evangelho. Apenas se afastaram temporariamente das trevas do paganismo, do judaísmo, do caminho das obras da Lei. Os verdadeiros filhos de Deus têm a luz da vida (Jo 8:12), enquanto que os perdidos têm apenas pequenas faíscas, centelhas de luz dessa graça. Os iluminados de Hebreus 6 provaram o dom celestial mas não digeriram verdadeiramente o corpo e sangue de Cristo que está em João 6:53. Não comeram a carne, nem beberam o sangue de Cristo. &lt;br /&gt;Foram participantes das operações do Espírito mas nunca chegaram a ser batizados com o Espírito tornando-se assim habitação deste Espírito. Provaram da boa Palavra e até se alegraram, mas faltou-lhes raiz. Provaram a Palavra, viram e maravilharam-se com as coisas que estão nesta Palavra. Até guiaram-se pelos seus preceitos de vida e dirigiram suas famílias por eles, mas não durou muito, pois, não havia raiz, por isso abandonaram esta Palavra. &lt;br /&gt;Em Romanos capítulo 8:9, Paulo diz que, se o Espírito de Deus não está no crente este tal não é dEle. Eles não poderiam ter o Espírito de Cristo porque seria uma contradição. Como poderiam eles terem o Espírito de Cristo e ainda assim não estarem em Cristo? Logo, eles não tinham essa habitação. Apenas provaram das manifestações do Espírito, mas, não da habitação do Espírito. Estes estão condenados, pois não têm o Espírito, mas sim o pendor da carne. Portanto, esse "provar do Espírito", esse ser "participante do Espírito" que mais tarde leva o crente à salvação por obras não corresponde à teologia paulina da habitação do Espírito, pois o resultado da habitação do Espírito é contrastante com a postura daqueles hebreus apóstatas da graça (Rm 8:4-27). &lt;br /&gt;Provaram os poderes do mundo vindouro, mas, contentaram-se apenas com as centelhas da ira de Deus. Entenderam que haverá um grande juízo sobre o mundo mas se contentaram com o que Paulo diz em Romanos 2:14-15 - "Quando, pois, os gentios, que não têm lei, procedem, por natureza, de conformidade com a lei, não tendo lei, servem eles de lei para si mesmos. Estes mostram a norma da lei gravada no seu coração, testemunhando-lhes também a consciência e os seus pensamentos, mutuamente acusando-se ou defendendo-se". Esse era o tipo de lei, de poder do mundo vindouro com o qual esses iluminados que caíram se contentaram. Porque os não crentes também têm uma lei, só que não é aquela Lei que milita contra a carne, mas é uma lei que apenas provoca o remorso no coração do assassino. Que leva depressão ao espírito daquele que pratica o pecado, mas nunca o leva de volta à vontade de Deus. Nunca ele dirá: "no tocante ao homem interior, tenho prazer na Lei de Deus" (Rm 7:22). Mas, ao contrário, se contentam apenas com estas pequenas faíscas da luz de Deus, do Seu grande julgamento. Se contentaram apenas com esta concepção do julgamento de Deus. Uma outra concepção sobre os poderes do mundo vindouro é fundada no significado de DINAMEIS MELLONTOS AIÔNOS, "os poderes do mundo vindouro". O termo DYMANEIS pode ser entendido por milagres ou prodígios, indicando que aqueles hebreus poderiam ter provado dos poderes do reino dos céus, o que poderia ser exemplificado pela participação deles em uma época como a era apostólica, a qual foi confirmada com muitos poderes miraculosos. &lt;br /&gt;Provaram do dom celestial. Certamente que eles até se esforçaram em conhecer melhor o Dom de Deus, Jesus. Até louvaram-no, fizeram-lhe orações e se alegraram com ele. Talvez tenham buscado socorro e amparo em Jesus. Quem sabe se eles, como muitos nos nossos dias, até foram curados, seus problemas solucionados, suas lágrimas estancadas nessa dimensão da presença de Cristo. Muitos deles até mesmo evangelizaram outros judeus e pregaram Jesus para eles. No entanto, abandonaram tudo isso, negaram tudo o que fizeram e voltaram para um caminho de obras. Então, o autor aos Hebreus diz: "Quão horrenda coisa é essa que vocês fizeram! Não há restauração para vocês!" &lt;br /&gt;Tudo isso é a operação do Espírito na vida dos não regenerados como fruto da graça de Deus. E ainda assim, quando esses não regenerados caem deste estado, eles pecam contra o Espírito. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CONCLUSÃO DO NOSSO ESTUDO &lt;br /&gt;• O Autor aos Hebreus não está querendo ensinar com aquelas qualidades dos iluminados que elas são superficiais. A exegese do texto não aponta para este caminho. As qualidades que estão ali (iluminação, dom celestial, provar a Palavra e os Poderes celestiais, ser participante do Espírito Santo) são as qualidades que devem ser encontradas em todos os que são verdadeiramente regenerados. &lt;br /&gt;• Mesmo não tendo aqueles hebreus, de maneira profunda e eficaz, aquelas qualidades, a prova disto é que vieram a negá-las mais tarde, o autor da epístola estava dizendo que era impossível, depois da queda, para eles, o restaurar para o arrependimento. Neste ponto, o verbo ANAKAINIZEIN "restaurar ou renovar" está no infinitivo ativo, não trazendo nenhuma idéia passiva de "serem renovados ou restaurados por Deus". Tanto ADYNATON("impossível"), quanto ANAKAINIZEIN ("renovar") referem-se aos iluminados, tirando-lhes qualquer possibilidade deles mesmos chegarem à graça salvadora de Deus. Então a melhor tradução do texto seria: "É impossível a estes iluminados, por suas próprias obras, voltarem ao caminho da graça." &lt;br /&gt;• O autor aos Hebreus olhando para a igreja de Cristo, contemplava a assembléia dos que foram iluminados, provaram o dom celestial, a Palavra de Deus e os poderes do Reino e eram participantes do Espírito, e entre estes estavam aqueles irmãos que mais tarde abandonaram esta assembléia dos santos. Para o autor da epístola, estes irmãos participaram de forma visível das bênçãos que cercam os eleitos de Deus. A prova deste meu argumento é o fato de não conter no texto nenhuma forma de avaliação revelacional ou profética sobre o interior de cada um daqueles hebreus desviados do evangelho de Cristo. O capítulo 6 inicia exatamente ao estilo de uma exortação (1-3), encaixa uma advertência em forma de lembrança, e continua com a exortação (9-12). O que quero dizer é que sua avaliação dos iluminados é do ponto de vista da assembléia visível dos santos. Se o julgamento que o autor faz sobre os iluminados é exortativo e em relação à assembléia dos santos, a qual ele podia contemplar, então, com o termo "queda", não devemos entender necessária e teologicamente "cair do estado de salvação eterna", nem a perda da justificação, pois eles nunca tiveram isso verdadeiramente. A idéia da queda corresponde a um abandono não somente da assembléia dos santos, mas também do caminho da fé e da graça salvadoras. Isto significa que o mero fato do autor dizer que caíram, quer dizer que eles deixaram a congregação dos santos e voltaram para o judaísmo. O participar das bênçãos dos regenerados quer dizer que tiveram um proveito de certa forma da atmosfera da graça. E o não serem restaurados para o arrependimento quer dizer que se isso depender das obras deles e do caminho que tomaram, jamais chegarão à graça salvadora e consequentemente nunca haverá perdão para eles. &lt;br /&gt;• A queda dos iluminados de Hebreus 6 refere-se também a uma total renúncia de Deus, da Sua Palavra, do seu dom e do Seu Espírito. Esses iluminados alienaram-se do Evangelho de Cristo e da graça salvadora, e foram totalmente excluídos do perdão. Este tipo de pecado somente pode ser cometido pelos não eleitos, pois àqueles que violam a segunda tábua da Lei de Deus é-lhes dado o perdão, mas àqueles que caem da graça são deixados por Deus permanecer neste estado. &lt;br /&gt;Qual a lição prática que estes iluminados que caíram trazem para nós? &lt;br /&gt;1. Nós não podemos nos contentar apenas com esses sinais dessa iluminação para pensarmos em regeneração. Nunca confundamos esses sinais dos iluminados com a regeneração. Nem tudo que for chamado evangélico, nem toda movimentação no meio evangélico é o Evangelho. A prova está aqui. Iluminados participaram da graça, mas nunca foram salvos. Somos tendenciosos a considerar salvos, crentes, e evangélicos, aqueles que confessam uma iluminação deste tipo. Mas a Palavra de Deus ensina a perseverança na vontade de Deus e a suficiência de Cristo como evidências de nossa regeneração ( Mt 24:13; Jo 3:15,36; 5:24-25; 8:31; 10:26-29; 15:1-6; 15:10; I Jo 2:3-6,19,24,28,29; 3:7-10,24; 4:7,8,13,15,16; 5:4,5,18,19). O evangelho somente é verdadeiro quando Jesus é suficiente para a nossa salvação. Porém vemos tanto "marketing", tanta propaganda de um evangelho em que só Jesus não é suficiente. &lt;br /&gt;2. O autor aos Hebreus se dirige a todos os crentes. Esta palavra não é dirigida apenas aos que caíram. Isso não está sendo escrito somente aos judaizantes da época do apóstolo; não se reduz apenas a uma época. Sua palavra é principalmente para os crentes fiéis que permanecem na congregação dos santos como um alerta para que ninguém venha a cair no mesmo delito da apostasia da graça. Decair da graça regeneradora só será possível se a pessoa nunca tiver sido alcançada por esta graça salvadora. Mas o "cair da graça" aqui é o participar visivelmente da graça e abandoná-la. É negar a graça, é anular a fé e cancelar a promessa. Sobre aqueles que decaem da graça o juízo é eterno. Mas sobre aqueles que decaem do estado de uma boa vida espiritual com Deus, Ele também tem juízo para eles. Ele também está dizendo que devemos nos sensibilizar de que os nossos pecados, a falta de sensibilidade para com o pecado, o cultivar o pecado na nossa vida, o achar que um pecado esporádico não faz mal a ninguém; o pensar que a mentira é menos pecado do que o adultério; e que a falta de compromisso, a insinceridade, a irresponsabilidade, a negligência, tudo isso são pecados menores do que o roubo ou assassinato é uma falta gravíssima nossa para com Deus. &lt;br /&gt;Muitos pregam que perdem a salvação por caírem em adultério, ou num roubo ou qualquer pecado crasso, que chame atenção. Mas estão esquecidos de que João disse em Apocalipse que vão ficar de fora também os mentirosos(Ap 21:27; 22:15). Para os que têm tal concepção da salvação, um irmão mentiroso quase sempre nunca é visto como tão perdido quanto um "adúltero". Mas a Palavra de Deus diz que esse vai ficar de fora tanto quanto aquele que foi feiticeiro, que estava sob o paganismo ou judaísmo, que anularam a graça. Muitos mentirosos pensam que estão salvos, mas está escrito no livro: "MENTIROSO". Os que defendem a perda da salvação sempre estão pensando nos pecados graves e escandalosos, ao estilo da concepção do "pecado mortal" da Igreja Católica Romana. Nunca lhes vem à mente que se a estabilidade da salvação dependesse de nossa integridade ela seria perdida ao menor pecado, pois a Lei de Deus não admite qualquer forma de pecado, (Gl 3:22). &lt;br /&gt;Com relação à vida espiritual da igreja o autor está dizendo: "Irmãos, fiquem em guarda contra a possibilidade de um sono em que um "pecadinho" se torne um pecado de estimação e vai vagarosa e sutilmente rastejando em vossas almas até tomar conta do coração e da mente. Tomem cuidado com este pecado que vai encontrando razões sociológicas, psicológicas, antropológicas e lógicas para um habitat em suas vidas, e quando vocês menos esperam estão na mais profunda letargia espiritual, distante da abundância da graça". Sobre estes Deus pesará a Sua mão. Estamos dizendo isso para que o povo de Deus se consagre cada dia mais. &lt;br /&gt;* Esta exposição é baseada na obra puritana "A COMMENTARY ON THE HOLY BIBLE" de Matthew Poole, téologo puritano genebrino do século XVII. &lt;br /&gt;BIBLIOGRAFIA &lt;br /&gt;1. MATTHEW POOLE, A COMMENTARY ON THE HOLY BIBLE, Banner of Truth &lt;br /&gt;2. GLEASON ARCHER, ENCICLOPEDIA OF BIBLE DIFICULTIES, Zondervan &lt;br /&gt;3. MICHAEL HORTON, MODERN REFORMATION MAGAZINE, CURE &lt;br /&gt;4. THE ANALYTICAL GREEK LEXICON &lt;br /&gt;5. THE GREEK NEW TESTAMENT, UBS3 &lt;br /&gt;6. FREDERICK DALE BRUNER, TEOLOGIA DO ESPÍRITO SANTO, Vida Nova &lt;br /&gt;7. FRITZ RIENECKER, CHAVE LINGUÍSTICA DO NOVO TESTAMENTO GREGO, Vida Nova &lt;br /&gt;8. W. D. CHAMBERLAIN, GRAMÁTICA EXEGÉTICA DO GREGO NEO-TESTAMENTÁRIO, Cep &lt;br /&gt;9. GINGRICH, LÉXICO DO NOVO TESTAMENTO GREGO/PORTUGUÊS, Vida Nova &lt;br /&gt;10. BARBARA FRIBERG, O NOVO TESTAMENTO GREGO ANALÍTICO, Vida Nova &lt;br /&gt;11. MAURICE ROBINSON, THE NEW TESTAMENT IN THE ORIGINAL GREEK ACCORDING TO THE BYZANTINE/MAJORITY TEXTFORM &lt;br /&gt;12. BIBLE WINDOWS SOFTWARE VERSION 4.5, SILVER SOFTWARE&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2450445771080054942-7861023848701271863?l=prbeto-estudosteologicos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://prbeto-estudosteologicos.blogspot.com/feeds/7861023848701271863/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2450445771080054942&amp;postID=7861023848701271863' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2450445771080054942/posts/default/7861023848701271863'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2450445771080054942/posts/default/7861023848701271863'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://prbeto-estudosteologicos.blogspot.com/2009/04/radio-gospel.html' title='Pode Alguém Perder a Salvação?'/><author><name>prbeto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04991251078209387116</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://bp0.blogger.com/_uJ4EWNH9RAI/R4lGQbvo-_I/AAAAAAAAAAg/aHenbx90Xng/S220/Imagens++(Imagens+variadas+17)dsafGHEHGRAHTHAETHGRgW+025.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_uJ4EWNH9RAI/SkUIUziumwI/AAAAAAAAAsM/huxeBnG_0pE/s72-c/judaismozxc.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2450445771080054942.post-1395590227096067686</id><published>2009-04-27T05:58:00.000-07:00</published><updated>2009-04-28T08:11:13.819-07:00</updated><title type='text'>Predestinação e Eleição O que a Biblia diz?</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_uJ4EWNH9RAI/SfccghxvWgI/AAAAAAAAArs/X2nJku5818A/s1600-h/lesson12.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 220px; height: 313px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_uJ4EWNH9RAI/SfccghxvWgI/AAAAAAAAArs/X2nJku5818A/s320/lesson12.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5329760029164657154" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;PREDESTINAÇÃO E ELEIÇÃO&lt;/strong&gt; Segundo a Bíblia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Poucas doutrinas das Escrituras são tão mal entendidas e conseqüentemente tão abusadas e pervertidas quanto essas duas doutrinas, mas a Escrituras as apresentam numa simplicidade relativa; se tal é o caso, por que então elas são tão mal entendidas e abusadas? A verdade é que essas doutrinas atacam a própria raiz do orgulho e vaidade do homem, e quando são entendidas e aceitas de modo correto, não deixam absolutamente nenhum espaço para o homem se regozijar ou se orgulhar em seus próprios feitos e realizações. Por esse motivo, o homem em seu orgulho e vaidade natural as rejeita, ou as modifica tanto a ponto de torná-las aceitáveis à sua mente orgulhosa. &lt;br /&gt;Acerca da eleição, Abraham Booth disse: &lt;br /&gt;Mas qual é a razão desse protesto contra a eleição? Se é que não estou muito enganado, dá para compreender esse protesto da seguinte forma. Essa doutrina põe o machado na raiz de toda excelência moral da qual nos gloriamos. Essa doutrina, em suas conseqüências naturais, demole todo subterfúgio do orgulho humano; já que não deixa nenhuma sombra de diferença entre um homem e outro, o motivo por que Deus deveria estimar e salvar esta pessoa, em vez daquela; mas ensina todos os que sabem e todos os que a adotam a descansar naquela máxima memorável; SIM, Ó PAI, PORQUE ASSIM TE APROUVE; reduzindo o assunto todo a graça divina e a soberania divina. — The Reign of Grace (O Reinado da Graça), p. 56. American Baptist Public¬ation Society, Philadelphia, sem data. &lt;br /&gt;Um pregador idoso, amigo deste escritor, que desde então partiu para o Senhor, certa vez comentou que uma pessoa tinha de se converter para toda doutrina da Bíblia antes de realmente as aceitar, e em nenhuma doutrina é esse fato tão verdadeiro quanto no caso que estamos agora tratando. Este escritor passou por um longo período de conflito interno antes de chegar a aceitar essa doutrina; ele não tinha nenhuma pré-disposição para crer nela; aliás, ele estava inteiramente firme em sua oposição a ela, mas ele orava continuamente para que o Senhor lhe desse sabedoria e entendimento nas coisas espirituais, e o resultado foi esse. Até hoje, o orgulho carnal ainda se rebela contra essa doutrina, mas o espírito foi levado a se regozijar nela, achando nela grande consolo e segurança. É por causa desse grande conflito interno que o escritor não se envolve em argumentos e debates com aqueles que não crêem nessas doutrinas, pois ele crê que elas não são doutrinas que se pode aprender meramente com a sabedoria carnal, mas são doutrinas às quais devemos nos converter, e as quais só dá para aceitar pela graça. Tentar enfiar a Bíblia goela abaixo de outro crente raramente faz mais do que firmá-lo em sua oposição à doutrina proposta com tanto zelo. Isso não quer dizer que não podemos nos engajar em debate quieto e amistoso acerca dessas doutrinas ou outras da Palavra; isso podemos e devemos fazer, mas a qualquer momento que o debate vai além de amizade e tranqüilidade, é hora de terminá-lo, pois depois desse ponto não poderá haver proveito algum para nenhuma das duas pessoas. &lt;br /&gt;Alguns rejeitam as doutrinas dos decretos de Deus completamente, dizendo que não seria justo no caráter de Deus oferecer decretos predeterminados quanto ao que virá a ocorrer no tempo. Contudo, Charles H. Spurgeon, num sermão sobre Efésios 1:5, respondeu bem a essa questão ao dizer: &lt;br /&gt;É ao mesmo tempo uma doutrina das Escrituras e do bom senso, que tudo o que Deus faz no tempo ele predestinou fazer na eternidade. Alguns homens criticam a predestinação divina, e desafiam a justiça dos decretos eternos. Ora, se eles quiserem se lembrar de que a predestinação é o pano de fundo da história, como um plano de arquitetura, a execução do qual lemos nos fatos que acontecem, podem talvez obter uma leve pista para a irracionalidade de sua hostilidade. Nunca ouvi ninguém entre os mestres de forma maliciosa e deliberada criticar o modo como Deus trata suas criaturas humanas, mas ouvi alguns que nem mesmo ousariam colocar em dúvida a justiça de Seus conselhos. Se a coisa em si é certa, tem de ser certo que Deus tencionou fazer a coisa; se você não tem motivo para criticar os fatos, conforme você os vê na providência, você não tem base alguma para se queixar dos decretos, à medida que os acha na predestinação, pois os decretos e os fatos são apenas as semelhanças um do outro. Você tem algum motivo para criticar a Deus, que ele quis salvar você, e salvar a mim? Então por que você deveria criticar, pois as Escrituras dizem que ele predeterminou que ele nos salvaria? Não vejo, se o fato em si é compatível, o motivo por que o decreto deveria ser condenável. Não consigo ver razão alguma por que você deveria criticar a predestinação de Deus, se você não criticar o que realmente acontece como efeito dela. Que as pessoas apenas concordem em reconhecer um ato da providência, e quero saber como elas poderão, a não ser que se oponham descaradamente à providência, criticar a predestinação ou intenção que Deus fez com relação à providência. — Metropolitan Tabernacle Pulpit (Púlpito do Tabernáculo Metropolitano), p. 97. Pilgrim Publication, reimpressão, Pasadena, Texas, 1969. &lt;br /&gt;De novo, de modo geral não é proveitoso pregar essa doutrina para pessoas perdidas, pois muitas delas estão procurando uma desculpa para continuar no pecado, e a perspectiva fatalista de “se vou ser salvo, serei não importa o que eu faça”, será rapidamente adotada, e a responsabilidade humana será removida imediatamente. Mas essa mesma coisa se aplica a muitas doutrinas amplamente diferentes das Escrituras, pois a pessoa perdida tem pouca compreensão espiritual, e muitas vezes usará os ensinos doutrinários como escudo ou defesa para continuar em sua maldade. Este escritor sabe de um exemplo em que a pregação do dever do dízimo para um homem não salvo foi utilizada como desculpa para não ser salvo, pois o homem perdido se isentava com a alegação de que “O pregador só estava interessado em conseguir mais dinheiro na igreja de modo que pudesse obter um aumento de salário”. Esse mesmo tipo de desculpa poderia ilustrar outros casos com relação a outras doutrinas também, de modo que quando dizemos que não é geralmente prudente pregar a predestinação e eleição para os perdidos, não queremos dizer isso com a exceção de outras doutrinas, mas só que a pessoa perdida tem necessidade de que apenas o evangelho lhe seja pregado. Tal indivíduo tem essa necessidade com quase qualquer outro assunto. J. M. Pendleton bem sabiamente diz que: &lt;br /&gt;Deus começa com a eleição, mas o homem não pode. Ele deve começar com o chamado, e quando confirmado o seu chamado, confirma-se a eleição. O chamado é a única prova real da eleição. Portanto, veremos que o cerne da eleição é, nas mãos de um pecador, a mais difícil de todas as questões. A razão é que a eleição, não é da conta dele, e a nada que ele pode fazer com ela. — Christian Doctrines (Doutrinas Cristãs), p. 112. American Baptist Publication Society, Philadelphia, 1878. &lt;br /&gt;Ao estudar essas doutrinas, deve-se reconhecer que essas doutrinas são bem profundas, quase impenetráveis, e por esse motivo, só podemos nos apegar aos ensinos das Escrituras, e não ousamos ir além deles, pois em nada a mente humana é menos preparada para raciocinar do que ao lidar com as doutrinas da predestinação e eleição. Alguns usam esse próprio fato como desculpa para rejeitar essas doutrinas, como se jamais devêssemos aceitar qualquer coisa que não estejamos em condições de compreender plenamente; outros, não encontrando um jeito de reconciliar a soberania de Deus com a responsabilidade humana nesse assunto, escolheram repudiar a eleição soberana de Deus. Mas isso é deixar de entender completamente o ponto; pois se entendemos, ou se podemos reconciliar esses dois fatos, de modo algum determina a verdade dos dois; mas, precisamos deixar Deus ser Deus, e Lhe dar crédito por saber algumas coisas que nem sabemos nem entendemos. Reconciliar as Escrituras não é algo que compete a nós; o que nos compete é simplesmente aprendê-las e crer nelas. Na verdade, a reconciliação é necessária apenas entre inimigos, e as Escrituras não estão em inimizade consigo. O Dr. Richard Fuller, ao falar da predestinação e livre agência, bem disse que: &lt;br /&gt;Mostrei que é impossível rejeitarmos uma dessas duas grandes verdades, e é igualmente impossível nossas mentes as reconciliarem. Mas aí, como em toda parte, a fé tem de vir ao nosso auxílio, ensinando-nos a descansar, sem duvidar, na veracidade de Deus; fazendo-nos lembrar que “As coisas encobertas pertencem ao SENHOR nosso Deus”; e repreendendo a arrogância que exige que nosso intelecto penetre e reconcilie aqueles pensamentos da mente divina que estão tão acima de nossos pensamentos como os céus estão acima da terra. — Sermons, Second Series (Sermões, Segunda Série), p. 19. American Baptist Publication Society, Philadelphia, 1877. &lt;br /&gt;Charles H. Spurgeon, num sermão sobre 2 Tessalonicenses 2:13 14, semelhantemente diz dessa doutrina: &lt;br /&gt;Não está aqui nas Escrituras? E não é teu dever se prostrar diante delas, e humildemente reconhecer o que tu não entendes — recebendo-as como a verdade ainda que não entendas seu sentido? Não tentarei provar a justiça de Deus ao ter assim eleito uns e deixado outros. Não me cabe justificar meu Mestre. Ele falará por Si, ele assim o faz: — “Mas, ó homem, quem és tu, que a Deus replicas? Porventura a coisa formada dirá ao que a formou: Por que me fizeste assim? Ou não tem o oleiro poder sobre o barro, para da mesma massa fazer um vaso para honra e outro para desonra?” — The New Park Street Pulpit (O Púlpito da Nova Rua Parque), Vol. I, p. 316. Zondervan Publishing House, reimpressão, Grand Rapids, Michigan, 1963. &lt;br /&gt;Como seria tolo esperarmos que numa xícara de chá caiba o oceano, assim também seria tolo esperarmos poder entender inteiramente as grandes obras e propósitos do Todo-poderoso, e é apenas jactância imensa que fará da nossa própria ignorância a base para rejeitar o que as Escrituras apresentam como a verdade. &lt;br /&gt;Espero lidar com esse assunto de um modo que não seja exaustivo, quero apenas observar três coisas principais acerca dessa doutrina, e confiar que o Espírito de Deus guiará nosso entendimento na verdade à medida que estudarmos. &lt;br /&gt;I. A DEFINIÇÃO DE ELEIÇÃO E PREDESTINAÇÃO. &lt;br /&gt;Ambas dessas doutrinas serão consideradas juntas, pois muitas vezes se trata a eleição como um ramo da predestinação, e em outras vezes como equivalente à predestinação. O Dr. John Gill diz acerca dessas duas doutrinas: &lt;br /&gt;Os decretos especiais de Deus com respeito às criaturas racionais comumente levam o nome de predestinação; embora se entenda isso num sentido amplo, para expressar toda coisa que Deus predeterminou…mas geralmente se considera a predestinação como consistindo de duas partes, e inclusive os dois ramos da eleição e reprovação, ambos com respeito a anjos e homens… Embora às vezes a predestinação tenha a ver apenas com esse ramo dela chamado eleição, e os predestinados significam apenas os eleitos. — Body of Divinity (Corpo da Divindade), Book II, capítulo 2, p. 176. Turner Lassetter, Atlanta, Georgia, 1950. &lt;br /&gt;Considerando a partir desse ponto de vista negativo, deve-se observar que há muitas concepções erradas acerca dessa doutrina, e não será incorreto notar algumas delas de passagem. &lt;br /&gt;(1) Alguns sustentam que a eleição é apenas para vocação, mas enquanto é verdade que às vezes se declare a eleição para a vocação ou um ofício, porém muitas vezes isso é uma conseqüência que se origina a partir de uma eleição para a vida eterna, em vez da própria eleição. “Não me escolhestes vós a mim, mas eu vos escolhi a vós, e vos nomeei, para que vades e deis fruto, e o vosso fruto permaneça” (João 15:16). Aqui, é óbvio que a ordenação para ser frutífero é algo separado da eleição, embora necessariamente a pressuponha, e se origine dela. &lt;br /&gt;(2) Outros sustentam que a eleição é unicamente um ato do homem: que, nas palavras de alguém: “Deus lança um voto em favor de vida eterna para você, e Satanás lança um voto contra, e o homem deve lançar o voto de decisão, quebrando assim o empate, e se elegendo”. As Escrituras que acabamos de citar, bem como muitas outras, definitivamente negam essa teoria; aliás, no que se refere à salvação, nunca se diz que o homem faz a eleição ou escolha; é um ato que é sempre estabelecido pelo Senhor. Se, como sustenta essa teoria, fosse o homem que fizesse a escolha, o povo de Deus não seria chamado de “os eleitos” — os escolhidos —, mas seria chamado de “os eleitores”. É estranho o modo como muitas vezes o homem, por suas próprias interpretações das Escrituras, faça parecer que o Senhor não sabe como dizer o que Ele quer dizer, e como se não se pudesse assim aceitar as Escrituras em seu sentido mais óbvio. &lt;br /&gt;(3) Uma terceira concepção errada acerca da eleição, que sempre se baseia numa opinião distorcida dela, é que se é verdade que os homens são eleitos para a salvação, então jamais devemos pregar o evangelho para ninguém, nem nos esforçarmos de forma alguma para ver almas salvas, já que só Deus faz a eleição. Muitos que não crêem na eleição a distorcerão desse jeito a fim de ter um bode-expiatório, e alguns até daqueles que afirmam crer nela a distorcerão a fim de desculpar sua negligência, mas o dever dos cristãos de apresentarem o evangelho aos perdidos é de modo algum afetado pela eleição, desde que não há como conhecer o eleito a não ser pela sua resposta ao evangelho. Nosso dever é ser testemunhas de Jesus Cristo — apresentar o evangelho; a eleição para a vida eterna foi tratada numa eternidade passada, e será manifesta pelo Espírito aplicando a verdade salvadora à alma eleita a fim de regenerá-la e fazer com que confie no Salvador. Ainda que o homem não pudesse saber que os decretos de eleição de Deus eram tais que impediriam qualquer pessoa de chegar a se salvar, ou, por outro lado, fizessem com que toda alma perdida fosse salva, não afetaria minimamente o mandamento do Senhor para Seu povo de ser testemunhas fiéis de Sua verdade salvadora. O que Deus faz ou não faz não tem efeito algum em nossa responsabilidade de dar testemunho fiel acerca dEle. &lt;br /&gt;(4) Ainda outros sustentam que na medida que essa doutrina é misteriosa, que não deveria pois ser pregada nem ensinada de forma alguma. Mas não é bem assim, pois não se pode ignorar nenhuma doutrina das Escrituras sem incorrer culpa séria diante de Deus; é necessário que os santos sejam informados da fonte e causa de sua salvação, para que em seu orgulho e prepotência não tentem tomar para si essa glória que pertence somente ao Senhor. &lt;br /&gt;O que então é a eleição? A palavra significa simplesmente “escolher” e se refere à escolha eterna de homens indignos de ser os objetos da obra salvadora do Senhor no tempo. “Como também nos elegeu nele antes da fundação do mundo, para que fôssemos santos e irrepreensíveis diante dele em amor” (Efésios 1:4). As definições seguintes poderão nos ajudar a entender as doutrinas da predestinação e eleição. &lt;br /&gt;A eleição é o ato eterno de Deus, pelo qual em Sua vontade soberana, e por causa de nenhum mérito antevisto neles, ele escolhe certos homens pecadores para receber a graça especial de Seu Espírito, e assim se tornarem participantes voluntários da salvação de Cristo. — A. H. Strong, Systematic Theology (Teologia Sistemática) p. 779. Fleming H. Revell Company, 1954. &lt;br /&gt;Falando de predestinação, o Dr. J. M. Pendleton diz: &lt;br /&gt;A predestinação abrange o propósito da eleição, e também, conforme será mostrado, o propósito da “reprovação”, como tem sido chamada, que, como bem se disse: “nada mais é do que negar a alguns a graça que é transmitida a outros” (Hill’s Divinity [A Divindade do Hill], p. 561) Pode-se expressar esses dois propósitos assim: “Que Deus escolheu em Cristo certas pessoas da raça caída de Adão, antes da fundação do mundo, para a glória eterna, de acordo com Seu próprio propósito e graça, sem relação com a fé e obras antevistas deles, ou quaisquer condições que eles tenham cumprido”; e que Ele negou ao resto da humanidade Sua graça e os entregou à desonra, e o justo castigo de seus pecados. — Christian Doctrines (Doutrinas Cristãs), p. 105. Ameri¬can Baptist Publication Society, Philadelphia, 1878. &lt;br /&gt;As Escrituras apresentam essa doutrina, não só com a terminologia de “eleição”, mas também sob os termos de “escolher”, “ordenar”, “designar”, “determinar”, “destinar” e “constituir”, pois essa doutrina envolve a determinação soberana de Deus de exercer tais dons e graças em homens caídos específicos a fim de fazer com que certamente venham a conhecer a salvação de Seu Filho. Por causa do caráter dos propósitos do Senhor, essa realização é sempre atribuída totalmente a Deus, e jamais ao homem. Nenhuma obra, mérito ou fé humana, ou real ou antevista, pode chegar a entrar na determinação desse assunto. Isso é óbvio a partir de Romanos 9:11: “Porque, não tendo eles ainda nascido, nem tendo feito bem ou mal (para que o propósito de Deus, segundo a eleição, ficasse firme, não por causa das obras, mas por aquele que chama)”. Ao se referir aos filhos que não haviam nascido, nem tinham feito nada de bom ou mau, e então ao se referir aos propósitos de Deus de acordo com a posição de eleição, mostra-se claramente que uma presciência de atos, mérito ou fé humana jamais entra no assunto, pois se entrasse, aí seria o lugar lógico para se fazer menção, mas o silêncio reina de modo supremo nesse exemplo. &lt;br /&gt;Muitos sustentam uma eleição condicional — condicionada em alguma resposta humana, geralmente fé. Aliás, alguns pregadores mudaram a declaração das velhas confissões bíblicas de fé que quase todos os batistas costumavam sustentar de que “somos eleitos para Sua graça”, e deixaram seu texto assim: Somos “por condição eleitos para essa graça”. Isso soa bom para a mente orgulhosa e humanista do homem! Mas o fato das Escrituras é que, na gramática grega, existe apenas um tempo condicional, e a palavra “eleito” JAMAIS é nesse tempo. &lt;br /&gt;E outro fato interessante que refuta a teoria acima acerca da eleição condicional é que em toda vez que aparece no Novo Testamento a palavra grega traduzida “eleito” ou “escolher”, quando Deus está fazendo a eleição, o verbo está na voz média. Isso é muito significativo, conforme mostra W. W. Goodwin. &lt;br /&gt;Na voz média o sujeito é representado como agindo em si mesmo, ou de algum modo que tem a ver consigo. 1. Como agindo em si mesmo… 2. Como agindo por si mesmo ou com referência a si mesmo… 3. Como agindo num objeto que pertença a si mesmo. — A Greek Grammar (Gramática Grega), Section 1242, p. 267. Ginn &amp; Company, Boston, 1892. &lt;br /&gt;Por isso, NÃO DÁ para achar a causa da eleição no sujeito, assim escolhido, mas é devido totalmente por causa da determinação dAquele que faz a escolha. NÃO HÁ NADA NOS ELEITOS QUE MOVA DEUS A ESCOLHER ALGUM DELES, É TOTALMENTE DA GRAÇA. &lt;br /&gt;A eleição, que se declara claramente ser eterna — isto é, antes que o tempo, o mundo, ou o homem tivessem vindo a existir. A única alternativa daqueles que determinaram não aceitar a soberania absoluta de Deus nesse assunto é baseá-la no mérito antevisto de algum tipo no homem, tal como fé, bondade ou utilidade; mas Romanos 9:11, citado acima, bem como o fato de que a fé, e aliás, “toda a boa dádiva”, se declara ser dádiva de Deus, anula essa teoria, e deixa a eleição ainda um ato soberano de Deus sem explicação a partir do lado humano do assunto. Será que Deus não tem o mesmo direito que nós temos, de exigir para si e escolher quem serão Seus amigos e parceiros a vida inteira? Se alguém tentar cobrar que Deus tem de lidar do mesmo jeito e grau com toda a humanidade, ele imediatamente se deparará com todos os tipos de dificuldades, pois Deus exige o direito soberano de fazer com quem é dEle conforme Ele quiser, como o dono da casa na parábola em Mateus 20:15: “Ou não me é lícito fazer o que quiser do que é meu? Ou é mau o teu olho porque eu sou bom?” Se alguém chega a ser salvo, é mais do que merecimento, e se ninguém chegar a ser salvo, não haveria base alguma para queixa, pois todos merecem apenas o inferno. Em nenhuma outra esfera o homem raciocina de modo tão incoerente como na questão da eleição. Por exemplo, se o governador de um estado perdoa um presidiário da prisão estadual, ninguém imediatamente começa a gritar que a fim de ser justo, ele tem de perdoar todos os outros presidiários igualmente culpados. Todos compreendem que perdoar um criminoso é um ato de graça e misericórdia, não de justiça, e que direitos e merecimento nada têm a ver com isso; mas os propósitos de eleição de Deus são exatamente paralelos a isso. &lt;br /&gt;Temos de nos lembrar de que a eleição é totalmente de Deus, que foi realizada na eternidade passada, que é para a salvação, e que inclui todos os meios necessários para cumprir a salvação, como está escrito: “Mas devemos sempre dar graças a Deus por vós, irmãos amados do Senhor, por vos ter Deus elegido desde o princípio para a salvação, em santificação do Espírito, e fé da verdade; Para o que pelo nosso evangelho vos chamou, para alcançardes a glória de nosso Senhor Jesus Cristo” (2 Tessalonicenses 2:13 14). Não resta assim nenhum espaço para o louvor do homem e suas obras ou atitudes, mas toda a glória é devida a Deus. &lt;br /&gt;II. A ELEIÇÃO EM DETALHES. &lt;br /&gt;Conforme já dissemos, a eleição é um ato totalmente de Deus, e o homem não tem parte nesse ato, como declaram com clareza as seguintes passagens: “E, se o Senhor não abreviasse aqueles dias, nenhuma carne se salvaria; mas, por causa dos eleitos que escolheu, abreviou aqueles dias” (Marcos 13:20). Essa é a primeira vez em que aparece no Novo Testamento a palavra grega eklegomai (eklektous ous exelexato), e enfatiza o fato de que é a escolha de Deus que constitui certas pessoas como eleitas. Não importa que essa referência tenha a ver com o período da Grande Tribulação, nem (como as objeções de alguns) que essa referência tenha a ver só com os judeus (o que não é verdade, pois embora inclua os eleitos de Israel, não está limitada a eles, mas abrange todos os eleitos que estavam vivendo na terra naquela época). Prova que os homens são eleitos por causa da escolha de Deus, não do homem. “Como também nos elegeu nele antes da fundação do mundo, para que fôssemos santos e irrepreensíveis diante dele em amor” (Efésios 1:4). Outra vez é provada que Deus faz a escolha, mas se revela um fato adicional: não fomos escolhidos por causa de alguma santidade pessoal, mas em vez disso fomos escolhidos para essa condição, isto é, essa condição se origina da eleição de Deus. “Sabendo, amados irmãos, que a vossa eleição é de Deus” (1 Tessalonicenses 1:4). De novo, a eleição é ato de Deus. &lt;br /&gt;A eleição é também atribuída a Cristo nas seguintes passagens: “Não falo de todos vós; eu bem sei os que tenho escolhido” (João 13:18). É óbvio que a referência não é à eleição para serviço, pois Judas Iscariotes havia sido escolhido para serviço, mas ele nunca foi salvo, e assim não poderia ter sido eleito para salvação. “Não me escolhestes vós a mim, mas eu vos escolhi a vós, e vos nomeei, para que vades e deis fruto, e o vosso fruto permaneça; a fim de que tudo quanto em meu nome pedirdes ao Pai ele vo-lo conceda… Se vós fôsseis do mundo, o mundo amaria o que era seu, mas porque não sois do mundo, antes eu vos escolhi do mundo, por isso é que o mundo vos odeia” (João 15:16,19). Observe nesses últimos versículos que: (1) Cristo expressamente nega que o homem fez a escolha. (2) Que essa escolha não foi “para serviço”, como muitos afirmam que a eleição é, pois o serviço é algo que é em acréscimo à, e se origina da, eleição. (3) Essa eleição coloca os santos numa classe diferente do mundo. (4) O mundo odeia os santos porque eles foram eleitos por Cristo. &lt;br /&gt;É verdade que um homem pode escolher servir a Deus, (Josué 24:15), mas tal escolha jamais se chama eleição, pois a eleição é sempre um ato divino quando tem relação com a salvação, que é geralmente o caso no Novo Testamento. A escolha dos homens de servir a Deus não significa nada quanto à sua eleição para a salvação, pois Judas Iscariotes havia escolhido, por suas próprias razões, seguir Cristo e, até certo ponto, servir a Deus, mas somos expressamente informados de que ele nunca foi salvo. Portanto, ele não era um dos eleitos. &lt;br /&gt;Não só é declarada que a eleição é de Deus, mas que é também “em Cristo”, conforme está escrito: “Bendito o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, o qual nos abençoou com todas as bênçãos espirituais nos lugares celestiais em Cristo; Como também nos elegeu nele antes da fundação do mundo…” (Efésios 1:3-4). Com isso se quer dizer que todos os eleitos são englobados no Filho de Deus, e são aceitos diante do Pai apenas por causa dEle: “Para louvor e glória da sua graça, pela qual nos fez agradáveis a si no Amado” (Efésios 1:6). É inteiramente natural para os homens orgulhosos e egoístas buscarem, em algum lugar em si mesmo, a causa de sua aceitação diante de Deus — em suas obras, ou em sua fé, ou talvez em seu serviço potencial ao Senhor, mas tal não é a fonte da aceitação de homem algum diante do Senhor, pois se fosse, o homem só teria segurança na mesma medida da sua fidelidade contínua ao Senhor. Mas pelo fato de que “somos agradáveis no Amado”, e não por causa de qualquer coisa em nós mesmos, temos eterna segurança, e jamais poderemos nos perder; nossa aceitação se baseia nos méritos gloriosos de Jesus Cristo, e jamais poderão falhar enquanto Ele mantiver Seu caráter santo e imaculado. O próprio Jesus Cristo teria primeiro de pecar, antes que pudéssemos chegar a nos perder, e isso, é claro, é um assunto além das possibilidades. Portanto, a salvação de todo verdadeiro filho de Deus está eternamente resolvida e segura. &lt;br /&gt;A eleição é pessoal, tratando com indivíduos; é verdade que Israel era uma nação escolhida, conforme está escrito: “Por amor de meu servo Jacó, e de Israel, meu eleito, eu te chamei pelo teu nome”, (Isaías 45:4), mas de longe a maioria das referências à eleição e aos eleitos trata não com a nação de Israel, mas em vez disso com os santos individuais de Deus. Alguns declararam que nunca se menciona eleição como tendo a ver com salvação, mas é sempre em referência a Israel como nação eleita, ou caso contrário é uma eleição para serviço. Só dá para explicar essa declaração por ignorância ou preconceito, pois as Escrituras declaram: “Mas devemos sempre dar graças a Deus por vós, irmãos amados do Senhor, por vos ter Deus elegido desde o princípio para a salvação, em santificação do Espírito, e fé da verdade” (2 Tessalonicenses 2:13). “Porque Deus não nos destinou para a ira, mas para a aquisição da salvação, por nosso Senhor Jesus Cristo” (1 Tessalonicenses 5:9). “E creram todos quantos estavam ordenados para a vida eterna” (Atos 13:48). E há numerosas outras passagens que, de forma explícita ou implícita, declaram que a salvação é o resultado direto da eleição. &lt;br /&gt;Isso nos leva a observar outra coisa acerca da eleição, a qual os oponentes da doutrina bíblica da eleição ou não percebem ou então ignoram. A eleição não é a mesma coisa que a salvação. Os oponentes muitas vezes tentam fazer a doutrina parecer absurda dizendo: “Então você crê que os eleitos foram salvos desde a eternidade passada?” A eleição é para a salvação, pois a eleição ocorre na eternidade passada, mas um homem só é salvo depois de nascer de novo, e as primeiras evidências desse novo nascimento são arrependimento e fé. A eleição é aquela determinação de Deus conduzir o homem as circunstâncias e debaixo de influências que certamente farão com que ele seja salvo. &lt;br /&gt;A eleição de Deus é um assunto individual, exatamente como o modo como Deus trata os homens é individual; os homens não são salvos em grupo, e nem são eleitos em grupo. Num versículo os santos de Deus são chamados “a geração eleita, o sacerdócio real, a nação santa, o povo adquirido”, (1 Pedro 2:9), mas eles são na maioria das vezes citados em termos que frisam a eleição individual que o Senhor faz de cada um. &lt;br /&gt;A eleição também se baseia na presciência de Deus, pois está escrito: “Porque os que dantes conheceu também os predestinou para serem conformes à imagem de seu Filho, a fim de que ele seja o primogênito entre muitos irmãos” (Romanos 8:29). Tragicamente, há uma profunda ignorância dessa palavra “presciência” e sua aplicação. Caso contrário, há muitas vezes uma perversão absoluta desse texto a fim de se evitar seu ensino óbvio. Antes de lidar com esse texto, talvez seja bom ler também 1 Pedro 1:2, e lidar com ambos de uma só vez: “Eleitos segundo a presciência de Deus Pai, em santificação do Espírito, para a obediência e aspersão do sangue de Jesus Cristo”. &lt;br /&gt;Essa perversão de Romanos 8:29 e 1 Pedro 1:2 é feita por homens que declaram que essa é uma presciência da fé dos homens — que Deus elege os homens porque Ele antevê que eles crerão em Jesus Cristo. Mas por que Deus deveria elegê-los se Ele vê que eles vão crer de qualquer forma? Será que Ele é como muitos moderninhos que primeiro observam para ver de que jeito as coisas vão indo, então pulam na primeira tendência da moda que aparece de modo que pareça que eles estão de acordo com todo mundo? Dificilmente: É óbvio que essa não é uma interpretação que esses textos produzirão, a partir do fato de que essa presciência não é “o que” — isto é, sua fé, obras, atitude ou serviço potencial — mas é de “quem” — isto é, uma presciência de suas pessoas. De novo, não poderia ser de suas obras ou fé, pois isso faria com que Romanos 8:29 entrasse em conflito com 1 Pedro 1:2, onde se revela que a fé é conseqüência natural e resultado da eleição, pois Deus elege “para a obediência”, e 2 Tessalonicenses 2:13, onde os homens são escolhidos “para a salvação, em santificação do Espírito, e fé da verdade”. Em ambos os exemplos, revela-se que a obediência e a fé são conseqüência natural e resultado da escolha soberana de Deus, e não a causa dela. Veja também Atos 13:48, onde se apresenta a mesma coisa. Os homens dizem que Deus anteviu que os homens creriam, mas as Escrituras em parte alguma dizem isso; pelo contrário, o que Deus viu quando Ele olhou do céu foi descrença, desobediência e rebelião universal, conforme está escrito: “Deus olhou desde os céus para os filhos dos homens, para ver se havia algum que tivesse entendimento e buscasse a Deus. Desviaram-se todos, e juntamente se fizeram imundos; não há quem faça o bem, não, nem sequer um” (Salmo 53:2-3). Isso resolve esse assunto para todos os que estão sujeitos à Palavra de Deus. Deus não elegeu os homens porque Ele anteviu que eles creriam, mas Ele os elegeu porque Ele anteviu que a menos que Eles os elegesse, e oferecesse os meios para conduzi-los à salvação, ninguém chegaria a ser salvo. &lt;br /&gt;Ora, se essa presciência não é da fé deles, então a que isso se refere? Em 1 Pedro 1:20, essa mesma palavra grega que é traduzida “presciência” em 1 Pedro 1:2, é traduzida em 1 Pedro 1:20 “em outro tempo foi conhecido”. Acerca disso o Dr. B. H. Carroll diz: &lt;br /&gt;Conforme Pedro declara a eleição, perguntamos: o que é? Significa escolhidos para a salvação. Quem elege? Deus o Pai. Ele elege de acordo com quê? De acordo com sua presciência. O que Ele quer dizer com presciência? A palavra grega é “prognosis:” “nosis” significa conhecimento, e “pro” (o “g” significa eufonia) quer dizer antes, ou presciência, e essa palavra é um substantivo usado apenas por Pedro no Novo Testamento. Ele o usa três vezes, conforme o seguinte: Atos 2:23; a passagem aí, 1 Pedro 1:2, e em 1 Pedro 1:20. Esses são os únicos lugares no Novo Testamento em que temos a palavra “prognosis,” presciência, que significa conhecer de antemão. Mas tanto Pedro quanto Paulo usam o verbo “prognosco,” que significa conhecer de antemão… Paulo usa a palavra em referência ao conhecimento de antemão que Deus tem de seu povo, e todas as outras vezes que Pedro fala do conhecimento de antemão de Deus. Ora, então a pergunta é: O que significa conhecer de antemão?… O uso de presciência no Novo Testamento era exatamente equivalente à predestinação. Qualquer estudioso da língua grega lhe diria isso. A eleição não se baseava em alguma bondade antevista no homem ou em algum arrependimento ou fé no homem, mas o arrependimento e a fé procedem da eleição, e não vice-versa. De modo que o que Paulo quer dizer com presciência é praticamente a mesma coisa que a predestinação; que na eternidade Deus determinou e elegeu de acordo com essa predestinação. — An Interpretation of the English Bible (Uma Interpretação da Bíblia em Inglês), Vol. 16, pp. 188 189. Broadman Press, Nashville, Tennessee, 1947. &lt;br /&gt;Obviamente “conhecer antes” envolve mais do que mera presciência nessas passagens, pois em Atos 2:23 a presciência de Deus fez mais do que meramente conhecer de antemão a crucificação de Cristo, mas era realmente parte da força de entrega nela: “A este que vos foi entregue pelo determinado conselho e presciência de Deus, prendestes, crucificastes e matastes pelas mãos de injustos”. O outro uso dessa palavra em 1 Pedro 1:20, onde se traduz “conhecido antes” revela essa mesma coisa, isto é, que essa palavra envolve não só presciência de um fato, mas também a execução de um fato. A presciência de Deus é pois equivalente ao ato de Ele decretar esse fato. Sua predestinação é o cumprimento de todos os eventos que têm a ver com as vidas de Seus eleitos. Portanto, como disse alguém, a eleição tem a ver com pessoas, enquanto a predestinação tem a ver com eventos. &lt;br /&gt;Muitas vezes se usa a palavra “propósito” para denotar a firme decisão ou determinação da mente de buscar um objeto específico. Mas não seria sábio um Ser onisciente tornar qualquer coisa uma finalidade de ação, a menos que se saiba que dá para alcançá-la; e, se sabe que dá para alcançar, tem de se saber também os meios e o modo de obtenção. Assim, o propósito de Deus, abrangendo tanto finalidade quanto meios, tem de abranger tudo o que ele determinou fazer ou permitir. — Alvah Hovey, Manual of Systematic Theology (Manual de Teologia Sistemática), p. 96. Ameri¬can Baptist Publication Society, Philadelphia, 1880. &lt;br /&gt;Não só isso, mas enquanto todos sabemos o que significa “antes” quando adicionado a “conhecer”, muitos não consideraram o uso bíblico da palavra “conhecer”, mas presumiram que só se refere à consciência mental de algo. O primeiro uso de “conhecer” nas Escrituras mostra que se refere a entrar numa íntima união de amor com outro (veja Gênesis 4:1). Esse é o mesmo uso no primeiro uso de “conhecer” no Novo Testamento em Mateus 1:25. Maria também usou essa palavra na mesma forma em Lucas 1:34. É verdade que essa palavra foi usada nessas passagens referindo-se a uma união física, mas ilustra o uso espiritual, como o físico faz em muitos exemplos. Assim, ao “conhecer antes” certas pessoas, Deus estava simplesmente entrando numa íntima relação espiritual de amor com elas em Cristo, o representante delas, como em Efésios 1:3 4. Essa presciência de Deus o Pai equivale em sentido quanto ao que se declara de Israel em Jeremias 31:3. “Há muito [ou na eternidade passada] que o SENHOR me apareceu, dizendo: Porquanto com amor eterno te amei [ou, te escolhi para mim mesmo], por isso com benignidade te atraí [ou, chamado eficaz]”. Deus tomou a iniciativa com relação à redenção do homem antes que o homem até viesse a existir, e assim, independente de alguma fé real ou possível, obras ou mérito de qualquer tipo. É graça, pura graça, SOBERANA GRAÇA. &lt;br /&gt;A fim de interpretar corretamente a Palavra de Deus, precisamos considerar todas as vezes que uma palavra ou frase aparece, e interpretar cada uma em harmonia com todas as outras; mas se fizermos isso, então não podemos tomar qualquer um dos cognatos dessa palavra “conhecer [antes]”, isolá-la dos outros usos, e dar-lhe um sentido diferente dos outros. Assim, não dá para forçar o termo “dantes conhecer” em Romanos 8:29 a se referir a uma presciência passiva das ações do homem no tempo, quando as formas do substantivo e do verbo dessa palavra em outros lugares mostram que envolve uma força ativa que realiza o fato assim “dantes conhecido”. Parece óbvio para este escritor que a palavra grega traduzida “dantes conheceu” em Romanos 8:29 tem a força de “entregue pelo determinado conselho e presciência de Deus” como na verdade a mesma palavra é traduzida em Atos 2:23, e a maioria dos grandes teólogos batistas do passado tinha esse consenso. &lt;br /&gt;A eleição não se baseia em alguma obra ou ato humano, real ou previsto, mas em vez disso é soberana, conforme está escrito: “Pois diz a Moisés: Compadecer-me-ei de quem me compadecer, e terei misericórdia de quem eu tiver misericórdia. Assim, pois, isto não depende do que quer, nem do que corre, mas de Deus, que se compadece” (Romanos 9:15-16). E de novo: “Assim, pois, também agora neste tempo ficou um remanescente, segundo a eleição da graça. Mas se é por graça, já não é pelas obras; de outra maneira, a graça já não é graça. Se, porém, é pelas obras, já não é mais graça; de outra maneira a obra já não é obra” (Romanos 11:5-6). E ainda de novo: “Porque, vede, irmãos, a vossa vocação, que não são muitos os sábios segundo a carne, nem muitos os poderosos, nem muitos os nobres que são chamados. Mas Deus escolheu as coisas loucas deste mundo para confundir as sábias; e Deus escolheu as coisas fracas deste mundo para confundir as fortes; E Deus escolheu as coisas vis deste mundo, e as desprezíveis, e as que não são, para aniquilar as que são; Para que nenhuma carne se glorie perante ele” (1 Coríntios 1:26-29). &lt;br /&gt;O homem foi criado e existe para um propósito supremo — para que Deus seja nele glorificado, e Deus jamais tolera nada que vá além daquilo que contribui para Sua glória, pois está escrito: “Certamente a cólera do homem redundará em teu louvor; o restante da cólera tu o restringirás” (Salmos 76:10). Isso explica o motivo por que a eleição é soberana, e o motivo por que Deus lida com o homem em graça — é para que a glória possa ser toda dEle; e isso explica também o motivo por que a doutrina da eleição é tão desagradável ao paladar do homem — não lhe deixa espaço algum para se gloriar em si mesmo. Assim as Escrituras declaram que a vontade e os propósitos de Deus são os fatores determinantes de Sua relação com o homem: “E nos predestinou para filhos de adoção por Jesus Cristo, para si mesmo, segundo o beneplácito de sua vontade, Para louvor e glória da sua graça, pela qual nos fez agradáveis a si no Amado… Descobrindo-nos o mistério da sua vontade, segundo o seu beneplácito, que propusera em si mesmo, De tornar a congregar em Cristo todas as coisas, na dispensação da plenitude dos tempos, tanto as que estão nos céus como as que estão na terra; Nele, digo, em quem também fomos feitos herança, havendo sido predestinados, conforme o propósito daquele que faz todas as coisas, segundo o conselho da sua vontade” (Efésios 1:5-6, 9-11). &lt;br /&gt;A rebeldia do homem em aceitar a doutrina da eleição resume-se a apenas uma coisa — ele está indisposto que Deus seja soberano nesse assunto. Ao reconhecer a soberania absoluta de Deus, não teremos problemas com a doutrina da eleição, nem com nenhum dos temas relacionados, pois se Deus tem o direito soberano de fazer com Sua criação conforme bem quiser, e se Ele não pode agir de modo injusto, então tudo o que Ele faz será certo, quer nós seres humanos mortais consigamos ou não entender as razões para Suas ações. Nem mesmo a doutrina da reprovação nos afligirá ao reconhecermos a justiça e soberania de Deus. No entanto, muitos inflam a reprovação (ou rejeição, como também é chamada) para proporções desnecessárias, não percebem sua conexão com o pecado do homem e tornam decreto arbitrário enviar alguns para o inferno sem relação com a descrença disposta do homem. J. M. Pendleton bem diz: &lt;br /&gt;Se se diz que a eleição de alguns é a rejeição de outros, pode-se comentar: A Rejeição é um termo desnecessariamente forte, e é preferível dizer que Deus deixou outros como estavam. A doutrina da eleição os deixa onde eles estariam se não houvesse eleição alguma. Nenhuma injustiça lhes é feita. A verdade é, a eleição não é injustiça para ninguém, embora seja uma bênção inexpressável para alguns. É preciso uma multidão que nenhum homem pode contar do meio da raça caída de Adão, mas Deus pode contá-los e elevá-los à esperança e céu. — Christian Doctrines (Doutrinas Cristãs), pp. 106 107. American Baptist Publication Society, Philadelphia, 1878. &lt;br /&gt;Alguns, em ignorância abjeta, afirmam às vezes que essa doutrina ensina que Deus arbitrariamente manda todos os não eleitos para o inferno “sem uma chance” e exclusivamente como um ato de soberania, mas tal idéia ignora os fatos (1) Que ninguém vai para o inferno exceto por pecado real e pessoal, e assim todo indivíduo no inferno estará ali por justiça. (2) Que nenhum homem vai para o inferno exceto depois de uma vida inteira de pecado, incredulidade e rejeição ao único remédio para o pecado. (3) Que nenhum incrédulo pode saber de sua eleição ou sua não eleição até o fim da vida, e enquanto há vida ele não só tem a oportunidade de se arrepender e se salvar, mas também convites nesses sentido lhe são oferecidos. Séculos atrás, João Bunyan escreveu sobre a Reprovação: &lt;br /&gt;Tenho de lembrá-lo novamente acerca desses detalhes: 1. Que a reprovação eterna não torna um homem pecador. 2. Que a presciência de Deus, que os reprovados perecerão, não torna nenhum homem pecador. 3. Que a infalível determinação de Deus para a condenação daquele que perece não torna homem algum pecador. 4. A paciência, a longanimidade e a moderação, até que o reprovado se prepare para a destruição eterna, não tornam nenhum homem pecador. — The Doctrine of Election And Reprobation, in The Complete Works Of John Bunyan (A Doutrina da Eleição e Reprovação, nas Obras Completas de John Bunyan), Vol. II, p. 285. National Foundation For Christian Educat¬ion, reimpressão, Marshallton, Delaware, 1968. &lt;br /&gt;Nenhum homem tem o direito de falar contra o modo como Deus se relaciona com o homem, qualquer que seja tal relação, e é somente mediante a presunção e prepotência blasfema que alguém ousa agir desse jeito. “Mas, ó homem, quem és tu, que a Deus replicas? Porventura a coisa formada dirá ao que a formou: Por que me fizeste assim? Ou não tem o oleiro poder sobre o barro, para da mesma massa fazer um vaso para honra e outro para desonra?” (Romanos 9:20-21). Portanto, que nenhum homem orgulhoso desafie o modo como Deus se relaciona com o homem, mas em vez disso que ele se regozije no fato de que Deus escolheu alguns do mundo para serem Seus escolhidos, e que o homem confie no Senhor Jesus para obter a salvação de sua alma para que ele possa ter a certeza de que está incluído entre os escolhidos, e agora humildemente se regozijar nessa eleição. &lt;br /&gt;De novo, que se observe que a eleição inclui todos os meios necessários para a chamada dos eleitos entre o restante do mundo. Aqueles que não crêem nessa doutrina muitas vezes acusam aqueles que crêem de incoerência porque pregam o evangelho e se esforçam para obter a salvação das almas dos homens; ao agirem desse jeito, eles traem sua ignorância, ou então são culpados de propositalmente mal-representar a verdade, pois todos os que verdadeiramente entendem e crêem nessa doutrina também crêem que Deus não só escolheu certas pessoas para serem somente dEle na eternidade, mas que Ele também ordenou os meios para levá-las ao arrependimento e fé no tempo. Referindo-se a Romanos 8:30, o Dr. J. M. Pendleton diz: &lt;br /&gt;Nesse versículo temos, se é que podemos assim chamar, uma corrente de ouro de quatro elos, e essa corrente alcança de eternidade a eternidade. O primeiro elo é a predestinação, e o último é a glorificação, enquanto os dois elos no meio são chamado e justificação. O primeiro elo não tem conexão alguma com o último, exceto mediante os elos intermediários. Isto é, não há jeito de o propósito de Deus na predestinação poder alcançar sua finalidade na glorificação, se o chamado e a justificação não ocorrerem. Mas o chamado e a justificação são inseparáveis de “a conversão a Deus, e a fé em nosso Senhor Jesus Cristo” (Atos 20:21). O arrependimento e a fé, então, sem mencionar outras coisas, são meios mediante os quais se realiza o propósito de Deus na eleição. Portanto, Deus, ao predestinar a salvação para seu povo, predestinou o arrependimento deles, e a fé e todos os outros meios necessários para a salvação deles. — Christian Doctrines (Doutrinas Cristãs), pp. 110 111. American Baptist Publication Society, Philadelphia, 1878. &lt;br /&gt;Se nos perguntassem o motivo por que temos de pregar o evangelho se Deus escolheu os homens para a salvação, deixamos Paulo responder: “Mas devemos sempre dar graças a Deus por vós, irmãos amados do Senhor, por vos ter Deus elegido desde o princípio para a salvação, em santificação do Espírito, e fé da verdade; Para o que pelo nosso evangelho vos chamou, para alcançardes a glória de nosso Senhor Jesus Cristo” (2 Tessalonicenses 2:13-14). Se nos perguntassem de modo faccioso o motivo por que então não pregamos somente aos eleitos, respondemos primeiramente que não podemos saber antecipadamente quem são eles, a não ser pela reação deles ao evangelho, mas ainda que pudéssemos saber antecipadamente quem são eles, isso em nada nos aliviaria do dever de “Ide por todo o mundo, pregai o evangelho a toda criatura” (Marcos 16:15). Quantos eleitos há, e quem são, de modo algum afeta nossa responsabilidade de proclamar fielmente a todo o mundo o evangelho da graça salvadora de Deus; é responsabilidade de Deus chamá-los através do evangelho que pregamos. O evangelho tem um de dois resultados quando é pregado: justificação ou juízo; assim, Paulo diz: “Porque para Deus somos o bom perfume de Cristo, nos que se salvam e nos que se perdem. Para estes certamente cheiro de morte para morte; mas para aqueles cheiro de vida para vida. E para estas coisas quem é idôneo?” (2 Coríntios 2:15-16). A pregação do evangelho torna mais ainda os homens responsáveis de prestar contas a Deus por sua incredulidade e rejeição. &lt;br /&gt;III. A DETERMINAÇÃO DA ELEIÇÃO. &lt;br /&gt;Muitas vezes se faz a pergunta: “Como uma pessoa pode saber que ela pertence aos eleitos?” O que todos temos de compreender é que enquanto nosso Senhor disse: “Mas, não vos alegreis porque se vos sujeitem os espíritos; alegrai-vos antes por estarem os vossos nomes escritos nos céus”, Lucas 10:20, mas não temos jeito algum de subir até o céu e contemplar aquele maravilhoso e glorioso Livro da Vida do Cordeiro, em que estão inscritos todos os santos de todas as épocas. Mas se esse é o caso, como então se pode saber que ele pertence aos eleitos? Não simplesmente porque ele é membro de uma igreja, pois isso nada prova, como revela o caso de Judas Iscariotes; e um homem não pode saber que ele é dos eleitos porque ouviu a pregação do evangelho e sentiu a convicção da Palavra, pois Mateus 20:16 declara que “muitos são chamados, mas poucos escolhidos”. O chamado do evangelho mexe com muitos corações que nunca são transformados e nunca são vivificados pelo Espírito Santo, e assim o número dos eleitos é muito menor do que o número dos que sentiram a convicção e ouviram um chamado de receber o Salvador. &lt;br /&gt;Quando consideramos as referências aos homens sendo chamados em Romanos 8:30: “E aos que predestinou a estes também chamou; e aos que chamou a estes também justificou; e aos que justificou a estes também glorificou”, e 1 Coríntios 1:23 24: “Mas nós pregamos a Cristo crucificado, que é escândalo para os judeus, e loucura para os gregos. Mas para os que são chamados, tanto judeus como gregos, lhes pregamos a Cristo, poder de Deus, e sabedoria de Deus”, e 2 Tessalonicenses 2:14: “Para o que pelo nosso evangelho vos chamou, para alcançardes a glória de nosso Senhor Jesus Cristo”, e outras passagens, então se torna óbvio que além do chamado normal, que vem mediante a pregação, e que muitas vezes é mais ineficaz do que não, há outro chamado que é sempre apenas para os eleitos, e sempre resulta em justificação, e finalmente se completará na glorificação. Esse último chamado é o que os teólogos do passado chamavam de chamado eficaz, enquanto o primeiro chamado é conhecido como o chamado geral; a menos que se faça essa distinção, o resultado será muita confusão, e parecerá que os propósitos de Deus muitas vezes falham na realização. O chamado eficaz, porém, não falha, sendo idêntico com regeneração, de modo que qualquer pessoa nasce de novo quando esse chamado lhe vem. Esse chamado é co-extensivo com o número daqueles que são justificados e glorificados, pois não há quebra entre eles, nem diminuição nem aumento no número de pessoas entre o chamado, a justificação e a glorificação em Romanos 8:30. Note a correlação entre “aos que” e “estes” aparecendo três vezes. &lt;br /&gt;Ninguém tem a garantia de sua eleição, exceto ao se submeter ao chamado do evangelho e se arrepender de seus pecados e confiar na obra expiatória do Senhor Jesus Cristo, pois essas coisas são as primeiras evidências da eleição de alguém, como está escrito: “… e creram todos quantos estavam ordenados para a vida eterna” (Atos 13:48). Esse versículo sofre enorme violência por parte daqueles que não crêem na eleição soberana de Deus, alguns tentando tornar a ordenação para a vida subseqüente ao ato de crer, e outros desafiando o sentido da palavra traduzida “ordenado”. &lt;br /&gt;Quanto à primeira dessas duas reações a esse versículo, temos só de citar as palavras do Dr. A. T. Robertson, cuja autoridade como estudioso grego é inquestionável, pois ele é conhecido e reconhecido como um dos grandes estudiosos gregos da geração passada. Ele diz: &lt;br /&gt;Não há nenhum tipo de truque que possa fazer significar que aqueles que creram foram depois ordenados. Foi a fé salvadora que foi exercitada somente por aqueles que foram ordenados para a vida eterna, aqueles classificados para a vida eterna, que foram assim revelados como alvos da graça de Deus pela posição que tomaram para o Senhor neste dia. — Word Pictures In The New Testament (Retratos da Palavra no Novo Testamento), Vol. III, pp. 200 201. Broadman Press, Nashville, Tenn., 1930. &lt;br /&gt;A única ordem correta dessa sentença é com ordenação à vida eterna indo antes, e sendo a causa da fé que se estava exercendo. Quanto à segunda reação a esse versículo — o desafio do sentido da palavra traduzida “ordenado” — alguns dizem que se deve lhe atribuir um sentido reflexivo: “se dispuseram para a vida eterna”. Não somos informados acerca do motivo por que essa palavra tem de receber tal atribuição, a menos que seja forçada a concordar com a idéia de antemão deles. É suficiente responder que essa palavra (grego tasso) jamais sustenta tal sentido no Novo Testamento conforme manifestará um estudo de todas as vezes que essa palavra aparece; (veja Mateus 28:16; Lucas 7:8; Atos 13:48; 15:2; 22:10; 28:23; Romanos 13:1; 1 Coríntios 16:15). Só no último exemplo a ação da sentença chega a ser reflexiva, e é reflexiva apenas porque o pronome reflexivo eatous a exige. O próprio verbo jamais é reflexivo, e tentar forçá-lo a ser mostra uma indisposição de se aceitar o sentido claro do verbo original. &lt;br /&gt;Além dos mais, se torna ainda mais óbvio que a Versão do Rei James traduz essa palavra de modo correto quando consideramos que quase todos os tradutores do Novo Testamento reconhecem esse como o sentido verdadeiro dessa palavra, e assim a traduzem. É interessante notar que os homens muitas vezes lidam de modo bem negligente com as Escrituras quando fazem comentários sobre elas, muitas vezes tentando forçar suas próprias crenças nelas, mas quando eles as estão traduzindo, eles são mais prudentes, e parecem temer lidar com elas do mesmo modo sacrílego que lidam em seus comentários. Das mais de trinta versões que este escritor consultou, apenas duas traduziram essa palavra de modo diferente de “ordenar”, “nomear”, “destinado”, “escolhido”, e palavras de importância semelhante. Uma dessas duas é a Versão do Novo Mundo (das testemunhas-de-jeová), que é bem conhecida por sua falta de confiabilidade. A outra versão é a Bíblia Viva, que se reconhece como paráfrase, e não uma tradução, mas até mesmo essa versão, embora use a palavra “desejaram” no texto, dá, no rodapé, o sentido de “arranjados para” ou “ordenados para”. O sentido passivo mostra com clareza que a disposição não era do homem, e assim deve ter sido de Deus, pois Satanás certamente jamais tentaria determinar ninguém para a vida eterna. Cremos que esses fatos acerca de Atos 13:48 falam por si mesmos. &lt;br /&gt;Que o homem não tenha o poder intrínseco de crer, e que ele tem de pertencer ao número dos eleitos antes que possa crer no evangelho, é óbvio a partir de João 10:26: “Mas vós não credes porque não sois das minhas ovelhas, como já vo-lo tenho dito”. Essa é uma declaração difícil, mas não temos a liberdade de rejeitá-la simplesmente porque não podemos entendê-la, pois não é o único versículo que ensina essa verdade profunda, pois João 6:44 45 também declara: “Ninguém pode vir a mim, se o Pai que me enviou o não trouxer; e eu o ressuscitarei no último dia. Está escrito nos profetas: E serão todos ensinados por Deus. Portanto, todo aquele que do Pai ouviu e aprendeu vem a mim”. Se o Pai não atrair uma pessoa, e lhe der o poder da fé, então esse indivíduo não pode se salvar; assim, toda a glória da salvação pertence ao Senhor e somente a Ele. &lt;br /&gt;Do ponto de vista humano, determina-se a eleição pela vida que alguém vive, e por esse motivo só é possível sabermos com certeza nesta vida mediante o exemplo de uma vida de santidade. Paulo disse acerca dos tessalonicenses: “Sabendo, amados irmãos, que a vossa eleição é de Deus”, 1 Tessalonicenses 1:4, mas como ele sabia disso? Ele próprio dá a resposta no versículo precedente: “Lembrando-nos sem cessar da obra da vossa fé, do trabalho do amor, e da paciência da esperança em nosso Senhor Jesus Cristo, diante de nosso Deus e Pai” (versículo 3). Quando compreendemos que os homens são eleitos para a fé e obediência, e não por causa destas, (2 Tessalonicenses 2:13; Atos 13:48; 1 Pedro 1:2), então compreendemos que onde as vemos, há evidência de eleição. Na salvação somos criados “em Cristo Jesus para as boas obras, as quais Deus preparou para que andássemos nelas”, (Efésios 2:10), de modo que uma vida constante em boas obras é evidência de que alguém foi salvo, e conseqüentemente de que é uma pessoa eleita. &lt;br /&gt;A eleição é uma doutrina misteriosa, mas maravilhosa; é uma doutrina que, embora não deixe espaço para o orgulho e vaidade, é porém uma grande bênção para o homem, pois garante a salvação de cada um dos eleitos de Deus. Alguns repudiam a doutrina da eleição, dizendo que mostra ser respeitadora de homens, mas deixa alguns sem esperança de salvação. A verdade é que ninguém pode saber se ele pertence aos eleitos ou não eleitos, exceto crendo ou então morrendo sem arrependimento, o que coloca a questão toda no nível da fé ou falta de fé do indivíduo. Observe o que Jesus diz acerca disso: “Todo o que o Pai me dá virá a mim; e o que vem a mim de maneira nenhuma o lançarei fora” (João 6:37). Aí aprendemos: (1) Que só aqueles que foram dados a Cristo no pacto da redenção virão a Ele. Isso se refere, é claro, à eleição. (2) Todos aqueles que foram assim dados virão a Cristo. A salvação de todos os eleitos é assegurada pelo chamado eficaz e a atração deles. Essa é graça eficaz ou irresistível. (3) Que embora essas coisas sejam gloriosamente assim, há porém também a esperança para todos os que se achegam a Cristo em fé serão por Ele recebidos. Assim, enfatiza-se a responsabilidade humana, de modo que ninguém pode culpar a Deus por qualquer homem que se perde. Já que ele não pode saber de antemão acerca de sua não eleição, e já que se oferece a promessa de aceitação a todos os que se achegam, o homem perdido se perde exclusivamente por causa de sua própria incredulidade da promessa de Deus. &lt;br /&gt;Nosso chamado e eleição podem ser afirmados — afirmados para nós e para outros homens, pois Deus já os conhece, sendo obra dEle. Assim diz Pedro: “Portanto, irmãos, procurai fazer cada vez mais firme a vossa vocação e eleição; porque, fazendo isto, nunca jamais tropeçareis” (2 Pedro 1:10). As coisas às quais se refere Pedro, que tornam firmes o chamado e eleição de alguém, são aquelas boas obras que se esperam de toda pessoa que verdadeiramente nasceu de novo, e que manifestam que ele é verdadeiramente salvo. Elas são boas obras que se originam da fé (veja os versículos 5 9). &lt;br /&gt;A eleição, sendo obra de Deus, e sem causa humana, glorifica a Deus enquanto ao mesmo tempo humilha o homem, e essa é a razão principal por que é tão desagradável ao paladar do homem. Quando nos lembramos da declaração de Paulo de que, “Porque eu sei que em mim, isto é, na minha carne, não habita bem algum; e com efeito o querer está em mim, mas não consigo realizar o bem”, (Romanos 7:18), então temos de reconhecer que quase qualquer coisa que humilhe o orgulho carnal, enquanto glorifica a Deus, pode ser presumida como verdadeira. Nada de bom jamais teve sua origem na carne, e nada de ruim (nada verdadeiramente ruim à luz dos propósitos de Deus) jamais procede de Deus. &lt;br /&gt;Autor: Pr Davis W. Huckabee &lt;br /&gt;Fonte: www.PalavraPrudente.com.br&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2450445771080054942-1395590227096067686?l=prbeto-estudosteologicos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://prbeto-estudosteologicos.blogspot.com/feeds/1395590227096067686/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2450445771080054942&amp;postID=1395590227096067686' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2450445771080054942/posts/default/1395590227096067686'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2450445771080054942/posts/default/1395590227096067686'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://prbeto-estudosteologicos.blogspot.com/2009/04/blog-post.html' title='Predestinação e Eleição O que a Biblia diz?'/><author><name>prbeto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04991251078209387116</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://bp0.blogger.com/_uJ4EWNH9RAI/R4lGQbvo-_I/AAAAAAAAAAg/aHenbx90Xng/S220/Imagens++(Imagens+variadas+17)dsafGHEHGRAHTHAETHGRgW+025.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_uJ4EWNH9RAI/SfccghxvWgI/AAAAAAAAArs/X2nJku5818A/s72-c/lesson12.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2450445771080054942.post-2752177822668097880</id><published>2009-03-13T20:16:00.000-07:00</published><updated>2009-03-16T14:49:56.589-07:00</updated><title type='text'>Fotos da Igreja Evangélica Missionária</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_uJ4EWNH9RAI/Sb7JcE4oKAI/AAAAAAAAAqw/w5gaiqANTv0/s1600-h/IMAG7772.JPG"&gt;&lt;img style="display:block; 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margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 240px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_uJ4EWNH9RAI/Sb7FBlWEWiI/AAAAAAAAAqA/zEmBxKgd0Tw/s320/IMAG7687.JPG" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5313901241338976802" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_uJ4EWNH9RAI/Sb7FBX76JZI/AAAAAAAAAp4/JiWEpZ657YE/s1600-h/IMAG7671.JPG"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 240px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_uJ4EWNH9RAI/Sb7FBX76JZI/AAAAAAAAAp4/JiWEpZ657YE/s320/IMAG7671.JPG" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5313901237739595154" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_uJ4EWNH9RAI/Sb7EDIGBVoI/AAAAAAAAApw/iGdUGbxRbew/s1600-h/IMAG7682.JPG"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 240px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_uJ4EWNH9RAI/Sb7EDIGBVoI/AAAAAAAAApw/iGdUGbxRbew/s320/IMAG7682.JPG" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5313900168335152770" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_uJ4EWNH9RAI/Sb7EChDLk_I/AAAAAAAAApo/ubMHuMgaalY/s1600-h/IMAG7647.JPG"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 240px; height: 320px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_uJ4EWNH9RAI/Sb7EChDLk_I/AAAAAAAAApo/ubMHuMgaalY/s320/IMAG7647.JPG" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5313900157854258162" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_uJ4EWNH9RAI/Sb7ECRTvsmI/AAAAAAAAApg/YJ52aP7U0bo/s1600-h/IMAG7626.JPG"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 240px; height: 320px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_uJ4EWNH9RAI/Sb7ECRTvsmI/AAAAAAAAApg/YJ52aP7U0bo/s320/IMAG7626.JPG" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5313900153628766818" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_uJ4EWNH9RAI/Sb7EBp5KmoI/AAAAAAAAApY/YTsFdbD36rA/s1600-h/Imagens+Variadas+008.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 240px; height: 320px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_uJ4EWNH9RAI/Sb7EBp5KmoI/AAAAAAAAApY/YTsFdbD36rA/s320/Imagens+Variadas+008.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5313900143048301186" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_uJ4EWNH9RAI/SbsiuuMesTI/AAAAAAAAApQ/fR_3ZPeGxis/s1600-h/Imagens+Variadas+006.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 240px; height: 320px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_uJ4EWNH9RAI/SbsiuuMesTI/AAAAAAAAApQ/fR_3ZPeGxis/s320/Imagens+Variadas+006.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5312878371483332914" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_uJ4EWNH9RAI/SbsiudgWVuI/AAAAAAAAApI/XhgtgmM6kCA/s1600-h/Imagens+Variadas+005.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 240px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_uJ4EWNH9RAI/SbsiudgWVuI/AAAAAAAAApI/XhgtgmM6kCA/s320/Imagens+Variadas+005.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5312878367003268834" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_uJ4EWNH9RAI/SbshsOUyyjI/AAAAAAAAApA/XDDQYcSna6E/s1600-h/IMAG7802.JPG"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 240px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_uJ4EWNH9RAI/SbshsOUyyjI/AAAAAAAAApA/XDDQYcSna6E/s320/IMAG7802.JPG" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5312877229056903730" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2450445771080054942-2752177822668097880?l=prbeto-estudosteologicos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://prbeto-estudosteologicos.blogspot.com/feeds/2752177822668097880/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2450445771080054942&amp;postID=2752177822668097880' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2450445771080054942/posts/default/2752177822668097880'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2450445771080054942/posts/default/2752177822668097880'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://prbeto-estudosteologicos.blogspot.com/2009/03/blog-post.html' title='Fotos da Igreja Evangélica Missionária'/><author><name>prbeto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04991251078209387116</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://bp0.blogger.com/_uJ4EWNH9RAI/R4lGQbvo-_I/AAAAAAAAAAg/aHenbx90Xng/S220/Imagens++(Imagens+variadas+17)dsafGHEHGRAHTHAETHGRgW+025.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_uJ4EWNH9RAI/Sb7JcE4oKAI/AAAAAAAAAqw/w5gaiqANTv0/s72-c/IMAG7772.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2450445771080054942.post-4658228768871904546</id><published>2008-11-30T10:50:00.000-08:00</published><updated>2008-11-30T10:56:32.007-08:00</updated><title type='text'>Eleitos para a Salvação e Chamada Eficaz</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_uJ4EWNH9RAI/STLho4wFclI/AAAAAAAAAdo/99cLwJSOln0/s1600-h/02.gif"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 263px; height: 400px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_uJ4EWNH9RAI/STLho4wFclI/AAAAAAAAAdo/99cLwJSOln0/s400/02.gif" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5274526206149358162" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt; Carlos R. Cavalcanti&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;OS ELEITOS PARA A SALVAÇÃO&lt;br /&gt;E&lt;br /&gt;CHAMADA EFICAZ&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2007&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estudos realizados no culto de doutrina da&lt;br /&gt;Igreja Evangélica Missionária no Janga&lt;br /&gt;Sempre se reformando&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ROBERTO, Cavalcanti R. Eleitos Para a Salvação e Chamada Eficaz. Recife. Editora CRC , 2007. 67p.&lt;br /&gt;Conteúdo: Doutrinário. Todos os direitos reservados. Proibido a reprodução por quaisquer meios, salvo em breves citações com indicação da fonte. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;GRÁFICA E EDITORA CRC&lt;br /&gt;Fone: (81) 8710.5364 / 94212595 &lt;br /&gt;roberttocavalcantti@hotmail.com&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ÍNDICE&lt;br /&gt;....................................................&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1.   ELEITOS PARA A SALVAÇÃO....................................05&lt;br /&gt;1.1 Eleitos na Eternidade..............................................................................13&lt;br /&gt;1.2 Se Cristo morreu por todos, como afirmam os universalistas, por     que todos não irão ser salvos?......................................................................20&lt;br /&gt;1.3 O mundo pode ter vários significados. Depende do contexto em que é empregado.............................................................................................23              &lt;br /&gt;2.   A CHAMADA EFICAZ..................................................45&lt;br /&gt;2.1 Qual a importância dessa doutrina?......................................................46&lt;br /&gt;2.2 Chamados pelo poder de Deus que opera em nós............................52&lt;br /&gt;2.3 A certeza de que o chamado é para a salvação...................................60&lt;br /&gt;REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Fiel é Deus, pelo qual fostes chamados para a comunhão de seu Filho Jesus Cristo nosso Senhor” (1Co.1:9 – negrito nosso).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1&lt;br /&gt;ELEITOS PARA A SALVAÇÃO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;********************************************************************&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Tendo Jesus falado estas coisas, levantou os olhos ao céu e disse: Pai, é chegada a hora; glorifica a teu Filho, para que o Filho te glorifique a ti, assim como lhe conferistes autoridade sobre toda a carne, a fim de que ele conceda a vida eterna a todos os que lhe deste” (Jo. 17:1-2).&lt;br /&gt;“Manifestei o teu nome aos homens que me deste do mundo. Eram teus, tu mos confiaste, e eles têm guardado a tua palavra” (v.6).&lt;br /&gt;“É por eles que eu rogo; não rogo pelo mundo, mas por aqueles que me deste, porque são teus [...]”(v.9).&lt;br /&gt;“[...] Pai santo, guarda-os em teu nome, que me deste, para que eles sejam um, assim como nós” (v.11b).&lt;br /&gt;“Santifica-os na verdade; a tua palavra é a verdade” (v.17).&lt;br /&gt;“E a favor deles eu me santifico a mim mesmo, para que eles também sejam santificados na verdade” (v.19:8).&lt;br /&gt;“Pai, a minha vontade é que onde eu estou, estejam também comigo os que me deste [...]” (v.24a).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;          Não é preciso ser sábio ou já ter freqüentado um curso de Teologia para entender esses versículos, basta ser nascido de Deus; os filhos de Deus ouvem e entendem a Sua Palavra (Jo.17:8)  pelo Espírito Santo (cf. 1Jo.2:27)  que lhes foi outorgado (Rm.5:5) . O v.6 do texto de João 17, não deixa dúvidas de que apenas os eleitos serão salvos, aqueles que guardaram a Sua palavra porque eram dEle e o nome de Deus foi revelado a eles (os eleitos) através de Cristo Jesus. Foi exclusivamente por esses que Cristo morreu. Não foi, portanto, especificamente, por cada pessoa do mundo, mas pelos que Lhe foram confiados porque eram de Deus, e não do mundo (v.14b). A “eleição” é uma doutrina bíblica rejeitada pela “Igreja Católica Romana”, porém, resgatada durante a “Reforma Protestante” do século XVI. Todas as Igrejas na época, nos seus artigos de fé, tinham a mesma opinião quanto a esse respeito: Deus elegeu para a salvação eterna, segundo o beneplácito de Sua vontade, um povo pecador, inimigo de Deus, que merecia a justa condenação, para ser instrumento de Sua bondade e misericórdia. Deixando o resto a sua própria sorte, pois, todos pecaram e afastados foram da glória de Deus. Como Ele não deve nada as suas criaturas, não tinha, portanto, a obrigação de salvar ninguém, mas aprouve a Ele salvar alguns dentre a raça caída, demonstrando Seu amor e misericórdia, porque assim foi do Seu agrado (cf. Rm.9:15-16) . &lt;br /&gt;         A rejeição a essa doutrina vem aumentando devido a grande apostasia que por sua vez é algo profético. Podemos constatar que esse crescimento é uma característica marcante do homem na sociedade pós-moderna, o qual, por essa razão, sente uma grande dificuldade em compreender as antigas doutrinas da graça. Por se multiplicar a iniqüidade muitos se afastou da sã doutrina por diversos motivos, os principais são: o cuidado com as coisas do mundo, a procura de doutrinas que promovam a satisfação da carne, o descompromisso com o Reino de Deus e o relaxo espiritual. Analisemos o artigo 20 da confissão de fé dos países baixos, e veremos o quanto as igrejas se desviaram da fé reformada:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cremos que Deus, que é perfeitamente misericordioso e justo, enviou seu Filho para tomar a natureza na qual se havia cometido a desobediência, a fim de satisfazer e levar sobre ela o castigo dos pecados por meio de sua amarga paixão e morte. Assim, pois, demonstrou Deus a sua justiça contra o seu próprio Filho quando carregou sobre Ele nossos [dos eleitos]  pecados; e derramou sua bondade e misericórdia sobre nós [os eleitos] que éramos culpados e merecedores de condenação, entregando seu Filho para ser morto por  nós [os eleitos], movido por um mui perfeito amor, e ressuscitando-o para nossa [dos eleitos] justificação, para que por Ele tivéssemos [nós, os eleitos] a imortalidade e a vida eterna.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;          Sabemos, portanto, através das Escrituras, que os falsos mestres descompromissados com a palavra de salvação, e que corrompem as verdades nelas contidas, estão condenados em si mesmo (cf. Tt.3:11) . Muitas igrejas, atualmente, agem dessa forma, a fim de dar sustentabilidade às falácias arminianas, porque foi assim que suas idéias corrompidas receberam a justa condenação pelo Sínodo de Dort em que se expunha a doutrina reformada (DORT, 1618 – 19 – Editora Cultura Cristã. p11).&lt;br /&gt;         Um dos erros grosseiros da doutrina “arminiana” apresentada na “Remonstrânçia” e refutada no “Sínodo de Dort” foi a seguinte: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A eleição incompleta e não-definida de certas pessoas para a salvação se baseou nisto: Deus previu que elas começariam a crer, se converteriam, viveriam em santidade e piedade, de que até continuariam nisto por algum tempo. Eleição completa e definitiva de pessoas, porém, ocorreu porque Deus previa que elas perseverariam em fé, conversão, santidade e piedade até o fim. Isto é, constitui a dignidade graciosa e evangélica pela qual a pessoas que é escolhida é mais digna que outra que não é escolhida. Conseqüentemente a fé, a obediência de fé, a piedade e a perseverança não são frutos da imutável eleição para a glória. São condições e causas previamente requeridas e previstas como cumpridas naqueles que serão eleitos completamente. Só com base nestas condições ocorre a eleição imutável para a glória (DORT, Editora Cultura Cristã, ps.25, 26).   &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;         Vejamos agora de uma forma bíblica como os Teólogos reunidos no Sínodo de Dort refutaram tais heresias: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este erro está em conflito com toda a Escritura que repete constantemente para nossos ouvidos e corações, estas e semelhantes afirmações: a eleição não [se dá] por obras mas por aquele que chama... (Rm.9:11), ... e creram todos os que haviam sido destinados para a vida eterna; (At.13:48) ...  nos escolheu nele antes da fundação do mundo para sermos santos e irrepreensíveis perante ele... (Ef. 1:4); não fostes vós que me escolhestes a mim; pelo contrário, eu vos escolhi a vós outros... (Jo.15:1, 6); ... se é pela graça, já não é pelas obras; do contrário, a graça já não é graça (Rm.11:6). Nisto consiste o amor; não em, que nós tenhamos amado a Deus, mas em que ele nos amou, e enviou o seu filho... (1Jo.4:10) (DORT, Editora Cultura Cristã, ps. 26).   &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;           O Evangelho pregado na maioria dos nossos púlpitos não exalta, nem glorifica a Deus. É um Evangelho de prosperidade material, em que uns ficam bastante ricos e o resto continua na miséria, o que é pior, sem receber o leite espiritual para o crescimento do verdadeiro crente. O povo, sedentos da palavra de Deus, ao ouvirem os mercenários da prosperidade e agiotas da fé, entra em estado de êxtase, devido aos relâmpagos, trovões e todo espetáculo empregado por esses atores que se dizem ministros do Evangelho. Quando o culto termina, os irmãos vão para casa cheios de promessas vazias e sedentos como beduínos no deserto, posto que esses mercenários são como nuvens vazias, não sai uma gota d’água . A estes que se introduzem no meio do povo de Deus com dissimulação, foram antecipadamente pronunciados para a condenação: “[...] homens ímpios, que transformaram em libertinagem a graça de nosso Deus e negam o nosso único Soberano e Senhor, Jesus Cristo” (Jd.4). “Ai deles! Porque prosseguiram pelo caminho de Caim, e, movidos de ganância, se precipitaram no erro de Balaão, e pereceram na revolta de Corá” (Jd.11).  &lt;br /&gt;          Esse estudo tem a finalidade de responder algumas indagações que são feitas por determinados irmãos e até mesmo por aqueles que passaram pelo curso de Teologia, mas, desejam, de coração, conhecer a verdade sobre esta tão importante e sublime doutrina: A eleição. &lt;br /&gt;          Os eleitos de Deus anelam por conhecê-Lo, bem como o plano de salvação que nos foi preparado antes que houvesse mundo. Se você não consegue entender essas verdades, peça sabedoria a Deus que a todos dá livremente (cf. Tg.1:5) .  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1.1  Eleitos na Eternidade &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que dizer então? Israel não conseguiu aquilo que tanto buscava, mas os eleitos o obtiveram. Os demais foram endurecidos, como está escrito: “Deus lhes deu um espírito de atordoamento, olhos para não ver e ouvidos para não ouvir, até o dia de hoje (Rm.11:7 – negrito nosso).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1) A pergunta mais freqüente que ouvimos no meio evangélico a respeito da eleição está relacionada à idéia de que Deus seria injusto caso houvesse escolhido alguns para salvação e deixado os outros em sua própria perdição. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Analisaremos uma parábola, muito conhecida, que mostra a liberdade de Deus agindo soberanamente. E Ele não é injusto como se pensa, mesmo agindo dessa forma. A bondade de Deus não pode ser medida com critérios humanos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porque o reino dos céus é semelhante a um dono de casa que saiu de madrugada para assalariar trabalhadores para a sua vinha. E, tendo ajustado com os trabalhadores a um denário por dia, mandou-os para a vinha. Saindo pela terceira hora, viu, na praça, outros que estavam desocupados e disse-lhes: Ide vós também para a vinha, e vos darei o que for justo. Eles foram. Tendo saído outra vez, perto da hora sexta e da nona, procedeu da mesma forma, e, saindo por volta da hora undécimo, encontrou outros que estavam desocupados e perguntou-lhes: Por que estivestes aqui desocupados o dia todo? Responderam-lhes: Porque ninguém nos contratou. Então, lhes disse ele: Ide também vós para a vinha. Ao cair da tarde, disse o senhor da vinha ao seu administrador: Cama os trabalhadores e paga-lhes o salário, começando pelos últimos, indo até aos primeiros. Vindo os da hora undécima, recebeu cada um deles um denário. Ao chegarem os primeiros, pensaram que receberiam mais; porém também estes receberam um denário cada um. Mas, tendo-o recebido, murmuravam contra o dono da casa, dizendo: Estes últimos trabalharam apenas uma hora; contudo, os igualaste a nós, que suportamos a fadiga e o calor do dia. Mas o proprietário, respondendo, disse a um deles: Amigo, não te faço injustiça; não combinaste comigo um denário? Toma o que é teu e vai-te; pois quero dar a este último tanto quanto a ti. Porventura, não me é lícito fazer o que quero do que é meu? Ou são maus os teus olhos porque eu sou bom? Assim, os últimos serão primeiros, e os primeiros serão os últimos (porque muitos são chamados, mas poucos escolhidos) (Mt.20:1-16).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;          A parábola fala da justiça de Deus agindo soberanamente na escolha dos que irão ser salvos: “...porque muitos são chamados, mas poucos escolhidos” (v.16). O dono da vinha tem todo o direito de fazer o que quiser com o que é dele (v.15), porém os trabalhadores que chegaram primeiro achou que o dono da vinha era injusto por ter pago o mesmo valor aos que chegaram por último. Ele faz o que quiser com o que é seu. Da mesma forma, o Filho do homem salva a quem Ele quiser: “Pois assim como o Pai ressuscita e vivifica os mortos, assim também o Filho vivifica aqueles a quem quer” (Jo. 5:21). Quando Deus salva um e não o outro, não está sendo injusto, mas, justo, pois a salvação pertence a Ele. Na verdade, os olhos dos que não entendem a doutrina da Eleição, são maus porque Deus é bom e provou Seu amor para conosco tendo Cristo Jesus morrido na cruz sendo nós ainda pecadores. Ele não pode ter provado o Seu amor para conosco e no final das contas alguns desse perderem a salvação. Os que ficarão na sua própria condenação são os que não foram eleitos. Deus não é injusto por não ter elegido a todos (v.16). &lt;br /&gt;          A Bíblia esclarece, muito bem, que Deus escolheu pela Sua graça um povo para salvação, e Jesus Cristo na Sua oração sacerdotal pede por eles, não pelo mundo: “É por eles que eu rogo; não rogo pelo mundo, mas por aqueles que me deste, porque são teus [...]” (Jo.17:9).  Não só o Capítulo 17 de João, mas, toda a Bíblia fala de eleição, de um remanescente fiel que irá ser salvo. No tempo de Noé, muitos pereceram, e poucos foram salvos (Lc.17:26, 27; 1Pe.3:20) . O mesmo sucedeu nos dias de Ló (Gn.19:29; Lc.17:28, 29) . Nos tempos de Elias e (Is.10:22)  como afirma o apóstolo Paulo em (Rm.11; Rm.9:27). Ele aponta que nos dias dele também havia um remanescente segundo a eleição da graça (cf. Rm.11:5) . Portanto, não nos surpreende que também “no tempo atual” há um remanescente segundo essa eleição. &lt;br /&gt;        A Confissão de fé Batista de 1689 tem posição Calvinista a respeito da “eleição”: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em seu propósito eterno, e de acordo com o pacto estabelecido entre ambos, aprouve a Deus escolher e destinar o Senhor Jesus, seu Filho unigênito, parta ser o Mediador entre Deus e os homens: para ser o Profeta, Sacerdote e Rei, o Cabeça e Salvador de sua Igreja... Deus de toda a eternidade, Deus deu-Lhe um povo para ser sua descendência, e para que, em tempo, esse povo seja por Ele redimido, chamado, justificado, santificado e glorificado... Por sua obediência perfeita, e pelo sacrifício que fez de Si mesmo..., o Senhor Jesus satisfez plenamente a justiça de Deus, obteve a reconciliação e adquiriu uma herança eterna no reino dos céus para todos quantos foram dados a Ele pelo Pai... Cristo certamente aplica e comunica eficazmente a redenção eterna, para todos quantos Ele a obteve... (Capitulo 8, parágrafos 1, 5 e 8).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;        O texto de João 17:1 não deixa dúvidas, Jesus Cristo foi glorificado pelo Pai, o qual lhe concedeu autoridade sobre toda a carne “a fim de que ele conceda a vida eterna a todos os que lhe deste”. É chegada a hora de ser consumado o que Deus havia providenciado na eternidade a favor daqueles que eram Seus. É revelado que muitos irão permanecer na perdição, ou seja, não foram eleitos para a salvação. Não podemos, todavia, pensar que entre os eleitos alguns possam vir a perder a salvação. Primeiro, porque a salvação é eterna, aconteceu antes na mente do Criador. “Eram teus” (v.6), foram dados a Cristo para que os purificassem através da obra de redenção realizada na cruz. Essa obra foi um ato único, eterno e eficaz. Portando, os que foram conferidos a Cristo Jesus alcançarão, de fato, vida eterna (v.2). Podemos pensar com toda certeza que estão seguros, principalmente porque têm um sumo sacerdote que está a destra de Deus e intercede por nós . Segundo, essa garantia também é vista no v.9: “É por eles que eu rogo; não rogo pelo mundo, mas por aqueles que me deste, porque são teus [...]”. Você acredita que os eleitos que foram conferidos a Cristo Jesus para vida eterna, os que Ele deseja que estejam ao Seu lado (Jo.17:24a)  possam por algum motivo perder a salvação? Ensinar que os eleitos de Deus podem perder a salvação é antibíblico. Se isso fosse possível, a eleição perderia seu significado, aqueles que Deus deu a Cristo para que Lhes fossem conferido vida eterna ainda estariam perdidos. Vida eterna é justamente algo que começa em um passado eterno, foi consumado no tempo e no espaço, e permanecerá para sempre. Não podemos, no entanto, acreditar que essa salvação seja quebrada no tempo presente por algum tipo de pecado posto que nossa dívida foi paga completamente, Cristo satisfez a justiça de Deus morrendo na cruz pelos nossos pecados. Ter essa visão, de que os eleitos podem perder a salvação, é ser criança na fé. Ora, diz a Bíblia, os salvos não perdem a salvação: &lt;br /&gt;Porque eu estou bem certo de que nem a morte, nem a vida, nem os anjos, nem os principados, nem as coisas do presente, nem do porvir, nem os poderes, nem a altura, nem a profundidade, nem qualquer outra criatura poderá separar-nos do amor de Deus, que está em Cristo Jesus, nosso Senhor (Rm.8:38-39). &lt;br /&gt;       Como vimos, não existe nada que possa nos afastar do amor de Deus, que está em Jesus Cristo nosso Senhor. Ou ainda há algo pelo qual alguém que está em Cristo possa perder a salvação? Se existisse essa possibilidade, o sacrifício de Jesus Cristo na cruz teria sido ineficaz, contradizendo, dessa forma, as Escrituras, como por exemplo: (Hb.10:12-14; Jo.10:25-30) . Na verdade, aquele que começou a boa obra em tua vida há de concluí-la até o dia de Cristo Jesus.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2) Se foram eleitos alguns para salvação, como explicar (Jo.3:16) que diz: “Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo o que nele crê não pereça,  mas tenha a vida eterna”?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Muitos insistem que Jesus morreu por todos. Se pensarmos dessa forma, estaremos descartando os textos que nos ensinam a respeito do castigo eterno e afirmando que não existe inferno, assim como a eleição. Pois, eleição significa escolher alguns dentre muitos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1.2 Se Cristo morreu por todos, como afirmam os universalistas, por que todos não irão ser salvos? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;         A Bíblia afirma que “muitos são chamados, mas poucos, escolhidos” (Mt.22:14); “E, se alguém não foi achado inscrito no Livro da Vida, esse foi lançado para dentro do lago de fogo” (Ap.20:15); “Os perversos serão lançados no inferno, e todas as nações que se esquecem de Deus” (Sl.9:17). Analisemos, portanto, o texto de (Jo.17).  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Em (Jo.17:1-2) na oração sacerdotal de Jesus, a vida eterna é concedida a todos os que foram dados a Cristo pelo Pai. E por que a maioria irá para o inferno? Porque todos, nesse contexto, significa os eleitos de Deus. E nem todos foram eleitos para salvação: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tendo Jesus falado estas coisas, levantou os olhos ao céu e disse: Pai, é chegada a hora; glorifica a teu Filho, para que o Filho te glorifique a ti, assim como lhe conferistes autoridade sobre toda a carne, a fim de que ele conceda a vida eterna a todos os que lhe deste.&lt;br /&gt; Se Cristo morreu por todos, por que só serão salvos aqueles a quem foi manifestado o nome de Deus? “Manifestei o teu nome aos homens que me deste do mundo” (v.6 – negrito nosso). &lt;br /&gt; Se Cristo morreu por todos, por que só serão salvos aqueles que têm guardado a “Palavra de Deus”? Sabendo que a salvação é pela fé e a fé é um dom de Deus. “Eram teus, tu mos confiaste, e eles têm guardado a tua palavra” (v.6 – negrito nosso).&lt;br /&gt; Se Cristo morreu por todos, por que Ele não rogou pelo mundo, mas apenas pelos que são de Deus?: “É por eles que eu rogo; não rogo pelo mundo, mas por aqueles que me deste, porque são teus [...]” (v.9 – negrito nosso).&lt;br /&gt; Se Cristo morreu por todos, por que Ele pede a Deus que guarde apenas os que lhes foram conferidos para a salvação?: “[...] Pai santo, guarda-os em teu nome, que me deste, para que eles sejam um, assim como nós” (v.11b – negrito nosso).&lt;br /&gt; Se Cristo morreu por todos, por que todos não são “santificados na verdade”? Só os eleitos, aqueles que foram destinados à vida são os que Cristo Jesus pede para que o Pai os santifique na verdade? “Santifica-os na verdade; a tua palavra é a verdade” (v.17 – negrito nosso).&lt;br /&gt; Se Cristo morreu por todos, por que a vontade do Filho não é a de que “todo mundo” esteja onde Ele estiver? Mas, o desejo dEle é que só os que foram dados pelo Pai esteja com Ele: “Pai, a minha vontade é que onde eu estou, estejam também comigo os que me deste [...]” (v.24ª – negrito nosso).&lt;br /&gt;          O pensamento desenvolvido pelos arminianos a respeito da eleição é o seguinte: Os que irão se perder irão pelo fato de terem rejeitado a graça salvadora pelo seu livre-arbítrio. Em outras palavras, a salvação foi consumada por cada pessoa do mundo, encontra-se, porém, a disposição dos que quiserem aceitar ou não.  Em primeiro lugar, quero esclarecer que “todo mundo” em (Jo. 3:16) refere-se, apenas, a todos os eleitos (judeus e gentios) e não a cada pessoa do mundo. Na concepção judaica, só os que cumpriam a Lei iriam para o paraíso. Na época, o “Sheó” estava divido em “Geena” e “Paraíso” e os gentios e judeus que não cumpriam a Lei iriam para o Geena. Quando o Messias viesse, só os que cumpriam a Lei ressuscitariam, todos os outros seriam deixados para trás. Por isso, “mundo” é usado em oposição a idéia de que só Eles iriam ser salvos.&lt;br /&gt;         Não só Jo.3:16, mas, existem outros versículos que são usados pelos universalistas  a fim de apoiarem essa interpretação, afirmando que Cristo morreu por cada pessoa no mundo. Veremos que tais alegações não procedem. É falta de conhecimento bíblico. Podemos afirmar que tanto o pelagianismo quanto o arminianismo são frutos da apostasia que há de vir sobre o mundo. O mundo a que me refiro é o mundo cristão, o qual se afastou da fé reformada, pois o mundo pagão não tem do que apostatar.     &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1.3 Mundo pode ter vários significados. Depende do contexto em que é empregado.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mundo – Cosmo - Universo: “[...] assim como nos escolheu, nele, antes da fundação do mundo, para sermos santos e irrepreensíveis perante ele; e em amor”. (Ef.1:4 – negrito nosso)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Mundo em Ef. 1:4 significa muito mais que o planeta terra, refere-se a tudo o que foi criado por Deus: Cosmo, Universo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mundo – os que ainda não haviam sido alcançados pela graça salvadora – “O mundo jaz no maligno”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- “O mundo jaz no maligno”. O sistema mundial está estruturado na injustiça, bem como os que dele usufruem corruptamente. A palavra “mundo” neste sentido também não significa que todas as pessoas estivessem no maligno. Os eleitos de Deus, alcançados pela graça salvadora, estão em Cristo Jesus, e vivem nesse mundo. Portanto, a palavra mundo neste contexto é, também, limitada a um grupo de pessoas presas ao sistema corrompido.   &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Mundo – no gr. “todo mundo” – “Naqueles dias, foi publicado um decreto de César Augusto, convocando toda população do Império  para recensear-se” (Lc.2:1).&lt;br /&gt;          “Toda a população do Império” – (mundo habitado – gr. Οίκουηένην) . O mundo habitado não estava resumido apenas ao Império Romano. Havia muitos países que faziam fronteira com o Império e não participaram desse recenseamento. Mundo, portanto, nesse contexto se refere ao “Império Romano” e não a cada pessoa que existia naquela época. &lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;Mundo – os não eleitos: “E eu rogarei ao Pai, e ele vos dará outro Consolador, a fim de que esteja para sempre convosco, o Espírito da verdade, que o mundo não pode receber, porque não vê, nem o conhece; vós o conheceis, porque ele habita convosco e estará em vós” (Jo.14:16, 17 – negrito  nosso).&lt;br /&gt;          Nesses versículos o escritor diz que “o Espírito da verdade, que o mundo não pode receber, porque não vê, nem o conhece [...]”, se for interpretado como os arminianos fazem com Jo.3:16, significaria afirmar que cada pessoa do mundo ainda estaria morta em seus delitos e pecados, e que o sangue de Jesus não nos purificou de toda a injustiça, justamente porque não podemos receber o Espírito da verdade. Mas, no final do versículo ele diz: “vós o conheceis, porque ele habita convosco e estará em vós”. Em (Jo.14:16-17), bem como em (Jo.3:16) mundo não significa todos literalmente, mas uma quantidade, os não eleitos. Ou seja, todos os que serão deixados em sua própria cegueira espiritual porque não podem receber o que não conhecem: o Espírito Santo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mundo – uma grande multidão: “De sorte que  os fariseus disseram entre si: Vede que nada aproveitais! Eis aí vai o mundo após ele”! (Jo.12:19 – negrito nosso).&lt;br /&gt;          O mundo não seguia a Jesus, porém uma grande multidão. Nesta passagem, “mundo” é usado como força de expressão, uma hipérbole, um exagero de palavra. O mundo inteiro, no sentido literal, seguia a Jesus? Não. O sacrifício expiatório de Jesus Cristo foi pelo mundo inteiro? No sentido literal? Claro que não. Se fosse, todos seriam salvos. Algo é certo, todos os eleitos serão alcançados pela graça. Analisemos, pois, (Jo. 6:39): “E a vontade de quem me enviou é esta: que nenhum eu perca de todos os que me deu: pelo contrário, eu o ressuscitarei no último dia”. Será que Cristo realizou a vontade do Pai em consumar a obra de redenção morrendo na cruz por aqueles (os eleitos) que o Pai Lhe deu (Jo.6:37)?  Ele disse que desceu do céu para fazer a vontade daquele que O enviou (cf. Jo.6:38; 10:25)  e a vontade daquele que O enviou é esta: “que nenhum eu perca de todos os que me deu; pelo contrário, eu o ressuscitarei no último dia” (Jo.6:39b). Em (Jo.10:28-29)  está claro, os eleitos de Deus jamais serão arrebatados da mão do Pai, pois foi-lhes dado a vida eterna em Cristo Jesus. &lt;br /&gt;          Os salvos foram eleitos na eternidade (cf. Ef.1:4)  e selados para esse fim (cf. Jo.6:27): a salvação.&lt;br /&gt;          Será que a vontade de Deus Pai é menor do que a vontade humana? E que o pensamento arminiano, em que se afirma poder resistir a graça Divina, é verdadeiro? A Bíblia diz que não. A graça de Deus é eficaz e irresistível , Ele mesmo afirma: “As minhas ovelhas ouvem a minha voz; eu as conheço, elas me seguem. Eu lhes dou a vida eterna; jamais perecerão, e ninguém as arrebatará da minha mão” (Jo.10:27-28 - negrito nosso). &lt;br /&gt;          Quando a Bíblia diz que o Espírito Santo é quem convence o homem do pecado da justiça e do juízo, significa que Ele só opera miraculosamente e eficazmente nos eleitos, quebrando a resistência e a inimizade que havia antes . É contraditório afirmar que alguém convenceu outro e não obteve o resultado esperado. Logicamente isso não teria sido um convencimento. Se Cristo salva, é porque Ele realmente dá vida a todos os que o Pai lhe deu. Da mesma forma é com o Espírito Santo, se Ele convencer é porque ouve aceitação, posto ser eficaz a Sua atuação. A Confissão de Fé de Westminster, sobre isto, nos informa que:         &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seção I. – Todos aqueles a quem Deus predestinou para a vida, e somente esses, aprouve ele, no tempo por ele determinado e aceito, chamar eficazmente, por sua Palavra e por seu Espírito, daquele estado de pecado e de morte, em que estão por natureza [...]” (CONFISSÃO DE FÉ WESTMINSTER. 1999: 231). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mundo – pessoas de diversas localidades: “[...] pela palavra da verdade do evangelho que chegou até vós; como também em todo o mundo está produzindo fruto e crescendo [...]” (Cl.1:5, 6 – negrito nosso).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;          Nesse caso mundo refere-se ao Império Romano. O Evangelho estava sendo pregado por todo o mundo com bastante aceitação. O Império Romano era considerado de proporção mundial. Não podemos interpretar que o Evangelho tinha alcançado, de uma forma geral, todo o mundo de então. Principalmente porque a história bíblica mostra que havia países que ainda não havia sido alcançados pelo Evangelho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mundo – eleitos: “Eis o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo” (Jo.1:29 – negrito nosso).&lt;br /&gt;          Aqui também está se referindo aos eleitos de Deus (judeus e gentios). Se o Cordeiro tivesse feito expiação pelos pecados de cada pessoa do mundo é claro que o mundo inteiro seria salvo . Todos sendo salvos, a doutrina do inferno estaria na Bíblia sem sentido. Pois está escrito que muitos não tiveram suas vestes lavadas com o sangue do Cordeiro de Deus, ouvirão, portanto, naquele dia: “Apartai-vos de mim, malditos, para o fogo eterno, preparado para o diabo e seus anjos” (Mt.25:41). Esta é uma realidade que muitos irão enfrentar eternamente (eterno - gr. Anion). &lt;br /&gt;          “Todos”, também, em alguns contextos, referem-se aos “eleitos de Deus”  (judeus e gentios) e não a todas as pessoas do mundo, como acreditam alguns arminianos.  &lt;br /&gt;          É falso afirmar que Cristo consumou uma obra expiatória pelos nossos pecados (cf. 2Co.5:19)  e colocou a disposição de pessoas mortas nos seus delitos e pecados para que elas pudessem escolher ou rejeitar a vida. O texto de (Dt.30.19)  é interpretado pelos arminianos como se os israelitas pudessem escolher a vida, porém, eles escolheram a morte. Por que não escolheram a vida? Justamente porque a Lei gera consciência de pecado , e não vida. Se a Lei gerasse vida não era preciso outra Aliança . A Bíblia diz que foi Cristo Jesus quem nos deu vida: “Ele vos deu vida, estando vós mortos nos vossos delitos e pecados” (Ef.2:1). A salvação, portanto, pertence ao nosso Deus, foi dada autoridade ao Filho para consumar a obra de redenção e dar vida eterna a todos os eleitos  de Deus: &lt;br /&gt;Tendo Jesus falado estas coisas, levantou os olhos ao céu e disse: Pai, é chegada a hora; glorifica a teu Filho, para que o Filho te glorifique a ti, assim como lhe conferistes autoridade sobre toda a carne, a fim de que ele conceda a vida eterna a todos os que lhe deste (Jo. 17:1-2).&lt;br /&gt;          Em João 17:1-2, está escrito que a vida será dada aos eleitos de Deus. Não é como afirmam alguns arminianos: “algo consumado e colocado a disposição de quem quisesse”. &lt;br /&gt;          Temos muitos versículos que corroboram com o pensamento reformado (bíblico) afirmando que o homem não tem capacidade de escolher a Deus, de decidir se O aceita ou não. Estávamos mortos nos nossos delitos e pecados e fomos, portanto, objeto da Sua graça e do Seu amor. Vejamos alguns desses versículos: &lt;br /&gt;Não fostes vós que me escolhestes a mim; pelo contrário, eu vos escolhi a vós outros e vos designei para que vades e deis fruto, e o vosso fruto permaneça [...]” (Jo.15:16); “Havendo grande debate, Pedro tomou a palavra e lhes disse: Irmãos, vós sabeis que, desde há muito, Deus me escolheu dentre vós para que, por meu intermédio, ouvissem os gentios a palavra do evangelho e cressem” (At.15:7); “[...] assim como nos escolheu, nele, antes da fundação do mundo, para sermos santos e irrepreensíveis perante ele; e em amor nos predestinou para ele, para a adoção de filhos, por meio de Jesus Cristo, segundo o beneplácito de sua vontade” (Ef.1:4-5). “Entretanto, devemos sempre dar graças a Deus por vós, irmãos amados pelo Senhor, porque Deus vos escolheu desde o princípio para a salvação, pela santificação do Espírito e fé na verdade (2Ts.2:13 – negrito nosso).&lt;br /&gt;          Como vimos, a salvação é incondicional , é dada aos eleitos sem que eles possam resistir. “Pois quem jamais resistiu à sua vontade?” (Rm.9:19). Se a salvação estivesse a disposição da humanidade ninguém teria a capacidade de alcançá-la, visto que todos estão mortos espiritualmente, são inimigos de Deus (Rm.5:10) . Todas as suas faculdades estão corrompidas pelo pecado sendo os seus desejos o de fazer a vontade do diabo (cf. Jo.8:44)  e não a de Deus. Inimigos da Cruz de Cristo (cf. Fl.3:18) , destinados a perdição (cf. Fl.3:19) .  &lt;br /&gt;3) Segundo os ensinamentos arminianos, Deus elegeu conforme Sua presciência. Ou seja, Ele elegeu ou predestinou aqueles a quem previu que teriam fé e se arrependeriam. Isso é o que vem sendo ensinado na maioria das igrejas. &lt;br /&gt;- Muitos estão sendo ensinados dessa forma. É uma doutrina corrompida de origem pelagiana que rouba a glória da Deus, isso é muito perigoso. É importante salientar que a salvação pertence ao nosso Deus: “Do SENHOR é a salvação, e sobre o teu povo, a tua bênção” (Sl.3:8). “Ao SENHOR pertence a salvação!” (Jn.2:9). O homem não contribui para que a eleição o alcance. É algo que pertence ao SENHOR. &lt;br /&gt;         Quem são os verdadeiros eleitos? Alguém pode responder? Só Ele sabe, pois, conhece a real intenção do nosso coração . Isso não quer dizer que Ele nos elegeu devido a esse conhecimento prévio. Não, Ele nos elegeu porque fomos instrumento do Seu amor sem que houvesse nada de bom, de virtuoso em nós que O inclinasse a fazer tal escolha. Fomos, como já disse, alvo da Sua graça, do Seu poder, do Seu infinito amor; o motivo pelo qual nos escolheu em Cristo, eu não sei. Acredito que nem na eternidade saberemos.&lt;br /&gt;          Se fossemos escolhidos porque Deus previu que iríamos crer, isso não seria eleição de Deus, e sim, nossa. Nós escolheríamos a Deus, iríamos até Ele através das nossas próprias obras. Todavia, Ele diz: “Não fostes vós que me escolhestes a mim; pelo contrário, eu vos escolhi a vós outros e vos designei para que vades e deis fruto, e o vosso fruto permaneça” [...] (Jo.15:16). Judas foi escolhido como vaso de desonra para que se cumprissem as Escrituras . Não foi o contrário. Jesus não foi pego de surpresa, nem o conheceu  porque viu que ele iria agir daquela forma, como um diabo (opositor), mas porque isso foi decretado na eternidade conforme o Seu propósito, para acontecer, no tempo estabelecido pelo Eterno, sem que Judas pudesse mudar aquela situação. Em (Jo.17:12) ele é chamado de filho da perdição, o que significa, em ultima análise, que nasceu para que através da sua atitude “se cumprisse a Escritura”. Vemos a soberania de Deus quando Ele diz que nem um dos Seus discípulos se perdeu “exceto o filho da perdição”. &lt;br /&gt;          Como todos pecaram e foram destituídos da glória de Deus, encontram-se mortos nos seus delitos e pecados sob a ira de Deus. Portanto, todos mereciam a justa condenação: a morte eterna. Contudo, aprouve, pois, a Ele, salvar alguns dentre a humanidade caída pelo Seu infinito amor, mostrando assim sua misericórdia para com esses sem que houvesse mérito em nenhum deles; foi pela graça mediante a fé, não pelas obras para que ninguém se gloriasse. &lt;br /&gt;          A própria Bíblia mostra que a teoria arminiana é um desvio da sã doutrina (apostasia). Se a eleição fosse devido a algo bom que existisse em alguns homens, a salvação não seria pela graça, mas pelas obras. Os judeus religiosos pensavam que seriam salvos pelas obras da Lei, e Jesus disse-lhes: “Ninguém pode vir a mim se o Pai, que me enviou, não o trouxer; e eu o ressuscitarei no último dia” (Jo.6:44). Só se entende essas palavras pelo Espírito de Deus. Muitos judeus incrédulos rejeitaram a mensagem de Jesus Cristo e disseram: “Duro é este discurso; quem o pode ouvir?” (Jo.6:60). Respondeu Jesus: “Isso vos escandaliza?” (Jo.6:61b). Jesus pergunta aos Seus discípulos se eles queriam ir embora também, como fizeram os incrédulos: Os discípulos entenderam a mensagem pela fé e responderam: “Senhor, para quem iremos nós? Tu tens as palavras da vida eterna” (Jo.6:68). Eles creram e entenderam que Jesus era o Messias o Santo de Deus. Jesus disse depois dessas declarações que os discípulos foram escolhidos por Ele (cf. Jo.6:70) . Os que não foram, deixaram de andar com Ele por causa da doutrina que os escandalizavam . &lt;br /&gt;          Ainda hoje, essa palavra, quando exposta de forma genuína escandaliza os que não foram “destinados para a vida eterna” . &lt;br /&gt;4) Até os que se dizem Teólogos fazem essa pergunta absurda: “Se Deus elegeu alguns para a salvação e reprovou os outros, por que evangelizar se os eleitos vão ser salvos de qualquer forma?”&lt;br /&gt;- A Palavra de Deus não diz isso! Lutero, Calvino e os reformados nunca pensaram dessa forma. Esse argumento é falho, para não dizer ridículo. Na verdade, ele tem o objetivo de macular a doutrina da eleição. &lt;br /&gt;          Fomos chamados para levar as boas novas de salvação a toda criatura, não sabemos, portanto, quem são os eleitos de Deus, só sabemos que no momento certo, só eles responderão ao chamado de Deus através da instrumentalidade da Sua Palavra: “E disse-lhes: Ide por todo o mundo e pregai o evangelho a toda criatura. Quem crer e for batizado será salvo; quem, porém, não crer será condenado” (Mc.16:15-16). Os que não foram eleitos para salvação não poderão crer. Permanecerão mortos nos seus delitos e pecados e serão deixados na sua própria incredulidade. O apóstolo Paulo nos esclarece o motivo: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[...] porque, tendo o conhecimento natural de Deus, não o glorificaram como Deus, nem lhe deram graças; antes, se tornaram nulos em seus próprios raciocínios, obscurecendo-se-lhes o coração insensato. Inculcando-se por sábios, tornaram-se loucos e mudaram a glória do Deus incorruptível em semelhança da imagem de homem corruptível, bem como de aves, quadrúpedes e répteis (Rm.1:21-22). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;          A fé, dos eleitos, vem através da pregação da Palavra. O apóstolo Paulo mostra que o remanescente em Israel, na sua época foi chamado dessa forma: &lt;br /&gt;Porque: Todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo. Como, porém, invocarão aquele em quem nada ouviram? E como ouvirão, se não há quem pregue? E como pregarão, se não forem enviados? Como está escrito: Quão formosos são os pés dos que anunciam coisas boas! Mas nem todos obedeceram ao evangelho; pois Isaías diz: Senhor, quem acreditou na nossa pregação? E, assim, a fé vem pela pregação, e a pregação, pela palavra de Cristo (Rm.10:13-17).&lt;br /&gt;          O que me deixa estarrecido e bastante triste, é o fato de que muitas “igrejas” estão lançando dúvidas com pensamentos equivocados a respeito da eleição. Portanto, estão pregando um Evangelho diferente para seus fiéis, adulterando a Palavra de Deus. Todavia a Escritura afirma categoricamente que tais pessoas quando admoestadas e permanecem irredutíveis são pecadoras, estando condenadas em si mesmas. Vejamos o que diz os versículos a respeito dos que rejeitam a palavra da verdade: &lt;br /&gt;Quanto àquele que provoca divisões, advirta-o uma primeira e uma segunda vez. Depois disso, rejeite-o. Você sabe que tal pessoa se perverteu e está em pecado; por si mesmo está condenada (Tt.3:10, 11).     &lt;br /&gt;          Em nossos dias, doutrinas contrárias a ortodoxia continua com o mesmo espírito faccioso dilacerando o Corpo de Cristo (a Igreja). Certifique-se! Analise a Confissão de fé Reformada e os Cânones de Dort e procure ver as confissões que estão sendo usadas atualmente pelas igrejas arminianas! Não faça um juízo antecipado do calvinismo sem primeiro analisar a Bíblia e suas doutrinas como os reformadores na Europa e os puritanos na Inglaterra fizeram. Tenho observado que a maioria dos que fazem críticas ao calvinismo nunca leu nada sobre Calvino, e desconhece completamente a fé reformada. Como poderão entender se nunca leram nada? O eunuco estava lendo o texto de Isaias, porém, ele estava entendendo? Claro que não! Foi preciso Filipe explicar conforme está escrito no livro de Atos 8:26-40).  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2&lt;br /&gt;CHAMADA EFICAZ&lt;br /&gt;*********************************************&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vocês, porém, são geração eleita, sacerdócio real, nação santa, povo exclusivo de Deus, para anunciar as grandezas daquele que os chamou (gr. καλέσαντος = kalessantos)  das trevas para a sua maravilhosa luz (1Pe.2:9 – negrito e parêntese nosso).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;M&lt;br /&gt;uitos benefícios são concedidos aos homens, ou seja, de uma forma geral o SENHOR derrama suas bênçãos sobre justos e injustos. Porém o Espírito de Deus, conforme ensina a Escritura, no  Pacto da Graça, assegura eficazmente a salvação dos eleitos de Deus que serão chamados segundo o Seu poder (cf. Ef.1:19)  que opera naqueles que foram dados ao Filho (cf. Jo. 17: 2) . Essa Graça ou chamada eficaz atua exclusivamente nos que foram escolhidos desde o princípio para a salvação mediante o Evangelho (cf. 2Ts.2:13, 14) . &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2.1 Qual a Importância Dessa Doutrina?&lt;br /&gt;        Ela enfatiza o amor, a justiça e a fidelidade de Deus no plano de salvação, visa exclusivamente glorificá-Lo, pois tudo que recebemos provém dEle . Portanto, devemos preservar e cuidar para que a mesma não seja esquecida por todos aqueles que se dizem cristãos. É verdade que a igreja está em crise, posto que o genuíno Evangelho não tem sido pregado, principalmente, pelas igrejas que se afastaram da fé reformada. Por isso devemos preservar a unidade doutrinária, armando-nos contra os inimigos da fé, como fizeram os apóstolos . Pois, essa maravilhosa doutrina foi corrompida principalmente pelos pelagianos e arminianos. Vejamos primeiro como acreditam os reformados e depois como o arminianismo torceu a verdade:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outros que são chamados pelo ministério do Evangelho vêm e são convertidos. Isto não pode ser atribuído ao homem, como se ele se distinguisse por sua livre vontade de outros que receberam a mesma e suficiente graça para fé e conversão, como a heresia orgulhosa de Pelágio afirma. Mas isto deve ser atribuído a Deus: como Ele os escolheu em Cristo desde a eternidade, assim Ele os chamou efetivamente no tempo. Ele lhes dá fé e arrependimento; Ele os livra do poder das trevas e os transfere para o reino de seu Filho. Tudo isso Ele faz a fim de que proclamem as grandes virtudes daquele que os chamou das trevas para a sua maravilhosa luz e se gloriem, não em si mesmos, mas no Senhor, como é o testemunho geral dos escritos apostólicos (Cl.1:13; 1Pe.2:9; 1Co.1:31) (DORT, Editora Cultura Cristã, 1618 – 1619. p.37, 38 – negrito nosso).&lt;br /&gt;Todos aqueles a quem Deus predestinou para a vida, e somente esses, aprouve ele, no tempo por ele determinado e aceito, chamar eficazmente, por sua Palavra e por seu Espírito, daquele estado de pecado e de morte, em que estão por natureza, à graça e salvação por meio de Jesus Cristo (Seção I. VOCAÇÃO EFICAZ. Confissão de Fé WESTMISNTER – 1646 – negrito nosso).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;          Esse era o pensamento das igrejas contido nas confissões de fé. Pensamento fundamentado nas Sagradas Escrituras em que o SENHOR é exaltado pelos Seus maravilhosos feitos, como afirmam os Cânones de Dort e as Confissões das Igrejas Reformadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;          Assim como muitos livros neo-testamentários foram escritos, principalmente, para combater certas heresias que surgiam na igreja nascente, como é o caso do gnosticismo e dos judaizantes, houve também a necessidade dos pais da igreja sustentarem o mesmo testemunho dos apóstolos escrevendo contra os que procuravam infamar o caminho da verdade. Da mesma forma, surgem os credos e as confissões com o objetivo de preservar as verdades que foram transmitidas aos eleitos. Porque como diz A. A. Hodge: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“[...] em todas as ocasiões surgiram hereges pervertendo as Escrituras, exagerando certos aspectos da verdade e negando outros igualmente essenciais, e assim, com efeito, transformaram a verdade de Deus em mentira” (CONFISSÃO DE FÉ WESTMISNSTER. Editora os Puritanos, 1999. p.22).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;          A Confissão Belga afirma que a Bíblia é suficiente para a nossa salvação revelando tudo que é necessário para o crescimento espiritual dos que são chamados para a vida. No seu artigo 7 ela diz: “Cremos que esta Sagrada Escritura contém perfeitamente a vontade de Deus e suficientemente ensina tudo o que o homem deve crer para ser salvo (2Tm.3:16-17; 1Pe.1:10-12) ”. Todos os Credos e Confissões são de valor unicamente na medida em que estão de comum acordo com as Escrituras, tendo sidos elaborados e definidos pela igreja que tem autoridade para isso. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vejamos agora como a verdade foi transformada em mentira:&lt;br /&gt;        Um caso de corrupção doutrinária é “A Remonstrância” (pleito, pedido) conhecido como os “cinco pontos arminianos” em que o quarto ponto, refutado pelos teólogos calvinistas, diz que a “Graça pode ser rejeitada”: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Graça e livre vontade são as causas parciais que operam juntas no início da conversão. Pela ordem destas causas a graça não precede à operação da vontade do homem. Deus não ajuda efetivamente a vontade do homem para sua conversão, enquanto a própria vontade do homem não se move e decide se converter (Heresias refutadas: p.45 – Sínodo de Dort entre 1618 – 1619).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;          Analisaremos, pois, os versículos bíblicos que confirmam a eficácia da Graça salvadora que opera pelo poder de Deus na vida dos que foram eleitos na eternidade para a salvação, pela santificação do Espírito (cf. 2Ts.213) .&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2.2 Chamados pelo Poder de Deus que Opera em Nós.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“[...] e qual a suprema grandeza do seu poder para com os que cremos, segundo a eficácia da força do seu poder [...]” (Ef.1:19 – negrito nosso).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;          Certo dia, ao ouvir um hino que dizia, “Só depende de você. Que Deus muda esse quadro, só depende de você. Olha só o seu estado! Depende de você que Ele muda de uma vez a sua vida”. Terminado o hino, como era culto de doutrina tive, como pastor, a responsabilidade de explicar, com maiores detalhes, que hinos como o que foi cantado, não bendiz ao SENHOR, ao contrário, roubam-Lhe a glória. Posto que a salvação pertence Ele. Não precisando, portanto, de permissão para derramar o Seu Espírito Santo sobre os que foram escolhidos desde toda eternidade.  Deus é poderoso, em (Jo:17:1-2) lemos: “[...] assim como lhe conferistes autoridade sobre toda a carne, a fim de que ele conceda a vida eterna a todos os que lhe deste”. Jesus cumpriu a vontade do Pai  expiando todos os pecados daqueles que foram predestinados  para salvação em Cristo Jesus. Mesmo assim, muitas pessoas bem intencionadas, porém erradas, dizem que Jesus Cristo pede permissão para dar vida aqueles que estão mortos nos seus delitos e pecados (cf. Ef.2:1) . Muitas frases que ouvimos diariamente nos programas Evangélicos através dos canais de televisão são como estas: “Para que Deus possa abrir a porta do Reino, é preciso que você queira”. “Deus não faz nada a não ser que você permita, Ele precisa do nosso consentimento”. Geralmente esses pregadores estão na mídia e são as estrelas do culto. Ensinar essa forma deteriorada e corrompida de evangelho, é simplesmente uma heresia. A Bíblia nos alerta quanto ao perigo que elas representam. O apóstolo Paulo escreve a Tito como a verdadeiro filho, segundo a fé que era comum aos eleitos a fim de abrir-lhes os olhos a respeito de falsas doutrinas que estavam surgindo no seio da igreja: “Evita o homem faccioso , depois de admoestá-lo primeira e segunda vez, pois sabes que tal pessoa está pervertida, e vive pecando, e por si mesma está condenada” (Tt.3:10-11). Em outras versões diz que está condenada em si mesmo. &lt;br /&gt;          O que a Bíblia ensina a respeito da salvação é totalmente diferente do que a maioria das igrejas (que se afastaram da fé reformada) estão oferecendo atualmente. Não sou contra uma igreja cheia e que está em crescimento, mas fico triste com uma igreja sem qualidade espiritual, que não cresce no conhecimento da palavra de Deus, iludindo os fiéis com falsas promessas de prosperidade e de poder espiritual. O que estão oferecendo atualmente para manter as igrejas cheias é justamente aquilo que as pessoas do mundo buscam, uma satisfação imediata, e um culto em que a palavra de Deus não tem um lugar primordial, porém, um show é oferecido com o intuito de agradar aos ouvintes e prendê-los, muitas vezes, pelas falsas profecias, manifestações de curas milagrosas e o dom de línguas. A palavra quando é pregada nesses locais é adulterada. Por isso a Bíblia relata que muitos um dia irão ouvir diante do Trono de Deus, no julgamento final: Afastai-vos de mim malditos para o fogo eterno que está preparado para o diabo e seus anjos.&lt;br /&gt;            O que a Bíblia ensina sobre o que deve ser pregado nos púlpitos a respeito da nossa eleição  em Cristo Jesus? Eleição confirmada através da chamada eficaz. Os que foram chamados “segundo a força do seu poder” (Ef.1:19) perseverarão até o fim, não pela sua própria força, mas devido a Cristo Jesus que está assentado a destra do Pai e intercede por nós. Isso é ensinado nos púlpitos atualmente? Não! Portanto, como disse Jesus a Nicodemos: “O vento sopra onde quer, ouves a sua voz, mas não sabes donde vem, nem para onde vai; assim é todo o que é nascido do Espírito” (Jo.3:8). Isso significa que o homem não nasce da vontade da carne, mas do Espírito que sopra especificamente sobre os eleitos dando-lhes vida eterna.    Se não for o poder  de Deus que opere de forma milagrosa nos que estão mortos espiritualmente, eles não terão desejo de vir a Cristo para terem vida, posto estarem mortos nos seus delitos e pecados. Quando Jesus diz: “Eu vos dei vida, estando vós mortos nos vossos delitos e pecados” (Ef.2:1). Significa que não temos essa capacidade de nos mover nesse sentido (em direção a Deus). Não depende de você! “Assim, pois, não depende de quem quer ou de quem corre, mas de usar Deus a sua misericórdia” (Rm.9:16). Não tem para onde correr! Só os eleitos serão salvos . &lt;br /&gt;          Você percebe que ao ouvir as boas novas de salvação alguns crêem e a maioria rejeita? Será que essa rejeição é devido a liberdade de escolha que os arminianos pensam possuir? Decidindo entre a vida e a morte? Com toda a certeza, não! Calvino diz que o espantoso poder de Deus se manifesta quando somos trazidos da morte para a vida; éramos filhos do inferno, somos, portanto, transformados em filhos de Deus e herdeiros da vida eterna . &lt;br /&gt;          Outro comentário importante a respeito do poder de Cristo, que opera eficazmente nos eleitos, atraindo-os a Si, encontra-se no comentário de Efésios de John Stott que diz: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É em função da ressurreição de Cristo dentre os mortos e sua entronização sobre os poderes do mal que ele se tornou o cabeça da igreja. A ressurreição e a ascensão eram demonstrações decisivas do poder divino. Pois se há dois poderes que o homem não pode controlar, mas que pelo contrário, sobre ele exercem domínio, são a morte e o mal. O homem é mortal. Não pode evitar a morte. O homem está caído. Não pode vencer o mal. Deus em Cristo, porém, derrotou a morte e o mal e, portanto, pode nos salvar de ambos (2001: 34).  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;          A salvação é exclusivamente obra de Deus, o homem não contribui com coisa alguma. Um morto não pode dar um passo para a vida a não ser que haja uma intervenção Divina, pois só Jesus, que venceu a morte  e despojou todo principado e potestade, tem poder para nos salvar da morte eterna. &lt;br /&gt;          Alguém pode até pensar: “Ora! Se Deus é bom, com toda certeza, Sua Graça alcançará a todos, pois Deus não faz “acepção”  de pessoas, a maioria, na verdade, não aceita porque resiste a Graça pelo seu livre-arbítrio. &lt;br /&gt;          Esse pensamento cai por terra quando consideramos uma premissa: “Segundo a eficácia da força do seu poder”. Se é pela força do Seu poder, que opera em nós, com a qual Cristo foi levantado dentre os mortos, quebrando as cadeias que nos prendiam ao pecado, como poderemos afirmar a resistência a Graça salvadora do nosso Deus? Resistir a vontade soberana do Senhor significa afirmar que o Seu poder é limitado a vontade humana. E a Bíblia é taxativa ao afirmar que ninguém resiste a vontade de Deus.&lt;br /&gt;2.3 A Certeza de que o Chamado é para a Salvação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pois aqueles que de antemão conheceu, também os predestinou para serem conformes à imagem de seu Filho, a fim de que ele seja o primogênito entre muitos irmãos. E aos que predestinou, também chamou; aos que chamou, também justificou; aos que justificou, também glorificou (Rm.8:29-30 – negrito nosso).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;        O chamado que o apóstolo usa freqüentemente não é aquele em que se pode decidir se deseja ir ou não. É realmente um chamado eficaz para a salvação . O texto de (Rm.8:29-30) esclarece muitas coisas principalmente a questão do “chamado eficaz” para a salvação. Notemos que há uma ordem que se fecha no cumprimento do propósito eterno de Deus que é a salvação do Seu povo. E o apóstolo começa afirmando que Deus conheceu, predestinou, chamou, justificou e glorificou. Aqui forma-se uma corrente inquebravel cujo final é a glorificação completa. Também, fica evidente que os eleitos, os quais Ele conheceu de antemão, não perdem a salvação; serão chamados eficazmente, no tempo determinado, porque foram predestinados, e porque foram predestinados terão a garantia da glorificação final. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conheceu. (κλητοις = cleitois: chamado, convocado) . &lt;br /&gt;          Os arminianos interpretam essa passagem da seguinte forma: Deus conheceu de antemão aqueles que teriam fé em Cristo Jesus para a salvação. Assim sendo, baseado nessa fé desenvolvida pelo próprio homem, Ele decidiu predestinar para a vida eterna aqueles que iriam exercê-la. Todavia, as “Igrejas Protestantes” rejeitam essa interpretação, fruto das idéias humanistas, principalmente porque a fé é um dom de Deus e Ele dá a quem quiser. Não é o homem que produz a fé, é Deus: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[...] graça e paz vos sejam multiplicadas, no pleno conhecimento de Deus e de Jesus, nosso Senhor. Visto como, pelo seu divino poder, nos têm sido doadas todas as coisas que conduzem à vida e à piedade, pelo conhecimento completo daquele que nos chamou para a sua própria glória e virtude [...] (2Pe.1:2-3); &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porque pela graça sois salvos, mediante a fé; e isto não vem de vós; é dom de Deus (Ef.2:8); &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porque vos foi concedida a graça de padecerdes por Cristo e não somente de crerdes nele (Fl.1:29);&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E prosseguiu: Por causa disto, é que vos tenho dito: ninguém poderá vir a mim, se, pelo Pai, não lhe for concedido (Jo.6:64).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;          Ao contrário do que os arminiamos pensam, o “conhecimento” de Deus ou sua “presciência” está relacionado com Seu decreto eterno a respeito da eleição da graça , ou seja, Ele previu o que faria na vida dos eleitos . Comentando o v.29 Calvino afirma: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[...] este conhecimento depende do beneplácito divino, visto que, ao adotar aqueles a quem ele quis, Deus não teve qualquer conhecimento antecipado das coisas fora de si mesmo, senão que destacou aqueles a quem propôs eleger (2001: 306).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;          Anthony Hoekema tem a mesma opinião ao afirmar que “o chamado é mencionado no mesmo fôlego que a eleição” (2002: 92). O pensamento de Calvino é extraordinário. Ele diz que o conhecimento prévio de Deus não é um mero conhecimento do que irá acontecer, como imaginam alguns neófitos, mas, significa a adoção pela qual os réprobos são distinguidos dos Seus eleitos . &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CONCLUSÃO&lt;br /&gt;******************************************************&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;          Como vimos, na Palavra de Deus, ninguém merecia a salvação. Todos pecaram e afastados estão da glória de Deus e o salário do pecado é a morte. Assim sendo o Deus eterno e santo mostra sua justiça punido o pecado no homem. Todavia, aprove a Ele não só mostrar o Seu poder nos vasos de desonra preparados para a perdição, como também mostrar Seu amor e misericórdia salvando alguns dentre a humanidade caída para o louvor da Sua glória. &lt;br /&gt;          Agindo assim, Ele não está sendo injusto para com os que são deixados nas suas próprias maldades. Pois, ninguém tinha o direito à salvação. Não foi por méritos de obras que os eleitos foram chamados à vida eterna, foi escolha daquele que chama segundo a Sua boa vontade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS&lt;br /&gt;***********************************************************************&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;BÍBLIA DE ESTUDO DE GENEBRA, 1999.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;BERKHOF, Louis. Teologia Sistemática. São Paulo. Editora Cultura Cristã, 2001. 720p.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CALVINO, João. Romanos. São Paulo. Editora Parakletos, 2001. 534p.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;GREGOR, Wright. R. K. Mc. A Soberania Banida: Redenção para a cultura pós-moderna. São Paulo. Editora Cultura Cristã, 1998. 263p. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;HENDRIKSEN, William. Romanos: Comentário do Novo Testamento. São Paulo. Editora Cultura Cristã, 2001. 704p.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;HOEKEMA, Anthony. Salvos Pela Graça: A Doutrina Bíblica da Salvação. São Paulo. Editora Cultura Cristã, 2002. 285p.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;JAMES, Kennedy D. Verdades que Transformam: doutrinas cristãs para sua vida de hoje. São Paulo. Editora Fiel, 2005. 296p.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;LLOYD-JONES, Martyn. Salvos Desde a Eternidade. São Paulo. Editora PES, 2005. p.89. 208p.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;OWEN, John. Por Quem Cristo Morreu. São Paulo. Editora PES, 1996.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;OS CÂNONES DE DORTE. São Paulo. Editora Cultura Cristã. 64p.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;WILBUR, Gingrich F. / DANKER, Frederick W. LÉXICO do Novo Testamento: grego / português. São Paulo. Editora Vida Nova, 2007. 228p.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;WESTMINSTER, Confissão de fé. Comentada por A. A. Hodge. Editora os Puritanos, 1999. 596p.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DO MESMO AUTOR:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Apocalipse: As sete igrejas da Ásia. Uma interpretação histórica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Quem matou Allan Kardec?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; As Principais Festas Judaicas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Violência e Santidade no Antigo Testamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Reencarnação ou Ressurreição quem está com a razão?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Quando Surgiu a Doutrina da Reencarnação ?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Usos e Costumes dos Judeus em Pernambuco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Soteriologia: As doutrinas da salvação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; A Soberania de Deus e o Livre-Arbítrio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; O Sermão do Monte e os Frutos do Espírito: Como viver uma vida de santidade. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Contato&lt;br /&gt;Fone: 9421.2595 / 8710.5364&lt;br /&gt;E: mail – roberttocavalcantti@hotmail.com&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2450445771080054942-4658228768871904546?l=prbeto-estudosteologicos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://prbeto-estudosteologicos.blogspot.com/feeds/4658228768871904546/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2450445771080054942&amp;postID=4658228768871904546' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2450445771080054942/posts/default/4658228768871904546'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2450445771080054942/posts/default/4658228768871904546'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://prbeto-estudosteologicos.blogspot.com/2008/11/eleitos-para-salvao-e-chamada-eficaz.html' title='Eleitos para a Salvação e Chamada Eficaz'/><author><name>prbeto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04991251078209387116</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://bp0.blogger.com/_uJ4EWNH9RAI/R4lGQbvo-_I/AAAAAAAAAAg/aHenbx90Xng/S220/Imagens++(Imagens+variadas+17)dsafGHEHGRAHTHAETHGRgW+025.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_uJ4EWNH9RAI/STLho4wFclI/AAAAAAAAAdo/99cLwJSOln0/s72-c/02.gif' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2450445771080054942.post-8103555865882353490</id><published>2008-11-08T17:25:00.000-08:00</published><updated>2008-11-08T17:33:55.886-08:00</updated><title type='text'>Pentecostalismo e Neopentecostalismo: Avivamento ou Apostasia?</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_uJ4EWNH9RAI/SRY9b1nopTI/AAAAAAAAAcw/-tiVRNqo06Y/s1600-h/ImagensdeNandoeRafha001.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 218px; height: 320px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_uJ4EWNH9RAI/SRY9b1nopTI/AAAAAAAAAcw/-tiVRNqo06Y/s320/ImagensdeNandoeRafha001.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5266464362715456818" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt; Carlos R. Cavalcanti&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;              Pentecostalismo &lt;br /&gt;                                e&lt;br /&gt;                      Neopentecostalismo &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Avivamento ou Apostasia ?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2008&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CAVALCANTI, Carlos R. Pentecostalismo e Neopentecostalismo: Avivamento ou apostasia? Recife. Editora CRC. 2008. 98p. &lt;br /&gt;Conteúdo Histórico-Apologético. Todos os direitos reservados à Editora CRC. Podendo, portanto, ser usado trechos em citações de trabalho acadêmicos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gráfica e Editora CRC&lt;br /&gt;Fones: (81) 9421.2595 / 8710.5364&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ÍNDICE&lt;br /&gt;***************************************************&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;INTRODUÇÃO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CAPÍTULO I&lt;br /&gt;1.1 As Igrejas que surgiram da Reforma Protestante..........11&lt;br /&gt;        &lt;br /&gt;1.1.1 Benefícios da Reforma no campo religioso.........................14&lt;br /&gt;1.1.1.1 A degradação religiosa na Igreja Romana...........................15&lt;br /&gt;1.1.2    A teologia das igrejas Reformadas......................................17&lt;br /&gt;1.1.2.1 As confissões doutrinárias...................................................19&lt;br /&gt;1.1.2.2 Desvio doutrinário...............................................................27   &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CAPÍTULO II&lt;br /&gt;2.1    O surgimento do Pentecostalismo.......................................33&lt;br /&gt;2.1.1 Influência wesleyana de santidade.........................................41&lt;br /&gt;2.1.2   Congregação Cristã no Brasil..............................................55&lt;br /&gt;2.1.3   Assembléia de Deus..........................................................58 &lt;br /&gt;2.1.4   A segunda onda Pentecostal vai da década de 50 a 70.....61&lt;br /&gt;2.1.4.1 Igreja do Evangelho Quadrangular..................................61&lt;br /&gt;2.1.4.2 O Brasil para Cristo.........................................................63&lt;br /&gt;2.1.4.3 Deus é Amor....................................................................73&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CAPÍTULO III&lt;br /&gt;3.1       O surgimento do Neopentecostalismo.........................75&lt;br /&gt;3.1.1     A Igreja Universal do Reino de Deus.............................78 &lt;br /&gt;3.1.1.1 O culto da IURD.............................................................80&lt;br /&gt;3.1.1.2 O mal visto por Edir Macedo..........................................85&lt;br /&gt;3.1.2    Igreja Renascer em Cristo...............................................86&lt;br /&gt;3.1.3    Igreja Sara nossa Terra....................................................88  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CONSIDERAÇÕES FINAIS&lt;br /&gt;REFERÊNCIAS BÍBLIOGRAFIA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;INTRODUÇÃO&lt;br /&gt;************************************************&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;      O Movimento “Pentecostal” e o “Neopentecostal”, é considerado  uma das mais populares e crescentes forças da cristandade nos nossos dias. As principais características doutrinárias desse movimento que provoca o crescimento dessas Igrejas é o “batismo do Espírito Santo”, “o dom de línguas”, “as profecias”, “o dom de curas e a ênfase na experiência pessoal”. Muito embora crescimento e popularidade sejam evidentemente desejáveis, eles não podem ser usados como um teste para aprovar práticas que a si mesmo, se consideram como verdadeiras, porque várias seitas heréticas (Testemunhas de Jeová, Mórmons e os Adventistas do Sétimo Dia) e falsas religiões também têm alcançado grande popularidade e crescimento usando os mesmos procedimentos. O movimento Pentecostal e Neopentecostal é um fenômeno do século vinte. Visto que suas práticas e ensinos são diferentes dos que os cristãos reformados têm ensinado, acreditamos ser sensato examinar esses ensinos à luz das Escrituras. Não estamos, portanto, dizendo que eles não são cristãos. Estaremos examinando suas práticas não porque temos algo pessoal contra eles, ao contrário, os amamos e queremos nos encontrar no céu. Devemos ser como os crentes de Beréia e analisar todas essas práticas à luz das Escrituras Sagradas.&lt;br /&gt;          Deus nos ordena a "julgar todas as coisas" (1Ts 5:21). Somos exortados a nos "apegar à palavra fiel" e a "convencer os que contradizem" (Tt 1:9). Assim, oferecemos este trabalho no espírito do amor cristão, amor por nossos irmãos, e acima de tudo, pela verdade de Deus. Ao examinarmos qualquer assunto, a pergunta mais importante é: "Que diz a Escritura" (Gl 4:30)? &lt;br /&gt;          Por que essa preocupação com a doutrina? A resposta está na Bíblia. Os apóstolos escreveram alguns livros da Bíblia para combater o ensino herético, que corrompia a palavra de Deus, o próprio Jesus combateu a doutrina dos fariseus porque era desprovida de amor e do conhecimento de Deus. Vejamos o que diz Mateus 16:12: “Então, entenderam que não lhes dissera que se acautelassem do fermento de pães, mas da doutrina dos fariseus e dos saduceus”. Jesus estava preocupado com a doutrina que estava sendo ensinada ao povo. Em Marcos 7: 6-7 Ele acusa os religiosos da Sua época de ensinar doutrinas que são preceitos de homens. O que isso quer dizer? Ora! Eram doutrinas que foram desviadas dos seus propósitos originais, para beneficio próprio: “Respondeu-lhe: Bem profetizou Isaías a respeito de vós, hipócritas, como está escrito: Este povo honra-me com os lábios, mas o seu coração está longe de mim. Em vão me adoram, ensinando doutrinas que são preceitos de homens”.  O apóstolo Paulo também estava bastante preocupado com as falsas doutrinas que surgiam a cada dia, porque contaminavam os crentes levando muitos a se desviarem do verdadeiro conhecimento de Deus: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“[...] para que não mais sejamos como meninos, agitado de um lado para outro e levados ao redor por todo vento de doutrina, pela artimanha dos homens, pela astúcia com que induzem ao erro” (Ef.4:14).  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;          Os pais da Igreja defenderam a fé contra o mundo e as heresias que surgiam dentro da própria Igreja: Justino o Mártir (100 – 165 d. C.), Irineu (130 – 200 d. C. anti-gnostico), Tertuliano (160 – 230 a. C.), Clemente de Alexandria (155 – 255 a. C.) foram alguns dos que se importou com a sã doutrina.   &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CAPÍTULO I&lt;br /&gt;**********************************************&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1.1 As Igrejas que surgiram com a Reforma Protestante&lt;br /&gt;         Com a Reforma do século XVI, surgiram três ramos da fé protestante: o Luterano, o Reformado e o Anglicano. Os anabatistas que alguns historiadores e sociólogos da religião afirmam ser paralelo a Reforma, por alguns motivos trataremos separadamente. &lt;br /&gt;          Os Luteranos e Calvinistas concordavam com os principais pontos da Reforma. Porém, quando as idéias de Calvino se expandiram a partir de Genebra, algumas regiões Luteranas aderiram aos princípios doutrinários Calvinistas. Quanto aos Anglicanos, continuaram, apesar de haver rompido com a Igreja Romana, com a mesma liturgia. Surge, então, em virtude disso, um movimento, influenciado pelos Reformados Calvinistas conhecidos como “Puritanos” (Presbiterianos e Congregacionais discendentes da Igreja Anglicana), que lutam por reformas dentro da Igreja Estatal, principalmente pureza e simplicidade no culto: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os puritanos entendiam que muitos “trapos do papado” continuavam na Igreja Anglicana e queriam purificá-la de acordo com a Bíblia, aceita por eles como regara infalível de fé e prática. Por isso receberam a alcunha de puritanos, por volta de 1568 (CAIRNS, 2000: 273) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;          Os anabatistas foram um dos vários movimentos que surgiu da insatisfação religiosa Católica na Europa central. Esses grupos eram conhecidos como cristãos zelosos, mais fanáticos do que zelosos. Vejamos o que Nichols tem a nos dizer: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pode-se dizer que a doutrina fundamental dos anabatistas era uma concepção particular a respeito da Igreja. Esta, sustentavam eles, é uma comunidade de pessoas regeneradas, isto é, convertidas. Ninguém mais tinha a ver com a mesma. Decorria daí a crença deles de que os adultos, desde que somente estes poderiam experimentar a conversão. Os que se filiavam a essas sociedades eram batizados, pois o batismo que já tivessem recebido na infância era destituído de significado. Por causa dessa atitude, eles foram chamados de anabatistas, isto é, os que batizavam novamente. Em decorrência da idéia que tinham sobre a Igreja, não admitiam a existência de uma Igreja oficial, reconhecida pelo Estado. Uma Igreja sob o controle do poder civil, que podia ser ou deixar de ser cristão, diziam eles, não podia ser a verdadeira Igreja. Por essa razão, eles se separavam e não queriam qualquer aproximação com as igrejas reformadas, pois todas elas eram Igrejas reconhecidas pelo Estado (2004: 194)          &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;          Surgiram na Suíça devido a liberdade que existia nesse pais. Conrad Grebel (1498 – 1526) foi o fundador desse movimento. Eles deram origem aos Menonitas e aos Batistas. Em 1526, devido a heresia de querer rebatizar os que aderiam as suas fileiras, o conselho decidiu punir com a morte por afogamento todos quantos esposassem os princípios anabatistas .&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1.1.1 Os Benefícios da Reforma no campo religioso&lt;br /&gt;            A Reforma foi a resposta de Deus a religião corrompida (a religião do medo)  em que ela servia apenas para esconder a injustiça. “Por sua grande doutrina bíblica do sacerdócio de todos os cristãos, Lutero libertou os homens do temor e, libertos do medo, eles foram” (NICHOLS, 2004: 161). &lt;br /&gt;            A cristandade protestante e o mundo foram beneficiados com o novo modelo de Cristianismo Protestante Reformado. Toda corrupção que a Igreja havia acumulado durante muito tempo foi rejeitada pelos reformadores. O lema, agora, era a volta às Escrituras, uma vida de pureza e fidelidade a “Palavra de Deus” que havia sido banida da vida do povo. Martinho Lutero é um instrumento nas mãos de Deus para traduzir a Bíblia para o alemão e esclarecer o povo através da pregação da palavra.  &lt;br /&gt;          &lt;br /&gt;1.1.1.1  A degradação religiosa na Igreja Romana&lt;br /&gt;           Outro grande motivo da depreciação da religião da “Igreja Romana” foi o ensino de uma forma adulterada do Cristianismo. Devido a toda corrupção, a igreja permitiu que o Evangelho fosse sendo substituído, pouco a pouco, conforme seus interesses egoístas, por uma nova forma de religião de ritos e sacramentos que autorgavam uma salvação mágica, como por exemplo: 1) Oração aos espíritos bondosos da Virgem e dos santos; 2) foi infundido no imaginário coletivo o medo dos maus espíritos; 3) as relíquias milagrosas eram vendidas, como “pedaços de cruz”; negociavam o perdão de pecados mediante indulgências e amedrontavam seus fiéis com o fogo do purgatório que criaram, prometendo, no entanto, aliviar essa situação com missas pagas. Papa Sixto IV. &lt;br /&gt;            O Vaticano com seus concílios alteram a doutrina cristã. Essas alterações foram consideradas dogmas, impedindo o clero de raciocinar, examinar e decidir entre o certo e o errado! Muitos dogmas são baseados em lendas e suposições, outros estão impregnados de crendices que rebaixam o nível do cristianismo original. A maioria foi criada com fins lucrativos, como é o caso da doutrina do Purgatório, 503 d.C. (a galinha dos ovos de ouro do Vaticano), Transubstanciação, 1215 d.C., o Celibato, 1074 d.C., a Infabilidade Papal, 1870 d.C., o Culto à Maria, 431 d.C., o uso da água benta, 830 d.C., canonização de santos, 933 d.C., outros conferem ao clero certa autoridade e influência social. Mesmo, antes da Reforma, diante de tal degradação, sempre ouve lideres e igrejas que não compactuavam com tais abusos e foram perseguidas pelo papa. Entre eles estão: os Albigenses, os Valdenses e os 
